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quarta-feira, 13 de julho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
O GLOBO - Fracassa ‘test drive’ de Maranhão, presidente por acaso
- 9 jun 2016
- O Globo
- ISABEL BRAGA MARIA LIMA opais@oglobo.com.br
Fracassa ‘test drive’ de Maranhão, presidente por acaso
Deputados novamente interrompem sessão comandada por substituto de Cunha, monossilábico e alvo de protestos
“Isso aqui virou uma zona. O Maranhão não fala nada, só balança a cabeça” José Guimarães (PT-CE) Líder da minoria
Alçado à presidência da Câmara em 1993, o ex-deputado Inocêncio de Oliveira tinha um problema que o incomodava quando ia presidir as sessões e dar entrevistas: era gago. Procurou ajuda especializada e, com um tapa na perna, conseguia entabular as falas e exercer bem a presidência da Casa. No comando da Câmara desde o afastamento do presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado Waldir Maranhão (PRMA) vem treinando com aliados há 33 dias para exercer plenamente a presidência. Mas, no seu caso, não houve treinamento que desse jeito.
No seu “test drive" ontem, diante da rebelião da oposição e governo contra seu comando, mostrou que continua monossilábico e alheio ao embate no plenário.
Para desespero dos líderes do governo que pretendiam votar ontem a Desvinculação de Recursos Orçamentários (DRU), o caos foi instalado no plenário, e Maranhão se limitava a balançar a cabeça com olhar perdido e passar a palavra ao próximo orador. Com a revolta de aliados, que se negaram a votar as matérias, o líder do governo André Moura (PSC-SE) o convenceu a ir almoçar e só voltar depois da votação da complicada pauta governista.
Os líderes da base esperavam manter Maranhão afastado da presidência para votar o segundo turno da DRU, que dá mais liberdade ao governo para alterar recursos do Orçamento, e o requerimento de urgência do projeto que trata da lei de responsabilidade dos fundos de pensão. Os líderes do PSDB, Antonio Imbassahy (BA), e do DEM, Pauderney Avelino (AM), reagiram. Irritados, os dois líderes avisaram da tribuna da Casa que, apesar de defenderem a aprovação da DRU, não iriam votar a matéria se Maranhão estivesse na presidência da sessão.
— O deputado Waldir Maranhão veio para tumultuar. Com ele aqui não iremos votar! É importante trazer a normalidade política para a Casa, mas não é com gestos como este que conseguiremos fazer isso — disse Pauderney Avelino.
O líder do DEM defendeu que outros partidos assinem requerimento dos partidos da antiga oposição — PSDB, DEM e PPS — para que seja declarada a vacância do cargo de presidente da Câmara.
— No momento em que decidiu suspender a votação do impeachment, (Maranhão) assinou uma das páginas mais negras dessa Casa. Não reúne condição para dirigir as sessões — afirmou o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA).
As duas matérias polêmicas acabaram aprovadas após a saída de Maranhão.
— Isso aqui virou uma zona. O Maranhão não fala nada, só balança a cabeça — constatou o líder da minoria, José Guimarães (PT-CE).
O líder do PPS, Rubens Bueno (SP), avisou que o governo enfrentará muitas dificuldades se Maranhão resolver presidir as sessões nas votações das reformas e matérias polêmicas que vêm pela frente enviadas pelo presidente interino, Michel Temer:
— Nota zero. Olha a tragédia que vivemos no Parlamento.
Maranhão, desde que assumiu a interinidade, presidiu duas sessões na Casa, mas em nenhuma houve votações. Ao final da nova tentativa malsucedida, disse que está disposto a continuar ocupando seu lugar.
— Passei no teste. Os protestos fazem parte da democracia. É a vida. Vou continuar — disse, rindo.
sábado, 28 de março de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
No PAINEL da Folha de S. Paulo
Presente O ex-senador e ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) esteve no encontro do Palácio do Jaburu, na segunda. Queixou-se do PT e disse que o partido não respeita os peemedebistas.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Frente de Esquerda contará com quatro deputados maranhenses
Cinco dos 18 deputados federais da bancada maranhense eleita em outubro de 2014 estarão no bloco de oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff a partir de 2015, quando se inicia o segundo mandato da petista.
