quinta-feira, 19 de junho de 2014

Corpus Christi - Chuva desmancha tapetes tradicionais do Cohatrac (Sâo Luís-MA)

Copa no Brasil 2014 - The Sun divulga foto de 'Miss Bumbum' para falar da Copa


Copa no Brasil 2014


Charge do dia - CABALAU (O Estado do Maranhão)


Eleições 2014 - Sarney só deve anunciar candidatura ao senado no dia 27 no Amapá

    O senador José Sarney (PMDB-AP) foi assistir os jogos da Copa do Mundo em Macapá. Ao menos foi isso que fez divulgar na imprensa do estado por onde se elegeu três vezes senador depois de deixar a Presidência da República. 
    Há expectativas no meio político amapaense sobre a decisão do ex-presidente da República. O anúncio deve acontecer mesmo por ocasião da convenção peemedebista, marcada para o próximo dia 27. Sarney conversa com quase todos os pré-candidatos a governador do Estado. 
    Na residência em Macapá recebeu para conversas sobre cenário político o ex-governador do estado, Waldez Góes (PDT), o ex-deputado Jorge Amanajás (PPS) e o deputado estadual Bruno Mineiro (PT do B). Parlamentares, prefeitos, vereadores e empresários têm frequentado a sala de estar do senador no Amapá. 
    “Tenho muitos amigos na disputa, sou amigo de todos eles e vejo com absoluta normalidade o surgimento de novos projetos, como o de Bruno Mineiro”, disse Sarney. O deputado estadual Bruno Mineiro é candidato ao governo pelo PT do B.
    O senador sempre chama atenção para o fato de ter criado o estado. O maranhense vende otimismo em relação ao estado. Aparentemente aposta nas potencialidades e condições diferenciadas do Amapá, que considera um dos mais importantes estados na região norte”. 
    O senador também reuniu com várias categorias de servidores públicos, entre eles os beneficiados pela Emenda Constitucional 79 (ex-PEC 111) e também lideranças do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e estatística).  A emenda permite reintegração de servidores federais e militares com vínculos com o ex-território do Amapá e Roraima.
O palanque de Sarney conta com a força do setor elétrico. Vire e mexe, mostra seu prestígio no setor telefonando para o presidente da Companhia de Eletricidade do Amapá, CEA, José Almendra. Promete interferir junto ao governo federal para acelerar o cronograma de execução. Duas estações abaixadores de tensão elétrica em andamento são acompanhadas pelo senador. Concluídas vão recepcionar a produção do Linhão do Tucuruí, ampliando o fornecimento de energia no Macapá. 

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Justiça interdita Socorrão II;pacientes são transferidos
Região
Jornal do Commercio: A escolha errada
Meio-norte: STF mantém Piauí com 10 deputados federais
O Povo: Espanha eliminada - As favoritas que se cuidem
Nacional 
Correio Braziliense: A capital da Colômbia é aqui
Estadão: Invasão do Maracanã abre crise entre governo e Fifa
Folha: Segurança volta a falhar e 150 invadem Maracanã
O Globo: Xingamento a Dilma não partiu só da elite, diz ministro
Zero Hora: Pintada de Copa

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Charge do dia - CABALAU (O Estado do MA)


MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Ficou no 0 x 0
Região
Jornal do Commercio: Ficou no quase
Meio-norte: Brasil é líder, mas empate não agradou
O Povo: Alerta verde-amarelo
Nacional 
Correio Braziliense: Agora é torcer, jogar e ganhar em Brasília
Estadão: Brasil para no México e depende de jogo na 2ª
Folha: Barbosa critica advogados e deixa caso do mensalão
O Globo: Brasil continua sem convencer
Zero Hora: Da emoção à decepção 

terça-feira, 17 de junho de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: PSDB veta candidatura de Castelo ao Senado
Região
Jornal do Commercio: Sob a bênção do Nordeste
Meio-norte: Fome Zero transformou cultura política no Piauí
O Povo: Fortaleza abraça o Brasil
Nacional 
Correio Braziliense: Pimenta neles, Brasil!
Estadão: Brasil enfrenta México em meio a clima de festa
Folha: Dilma prepara medidas para tentar agradar empresários
O Globo: País não terá como escoar produção de gás
Zero Hora: Cabeça feita

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Eleições 2014 - João Castelo é derrotado na comissão estadual do PSDB

    A comissão provisória estadual do PSDB rejeitou a candidatura isolado do partido ao Senado. Com a decisão da maioria dos integrantes da comissão fica inviabilizada a candidatura do ex-prefeito de São Luís, João Castelo ao senado nas eleições de outubro deste ano.
    A decisão da Comissão precisa ainda ser homologada na convenção do partido, marcada para o próximo domingo, 22, na cidade de Imperatriz.
    O PSDB deve compor a aliança com outros oito partidos de oposição ao grupo Sarney no Maranhão: PSB, PTC, PDT, PP, PROS, SDD, PPS e PCdoB.

