quarta-feira, 9 de julho de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Aqui-MA: Deu pena
Jornal Pequeno: Alemanha "pinta o sete" com Brasil no Mineirão diante de escalação suicida de Felipão
O Estado do MA: Vexame!

O Imparcial: Humilhados
Região
Meio-Norte: Brasil é uma tristeza só
Jornal do Commercio: Luto Vexame Vergonha Humilhação Apagão
O Povo: Não pesadelo - Brasil 1 X 7 Alemanha - Foi real
Nacional
Estadão: Humilhação em casa
Folha: Seleção sofre a pior derrota da historia
O Globo: "Mineiratzen" Vergonha Vexame Humilhação
Zero Hora: Fiasco

terça-feira, 8 de julho de 2014

Sobre Zúñiga, Neymar e “macacos” - ELIANE BRUM

    Os xingamentos ao colombiano que tirou da Copa a estrela da seleção revelam o Brasil em que a abolição da escravatura jamais foi completada

    O zagueiro Juan Camilo Zúñiga entrou bruto com o joelho nas costas de Neymar. Era um jogo duro e a seleção brasileira também já tinha protagonizado entradas fortes sobre membros adversários. De lado a lado, se acertava mais do que a bola, como não é raro acontecer em partidas decisivas. Se pode criticar a arbitragem, reivindicar que a Fifa dê uma punição ao jogador colombiano, sentir fundo a tragédia de Neymar, que passa a ser a de um país inteiro. O que não deveria poder é o que aconteceu na sequência. Pelas redes sociais, brasileiros chamaram Zúñiga de “preto safado”, pediram sua morte e xingaram sua filha pequena de “puta”. Nos últimos anos, vários jogadores brasileiros foram chamados de “macacos” por torcidas de outras nacionalidades. Na sexta-feira (4), eram brasileiros aqueles que, na internet, colaram num colombiano a expressão racista.
    Não deveria acontecer, mas aconteceu. E aconteceu no dia em que os capitães dos times que disputaram uma vaga para a semifinal leram um manifesto da campanha contra o racismo: “Rejeitamos qualquer tipo de discriminação de raça, orientação sexual, origem ou religião. Através do poder do futebol, podemos ajudar e livrar o nosso esporte e a nossa sociedade do racismo. Assumimos o compromisso de perseguir esse objetivo e contamos com você para nos ajudar nesta luta". Depois do hino, brasileiros e colombianos posaram para fotógrafos e cinegrafistas com uma faixa: “Say no to racism” (“Diga não ao racismo”).
    E então a jogada bruta do campo expôs a brutalidade infinitamente maior fora do campo, aquela que trespassa a sociedade brasileira há séculos – e atravessa o futebol que encantou o mundo. O futebol é fascinante também porque, ao mesmo tempo em que suspende as tensões ao criar sua própria linguagem, as revela pela mesma razão. De repente, a “Copa das Copas” expôs o Brasil dos linchamentos, o Brasil que botou a polícia militar para barrar a entrada de jovens das periferias nos shoppings na virada do ano, o Brasil em que um adolescente negro foi preso a um poste pelo pescoço com uma trava de bicicleta.
    Não tenho instrumentos para medir o alcance dessa reação racista. Torço para que seja minoritária. Mas é significativo que se destaque nos sistemas de busca. A palavra que se escolhe para agredir alguém não é casual, ela sempre diz muito mais de seu autor do que daquele que ele pretende ofender.
    A certa altura, na noite após o jogo, pessoas no Twitter começaram a postar: “Por favor, não coloquem as palavras ‘Zúñiga’ e ‘preto’ no buscador. É pelo bem de vocês”. Ao escrever as duas palavras, aparecia o pior. Em uma foto postada no Instagram do jogador, sua filha pequena escreve na areia: “Papi te amo”. A menina e sua mãe são ofendidas, até de estupro se fala, como costuma acontecer com as mulheres.
    Esses torcedores parecem esquecer dos tantos negros da seleção brasileira, assim como do maior de todos eles, Pelé. Ou mesmo de Neymar, já que, se a questão é de “cor”, o herói abatido está longe de ser branco. Parecem esquecer de olhar para si mesmos. Para eles, possivelmente, seja difícil ver. Ver e reconhecer-se.
    Quem chama Zúñiga de “macaco” nas redes sociais demonstra uma enorme ignorância, em todos os sentidos do que é ignorância – e também sobre o futebol do Brasil. Em seu belíssimo livro, "Veneno Remédio – o Futebol e o Brasil" (Companhia das Letras), José Miguel Wisnik recorda que, ainda nos anos 30 do século 20, Gilberto Freyre dizia que o modo brasileiro de jogar convertia o “jogo britanicamente apolíneo” em “dança dionisíaca”, incorporando à sua técnica “o pé ágil mas delicado” do capoeira e do dançarino de samba. Freyre disse também que o futebol europeu, reto e anguloso, ganhou, no Brasil, contornos sinuosos e curvilíneos que arredondam e adoçam o jogo. Era a celebração da mestiçagem do país que ganhava – talvez – sua melhor expressão na linguagem dos pés.
    O futebol começou no Brasil com os brancos, em clubes de elite. Sobrava aos negros as bolas de meia ou de qualquer material que se arredondasse, nos campinhos e nas ruas, nas margens. E foram nestas sobras que se agigantaram, subverteram o futebol dos ingleses, criaram uma poética. Demoraram a ser primeiro recebidos pelas portas dos fundos, depois tolerados e por fim aceitos e aclamados. Mas a tensão persiste apesar das décadas. Expressa-se como um corte no momento em que, seja na arquibancada ou na arena de vale-tudo das redes sociais, um jogador negro é chamado de “macaco”.