Da denominada Frente de Esquerda, formada por 67 deputados do PPS, PSB, PV e SD, com lançamento agendado para terça-feira, 16, quatro pertencem ao grupo de parlamentares maranhenses. Único tucano eleito para deputado federal nas eleições deste ano, o ex-prefeito de São Luís João Castelo se acomodará na ala liderada pelo senador Aécio Neves.
Oposicionistas do grupo político do senador José Sarney (PMDB-AP) no Maranhão, Eliziane Gama e Luana Alves se alinharam na Frente ao lado dos deputados verdes Sarney Filho e Victor Mendes.
A Frente de Esquerda vai atuar em bloco na Câmara com foco mirando as eleições municipais de 2016.
Frente de esquerda:
Eliziane Gama (PPS)
Sarney Filho (PV)
Victor Mendes (PV)
Luana Alves (PSB, suplente do ex-governador Zé Reinaldo Tavares)
Oposição tucana
João Castelo
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Na Coluna do CLÁUDIO HUMBERTO
PODER SEM PUDOR
FUNDO DO POÇO DE POLÍTICO
O líder politico piauiense Heráclito Fortes está de volta como deputado federal, desta vez eleito pelo PSB. Ele ganhou lugar no "alto clero" do Congresso há décadas, inclusive quando fez parte - ao lado de Ulysses Guimarães - do célebre e exclusivo "Clube do Poire", no restaurante Tarantella, depois rebatizado de Piantella e até hoje ponto de encontro, em Brasília, dos políticos.
Estes dias, já de volta à capital, Heráclito lembrava a frase que utilizou em 2010, durante discurso de despedida do mandato de senador:
- Em política, fundo do poço tem mola. Logo estarei de volta.
Dito e feito.
FUNDO DO POÇO DE POLÍTICO
O líder politico piauiense Heráclito Fortes está de volta como deputado federal, desta vez eleito pelo PSB. Ele ganhou lugar no "alto clero" do Congresso há décadas, inclusive quando fez parte - ao lado de Ulysses Guimarães - do célebre e exclusivo "Clube do Poire", no restaurante Tarantella, depois rebatizado de Piantella e até hoje ponto de encontro, em Brasília, dos políticos.
Estes dias, já de volta à capital, Heráclito lembrava a frase que utilizou em 2010, durante discurso de despedida do mandato de senador:
- Em política, fundo do poço tem mola. Logo estarei de volta.
Dito e feito.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Na Coluna do CLÁUDIO HUMBERTO
PODER SEM PUDOR
MÃO MACHISTA
Em entrevista à TV, o então governador do Piauí, Mão Santa, dissertava sobre as obras sociais do seu governo. O repórter resolveu perguntar sobre o papel da primeira-dama, d. Adalgisa, que tinha uma atuação marcante no estado. Para enfeitar a pergunta, o repórter começou:
- Dizem que por trás de todo grande homem há sempre uma grande mulher...
- Discordo! - gritou Mão Santa - Na minha opinião, todo grande homem tem sempre uma grande mulher, mas não por trás, e sim por baixo
MÃO MACHISTA
Em entrevista à TV, o então governador do Piauí, Mão Santa, dissertava sobre as obras sociais do seu governo. O repórter resolveu perguntar sobre o papel da primeira-dama, d. Adalgisa, que tinha uma atuação marcante no estado. Para enfeitar a pergunta, o repórter começou:
- Dizem que por trás de todo grande homem há sempre uma grande mulher...
- Discordo! - gritou Mão Santa - Na minha opinião, todo grande homem tem sempre uma grande mulher, mas não por trás, e sim por baixo
domingo, 29 de junho de 2014
sábado, 28 de junho de 2014
FRASE DO DIA
"Daqui a 50 anos, quando quiserem saber da história do estado, vão ter de ler meus livros."
