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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O Estadão - Policial do Senado denuncia missão ‘secreta’ para Sarney

Em entrevista ao ‘Estado’, Paulo Igor Bosco da Silva, autor da queixa que originou a Operação Métis, revela ação não registrada em escritório de ex-senador
Erich Decat,
O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Autor da denúncia que originou a operação da Polícia Federal no Senado na sexta-feira passada, o policial legislativo Paulo Igor Bosco Silva afirmou que seus colegas cumpriram uma missão “secreta” no escritório particular do ex-presidente da Casa José Sarney (PMDB-AP), em Brasília. O objetivo, como em outros pedidos feitos pelos parlamentares, era descobrir se o local estava grampeado por eventuais escutas ambientais e telefônicas.
    Silva recebeu o Estado na tarde de sábado e detalhou a denúncia apresentada ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal. A varredura de grampos realizadas no escritório de Sarney, de acordo com ele, foi feita por meio de uma “ordem de missão oculta”, não numerada, em julho de 2015, quando o ex-parlamentar não exercia mais cargo público.
    “Muitas vezes a emissão de ordem de missão vinha não numerada. Uma ordem de missão não numerada é aquela que está inscrita no papel, mas não entra no controle. Tem a ordem 1,2,3,4, 5 e, a partir do momento que emito uma sem numeração, significa que ela não está entrando no controle. Isso aconteceu na do Sarney”, afirmou Silva. “Ordem de missão não numerada não é normal porque todo documento oficial tem que ter um controle do órgão.” 
    Afastado das atividades por motivos de saúde, Silva, de 29 anos e há quatro anos na Polícia Legislativa, diz que fez a denúncia após suspeitar de que as ações de varreduras tinham como objetivo embaraçar as investigações da PF no âmbito da Operação Lava Jato. Ele nega relação com o fato de estar respondendo a um procedimento interno sob a acusação de dar aulas em um cursinho em horário de expediente. “Não tem fundamento, porque a denúncia que fiz foi de maio e a sindicância é de 31 de agosto”, afirmou.
    Desdobramentos das investigações da PF apontam que um grupo de policiais legislativos, liderado pelo diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, “tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da PF em face de senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência”. Entre os beneficiados também foram citados os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Gleisi Hofmann (PT-PR), além do ex-senador Lobão Filho (PMDB-MA).
    Carvalho e mais três policiais legislativos foram presos pela PF, mas apenas o diretor continua detido. Em nota divulgada na sexta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a atuação dos policiais subordinados a ele e afirmou que as varreduras não acarretam em outros tipos de monitoramento.