    Então, por um rasgo no tempo, lembramos que o racismo ainda é uma marca terrível, escavando abismos na sociedade brasileira. Abismos que também se desvelam na brancura da torcida dentro dos estádios da Copa, contrastando com os negros que recolhem as latinhas na parte externa, restos de uma festa em que sobram nas margens. Ou limitam-se a assistir ao desfile da elite de seu país pelos portões das “arenas”, reafirmando o seu lugar no lado de fora.
    É cheia de drama e de vergonhas a entrada dos negros nos clubes de futebol do Brasil. Alguns, como o grande Friedenreich, o mulato com sobrenome alemão, esticava o cabelo, usava gorros. Esbarrou sempre no preconceito da elite, preocupada com a imagem do país no exterior, empreendendo grandes esforços para esconder os negros do futebol brasileiro. Em 1920, quando a seleção visitou Buenos Aires, um jornal local provocou o elenco brasileiro chamando os jogadores de “macaquitos”. É possível, mas não há certeza, que esta tenha sido a primeira vez que a palavra foi usada para expressar a discriminação racial no campo do futebol brasileiro.
    Outro que demonstrava a força dessa violência era o mulato Carlos Alberto, ao encher a cara de pó-de-arroz. “Não podia enganar ninguém, chamava até mais atenção”, descreve o cronista Mario Filho. “O cabelo de escadinha ficava mais escadinha, emoldurando o rosto, cinzento de tanto pó-de-arroz. Quando o Fluminense ia jogar com o América, a torcida de Campos Sales caía em cima de Carlos Alberto: ‘Pó de arroz! Pó de arroz!’”.
    Depois que os negros passaram a jogar nos clubes, pela razão irremovível de que eram melhores, tinham espaço no campo, mas não na vida construída ao redor do futebol, como os saraus dançantes das casas finas. A certa altura, os negros eram chamados na crônica esportiva de “colored”, porque “preto” era um palavrão. A palavra inglesa buscava escamotear o que ainda envergonhava os brancos chiques: depender de negros para colecionar vitórias.
    Toda essa saga de resistência, invenção e talento está lindamente contada no livro seminal de Mario Filho, "O negro no futebol brasileiro" (Mauad X), que todos os brasileiros deveriam ler, assim como qualquer pessoa que se interesse pelo país ou pelo futebol ou por ambos. Quando Leônidas da Silva, o famoso Diamante Negro, e Domingos da Guia se tornaram fenômenos de popularidade, carregavam com eles toda uma história brutal e fascinante que, ainda hoje, está longe de acabar. E que ficaria marcada depois no “Maracanazo”, o suposto trauma que ainda persistiria no Brasil atual, por ter perdido a Copa para o Uruguai, em 1950. Jogadores negros e especialmente Barbosa, o goleiro, foram escolhidos como culpados pela derrota, numa vitória que foi comemorada antes do jogo. Pagaram uma enormidade por algo que avançava muito além deles e do Maracanã. Com a vida para sempre assinalada, Barbosa apontado na feira, na praia, na rua como aquele que “tinha feito o Brasil chorar”.
    O futebol festejado nesta Copa do Mundo de 2014 no Brasil é este, em grande parte moldado por negros que “roubaram” a bola e subverteram a narrativa. É também por este futebol que parte do país suspira, ansioso para tê-lo de volta. O futebol da ginga e do encantamento que também nos fez quem somos – mas sem saber hoje se ainda somos. Para Mario Filho, Pelé completou a obra da Princesa Isabel, (que assinou a abolição da escravatura). Mas a cada dia a realidade insiste em reeditar a certeza de que a abolição no Brasil jamais foi completada.
     É o que acontece quando Zúñiga é chamado de “macaco” ou de “preto safado” por torcedores brasileiros porque entrou forte em Neymar, numa partida toda ela forte. Aqui, aparece ainda mais ignorância, sobre uma outra narrativa brutal, a do futebol na Colômbia. Essa geração, a de James Rodríguez, Cuadrado e Zúñiga, assinala uma travessia em curso no seu país, ainda com imensas fraturas. O presidente recém reeleito, Juan Manuel Santos, que estava no Castelão para assistir ao jogo, ganhou apertado com a bandeira de continuar negociando com as Farcs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). A geração anterior de futebolistas entrava em campo sob os gritos das torcidas, que os chamavam de “narcotraficantes”.
    James, Cuadrado e mesmo Zúñiga encarnam uma possibilidade, um novo, na simbologia em construção de uma Colômbia que tenta fazer do futuro um presente. Quando ignorantes pedem a morte de Zúñiga – ou “a ele o mesmo destino de Escobar” – estão incitando um crime. Há 20 anos Andrés Escobar foi assassinado em Medellín dias depois de ter feito um gol contra na Copa do Mundo nos Estados Unidos. Vomitar a ignorância, também de um processo histórico, clamando pela morte de Zúñiga nas redes sociais – esta sim, uma maldade explícita – é uma covardia monumental.
    Talvez não saibam o que fazem, mas deveriam saber. Está na hora de a “pátria de chuteiras” entender mais de futebol.
Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficçãoColuna Prestes - o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da RuaA Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Email:elianebrum.coluna@gmail.com. Twitter: @brumelianebrum