Senador José Sarney (PMDB-AP) em discurso de despedido em Macapá (AP), estado para onde se transferia depois de perder a legenda para Epitácio Cafeteira no Maranhão.
Senador José Sarney (PMDB-AP) em discurso de despedido em Macapá (AP), estado para onde se transferia depois de perder a legenda para Epitácio Cafeteira no Maranhão.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
O animal político - PAULO DELGADO
Vantagem de encontrar líder só, como cidadão, sem imposição ou impostura, é poder, neste caso, por mais contraditório que pareça, ver melhor na sombra do que na luz
A política brasileira está na infância. Ainda valoriza o animal político. Este líder-rainha que pode tudo, construtor de labirintos destinados a desconstruir a noção de autoridade. Conheci, em Turim, Norberto Bobbio, que sintetizava esse sentimento cansativo que tanto domina a vida pública italiana da seguinte maneira: tudo é política, mas a política não é tudo. Na atual sucessão brasileira, três bons candidatos despontam sem nenhum risco de marcha a ré em nossa democracia.
Encontrei Mandela em uma rua de Maputo sozinho. Cumprimentei-o e disse que o havia recebido na Câmara dos Deputados do Brasil nos anos 90. “Se der, passa lá em casa”, ouvi do maior líder moral do nosso tempo. Estava em Díli, no dia da Independência do Timor, e tinha na minha frente um grandalhão vermelho e louro na fila do café. Era Clinton aguardando sua vez para atacar o bufê, mas curioso também sobre a vida brasileira. Vaclav Havel liderou a Revolução de Veludo e encontrava tempo para passear distraído por Praga. Na sala de espera de um consultório médico da Rua Timbiras, em Belo Horizonte, o governador Itamar Franco aguarda sozinho sua hora de ser atendido. José Mujica mora em um sítio nos arredores de Montevidéu e não aceita o título de presidente mais pobre do mundo. “Eu não sou pobre. Pobre é quem precisa de muito para viver.” A política dá trabalho, mas “não me venham com essa história de que a vida é só isso”.
Dominar os códigos da política é o maior desafio posto para os eleitores nos anos de sucessão. O povo, desconfiado, os chama de “ano da política”. É cada vez mais o “ano dos políticos” diante do “curto-prazismo” que tomou conta de tudo e dessa mania de abelha que fez dos governos colmeias de fornecedores de mel.
A vantagem de encontrar um líder sozinho, como um cidadão, sem imposição ou impostura, é poder, neste caso, por mais contraditório que pareça, ver melhor na sombra do que na luz. Muitas vezes os processos sociais são tão intensos — e uma eleição é um deles, carregada de paixão e muitas vezes irracionalismo — que os processos psíquicos e as verdadeiras motivações dos líderes desaparecem em labirintos e esconderijos. A tendência de querer suplantar a autonomia da sociedade e subjugar a vida privada pelos interesses do Estado costuma não poupar nenhum vitorioso, liberal ou socialista. Como hoje os governos são agências de publicidade, parece não haver o mal como projeto ou qualquer política pública condenável. Tornou-se muito fácil dar o nome que se quiser a essa democracia que se acomoda perfeitamente a slogans e simplificações. Conectar os candidatos a suas vidas e seus feitos é uma exigência da boa escolha. Já é hora de uma sucessão sem desalinhamentos personalistas e essa conversa de “botar para quebrar”.
No salão do Julinho no Liberty Mall, em Brasília, Dilma arruma seu cabelo como tantas outras mulheres do país. No Polis Sucos, no Rio, Aécio pede um de melancia e leva pela rua sem incomodar ninguém. Na Pizzaria Libório, em Recife, Eduardo Campos faz um lanche com seus filhos. Que os aparatos de poder não mudem ou moldem nossos líderes.