Foto: José Cruz/Agência Brasil
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Buscas. PF e MPF investigam a atuação de policiais legislativos do Senado para atrapalhar o andamento da Lava Jato
Lava Jato. Silva relatou também uma ordem de “missão não numerada” nos escritórios particulares de Lobão Filho no Maranhão. Na ocasião, porém, houve resistência por parte dos agentes do Senado destacados para a operação.
    “Como era algo que causava estranheza, o pessoal acabou entendendo, por bem, que não seria cumprido se não tivesse a ordem por escrito. E foi feito, apareceu a ordem por escrito e eles foram cumprir. Mas eu me recusei”, afirmou.
    Segundo ele, a recusa ocorreu após notar uma associação do pedido de varredura com uma ação da Lava Jato. “A PF fez uma operação que envolveu o Lobão e pouco tempo depois foi determinado uma varredura nos escritórios particulares e na residência lá no Maranhão.”
    A mesma iniciativa teria ocorrido após batida da PF nas residências do senador Fernando Collor (PTC-AL), realizadas em 15 de julho, em Brasília. “Assim que a Polícia Federal saiu da Casa da Dinda, o pessoal entrou para fazer a varredura. Assim que saíram do apartamento funcional dele, o mesmo procedimento foi feito” disse Igor.
    “Isso me causava estranheza. Se a Operação Lava Jato estava com a autorização judicial e a PF cumpriu uma decisão também com autorização, como é que eu vou, na sequência, no mesmo endereço, fazer uma operação de contrainteligência verificando se existe ou não o grampo? Você pode até me falar: mas o grampo não poderia ser externo, de outro lugar? Poderia, mas também poderia ser da PF. E obviamente não vou saber identificar qual é qual, encontrando um, vou tirá-lo. E evidentemente que isso poderia atrapalhar o andamento das investigações.”
    O policial legislativo afirmou desconhecer de quem partiam as ordens para as missões. “É a dúvida que surge, mas eu também não posso tirá-la. Desconheço se havia alguma determinação superior, alguma combinação. Para cima não sei o que acontecia, sei o que acontecia do Pedro(diretor da Polícia Legislativa) para baixo.”
    Ele revelou ainda que, após a operação de sexta, foi ameaçado por um agente próximo do diretor da Polícia Legislativa. 
Defesa. Procurado pelo Estado, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende Sarney, afirmou que o ex-senador não se lembra da varredura em seu escritório. “O Sarney não se lembra dessa varredura. Não tem nenhuma relação com ato secreto. Não tenho conhecimento de que foi feito varredura depois que ele deixou o Senado. Se foi feito depois, ele, como presidente do Senado, pode até discutir se houve alguma questão administrativa, alguma falha. Mas jamais se cometeu um crime.”
    O advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, foi procurado ontem, mas não respondeu aos telefonemas até o fechamento desta edição.
Casa escondeu atos em 2009
    As ordens não numeradas da Polícia Legislativa remetem a outro episódio que mostrou uma “caixa-preta” no Senado. Em junho de 2009, o Estado revelou cerca de 300 atos administrativos que não foram tornados públicos, como prevê a Constituição, e favoreciam parentes de parlamentares ou mesmo eles próprios. Esses atos ficaram conhecidos como “atos secretos”.
    Um dos principais personagens daquele episódio foi justamente o então presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Entre os atos secretos esteve a exoneração do seu neto, loteado em um gabinete. O objetivo foi não dar visibilidade a um parente não concursado de Sarney na instituição, quando o Senado já deveria cumprir as regras antinepotismo estabelecidas no ano anterior pelo STF. 
    Na época, Sarney chegou a subir à tribuna e dizer que não sabia “o que é ato secreto”. Dois meses depois, ele admitiu que soubera desde o fim de maio. A mudança de posicionamento foi reação a uma fala do ex-diretor da Casa Ralph Siqueira, de que teria avisado Sarney sobre os atos. 

   Depois que as irregularidades vieram à tona, os atos foram publicados em edições suplementares do boletim. Sarney decidiu não anular as decisões tomadas pela Mesa Diretora, responsável pela publicação dos atos, alegando que não teria poder para isso. 

sábado, 17 de outubro de 2015

Péricles Rocha comemora 40 anos de carreira com exposição em Brasília

    


  

    Até 31 de outubro a galeria da Câmara  em Brasília segue com a exposição “Do popular ao erudito”, em comemoração aos 40 anos de carreira do artista plástico maranhense Péricles Rocha. A mostra foi inaugurada no dia 7 e pode ser vista gratuitamente no horário de funcionamento da Casa.


    São 26 telas inspiradas na cultura popular e nos ritmos nordestinos e concluídas ao longo de dois anos pelo artista maranhense. “São cores que eu trouxe do sertão. O ocre, o bege, o marrom das roupas dos vaqueiros, da nossa cultura sertaneja, são tons que trouxe para misturar”, diz Rocha.
    A coleção traz obras em que o artista faz referência ao sincretismo religioso, com imagens de anjos da Igreja Católica, cálices e espadas justiceiras. O trabalho também retratam os “sonhos de felicidade de uma gente que crê”.
    Péricles Rocha começou a pintar aos 8 anos na beira do Rio Parnaíba, na cidade de Benedito Leite, no Maranhão. Pintor, escultor, desenhista e ilustrador, ele cursou escultura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), no Rio de Janeiro.
    A primeira mostra individual ocorreu em 1977, na Galeria Sérgio Milliet, no Rio de Janeiro. Entre 1978 e 1980, ilustrou o livro Poeta do Absurdo, de Orlando Tejo. Em 1982, estudou no Instituto Lorenzo de Médici, em Florença, na Itália. Rocha instalou, ao lado de outros artistas, o Centro de Artes Jupiaçu, em São Luís do Maranhão.
Exposição "Do popular ao erudito"
Em comemoração aos 40 anos de carreira de Péricles Rocha
Data: de 7 a 31 de outubro
Local: Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do DF
Horário de funcionamento da Casa
Entrada franca