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Lobão Filho divulga propostas de governo
Região
Meio-Norte: Metade da população da terra assiste à Copa
Jornal do Commercio: Todos por um
O Povo: Quem pode decidir
Nacional 
Correio Brasiliense: Brasil na cabeça
Estadão: Felipão faz mistério
Folha: Suspeito de chefiar máfia dos ingressos é preso no Rio
O Globo: Sem Neymar, Felipão esconde o jogo
Zero Hora: Hora de repetir 2002

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Na Coluna do CLAUDIO HUMBERTO

STF É A TERCEIRA RENÚNCIA DE JOAQUIM BARBOSA
Joaquim Barbosa renunciou ao cargo de procurador da República, em 2003, para virar ministro do Supremo Tribunal Federal. Em novembro de 2009, o ministro Joaquim Barbosa renunciou à vice-presidência do Tribunal Superior Eleitoral. Ele seria presidente a partir de abril de 2010 e comandaria as eleições presidenciais daquele ano. Agora, ele renuncia pela terceira vez, para abandonar o STF e sua presidência.

TRABALHO
Joaquim renunciou também a obrigações como relatar a cassação de Jackson Lago, que daria o governo do Maranhão a Roseana Sarney.

Inútil paisagem - PEDRO CUNHA E MENEZES


Para preservacionistas, visitantes são um mal, destroem a natureza e devem ser desestimulados a passear nas áreas dos parques que, por lei, foram designadas para esse fim