De O Globo
De O Globo
domingo, 27 de abril de 2014
Arte de enganar pobres - FERREIRA GULLAR
A esse populismo que surgiu na América Latina há alguns anos, entendi de chamá-lo de outro de neopopulismo para distingui-lo do outro, de décadas atrás, originário da direita, como a de Perón, na Argentina, e a de Getúlio Vargas, no Brasil, o atual que Hugo Chávez intitulou de socialismo bolivariano, como o nome está dizendo, quer ser socialismo, isto é, de esquerda.
De fato, não é nem socialismo nem de esquerda, mas sim uma contrafação do projeto revolucionário que, em nosso continente, após o fim da União Soviética, ficou num beco sem saída: não podia insistir na pregação de uma ideologia que fracassara nem converter-se ao capitalismo, conta o qual pregara.
Por algum tempo, o PT ainda teimou em sua pregação esquerdista, mas, em face das sucessivas derrotas de Lula como candidato à Presidência da República, teve que mudar o discurso e, ao chegar ao governo, seguir as determinações do regime capitalista. Mas teve a esperteza de usar o poder para ampliar ao máximo o assistencialismo, em suas diversas formas, desde o Bolsa Família até medidas econômicas para ampliar o consumo por parte das camadas mais pobres.
A preocupação, não era e nem é, governar visando o bem-estar da nação como um todo, mas, sim, usar a máquina do Estado para crescer politicamente. O neopopulismo é isso: distribuir benesses às camadas mais pobres da população para ganhar-se os votos e manter-se indefinidamente no poder.
Não resta dúvida de que reduzir a miséria, melhorar as condições de vida dos mais necessitados, está coreto. O que está errado é valer-se politicamente de suas carências, para apoderar-se do governo, da máquina oficial, dos recursos públicos e usá-los em benefício próprio, sem se importar com as consequências que decorreriam disso.
È nas consequências que está a questão. a desigualdade social é inaceitável, e o objetivo de um governo efetivamente democrático é enfrentar esse problema e fazer o possível para resolvê-lo; como não é fácil resolvê-lo, deve, pelo menos, tomar as medidas certas nessa direção. Mas é mais fácil fingir que o resolve.
Foi Marx que disse que só se muda o que se conhece. Noutras palavras, para resolver um problema como da desigualdade social , há que reconhecer-lhe as causas e as dificuldades para superá-las. É uma ilusão pensar que ele só existe porque os governantes nunca pensaram em resolvê-lo. Isso, em muitos casos, será verdade, mas não basta querer. Pior ainda é fingir que o está resolvendo, lançando mão do assistencialismo demagógico do populismo.
É fácil assumir o governo e passar a dar comida, casa e dinheiro a milhões de pessoas; dinheiro esse que deveria ir para a educação, para o saneamento, para resolver os problemas da infraestrutura; os seja para dar melhores condições profissionais ao trabalhador e possibilitar o crescimento econômico. Esse é o caminho certo, que nenhum governante desconhece e, se não o segue, é porque não quer. O resultado é que não se formam profissionais e torna-se inviável o produto exportável, fonte de recursos para o crescimento econômico.
As consequências inevitáveis desse procedimento são, por um lado, induzir milhões de pessoas a não trabalharem e, por outro, inibir o crescimento econômico, enquanto aumento os gastos públicos.
O neopopulismo, fingindo opor-se à desigualdade social, na verdade induz os beneficiados ao Bolsa Família a só aceitarem emprego se o patrão não assinar a carteira de trabalho, o que constitui uma conquista do trabalhador brasileiro. E foi o governo do Partido dos Trabalhadores que os levou a esse retrocesso. Pode? Não por acaso, o Brasil é hoje um dos países onde se pagam mais impostos no mundo, enquanto o número dos que vivem do dinheiro público aumenta todos os dias. Fazer filho, tornou-se fonte de renda.
