sábado, 8 de maio de 2021

"Sua Risada" de Pablo Neruda

“Minha luta é árdua e volto/ com os olhos cansados / por ter visto algumas vezes / o mundo caduco, / mas, quando você dá sua risada, / ela me busca em toda a parte / e me abre todas / as portas da vida.”

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Déo Garcês volta ao palco do PetraGold para apresentar Luiz Gama - Uma voz pela Liberdade"

 

O ator Déo Garcês como Luiz Gama no teatro Petra Gold

O ator e dramaturgo maranhense Déo Garcês retorna ao palco do teatro PetraGold, no Rio de Janeiro, no dia 13 de maio, para apresentar mais uma vez virtualmente e com público na plateia "Luiz Gama - Uma Voz pela Liberdade", espetáculo apresentado pela primeira vez em janeiro deste ano.

Desta vez, Desta vez, a curta temporada que se estende até 27 de maio, embora transmitida online, contará com a presença do público dentro das normas de funcionamento para a reabertura de equipamentos culturais no Rio de Janeiro.

"Luiz Gama - Uma Voz pela Liberdade" é baseado na vida e obra do jornalista abolicionista baiano Luiz Gama (1830-1882) que libertou mais de 500 escravos.

O espetáculo fica em cartaz às quintas-feiras até o dia 27. Com Soraia Arnoni dividindo a cena com Garcêz sob direção de Ricardo Torres, Luiz Gama – Uma Voz pela Liberdade cumpre sessões sempre às 19h com ingressos de R$ 25,00 (meia) a R$ 50,00 (inteira), nas sessões presenciais, e de R$ 20,00 a R$ 200,00 (ingresso apoiador) nas sessões online.

Clipping do dia - O Globo

 


NOS JORNAIS

          PF desarticula esquema de desvios de verbas públicas em prefeitura maranhense

Eleições 2022: A esquerda no 'centro' da disputa

Gás acumula alta de 22,7% este ano

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Senadora Eliziane volta a debater sobre espaço feminino na CPI da Covid




 

Clipping - Coluna do Estadão

 


Projeto Ciranda em Açailândia une fé e ciência para desenvolvimento do meio rural

A construção das cisternas pra captar água da chuva

O projeto Ciranda (Centro de Integração Rural e Desenvolvimento Agroecológico), desenvolvido em Açailândia, é notícia no portal Vaticano News. Desenvolvido desde 2018 na cidade maranhense o projeto fornece formação teórica e técnica para 70 famílias como alternativa econômica à cadeia de mineração e agronegócio imperiosa na região. Açailândia fica no leito da estrada de ferro Carajás.

Xoan, ao centro, com um grupo de agricultores familiares

O projeto coordenador por Xoan Couto,um missionário espanhol comboniano,  se inspira no Laudato Si, encíclica do Papa Francisco que une fé e ciência, valorizando os conhecimentos tradicionais.

Com tecnologia e produção adaptados ao tamanho das propriedades dos agricultores familiares, o projeto se desenvolve em um tipo de escola agrícola comunitária voltada para a educação do jovem no campo. Nos cursos, os filhos dos agricultores do município aprendem as formas de produzir culturas agroecológicas em suas propriedades. O fluxo de incentivo contribui para a permanência das famílias no meio rural.

A técnica da bioconstrução, com barro e telhas de material reciclado







Editorial de O Estadão - Um governo anticiência

 Dias após ter comemorado 70 anos de existência, no final de abril, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) anunciou que, por causa de cortes orçamentários impostos pelo governo, teve de fazer um corte drástico na concessão de bolsas de doutorado e pós-doutorado aprovadas com base em pareceres técnicos emitidos por seus comitês de assessoramento.

Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o CNPQ é a principal agência de fomento à pesquisa do País. Ao lado da Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Ensino Superior (Capes), órgão responsável pela fiscalização e avaliação do sistema de pós-graduação, o CNPQ também é um dos pilares do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação. Desde o início do governo Bolsonaro os dois órgãos vêm passando por graves dificuldades financeiras.

Das 3.080 propostas aprovadas nas diferentes áreas do conhecimento, e cujos beneficiários já haviam sido informados em 15 de março, o CNPQ só poderá financiar 396 – cerca de 13% do total. O critério de escolha privilegiou as propostas que receberam as maiores notas. As outras 2.684 propostas, que envolvem dez categorias de bolsas no Brasil e no exterior, não serão implementadas.