    Estamos na reta final da Copa do Mundo, aquela mesma para a qual foi prometido um legado. Na área da conservação ambiental, esse legado foi projetado para ser entregue em forma de uma melhor e mais abrangente estrutura de visitação. Não em todas as 313 unidades de conservação mantidas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pelas áreas protegidas no âmbito federal, mas só no seleto grupo denominado de “Parques da Copa”.
    Os projetos não chegavam a ser exatamente ambiciosos. Eram realistas e visavam, sobretudo, a melhorias nas vias de acesso, nos centros de visitantes, nas trilhas e na sinalização. Nunca houve dinheiro do orçamento da União especificamente destinado à rubrica “Parques da Copa”, mas entidades como o Ministério do Turismo, o Sebrae e uma prefeitura de município lindeiro (vizinho) ao Parque Nacional de Aparados da Serra chegaram a se oferecer para aportar recursos com o intuito de fazer o projeto, ou algo similar a ele, avançar.
    Também houve um esforço, no próprio ICMBio, para aparelhar os parques com sistemas de trilhas sinalizadas e manejadas. Tal projeto, cujo custo é baixíssimo, poderia ser feito com recursos e pessoal próprios e deixaria algumas unidades com opções de recreação na natureza similares às de parques mundo afora. Entre outras iniciativas a custo baixo, estava projetada a abertura para passeios de bicicleta das estradas internas do Parque Nacional de Brasília, que, apesar de ter sido criado há mais de 50 anos, inexplicavelmente continua com cerca de 80% de sua área fechados à visitação.
    Agora na Copa e, descartadas as exceções que confirmam a regra, nada foi feito. “Governo incompetente!!!”, clamarão logo os críticos de plantão. Não se trata de incompetência deste governo. O problema não é de hoje nem começou na atual gestão. Suas causas são muitíssimo mais graves e vêm se mantendo há muito mais tempo. Trata-se de uma questão de competência de alguns técnicos da área da conservação, que têm se perpetuado há décadas em cargos de comando no ICMBio e nas instituições que o precederam na tarefa de (supostamente) cuidar de nossas unidades de conservação.
    Esse grupo, conhecido como preservacionista, não acredita em visitação aos Parques Nacionais como ela é feita no resto do mundo. Tem a convicção de que os visitantes são um mal, que destroem a natureza, e que devem ser desestimulados a passear nas áreas que, por lei, foram designadas com esse fim (segundo a legislação brasileira, Parque Nacional, “tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico”.
    Assim, ao longo das últimas décadas, valeram-se de um instrumento normativo, chamado Plano de Manejo e, por meio dele, têm subvertido os objetivos explicitados na lei. Ao utilizar uma ferramenta legal conhecida por zoneamento, têm subtraído o direito à visitação de parcelas expressivas de nossos parques nacionais, criando o que se convencionou chamar de “parques-fortaleza”. Como resultado, hoje temos nos 70 Parques Nacionais brasileiros uma malha de trilhas sinalizadas e manejadas que não chega a 300 quilômetros. Enquanto isso, nosso antecessor na organização de Copas, a África do Sul, tem num único parque de apenas 20 mil hectares (Parque Nacional da Montanha da Mesa) mais de 600 quilômetros de trilhas sinalizadas, com seis abrigos de montanha em funcionamento (mais que o Brasil inteiro).
    O resultado disso é que a visitação dos Parques Nacionais do Brasil é pífia para a quantidade de hectares que administramos. Enquanto o dogma dos “parques-fortaleza” continuar, não haverá recursos nem projeto capazes de transformar os parques brasileiros em destinos reais de ecoturismo. Como se diz no movimento montanhista brasileiro: “Quer fazer trilha acampando durante vários dias e noites? Mantenha seu passaporte em dia!”

Pereirinha perde quase R$ 180 mil em ano e meio de mandato como presidência da Câmara de São Luís

    O vereador Antonio Isaías Pereirinha (PSL), cinco vezes presidente da Câmara Municipal de São Luís, reduziu seu patrimônio nos últimos dois anos. Em 2012, quando disputou e conquistou uma das 31 vagas de vereador da capital do Maranhão, Pereirinha declarou ter patrimônio avaliado em R$ 709.526,00.
    Entre 2008 e 2012, Pereirinha replicou sua fortuna em 209,84%. Durante este período esteve sempre aliado ao grupo Sarney, sustentando a reeleição de Roseana (4º mandato) na ilha de São Luís. 
    O acumulado de bens do vereador o ejetou à condição de segundo colocado entre os presidentes de legislativos municipais milagreiros na multiplicação do patrimônio. No meio de tanta prosperidade, o vereador reclamou de prejuízos com o Iape, time de futebol com passagem meteórica na Federação Maranhense de Futebol. 
    Dois anos depois de se reeleger vereador, Pereirinha caminha para a lisura. Em 2014, concorrendo a uma vaga na Câmara Federal, ressabiado pela repercussão nacional que seus poderes multiplicadores obtiveram na mídia nacional, Pereirinha deu um jeito de encolher sua declaração ao leão em R$ 174.526. Pela descrição dos bens, Pereirinha atuou como vereador e vendedor de carros neste ano e meio, embora sua ocupação primeira seja de edil.
    O vereador é investigado em esquema de agiotagem montado na Câmara Municipal de São Luís ancorado no Bradesco. 
Declaração de bens de Pereirinha de 2014
Declaração de bens de Pereirinha de 2012



Charge do dia - Rafael (O Povo)


MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Lobão Filho quer debate de alto nível na eleição
Região
Jornal do Commercio: O mineirão vai tremer
O Povo: Saiba qual o patrimônio declarado do seu candidato
Nacional 
Correio Brasiliense: Os dilemas da Seleção a dois passos do hexa
Estadão: Dilma prevê disputa mais 'politizada' da história
Folha: Só de juros, arenas da Copa vão custar dois Itaquerões
O Globo: Fundos de pensão só atingem 17% da meta
Zero Hora: Em (burocrática) obras

domingo, 6 de julho de 2014

Foto do dia - Maria arrependida na Bahia

A ex-cafetina Maria Amenade Coelho mostra foto do antigo prostíbulo
em Jequié (BA);
local hoje é um templo cristão

