quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Patativa ganha capa do Estadão


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Câmara cria comissão em prol das refinarias
Região
Jornal do Commercio: Explosão e mortes em navio da Petrobras
O Liberal:  Governo corta benefícios de 19 mil famílias no Pará
O Povo: A conta da educação no Ceará
Nacional 
Correio: Mais um desastre abala a Petrobras
Estadão: Explosão em plataforma da Petrobras mata 3 e fere 10
Folha: Alta do dólar complica as contas da Petrobras
O Globo: Pressionado, governo já aceita negociar ajustes
Zero Hora: Explosão e mortes em plataforma da Petrobras

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Frota da ilha passa de 400 mil veículos
Região
Jornal do Commercio: Lei Seca em 4 turnos
O Liberal: Governo Dilma perde mais duas na Câmara
O Povo: O que faz deste carnaval o mais animado dos últimos anos
Nacional 
Correio: GDF vai rediscutir aumento do IPTU
Estadão: Câmara aprova PEC que obriga governo a apagar emenda
Folha: Chuvas levam governo de São Paulo a adiar decisão sobre rodízio de água
O Globo: Dilma enfrenta dia de derrota na Câmara
Zero Hora: 19 carros roubados por dia na capital

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Deputada Andrea Murad assalta a gramática

"Flávio Dino deveria nominar. Nós queremos saber quem é a quadrilha a qual ele se refere, e quem foi que assaltou o erário público(sic)."
Deputada Andraa Murad (PMDB) em discurso na Assembleia Legislativa do Maranhão, desconhecendo que erário é sinônimo de tesouro público.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Imóveis em áreas de riscos estão à venda
Região
Jornal do Commercio: A cidade do Carnaval
O Liberal: Postos vão ter de explicar a MP diferente da preços
O Povo: Acidentes matam mais na BRs cearenses
Nacional 
Correio: Projeto do IPTU dobrará valor venal de imóveis
Estadão: Nova regra na Petrobras ajudou cartel, diz ex-gerente
Folha: Governistas do Congresso amaçam ajuste fiscal
O Globo: Petistas já boicotam ajuste fiscal de Dilma
Zero Hora: Conta de luz vai ficar de 37%  a 66% mais alta

domingo, 8 de fevereiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Pesquisa: aprovação do governo Dilma cai
Região
Jornal do Commercio: Mais um clássico do Leão
O Povo: Apenas metade das árvores foi plantada
Nacional 
Correio: Saúde e Educação vão custar mais caro para o GDF
Estadão: Dilma planeja aparecer mais para retomar popularidade
Folha: Racionamento de água e luz tem apoio da maioria
O Globo: Petrobras dispensou 60% das obras por convite
Zero Hora: Mais 3 obras no RS citadas no esquema de propina