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Diáspora maranhense: Sem o pai há 21 anos, moradora do MA o reconhece em matéria do Correio

Luiz Lucena toca pandeiro na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto e foi entrevistado para uma reportagem do caderno Trabalho&Formação Profissional


    Mais de duas décadas e 1.772km separaram o pai e três filhas. A fuga da pobreza fez com que a mãe deixasse a capital federal com as meninas, rumo ao interior do Maranhão. O distanciamento e a saudade perduraram por 21 anos, até que uma reportagem publicada no caderno Trabalho&Formação Profissional do Correio mudou a história da família. Uma das filhas, que mora em Codó (MA), encontrou a matéria depois de procurar pelo nome do pai na internet. Luiz Lucena Pacheco, 64 anos, é um dos artistas de rua que estamparam páginas do jornal em 23 de agosto.
    Luiz toca pandeiro há quase cinco anos na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, entre o Conjunto Nacional e o Conic. Ontem, ele conversou com uma das filhas, Manoela Moreira Salazar, 24, por telefone, depois de o Correio organizar o encontro, a pedido da jovem, que entrou em contato com o jornal por meio das redes sociais.

    Manoela e as irmãs, Maiza e Michela Moreira Salazar, 25 e 23 anos, respectivamente, nasceram em Brasília. Ela conviveu com o pai até os 3 anos, Maíza, até os 4, e a mais nova tinha 1 ano e 2 meses quando todas foram embora da capital com a mãe. Desde então, as filhas nunca mais tiveram notícias de Luiz. No registro das jovens, o local determinado para o nome do pai está vazio. Na época, a família morava em um lugar improvisado, próximo à Casa do Ceará. Registrar as filhas não era prioridade. Mas, agora, o sonho das jovens é carregar o nome de Luiz nos próximos documentos que serão assinados.
Lembranças

    No Maranhão, as meninas foram criadas pela avó materna, Maria do Carmo Moreira Salazar, 76 anos, mas as condições não permitiram que as três ficassem juntas. Maria do Carmo tinha outros sete filhos e, em abril de 1994 — ano em que Manoela, Maíza e Michela chegaram à cidade —, o avô, Fernandes Salazar, morreu. Manoela e Maíza, as mais velhas, ficaram com a avó, mas Michela, a caçula, foi para São Luís viver com uma tia materna. Hoje, Manoela continua em Codó, no interior do Maranhão, Maíza vive em Belém e Michela, em Maricá (RJ).

    Durante a infância das filhas, a mãe se ausentou. Segundo Manoela, ela retornou a Brasília, sozinha, no fim do mesmo ano, 1994. Hoje, a matriarca mora em São Sebastião, é viúva e trabalha com artesanato. “Durante nossa criação, a nossa mãe foi ausente. Raramente ligava e minha avó é que se comunicava mais com ela. Agora, estamos nos aproximando e ela fala até comprar uma casa em São Luís para ficarmos mais perto”, conta.
    O pouco que as jovens sabem sobre o pai foram detalhes que a avó contava ao longo da vida. Manoela soube que Luiz é quase 20 anos mais velho que a mãe. O nome, elas só descobriram após Manoela encontrar uma carta que ele deixou. “Até hoje eu sofro. Não sei detalhes (da minha infância), nem por que meu nome é Manoela. Nossa família materna não é muito de contar as coisas. Raramente me encontrei com minha mãe e a nossa avó sempre foi muito rígida. Eu ficava idealizando meu pai na cabeça. Pensava no ‘se’. É um vazio que ficou em mim. Eu sempre quis saber da minha história.”
Busca