Ainda bem que não adivinho - FERREIRA GULLAR

Minha ansiedade na espera desse jogo foi ainda maior do que no anterior; quanto mais alto, maior a queda

    Você, leitor, já sabe o estado em que fico quando a seleção brasileira vai jogar e, pior ainda, quando está jogando. Pode, portanto, imaginar quanto me custou esperar pelo jogo com o Chile, que me parecia um bom time, com uma capacidade ofensiva preocupante.

    É verdade que, como fazia 12 anos que os chilenos não conseguiram nos vencer, peguei-me nesse argumento para me convencer de que iríamos derrotá-los. Mas, como se sabe, essa foi uma convicção difícil de manter, particularmente depois que o Chile fez um inesperado gol de empate.
    Senti o baque e a seleção também, porque, depois disso, parecia perdida em campo. Os chilenos mantinham a posse de bola e avançavam articulados para o nosso gol.
    Embora insistisse em dizer a mim mesmo que a nossa vitória era inevitável, essa certeza foi se tornando cada vez mais difícil de manter. Para piorar a situação, os chilenos impediam Neymar de jogar, mantendo dois, três jogadores, em cima dele, que o empurravam, chutavam, derrubavam. Como se não bastasse, Fred recebeu uma bola em frente ao gol chileno, quando o goleiro estava caído do outro lado, e chutou para fora.
    A sorte (isto é, o acaso) parecia conspirar contra nós e, além disso, o juiz da partida também se tornou nosso adversário. E que adversário, já que seu poder, dentro de campo, é absoluto. Assim foi que não marcou um pênalti indiscutível em Neymar e anulou um gol absolutamente legítimo do Hulk.
    Naquele instante, eu havia saltado da cadeira e gritado "gol!", quando me dei conta de que algo estranho havia acontecido.
    O gol fora anulado, porque o juiz achou que Hulk matara a bola no braço e não no ombro como de fato aconteceu. E além disso, ele, que estava errado, puniu quem estava certo, dando-lhe um cartão amarelo. Acreditem que não sou aquele tipo de torcedor que, quando perde, culpa o juiz por tudo, mas esse cara parecia querer nos derrotar a qualquer custo.
    E ele não parou aí, passou a apitar falta toda vez que um jogador do Chile, ao disputar a bola, caía no chão. Os chilenos, vivos como são, passaram a se jogar assim que perdiam a bola. Nunca vi tantas faltas num jogo só. Daquele jeito, pensei, era impossível ganhar a partida.
    Mas, justiça se faça, ele não foi o único árbitro, nesta Copa, a cometer tantos erros. Vários outros, também os cometeram e também influíram no resultado da partida, pois não precisa deixar de apitar um pênalti para que o resultado seja outro. Também apitar uma falta que não houve pode impedir que um gol aconteça. Enfim, acho que a equipe de árbitros da Fifa deve ser reciclada.
    De qualquer modo ganhamos, graças a Júlio César, que Felipão convocou contra a opinião de muita gente. "Esse Felipão --me disse um desses entendidos de boteco-- já não sabe o que faz, do contrário não teria convocado para a seleção um goleiro decadente, como o Júlio César, que foi reserva de um time inglês de segunda categoria." Respondi-lhe que, na próxima Copa, o indicaria para ser o técnico da seleção brasileira.
    Tudo bem. Hoje é domingo e sexta-feira passada, houve o jogo do Brasil contra a Colômbia, ou seja, depois que já tinha entregue esta crônica ao jornal. Notadamente, como você pode imaginar, minha ansiedade na espera desse jogo, foi ainda maior do que no anterior, não só pelo desempenho da Colômbia até então --ganhou fácil do Uruguai-- mas porque, como diz o ditado, quanto mais alto se sobe, maior a queda, desde que se caia, claro.
    Se caímos ou não nessas quartas de final, não posso saber agora, quando escrevo esta crônica, pois não sou adivinho. Na minha insensatez de torcedor, porém, prefiro cair de mais alto que de mais baixo. De modo que, se tivermos passado pela Colômbia, iremos às semifinais e, se vencermos de novo, iremos à final. Estaremos, pois, quase no ponto mais alto a que se pode chegar nesta escalada. Portanto, se vencermos, o Brasil inteiro será uma festa mas, e se perdemos?
    Já calculou o golpe que será repetirmos a derrota de 1950, perdendo de novo em casa a partida que, desta vez, nos tornaria hexacampeões? Não quero nem pensar. Mas, por outro lado, se formos derrotados antes (se é que já não o fomos), a Copa perderá toda a graça. Para mim, pelo menos.
Da Folha