Um tradutor para Eneias - O Virgílio de um grande maranhense


JORGE HENRIQUE BASTOS

RESUMO Carlos Alberto Nunes (1897-1990) dedicou a vida à tradução de clássicos latinos e helênicos, como Homero e Platão, embora seu trabalho seja pouco reconhecido. Sua versão para o português da "Eneida", de Virgílio, que até então passara despercebida, é reeditada, ensejando reflexão sobre importância do tradutor.
    Virgílio criou um poema que narrava o mito fundador do império milenar romano. Sua presença estendeu-se para além dos séculos e permanece evidente na obra e na vida dos mais diversos autores.
    No texto de abertura do livro "Kritische Essays zur europäischen Literatur" (Ensaios críticos sobre literatura europeia, 1950), a respeito do poeta, o ensaísta alemão Ernst Robert Curtius chama a atenção para o fascínio que a "Eneida" despertara em Agostinho --a ponto de levá-lo às lágrimas ao ler o relato que Eneias faz a Dido de suas aventuras e deriva, até o fim trágico da rainha de Cartago, que se suicida ao vê-lo partir, recusando seu amor.
    É sintomático que Dante tenha escolhido como guia não Homero, mas precisamente Virgílio. Camões abre "Os Lusíadas" com uma paráfrase explícita: "As armas e os barões assinalados", fazendo ressoar o verso inicial virgiliano: "As armas canto e o varão que, fugindo das plagas de Troia".
    Sua presença superou o tempo e as línguas. Virgílio domina a apreensão de Ludovico Ariosto de "Orlando Furioso" e comanda as hostes de Milton no "Paraíso Perdido". Em pleno século 20, naquele que é um dos maiores romances alemães, "A Morte de Virgílio", Hermann Broch ficcionou as 18 derradeiras horas do poeta que, imerso em dúvida, queria destruir a "Eneida".
    São apenas alguns exemplos do magnetismo despertado ao longo dos séculos por esse poema máximo, que, na visão de Curtius, é condicionado por um percurso definitivo: "Como fenômeno histórico, Virgílio é romano e suprarromano. Domina os milênios como gênio espiritual do Ocidente". A assertiva continua atual, sem perder sua legitimidade crítica.
    Na tradição literária de língua portuguesa, tal fascínio dominou gerações desde Camões, até surgirem as primeiras traduções feitas em Portugal e no Brasil.
    No século 19 foram publicadas duas: a do maranhense Odorico Mendes, em 1854, (hoje disponível pelas editoras Unicamp e Ateliê), em decassílabo heroico, e a dos portugueses José Victorino Barreto Feio e José Maria da Costa e Silva, de 1845 (Martins Fontes). Silva traduziu os quatro cantos finais, já que seu amigo morrera antes de concluir a empreitada. No século 20 surgem outras --no Brasil, a de Tassilo Orpheu Spalding (Cultrix, esgotado) e, em Portugal, a de Agostinho da Silva (Temas e Debates).
    Por fim, em 1981, vem à luz aquela que era porventura a mais desconhecida de todas as edições do poema de Virgílio em português, traduzida por Carlos Alberto Nunes, tendo em conta a circulação restrita que marcou o lançamento, pela editora A Montanha. Permaneceu esquecida desde então, raramente aparecendo nos sebos, ao contrário de outras traduções de sua autoria disponíveis e reimpressas até hoje, como a "Odisseia" e a "Ilíada" (Ediouro, 2001). A editora 34 encerrou essa lacuna republicando a tradução no ano passado.
MARANHÃO Uma coincidência esclarecedora aponta para um pormenor curioso. Dois dos nossos maiores tradutores nasceram no Maranhão, e ambos legaram um rol de traduções cuja relevância aumenta com o passar dos anos. De certa maneira, Odorico Mendes e Carlos Alberto Nunes acabam corroborando o apodo que o Estado numa época ganhou, o de "Atenas brasileira", o que pelo menos daria mais orgulho a seus habitantes, pensando nas manchetes em que surge na mídia do país com chacinas regulares em seus presídios ou escândalos ardilosos de cunho político.
    Pertenciam, de fato, a uma tradição literária norteada por figuras como Gonçalves Dias --seu poema "Timbiras" assombra o poema "Os Brasileidas" de Nunes-- ou Sousândrade, que fora professor de grego em São Luís, daí a helenização de seu verdadeiro nome, Joaquim de Sousa Andrade.
    Estavam distantes no tempo, mas próximos no que toca à dedicação ao exercício tradutório. Dir-se-ia que estabeleceram como meta trazer à luz em nossa língua textos centrais da cultura clássica. Além do distanciamento temporal, convém ressaltar o modo de encarar a tradução. Basta fazer um paralelo entre as traduções homéricas realizadas por ambos, ou entre as do poema de Virgílio.
    A versão de Odorico Mendes, como era típico do seu estilo, utiliza um léxico rebuscado, a sintaxe peculiar e a profusão de neologismos que interrompe a compreensão do leitor a todo instante. Assinale-se que tais pressupostos foram já analisados por diversos autores.
    Carlos Alberto Nunes, por seu turno, explorou o verso de 16 sílabas poéticas, aproximando-se da tendência narrativa dos hexâmetros do original. Essa maneira de traduzir, que os mais precipitados taxariam de conservadora e excessivamente prosaica, investia-se de um aspecto narrativo cujo fim era exprimir com absoluta objetividade o sentido do poema, sem se socorrer de malabarismos vocabulares ou fogos de artifícios estilísticos que vedam, na maior parte das vezes, a expressividade genuína. Desde que suas traduções apareceram, revelaram essa convergência, procurando aproximar-se do original.
VIDA Carlos Alberto Nunes nasceu em 1897, formou-se na faculdade de medicina da Bahia, exerceu funções no Acre e mudou-se para São Paulo, onde estreou, em 1938, com a tentativa malograda de criar um épico nacional, o já citado "Os Brasileidas". Como poeta, Nunes não teve grande importância, mas o seu trabalho como tradutor lhe garantiu a projeção que ansiara.