Assim, é o populismo de hoje, que vei para supostamente reduzir a pobreza, quando se sabe que uma família, por receber mensalmente menos de um salário mínimo, não deixa de ser pobre. claro, não passa fome, mas jamais saírá do nível de carência, a que se conformou, subornada pelo assistencialismo governamental. Esse é o verdadeiro mensalão, que compra o voto de milhões de eleitores com o nosso dinheiro.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Sarney dá largada na campanha à reeleição no Amapá
Sem alternativa política, o senador José Sarney (PMDB-AP) tirou o terno, caprichou na maquiagem para parecer mais jovem e com saúde, afinou o discurso e deu a largada em sua campanha à reeleição. Esta semana, no programa partidário do PMDB, em meio a mesma cantilena de sempre de enumerar obras públicas como se fossem suas, o velho senador esforçou-se em mostrar o quanto teria sido importante para o PT de Lula e Dilma, numa clara resposta à vice-governadora Dora Nascimento (PT-AP), candidatíssima ao Senado, que tem afirmado, para quem quiser ouvir, que em nenhuma circunstância o Partido dos Trabalhadores, no Amapá, o apoiará.
"O Bolsa Família do LULA foi aprovado por mim na presidência do Senado. Fui um dos primeiros a apoiar a DILMA"… "Tudo possível graças à minha relação com LULA e DILMA", disse Sarney no programa partidário do PMDB.
Sarney tentou resolver o problema da continuidade do poder da família no Maranhão. Uma muito bem engendrada engenharia política estava em plena execução até o momento em que um dos atores resolveu roer a corda: o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), que substituiria a governadora após a sua renúncia para ser candidata ao Senado, resolveu ser ele mesmo o candidato ao governo rompendo com o que havia sido combinado com o chefe, que queria Luís Fernando – secretário de Infraestrutura do governo para a disputa eleitoral. Enfraquecido politicamente, Sarney não conseguiu domar a rebelião pemedebista obrigando a sua filha Roseana manter-se no cargo, cumprindo integralmente o seu mandato.
A improvisação da candidatura de Edison Lobão Filho para o governo asserenou os ímpetos dos pemedebistas mais rebeldes, mas não resolveu o problema da família Sarney. Isso porque Flávio Dino, pré-candidato ao governo pelo PCdoB, é de longe o favorito dos maranhenses para ocupar o Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão. A potencial vitória do comunista teria o efeito de jogar a pá de cal na mais longeva oligarquia brasileira. Essa situação fez o velho político maranhense ativar o plano 2: Amapá 2014.
Reserva
O eminente desastre político do Maranhão foi decisivo para a recente decisão do senador em disputar a reeleição ao Senado pelo Estado. Ele guardou o Amapá na geladeira política para usá-lo como plano 2 em caso de dar errado a candidatura de sua filha no seu estado natal.
Pelo que se viu na televisão esta semana, o octogenário senador vem para o tudo ou nada. Mas Sarney não terá vida fácil no Amapá. Enfrenta dissenções internas, oposição do PT local, uma enorme rejeição eleitoral e uma saúde pessoal instável. Com esses ingredientes, tudo parece indicar que a população tucuju vai ajudar o povo maranhense a fazer aquela oligarquia virar passado, definitivamente.
Do Blog Chicoterra.com
domingo, 5 de janeiro de 2014
Na Coluna do CLAUDIO HUMBERTO
COTADO
Possível candidato a prefeito de Goiânia em 2016, o deputado Sandro Mabel (GO) é cotado entre peemedebistas para assumir o lugar do colega Gastão Vieira (MA) no comando do Ministério do Turismo.
......
PORTAS ABERTAS
Presidente do Solidariedade no Maranhão, o deputado Simplício Araújo defende a filiação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, ao partido no Rio, onde poderia sair candidato ao Senado.
......
PORTAS ABERTAS
Presidente do Solidariedade no Maranhão, o deputado Simplício Araújo defende a filiação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, ao partido no Rio, onde poderia sair candidato ao Senado.
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