São João 2014 - Lá vai boi em São José de Ribamar (MA)











MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Candidatos a governador já podem iniciar campanha
Região
Jornal do Commercio: "O meu sonho não acabou..."
O Povo: Sem Neymar como Felipão vai refazer o time
Nacional 
Correio Brasiliense: Sai Neymar, entra o pais de chuteiras
Estadão: 'Catástrofe é oportunidade', diz Felipão
Folha: Maio bateu recorde de roubo em São Paulo
O Globo: País tem 14 mil com ficha suja
Zero Hora: O nome do jogo é superação

sábado, 5 de julho de 2014

Som nosso de cada dia: Milton Nascimento em "Coração civil"

São Luís e Lençóis Maranhenses estão fora do roteiro Nordeste da CVC em julho


Copa do Mundo 2014 no Brasil: Ora, mas me compre um 'bode' Neymar!

Bruno Balacó
Carneiro Neymar e seu Juvenal (esquerda) fazendo
 a festa dos torcedores
    Copa do Mundo é tempo de oportunidades. Vale tudo para juntar uma grana extra nesse período. Seu Juvenal Ribeiro, de 70 anos, teve uma ideia inusitada. Vestiu um de seus carneiros com a camisa de Neymar e foi passear com o bichinho na Arena Castelão. Percebendo o forte assédio da torcida pelo animalzinho, logo teve a ideia: 'vou ganhar dinheiro com isso'.
    Então, decidiu cobrar dos interessados em registrar uma foto ao lado do carneiro de estimação.
Um close no personagem: Neymar, de 3 meses
    "A foto é R$ 2", avisa aos torcedores. E não faltavam clientes para tirar foto com Neymar, como o animal foi batizado. Um dos grupos que bateu foto com o bichinho não hesitou em perguntar.
   "Se ele é o Neymar, cadê a Bruna Marquenzine (namorada do atleta)", brincou um torcedor. "Ah, faltou a Marquezine", respondeu, em bom humor, seu Juvenal, que é morador do bairro Barroso II, de Fortaleza. 


NÃO TEM PREÇO!

Seu Juvenal passeando com Neymar em busca de clientes
    Encantados com 'Neymar', um grupo de torcedores de Belém chegou a fazer uma oferta para comprar o carneiro. Seu Juvenal se mostrava irredutível ao afirmar que o bichinho "não tem preço".
    O dono do simpático animal chegou a recusar até um par de ingressos em troca do bicho. "Caramba, ele recusou", disse incrédulo o autor da oferta, para em seguida soltar uma gargalhada.

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Brasil avança, mas pede Neymar
Região
Jornal do Commercio: Ganhamos, mas perdemos
Meio-Norte: Zaga guerreira classifica Seleção
O Povo: Dá pra ganhar a Copa sem ELE?
Nacional 
Correio Brasiliense: A dor que calou nossa alegria
Estadão: Neymar fora da Copa
Folha: Brasil vai à semifinal, mas Neymar está fora da Copa
O Globo: Neymar está fora da Copa
Zero Hora: Brasil avança sem Neymar

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Calendário das Eleições 2014 - Dia 5 de julho