SÃO JOÃO 2014 - Programação do Terreiro da Maria

19h – Dança Portuguesa Tradição de Portugal
20h – Dança Cigana Henrique Lobão
21h – SHOW “Fuliá de São João” com Oberdan Oliveira
22h – Bumba-meu-Boi de Orquestra do CEIC
23h – Bumba-meu-Boi de Matraca de Itapera de Maracanã

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Lobão Filho é apoiado por líderes no interior
Região
Jornal do Commercio: O "dono" do Maracanã
Meio-norte: Eufrásio quer reduzir tempo de julgamento
O Povo:  Motoristas aceitam aumento de 10% e descartam greve
Nacional 
Estadão: PT recicla slogan e diz que 'esperança vencerá o ódio'
Folha: Lula diz que oposição e elite pregam ódio ao PT
O Globo: Mobilidade no Rio é aprovada no 1º teste

domingo, 15 de junho de 2014

MUSEU DE TUDO: Ubiratan Teixeira num tête à tête com Inácio de Loyola Brandão (Claudia Bayma grava, eu anoto)


Eleições 2014 - Quadro de candidaturas a partir das convenções

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) - Aécio Neves (Senador - MG))
Partido Social Cristão (PSC) - Pastor Everaldo Dias Pereira (Igreja Assembleia de Deus - SP)
Partido Verde (PV) - Eduardo Jorge (ex-deputado federal, médico)
                             vice: Céli Sacramento (vice-prefeita - BA)

GOVERNO DO MARANHÃO
Partido da Solidariedade  (PSOL) - Antonio Pedrosa (advogado) Convenção: 14 de junho (Sindicato dos Bancários - Rua do Sol,Centro)
Partido da Pátria Livre (PPL) - José Luiz Lago (advogado)
PP - Apoia Flávio Dino (PCdoB). Convenção: 14 de junho (Centro de Convenções  Pedro Neiva de Santana - Cohafuma)
PSL -  Apoia Lobão Filho (PMDB). Convenção: 14 de junho
PSDC - Apoia Lobão Filho (PMDB)

AGENDA DE CONVENÇÕES
PCdoB
- Convenção no dia 19 em São Luís (Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana- Cohafuma)
PDT - Convenção no dia 19 em São Luís (Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana - Cohafuma)
PSDB - Convenção no dia 22 em Imperatriz

Manoel Ribeiro precisa ser tombado

    O deputado estadual Manoel Ribeiro (PTB) desembarcou de helicóptero na cidade de Alcântara para participar da Festa do Divino Espírito Santo no município do Domingo. A ostentação de Ribeiro se afina à de seus pares políticos. Para cintilar seu poder fez questão de pousar na praça da Matriz, onde está fincado um dos únicos exemplares de pelourinho no país.
    Ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão por dez anos e ex-vereador de São Luís, Manoel Ribeiro é um aliado canino do grupo Sarney. Tem pelo Senador apreço, devoção e gratidão pelo patrimônio angariado às custas de empréstimos junto ao extinto Banco do Estado do Maranhão para o plantio de soja e outras benesses que o estado oligárquico pode facultar a quem o sustenta.
    Entre seus negócios, o político detém a exploração do sistema de transporte marítimo entre Alcântara e a ilha de São Luís. As sucatas de Ribeiro singram a Baía de São Marcos, arriscando pobres de uma das regiões mais pobres do Maranhão pelo Golfão Maranhense.
    Uma lei estadual exige que o transporte conceda meia-passagem aos estudantes usuários dos barcos. A condição política do deputado o faz ignorar a letra aprovada pelo Legislativo maranhense nas suas empresas de navegação. Da mesma maneira que ele ignora o escombro que ameaça todos os serviços públicos e casario da cidade histórica tombada pelo Patrimônio Nacional. Manoel Ribeiro é um patrimônio da política maranhense que precisa ser tombado no sentido do verbo.

A política (do PT) em xeque - EDITORIAL O ESTADÃO


    É fato conhecido que ano de eleição tem regras próprias: mais greves, mais reivindicações, maiores movimentações sociais. Mas 2014 está sendo diferente de todos os outros anos eleitorais.