Com valor de R$ 2,2 mil mensais por um período de quatro anos, tempo que leva a formação de um doutor, e de R$ 4,1 mil mensais por um período de dois anos no caso de pósdoutorado, as bolsas do CNPQ são fundamentais para produção de ciência de ponta e ciência aplicada no Brasil. Os doutores em formação são oriundos, em sua grande maioria, das melhores universidades públicas do País.

A comunidade científica, que já fora surpreendida na segunda semana de abril com a indicação de uma desconhecida professora de direito de uma universidade particular para a presidência da Capes, classificou os cortes orçamentários impostos ao CNPQ pela equipe econômica do governo como mais uma etapa do irresponsável desmonte do sistema de ensino de ponta e de desenvolvimento científico brasileiro. “Este cenário só atesta, mais uma vez, a situação precária em que se encontra o financiamento à pesquisa no Brasil. Isso é particularmente mais grave quando se percebe que a ciência é uma parte essencial da solução para essa situação dramática que estamos vivendo”, afirma o físico Sylvio Canuto, pró-reitor de Pesquisa da USP.

A não concessão de 2.684 entre as 3.080 bolsas aprovadas pelo CNPQ frustrará os recém formados no ensino superior que optaram por seguir carreira científica, com base em bolsas de estudo. Contudo, esse é apenas um dos lados do problema. O outro lado é a ausência de recursos para financiar pesquisas em andamento sob responsabilidade de cientistas que foram formados com apoio financeiro de agências públicas de fomento, como o CNPQ. Sem condições de trabalho, é cada vez maior o número de jovens cientistas que estão deixando o País.

Essa fuga de cérebros revela o paradoxo do sistema brasileiro de qualificação acadêmica, produção cientifica e inovação tecnológica. Após ter financiado com recursos públicos a qualificação desses jovens cientistas, o governo não os retém, seja por causa de seu negacionismo científico, seja por não lhes assegurar condições de trabalho. Assim, os órgãos de fomento à pesquisa acabam financiando a formação de cientistas que são atraídos por outros países, o que é um contrassenso. “Vi a situação apertando no Brasil, aí apareceu uma oportunidade de ir para fora e não tive como recusar. Meu primeiro sentimento foi de tristeza, pois foi feito um investimento muito grande na minha formação. Justamente quando esse investimento começaria a dar frutos, tive de ir embora”, diz o físico Tárcius Ramos, cuja formação foi custeada por bolsas de estudo e que se mudou para a Bélgica um mês após defender seu doutorado na USP.

A construção de um sistema de ciência e tecnologia leva muito tempo, como revela a trajetória do CNPQ. Mas destruí-lo é muito rápido, como tem sido evidenciado nestes últimos 28 meses de governo desastroso.

NOS JORNAIS

         Reforma Tributária apresentada assegura recursos para investimentos no Maranhão

Depoimento de Mandetta compromete Bolsonaro

722 presos liberados hoje

terça-feira, 4 de maio de 2021

Mandetta diz em carta que não recebeu apoio do Governo Federal

 

Bolsonaro sem máscara e seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou nesta 3ª feira (4.mai.2021), durante sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, que entregou uma carta para o presidente da República, Jair Bolsonaro, alertando sobre os riscos da pandemia ainda em 2020. Segundo Mandetta, que foi ministro de Bolsonaro entre 1º janeiro de 2019 e 16 de abril de 2020, a carta foi entregue em 28 de março de 2020, quando ainda estava à frente do Ministério da Saúde. 

Leia a carta de Mandetta

"No dia 03 de janeiro de 2020, este Ministério, por intermédio de sua Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS), detectou rumores a respeito de casos de “pneumonia atípica”, oriunda da China, que estaria infectando diversas pessoas e produzindo significativo número de óbitos. Assim, com base no Regulamento Sanitário Internacional (RSI), antecipou-se a revisão de protocolos relativos ao Preparo, Vigilância e Resposta à Influenza no Brasil.