  1. Último dia para os partidos políticos e coligações apresentarem no Tribunal Superior Eleitoral, até as dezenove horas, o requerimento de registro de candidatos a presidente e vice-presidente da República (Lei n° 9.504/97, art. 11, caput).
  2. Último dia para os partidos políticos e coligações apresentarem nos Tribunais Regionais Eleitorais, até as dezenove horas, o requerimento de registro de candidatos a governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual ou distrital (Lei n° 9.504/97, art. 11, caput).
  3. Data a partir da qual permanecerão abertas aos sábados, domingos e feriados as secretarias dos Tribunais Eleitorais, em regime de plantão (Lei Complementar nº 64/90, art. 16).
  4. Último dia para os Tribunais e Conselhos de Contas tornarem disponível à Justiça Eleitoral relação daqueles que tiveram suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável e por decisão irrecorrível do órgão competente, ressalvados os casos em que a questão estiver sendo submetida à apreciação do Poder Judiciário, ou que haja sentença judicial favorável ao interessado (Lei nº 9.504/97, art. 11, § 5°).
  5. Data a partir da qual as intimações das decisões serão publicadas em sessão, secretaria ou cartório, certificando-se no edital e nos autos o horário, salvo nas representações previstas nos arts. 23, 30-A, 41-A, 73, 74, 75, 77 e nos §§ 2º e 3º do art. 81 da Lei 9.504/97, cujas decisões continuarão a ser publicadas no Diário de Justiça Eletrônico (DJe).
  6. Data a partir da qual são vedadas aos agentes públicos as seguintes condutas (Lei nº 9.504/97, art. 73, V e VI, a):
    1. nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os casos de:
      1. nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança;
      2. nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência da República;
      3. nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até 5 de julho de 2014;
      4. nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo;
      5. transferência ou remoção ex officio de militares, de policiais civis e de agentes penitenciários;
    2. realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou de serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública.
  7. Data a partir da qual é vedado aos agentes públicos das esferas administrativas cujos cargos estejam em disputa na eleição (Lei nº 9.504/97, art. 73, VI, b e c, e § 3º):
    1. com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais e estaduais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral;
    2. fazer pronunciamento em cadeia de rádio e de televisão, fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo.
  8. Data a partir da qual é vedada, na realização de inaugurações, a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos (Lei nº 9.504/97, art. 75).
  9. Data a partir da qual é vedado a qualquer candidato comparecer a inaugurações de obras públicas (Lei nº 9.504/97, art. 77).
  10. Data a partir da qual órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta deverão, quando solicitados, em casos específicos e de forma motivada pelos Tribunais Eleitorais, ceder funcionários pelo período de até 3 meses depois da eleição (Lei nº 9.504/97, art. 94-A, II).

Som nosso de cada dia: Mestre Laurentio e Calibre cantam "Lourinha Americana"

Copa do Mundo 2014 no Brasil: Kombi na Vila Vicente Fialho em São Luis (MA)


COPA 2014 no Brasil - Exposição da artista plástica Ana Garcia em João Pessoa (Paraíba)







 





MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Dilma lança a terceira etapa do Minha Casa
Região
Jornal do Commercio: Eu acredito!
Meio-Norte: PF investiga fotos de garotas nuas no Piauí
O Povo: O coração do Brasil está aqui
Nacional 
Estadão: Viaduto planejado para Copa cai e mata 2
Folha: Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH
O Globo: Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH
Zero Hora: A hora da verdade de Felipão

quinta-feira, 3 de julho de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Arnaldo Melo tem apoio de deputados
Região
Jornal do Commercio: Fiquem tranquilos
Meio-Norte: Órgãos de Ruan vão salvar dois piauienses 
O Povo: Qual será o Brasil no Castelão?
Nacional 
Correio Braziliense: A capital do Brasil não é Buenos Aires, mas...
Estadão: Candidatos à reeleição fazem mutirão de inaugurações
Estado de Minas: Tragédia na estrada
Folha: Copa melhora o humor do país, e Dilma cresce
O Globo: Rio não se livra de poluição visual
Zero Hora: Porto Alegre queria mais

quarta-feira, 2 de julho de 2014

FRASE DO DIA

"Eu caminhei rua a rua, bairro a bairro com Edivaldo durante a campanha de 2012 e sabíamos dos problemas que enfrentaríamos e sei as dificuldades que Edivaldo está enfrentado, mas sabem qual é o meu grau de arrependimento? É zero"
Flávio Dino (PCdoB), ex-deputado federal e candidato ao governo do Maranhão nas Eleições de 2014

Charge do dia - RAFAEL (O Povo)


MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Cai o número de homicídios na ilha no mês de junho
Região
Jornal do Commercio: Levanta, seleção!
Meio-Norte: BNB: R$ 3 bi para o Piauí e 10 agências
O Povo: Criança de 3 anos é morta em assalto. É o 7º caso este ano
Nacional 
Correio Braziliense: Uma Copa para corações fortes
Estadão: TCU propõe devolução de R$ 873 mi de Pasadena
Estado de Minas: Oito homens e um destino
Folha: FBI e PF investigam fraude em boletos de 34 bancos
O Globo: Barbosa critica ação de grupos no STF
Zero Hora: Olho no joelho