    A ausência do pai marcou as jovens, que nunca descansaram até encontrá-lo. “Sempre tive medo de não chegar a encontrar meu pai. A esperança permanecia, mas eu tinha receio, por exemplo, de ele não querer saber da gente. Nós não queremos pedir nada, apenas ver o nosso pai, enxergar as características e as semelhanças. O desejo é estar perto dele. Toda a vida ele fez falta”, diz Manoela, emocionada. Hoje, Luiz já é avô. Há cinco anos, Manoela deu à luz Francisco Gabriel Salazar Austríaco. O menino toca violão de brinquedo, canta e faz paródia. Para a mãe, ele herdou as raízes do avô paterno, assim como ela. “Já escrevi dois livros, faço poesias e, desde os 7 anos, escrevo cartas. Talvez tenha herdado isso dele”, idealizou.

    Com Luiz, a vida nunca foi generosa. Ainda na adolescência, trabalhou na roça, um dos motivos de ter perdido a perna esquerda, há 43 anos, detalhe que não gosta de lembrar. Quando tinha 16 anos, saiu de casa. Viu a mãe uma única vez e pouco sabe sobre o pai e nunca o viu. Chegou a Brasília em 1977. Na capital, trabalhou como vigilante e carroceiro, antes de seguir a vida de artista de rua. No entanto, nunca abandonou os estudos. Hoje, faz curso de inglês na Asa Norte e terminou o ensino médio. Com o apoio da Secretaria de Cultura do DF, gravou um CD com oito composições próprias, uma delas em homenagem às filhas. Os olhos marejaram e o sorriso ficam em evidência quando fala delas. 
    “Minha casa sempre foi o mundo. Fui criado por uma mulher muito brava, que me maltratou muito. O que eu tenho em um dia, eu como no outro”, relata. “Naquela época, a situação também era muito precária. Cheguei a comprar uma vaquinha de leite para alimentar as meninas”, afirma. Por 32 anos, Luiz morou no mesmo barraco, como ele define, próximo à Casa do Ceará. Depois que a estrutura foi demolida pelo governo, mudou-se para a copa de uma árvore e ainda morou de aluguel em um quarto na Asa Norte até ser contemplado com uma casa pelo programa de moradia do Governo do Distrito Federal no Paranoá, há cerca de um ano.
Do Correio

quarta-feira, 15 de julho de 2015

FRASE DO DIA

"Você tem que governar, ir para a rua, conversar com o povo, divulgar seus programas. Não pode ficar só nessa agenda de Lava-Jato e Ajuste Fiscal"
De Lula para a presidente Dilma Rousseff em reunião no Palácio da Alvorada, em Brasília.


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Exposição de Terciano Torres ficxa até dia 6 no Museu Nacional dos Correios

   
     A mostra Brasília Através dos Tempos ocupa o Museu Nacional dos Correios até o dia 6 de julho. A exposição aborda a evolução histórica, social e urbana da Capital Federal, documentada a partir de painéis feitos a bico de pena e cartum. A coletânea reúne 26 painéis colorizados e em preto e branco do artista maranhense Terciano Torres e apresentam evolutivamente a construção da cidade no contexto do seu tempo, revelando temas importantes nas épocas retratadas e destacando acontecimentos importantes para a história, como a primeira missa rezada em solo por Juscelino Kubitschek.
    Sobre o assunto, o Espaço Arte entrevistou na quinta-feira, 21,  o arquiteto e artista plástico, Terciano Torres.Ele explicou que o objetivo da mostra é oferecer ao público a possibilidade de compreender como a cidade foi erguida, desde o cerrado até os dias atuais. A mostra apresenta de forma lúdica a história da cidade, o que inclui os principais movimentos culturais e políticos e o desenvolvimento cultural da população.
      O projeto ainda conta com um mapa gigante em formato de tapete, aplicado no chão que expõe em detalhes todo o universo geográfico, paisagístico, histórico e humano de Brasília e ainda cumpre a função lúdica de “minimizar” a cidade para se ter a noção dela como um todo.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

No PAINEL da Folha


Imortal Fora do poder, José Sarney enviou ao governo indicações para 10 cargos federais no Maranhão e 5 em Brasília. O PMDB maranhense reclamou. "A bancada sem-bigode ficou a ver navios", resume um aliado.