No dia 22 de janeiro de 2020, em observância a sua missão institucional de implementar medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, para a prevenção e controle de riscos, agravos e doenças, o Ministério da Saúde ativou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para o novo Coronavírus (COE-nCoV). Destacando-se que entre os dias 03 a 27 de janeiro, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional já havia analisado 7.063 rumores, sendo que 127 desses rumores exigiram a verificação de veracidade junto ao Ponto de Contato Regional da OMS para o RSI.

Ressalte-se ainda que, entre os dias 18 e 27 de janeiro de 2020, a SVS/MS recebeu a notificação de 10 casos para investigação de possível relação com a Infecção Humana pelo novo Coronavírus – Covid-19. Todas as notificações foram recebidas, avaliadas e discutidas, caso a caso, com as autoridades de saúde dos estados e municípios. De 10 casos, somente um (1) caso notificado em 27/01 se enquadrava na definição de caso suspeito. Os demais não cumpriram a definição de caso, foram excluídos e apresentaram resultado laboratorial para outros vírus respiratórios.

Neste mesmo ínterim, até o dia 27 de janeiro de 2020, segundo a OMS, já estavam confirmados 2.798 casos de Covid-19 no mundo. Destes, 2.761 (98,7%) foram notificados pela China, incluindo as regiões administrativas especiais de Hong Kong (8 casos confirmados), Macau (5 casos confirmados) e Taipei (4 casos confirmados).

Em 30 de janeiro de 2020, após reunião com especialistas, a OMS declarou Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) em razão da disseminação do Covid-19. Naquele momento, havia 7,7 mil casos confirmados e 170 óbitos na China, principal local de disseminação do vírus, e 98 casos em outros 18 países. No Brasil, nove casos estavam sendo investigados.

Em 3 de fevereiro de 2020, o Ministério da Saúde declarou Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da infecção humana pelo Covid-19, por meio da Portaria MS n° 188, e conforme Decreto n° 7.616, de 17 de novembro de 2011.

Em 06 de fevereiro foi aprovada a Lei n° 13.979, de 2020, que dispõe sobre as medidas de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019. Todas as normas foram editadas antecipadamente ao primeiro caso confirmado do Covid-19 no Brasil (26/02/2020) e em consonância com o disposto sobre preparo para emergências no âmbito do Regulamento Sanitário Internacional.

Para garantir a transparência na comunicação sobre as ações de vigilância e controle do Covid-19 e no sentido de esclarecer à população sob medidas de orientação e prevenção, o Ministério da Saúde realizou um total de 49 coletivas de imprensa nos últimos 65 dias (a primeira em 23 de janeiro), 109 releases, 1.550 atendimentos a demandas de imprensa, 50 vídeos produzidos e publicados pela TV Saúde, 8 vídeos-cartões para uso nas redes sociais, 21 matérias de rádio produzidas pela Web Rádio Saúde, dentre outros, o que fortaleceu a confiança da população brasileira nas medidas que vêm sendo tomadas pelo Ministério da Saúde, além dos dados e projeções epidemiológicas realizadas por especialistas, bem como do estudo diário sobre a resposta de outros países à pandemia.

Em 25 de março, a OMS confirmou um total de 413.467 casos de Covid-19 e 18.433 óbitos no mundo. Destes, a Região das Américas conta com 60.834 casos confirmados e 813 óbitos. Sendo mantidas pela OMS as recomendações de medidas de mitigação para estados de Pandemia global. No Brasil, em 26 de março o total de casos confirmados era de 3.498. Cuja distribuição era de 4,3% na Região Norte, 15,7% na Região Nordeste, 57,1% na Região Sudeste, 9,4% na Região Centro-Oeste e 13,5% na Região Sul.

Cabe dizer ainda que o Ministério da Saúde participou de sessões informativas da OMS, de reuniões virtuais coordenadas pela Organização Panamericana da Saúde (OPAS), além de encontros virtuais com representantes de saúde do MERCOSUL, PROSUL e G20, onde pôde verificar o prognóstico do colapso dos sistemas de saúde nos próximos meses. O que denota a necessidade de que o Brasil tome medidas que evitem o aumento exacerbado do número de casos com necessidades de atenção e cuidado de média e alta complexidade nas redes de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Situação já observada nos sistemas de países como Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, dentre outros, apesar das diferenças dos respectivos setores de saúde.

