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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

MANCHETES DO DIA

  Roseana e Sarney Filho na liderança


Tiroteio, mortos, fogo e medo em Boa Viagem



Leão mais perto do que nunca da série B



Setor produtivo do DF apoia mudança da previdência



Inadimplência sobe R$ 10 bi em um ano nos bancos públicos


 Janot operou para tirar Temer, diz procurador




 Tráfico entra em guerra na Rocinha, e polícia não age


 Raquel 'despeja' equipe da Lava Jato

terça-feira, 11 de julho de 2017

MANCHETES DO DIA

MARANHÃO

- 18 mortes violentas em 10 dias na ilha


REGIÃO

Denúncia com parecer favorável preocupa Temer


Relator aceita denúncias e Temer lança ofensiva


NACIONAL


Temer perde no relatório, mas canta vitória na CCJ

Após revés na CCJ, Temer age para derrubar denúncia
 Em reuniões, Maia avalia ser inevitavel queda de Temer

 Temer sofre derrota, mas aposta em trocas na CCJ

 Relator da ccJ dá parecer favorável à denúncia contra Temer

domingo, 25 de junho de 2017

Alcântara alcançará o espaço em novembro de 2019



O programa espacial do Brasil, que até hoje se destacou apenas pelo fracasso de suas principais missões, ganhou uma nova janela de oportunidade para finalmente lançar um foguete que atenda às principais demandas do mercado internacional de satélites. O Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), projeto da Aeronáutica em parceria com a Agência Espacial da Alemanha (DLR), pode ter o primeiro teste no espaço em 2019, desde que seu cronograma financeiro seja cumprido, o que, neste momento, ainda é uma incerteza.

A indefinição sobre a programação orçamentária não é uma novidade nos etor—eéa principal causa apontada pela Aeronáutica para os sucessivos insucessos. O fato novo é que o programa VLM é muito mais barato que os anteriores e, ainda assim, corre o risco de não se viabilizar dentro do prazo acordado coma Alemanha.

O VLM tem por objetivo atingir o atual mercado espacial, que trabalha com satélites cada vez menores, mais leves, com menor tempo de vida e que orbitam em altitudes inferiores às atuais. Estas características reduzem os custos de cada jornada e se viabilizam pelo avanço tecnológico dos países desenvolvedores de satélites, como Estados Unidos, Japão e França.

Para o Brasil, o custo estimado é de R$ 100 milhões, um quinto dos R$ 500 milhões despejados pela União no programa para o lançamento do Cyclone 4, um foguete ucraniano que deveria utilizar o Centro de Lançamento de Alcântara como base. O Brasil abandonou o programa pela metade, rompendo o tratado com a Ucrânia.

Em relação ao Veículo Lançador de Satélites (VLS), que teve dois lançamentos mal sucedidos e causou a maior tragédia do programa espacial brasileiro — quando um incêndio às vésperas da terceira tentativa de lançamento matou 21 profissionais em Alcântara —, o VLM também é mais barato. O Brasil investiu no VLS cerca de R$ 350 milhões ao longo dos anos. A diferença, agora, é que os sistemas mais sensíveis e caros, como o controle de ajuste em órbita, estão sob responsabilidade da Alemanha.

O plano traçado prevê que o Brasil produza os motores, em contrato já em desenvolvimento com a Avibrás. O “corpo” do foguete também é nacional. Os alemães ficam com os elementos superiores, como o controle e a coifa, que se abre no espaço para dar seguimento à parte final da missão.

O diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), brigadeiro Augusto Luiz de Castro Otero, confirma que não se cogita mais investimentos para desenvolver uma nova versão do VLS. E aposta todas as fichas no VLM para que o programa espacial finalmente atinga seu maior objetivo: desenvolver um foguete brasileiro, a ser lançado do Centro de Alcântara.

Ele reconhece, no entanto, que os planos ainda dependem da liberação de dinheiro. Dos R$ 100 milhões necessários até 2019, R$ 35 milhões já foram utilizados. Os outros R$ 65 milhões entraram na mira do contingenciamento orçamentário.

— Infelizmente, o que sempre vivemos é o contingenciamento. É complicado executar qualquer coisa com os recursos sempre aquém dos planejados. Entendemos claramente as prioridades no país. Mas os contingenciamentos vêm comprometendo toda a atividade. Se no ano que vem não tivermos o aporte de recursos, nós teremos impacto no cronograma de execução — afirma Augusto Luiz Otero, que ainda alerta para a desestruturação da equipe do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA):

— Há um envelhecimento das equipes, que vêm se reduzindo ao longo dos anos.

O orçamento do VLM é de responsabilidade da Agência Espacial Brasileira. Em 2017, a AEB teve bloqueio de recursos e informa que disponibilizou R$ 20 milhões para o programa. Para o o ano que vem, um novo corte é esperado. Neste momento, há negociações em curso com o Ministério do Planejamento para a recomposição de parte dos recursos.

— Certamente, este novo contingenciamento vai impactar o VLM — afirma Douglas Lira, Diretor de Transporte Espacial e Licenciamento da AEB.

O Ministério da Defesa, que responde pelo programa de lançadores, informa que o VLM “representará um salto para o país, no sentido de conquistar autonomia tecnológica em lançadores, assegurando a soberania”. Mas não assegura que os recursos estarão disponíveis, limitando-se a afirmar que o orçamento do veículo é de responsabilidade da Agência Espacial.

Se o plano der certo desta vez, o primeiro lançamento de testes do VLM ocorrerá em novembro de 2019, da mesma plataforma construída em Alcântara para o voo que nunca ocorreu do VLS, seu antecessor. A adaptação da plataforma ainda não tem custo definido. A estimativa inicial é de R$ 7 milhões.

De O Globo

sábado, 27 de setembro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Uso de PF com fins eleitorais seria "volta atrás", diz Dilma
Região
Jornal do Commercio: Fernando Bezerra passa de João Paulo para o Senado
O Povo: Vereador preso acusado de sacar dinheiro de assessor
Nacional 
Correio: Luiz Estevão terá que cumprir pena de 3 anos e meio
Estadão: Dilma abre 13 pontos sobre Marina e lidera 2º turno
Folha: Dilma sobe e abre 13 sobre Marina no 1º turno
O Globo: Dilma amplia vantagem e passa Marina no 2º turno
Zero Hora: Tiroteio no Bom Fim

sábado, 19 de abril de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Lobão Filho soube se consolidar, diz Gastão
Região
Jornal do Commercio: Usina supera crise vendendo terras
O Povo: Para turistas, o tempo está sempre bom em Fortaleza
Nacional 
Correio Braziliense: Nunca tantas crianças no país pediram socorro
Estadão: Ex-ministro de Collor deixa consórcio de Três Irmãos
Folha: China toma mercados do Brasil na Argentina
O Globo: Sem manutenção, Rio-Petrópolis vira rodovia da morte
Zero Hora: Mais de 3,4 mil perícias estão atrasadas no RS