    A Copa do Mundo maximizou essas estridências eleitorais e escancarou a distância entre a sociedade e a política, entre a expectativa e a realidade. A última confirmação veio pelo Pew Research Center, renomado instituto de pesquisa norte-americano, que, em recente relatório, deu nome aos bois nessa generalizada sensação de crise.
    O atual quadro de insatisfação apresenta um desafio para o Estado brasileiro nas suas três esferas. Não se trata apenas de um problema criado pelo sentimento popular. Existem inúmeras questões que o poder público precisa enfrentar responsavelmente: a (i)mobilidade urbana, o combate às drogas, a educação, a segurança pública, etc. E, numa democracia, a solução de qualquer um desses problemas nunca é algo meramente técnico, operacional. Requer sempre, como condição necessária, a sua viabilização política.
    Neste sentido, o legado mais prejudicial que o PT deixa ao País, nestes 12 anos de poder federal, não é na economia, cujo cenário é grave, para não dizer gravíssimo. A sua herança realmente maldita é na política, ao perpetuar e intensificar a lógica do populismo.
    Na voracidade por se instalar no poder, utilizou o seu capital político - em essência, o carisma de um homem - para excluir qualquer racionalidade do debate público, vendendo e prometendo o impossível. Impregnou de tal forma o sistema de populismo que, por exemplo, todos os partidos não tiveram outro jeito senão apoiar uma lei que se sabe impossível de ser cumprida: o Plano Nacional da Educação, com a vinculação de 10% do PIB para a educação. Era evidente que quem ousasse se posicionar de forma contrária à lei estaria morto nas próximas eleições.
    O papel aceita tudo, e vai-se deformando a percepção popular, como se o problema brasileiro fosse uma questão de voluntarismo político. O resultado é evidente: não temos um país que aprendeu a andar com as próprias pernas, que sabe sonhar, que olha o presente nos olhos, sem medo do futuro.
    Assemelha-se mais a uma casa onde o pai e a mãe endoideceram, tiveram-se por ricos e gastaram o que tinham e o que não tinham, contando bonitas e ilusórias histórias aos filhos, que vão descobrindo aos poucos que a festa acaba, que não há mais dinheiro para o almoço e que o mundo é mais complexo do que aquilo que estavam habituados a ouvir em casa.
    Por fim, tem-se um país desiludido, conforme semanalmente vão mostrando as pesquisas nacionais e internacionais. O populismo gera volatilidade, altos e baixos "aparentemente" inexplicáveis.
    Há quatro anos podíamos tudo, com a abundância do petróleo do pré-sal como cartão de embarque para o mundo desenvolvido e a felicidade perpétua. Não é de estranhar, já que as ideologias têm no seu âmago a ideia do progresso inexorável. Bastaria cumprir a cartilha e tudo seria perfeito.
    A sociedade brasileira anseia por uma melhor educação? Sim, mas o primeiro passo educativo é a responsabilidade. Para gastar mais em educação - que é necessário, mas não é o único nem o principal problema - é preciso cortar gastos em outras áreas. Isso não é neoliberalismo. É simplesmente não enfiar a cara no buraco, como uma avestruz diante do perigo.
    Como disse Fernando Gabeira, em artigo publicado no Estado (Dilma e as uvas, 6/6), "até que ponto o cinismo triunfará amplamente numa sociedade democrática é o enigma que envolve o futuro próximo do Brasil". É possível uma mudança? Como em política não há determinismos, a resposta é sim, e dentro do mais delicado respeito à democracia.
    As crises são sempre oportunidades de renovação, já que fazem ver além do discurso oficial. O pessimismo não é a única carta disponível diante das tristes notícias que chegam aos brasileiros todos os dias. Com o voto, é possível do limão fazer limonada.

Da polêmica sobre reescrever Machado de Assis


MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Atos e Fatos: Mais de 1.400 são resgatados de trabalho escravo no MA
Jornal Extra: Goleada da Holanda sobre a Espanha deixa o Brasil com o fiofó no tefe-tefe
Jornal Pequeno: Mais de 3 mil foram resgatados do trabalho escravo no MA em 13 anos
O Estado do MA: Lobão Filho une adversários em torno do seu projeto político
O Imparcial: "Eleições serão definidas pelos tribunais", diz presidente do TRE
Região
Diário do Pará: Governo Jatene - Assessores custam tanto quanto a merenda escolar
Jornal do Commercio: Arena para a África
O Povo: O que as urnas herdam do gramado
Nacional 
Correio Braziliense: A capital da Copa
Estadão: `Tsunami vai varrer Pt do poder', afirma Aécio
Folha: Aécio diz que 'tsunami vai varrer PT' do poder
O Globo: Para turista, brasileiro é o melhor do Brasil
Zero Hora: Em casa

sábado, 14 de junho de 2014

Lambe-lambe Lua cheia emoldurada por bandeiras brasileiras


Na Coluna do CLÁUDIO HUMBERTO


20% DOS REELEGÍVEIS NÃO SÃO CANDIDATOS

Dez senadores já anunciaram que não disputarão novo mandato este ano. Outros quatro ainda podem desistir, mas oficialmente são eles: do PMDB, Jarbas Vasconcelos (PE), Pedro Simon (RS) e Garibaldi Alves (RN); do PTB, Vicente Claudino (PI) e Epitácio Cafeteira (MA); do PDT, João Durval (BA) e Zezé Perrela (MG), além de Aníbal Diniz (PT-AC), Cyro Miranda (PSDB-GO) e Francisco Dorneles (PP-RJ).