Diante desse cenário, eu, como Ministro da Saúde e na minha missão como gestor do Sistema Único de Saúde busquei promover a integração entre os Poderes da República para o fortalecimento da resposta à epidemia nacional. No dia 16 de março, em reunião com com os membros do Tribunal de Contas da União apresentei a todos os Ministros da Corte de Contas e ao Ministro da Controladoria Geral da União o cenário nacional da emergência em saúde, ressaltando a necessidade do estabelecimento de novos paradigmas para funcionamento da Administração Pública.

Ato contínuo, naquele mesmo dia, em reunião no Supremo Tribunal Federal, com a presença dos membros da Suprema Corte, dos Presidentes dos Tribunais Superiores, do Presidente da Câmara dos Deputados, do Presidente do Senado Federal, do Presidente do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República, do Ministro da Advocacia-Geral da União, apresentei o cenário técnico do setor saúde (riscos e agravos sobre a infecção pelo Covid-19), além de medidas de saúde pública necessárias à prevenção e controle da resposta à epidemia, para as quais se faz premente o esforço conjunto dos órgãos superiores da República.

Cabe ressaltar que no mesmo dia 16 de março, sem a participação desta Pasta, foi editado o Decreto n. 10.277, de 2020, que instituiu o Comitê de Crise para supervisão e monitoramento dos impactos da Covid-19, e mais ações de outros setores foram integradas às medidas sanitárias que vinham sendo tomadas pelo Ministério da Saúde desde fevereiro.

Assim, em que pese todo esforço empreendido por esta Pasta para proteção da saúde da população e, via de consequência, preservação de vidas no contexto da resposta à epidemia da Covid-19, as orientações e recomendações não receberam apoio deste Governo Federal, embora tenham sido embasadas por especialistas e autoridades em saúde, nacionais e internacionais, quais sejam, o isolamento social e a necessidade de reconhecimento da transmissão comunitária.

Acrescente-se ainda o alerta já feito por esta Pasta a respeito de outras viroses que terão seu ciclo epidêmico agravado em concomitância coma epidemias do Covid-19. Além do aumento da mortalidade por doenças diversas, como vem ocorrendo em outros países, devido à sobrecarga dos sistemas de saúde.

Imperioso, sobretudo, zelar pelos médicos, enfermeiros e todos os profissionais de saúde, por serem a principal linha de frente do trabalho em saúde no país, constituindo o grupo de maior risco, uma vez que são os mais expostos.

Nesse sentido, tendo em conta que a atuação do Ministério da Saúde no preparo, vigilância e resposta a pandemia pelo Covid-19, em consonância com o Regulamento Sanitário Internacional (Decreto n. 10.212, de 30 de janeiro de 2020), fundamenta-se nos fatos apurados, nas evidências científicas e na observância dos princípios e regras que alicerçam os direitos e garantias fundamentais de todo cidadão brasileiro, recomendamos, expressamente, que a Presidência da República reveja o posicionamento adotado, acompanhando as recomendações do Ministério da Saúde, uma vez que a adoção de medidas em sentido contrário poderá gerar colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências à saúde da população.

LUIZ HENRIQUE MANDETTA

Ministro de Estado da Saúde.”

O Poder360 integra o

 

Maranhão tem o menor percentual de cobertura móvel do país



O Maranhão tem a menor cobertura de telefonia móvel entre as 27 unidades da federação. Com 71,47% de cobertura, o estado ocupa a última colocação no país, segundo a Agência Nacional de Telecomunicação, Anatel.

Na região metropolitana de São Luís, o município de Paço do Lumiar  tem o maior percentual de cobertura. Em 100% dos domicílios existe cobertura de telefonia móvel. Na capital São Luís, a área de cobertura é de 88,56%. Aldeias Altas, Lajeado Novo e Paulino Neves ainda não contam com a tecnologia 4G.

Segundo o painel da Anatel, 81 municípios brasileiros  não possuem nenhum cobertura das 8 operadoras que atuam no país. Sendo que 88,23% dos moradores têm acesso à telefonia móvel.

A estimativa de cobertura móvel envolve as seguintes variáveis: tecnologias, frequências, localização das estações, altura e direção das antenas, potências dos transmissores, edificações e relevo.

NOS JORNAIS

       Vacinas Pfizer chegam ao Maranhão para reforço da imunização

Começa hoje depoimentos de ex-ministros na CPI da Covid

Começa hoje vacinação para pessoas com comorbidades