sábado, 2 de maio de 2015

Maranhense expõe esculturas feitas de material reciclado em Brasília

   Nos fundos da casa onde mora, no Sol Nascente, em Ceilândia, o serralheiro Francisco Feitosa, de 40 anos, transforma em arte materiais como pregos e correntes de bicicleta. Autodidata, o artista desenvolve esse tipo de trabalho nas horas vagas, há cerca de 20 anos. A matéria-prima vem da rua, e as habilidades da profissão, exercida desde 1990, também ajudam na criação. 
    Segundo o maranhense, em Brasília desde 1998, a inspiração surge, em grande parte, das lembranças que guarda do Nordeste.
    De 4 a 8 de maio, 13 obras dele poderão ser vistas na 1ª exposição Reciclando Ideias. Entre as esculturas e peças de decoração estará o Mulato, busto com 1,65 metro de altura feito com tampa de tambor industrial e sucata de portão. A mostra ocorrerá na Administração Regional de Ceilândia — promotora do evento — e estará aberta ao público das 8 às 18 horas, com entrada gratuita.
    A maior peça já criada por Feitosa, a escultura de uma moto, tem 1,8 metro de comprimento. Obras desse tipo de veículo, em tamanhos menores, também integram a exibição. São peças nas quais foi empregado o maior número de materiais diferentes. Partes de guarda-chuvas, por exemplo, deram forma aos raios das rodas.
Meio ambiente
    Para o serralheiro artista, o trabalho que realiza contribui com o meio ambiente, "tanto na parte de limpeza, quanto na de utilizar materiais recicláveis", diz. A criação mais recente, iniciada há cerca de duas semanas, é um busto produzido apenas com pregos. Até o momento, foram utilizados mais de 300.
    "Ele vai mostrar como muitos produtos que estavam indo para o lixo podem voltar como obras de arte", destaca o administrador regional de Ceilândia, Vilson José, ao falar sobre Feitosa.

1ª Exposição Reciclando Ideias
De 4 a 8 de maio de 2015
Das 8 às 18 horas
Administração Regional de Ceilândia — QNM 13, Área Especial, Ceilândia Sul
Entrada gratuita
Informações: 3471-9834

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Na Coluna do CLÁUDIO HUMBERTO

PODER SEM PUDOR

FUNDO DO POÇO DE POLÍTICO

O líder politico piauiense Heráclito Fortes está de volta como deputado federal, desta vez eleito pelo PSB. Ele ganhou lugar no "alto clero" do Congresso há décadas, inclusive quando fez parte - ao lado de Ulysses Guimarães - do célebre e exclusivo "Clube do Poire", no restaurante Tarantella, depois rebatizado de Piantella e até hoje ponto de encontro, em Brasília, dos políticos.

Estes dias, já de volta à capital, Heráclito lembrava a frase que utilizou em 2010, durante discurso de despedida do mandato de senador:

- Em política, fundo do poço tem mola. Logo estarei de volta.

Dito e feito.

sábado, 19 de julho de 2014

Na Coluna do CLÁUDIO HUMBERTO

EM BRASÍLIA, ROUBAM-SE ATÉ FLORES EM TÚMULOS
Os brasilienses Marco e Glória, que pediram para ocultar os seus sobrenomes, denunciaram na Polícia Civil da Asa Sul uma quadrilha que rouba flores de túmulos do Cemitério Campo da Esperança no meio da madrugada para revendê-las em bancas próximas durante o dia. Eles enterraram sua mãe no Setor C, Quadra 311 do cemitério no dia 13 de julho de 2014, e as flores desapareceram no dia seguinte.


PROVAS
Após registrar o furto, a família já ouviu vários relatos que comprovam a recorrência do crime, inclusive de funcionários do cemitério de Brasília.

DESCASO
As famílias reclamam também da falta de manutenção e identificação nos túmulos dos jazigos situados em quadras mais antigas, como as 600 e 900.

SEM RESPOSTA
A polícia confirmou o registro da denúncia de furto e revenda de flores no cemitério, mas diz que ainda “não há previsão de atendimento à imprensa”.