A Copa vai bem. A economia, não - EDITORIAL CORREIO BRAZILIENSE

Os estádios transbordam de gente e de alegria. As comemorações rompem madrugadas. Torcedores de todos os cantos do mundo aprenderam rápido nosso jeito de compensar as deficiências com simpatia e bom humor. O futebol jogado é de boa qualidade e, mesmo na pior das partidas, proporciona emoção. Em resumo, a Copa do Mundo no Brasil é o sucesso que todos gostariam que fosse para sempre.
    Mas, no fundo, todos sabem que o reencontro com a realidade é inevitável. O que nem todos perceberam ainda, talvez por estarem envolvidos com a sequência dos jogos e com a torcida pelo hexacampeonato, é que o país até agora não deu sinais de que vai conseguir evitar que 2014 seja marcado por um dos piores desempenhos de sua economia dos últimos anos. Tão ruim que pode comprometer a manutenção do emprego e da renda das pessoas.
    Os indicadores dessa situação estão por toda parte. O próprio governo, quando libera alguma bondade, forçado pela gravidade de números setoriais e pressionado pelo calendário eleitoral, acaba desvelando mais uma ponta do problema maior: a economia vai mal, está praticamente estagnada e não esboça qualquer reação.
    É o caso da prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos móveis e dos automóveis, anunciada segunda-feira. Os incentivos fiscais ao consumo desses produtos terminariam ontem, mas vão continuar valendo até o fim do ano. Velho carro-chefe da indústria nacional, a automotiva vinha perdendo vendas desde o início do ano, seja por causa da pré-falência da Argentina, principal importadora dos nossos veículos, seja pelo esgotamento da capacidade de endividamento do consumidor brasileiro.
    Trata-se, portanto, do ocaso de duas apostas que já deveriam ter sido revistas há tempos e que, agora, ajudam a compor uma conjuntura preocupante. O anúncio da bondade tributária às montadoras ocorreu no mesmo dia em que o Banco Central divulgou mais um boletim com a média das previsões do mercado para a economia brasileira, com redução de 1,5% para 1,1% da taxa de expansão do PIB para este ano.
    No mesmo dia, o Banco Central divulgou o pior resultado das contas públicas do país em 13 anos: em vez de um indispensável superavit primário para pagamento dos juros da dívida pública, o que houve em maio foi um deficit de R$ 11 bilhões, puxado pelo mau desempenho do governo federal. Ou seja, a manutenção do incentivo fiscal ao consumo de móveis e automóveis, que vai representar R$ 1 bilhão a menos na arrecadação federal nos próximos meses, vem em má hora para o equilíbrio das contas públicas. Arrecadação que, aliás, teve queda de 5,9% em maio ante abril, provocada pela redução da atividade econômica em geral.
    Mesmo que o governo tire novos coelhos da cartola das mágicas para fechar as contas públicas, o que vai sobrar para a reflexão da torcida, na ressaca da Copa Mundo, é que conquistas como o controle da inflação e a inclusão de milhões de brasileiros no mercado de consumo somente serão mantidas com mudanças na gestão da economia. É esse compromisso, colocado de forma clara, que a sociedade precisa cobrar nas urnas de outubro.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Charge do dia - CLAYTON (O Povo)


Eleições 2014 - Disputa pelo governo do Maranhão tem seis nomes


Coligação  Todos pelo Maranhão (PCdoB,PSB, PDT, PSDB, PP,  PROS, PPS, PTC e Solidariedade)
Governador: Flávio Dino (PCdoB)
Vice-governador: Carlos Brandão (PSDB)
Senador: Roberto Rocha (PSB)

Coligação Pra frente é que se anda (PMDB,PT,PSC,PR, PRB, DEM, PMN, PTdoB, PTB, PV e PHS)
Governador: Lobão Filho (PMDB)
Vice-Governador: Arnaldo Melo (PMDB)
Senador: Gastão Vieira (PMDB)

PSOL
Governador: Antonio Pedrosa (PSOL)
Vice-governador: Odívio Neto (PSOL)
Senador: Haroldo Saboia (PSOL)


PSTU
Governador: Saulo Arcângeli (PSTU)
Vice-governador: Ana Paula  (PSTU)
Senador: Marcos Silva (PSTU)

PCB
Governador: Josival Correa Silva (PCB)
Vice-governador: Indefinido
Senador: Indefinido

PPL
Governador: Zé Luis Lago (PPL)
Vice-governador:

Efeméride - Dia Internacional do Reggae

Natty Naifson em início de carreira na Liberdade




Mural do clube Túnel do Tempo

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Arnaldo Mello é vice de Lobão Filho
Região
Jornal do Commercio: A força da camisa
Meio-Norte: Obras garantem fim de apagões no litoral
O Povo: Senado:Tasso e Mauro Filho brigam pela vaga
Nacional 
Correio Braziliense: Carro fica mais caro só depois das eleições
Estadão: Sem novas adesões, Aécio anuncia chapa 'puro-sangue'
Estado de Minas: Que sofrimento!
Folha: Câmara de SP aprova Plano Diretor
O Globo: Mercado prevê PIB menor pela quinta vez seguida
Zero Hora: Para a história