    Suas traduções abrangem um leque variado de clássicos literários, demonstrando o autodidatismo versátil de quem conhecia os meandros de línguas como o alemão, o inglês, o grego e o latim. Traduziu o teatro completo de Shakespeare, que circulou durante muito tempo, esgotando sucessivas edições; verteu "Clavigo" e "Ifigênia em Táuride", de Goethe; e tragédias como "Judith", de Friedrich Hebbel.
    Resultou dessa atenção descomunal o intento em consagrar-se às obras nucleares da "paideia" helênica: os poemas homéricos e a obra filosófica platônica. Carlos Alberto Nunes resolve então aplicar-se durante uma década só a traduzir Platão. Seguia um plano sistemático de trabalho que consistia primeiro numa versão manuscrita; depois datilografava e encadernava o volume.
    Após a recusa de uma editora, decidiu doar os direitos à Universidade Federal do Pará, mediante a respectiva publicação da obra. A negociação efetuou-se por meio de seu sobrinho, o crítico e filósofo paraense Benedito Nunes, que morreu em 2011. Tudo se concretizou em julho de 1973, quando Carlos Alberto Nunes se deslocou a Belém para receber uma homenagem e efetivar a doação do manuscrito da tradução. O trabalho era composto por 2.425 folhas e 70 volumes de uma platônica particular. O espólio está à guarda da biblioteca central da UFPA.
    Reveste-se este trabalho --14 volumes e uma "Marginália Platônica" que o tradutor escreveu para servir de roteiro-- de uma importância indiscutível, reeditada em versão bilíngue grego/português de maneira exemplar e editorialmente criteriosa pela Editora da Universidade do Pará, tendo como editor convidado Plínio Martins Filho.
CASAL Após essa genuína pletora da tradução, Carlos Alberto Nunes começou a se preparar para enfrentar a "Eneida". Sua mulher, Filomena Turelli, filha de um paciente seu, latinista respeitada na capital paulista, era a principal incentivadora e colaboradora do tradutor. Dedicavam-se à leitura e pesquisa de literatura clássica. É lícito supor que ela tenha contribuído nessa tradução, ajudando-o a superar as dificuldades inerentes do texto. Contudo, os hexâmetros que cunhou para reproduzir os dramas, aventuras e errância de Eneias expõem o estilo característico de Carlos Alberto Nunes, sem nenhuma dúvida.
    Finalmente, em 1981, volvidos dez homéricos anos, publica a tradução do poeta mantuano. Carlos Alberto Nunes completara 86 anos e pusera um ponto final no seu trabalho como tradutor. Morreu em 1990, e foi enterrado no cemitério de Angatuba, interior de São Paulo, relativamente esquecido, sem lhe ter sido dada a devida consagração como um dos tradutores mais produtivos do Brasil.
    Leitor das suas traduções, colecionei quase todas, comparando-as com outras que descobri em livrarias e sebos de Lisboa, Madri e Paris. Ao regressar ao Brasil, comecei a conceber a estratégia para reeditar a "Eneida", por acreditar que o trabalho merecia ser conhecido pelas novas gerações. O passo a seguir era inquirir e pesquisar na APL (Academia Paulista de Letras) o que ele havia deixado lá, sabendo de antemão que pertencera à instituição.
    Depois de procurar alguns meses na biblioteca da APL, consultando os arquivos volumosos que vários acadêmicos costumam oferecer à casa, consegui detectar o original datilografado, que se encontrava num envelope pardo, sob outros tantos que o ocultavam. O volume apresenta apenas anotações e alterações do punho do tradutor. Nada mais. Nenhum texto sobre a tradução, nenhuma referência bibliográfica. Consultei ainda a homeriana que legou à Academia e observei várias vezes o busto de Homero, também por ele doado, disposto num dos corredores. O que restou do seu trabalho resume-se às traduções que conhecemos e agora a esta que regressa ao leitor num trabalho admirável de João Ângelo Oliva Neto e da Editora 34.
MEMÓRIA Existem inúmeros textos acessíveis sobre Odorico Mendes, grupos de pesquisa que estudam e divulgam suas traduções; suas obras são reeditadas e há referências contínuas sobre seu prestígio como tradutor. Mas sobre Carlos Alberto Nunes paira o desconhecimento ou a omissão tácita que só esta recente edição pode alterar.
    Torna-se imperativo reavaliar o seu projeto tradutório, submetê-lo a uma análise lúcida e descomprometida, a fim de acolher a sua elegância expressiva, a narratividade equilibrada e objetiva, o apuro formal do verso que forjou, para receber, sem condicionamentos extemporâneos, o impacto das traduções deste senhor franzino, de olhar vivaz, que nos deixou uma das maiores heranças literárias que se pode cobiçar.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Casa Civil é inchada com mais 255 cargos
Região
Jornal do Commercio: Petrobras derrubam a avaliação de Dilma
Meio-Norte: Dengue cresce 57% no Brasil, mas cai 60% no Piauí
O Povo: Por que a Petrobras é maior que a crise
Nacional 
Correio: Procura-se credibilidade na Petrobras
Estadão: Em meio a crise, avaliação de Dilma despenca, diz pesquisa
Folha: Crises derrubam popularidade de Dilma, Alckmin e Haddad
O Globo: Petrobras dispensou 60% das obras por convite
Zero Hora: O incrível rancho que encolheu





sábado, 7 de fevereiro de 2015

Carnaval 2015 - Sarney dá as caras na folia

De O Estadão

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Professores podem fazer greve em SL
Região
Jornal do Commercio: Decisão da Petrobras só agradou Dilma
Meio-Norte: 
O Povo: Aneel autoriza reajuste de 19,5% na conta de luz
Nacional 
Correio: Dilma coloca Bendine na Petrobras e agrava crise
Estadão: Dilma põe presidente do BB na Petrobras; escolha frustra mercado 
Folha: Dilma põe presidente do BB na Petrobras, e ações caem
O Globo: Bendini tem carta branca, mas ações despencam
Zero Hora: Sem consenso, Bendini assume a Petrobras




Confira os nomeados da Secretaria de Estado da Cultura, Secma


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Veja equipe da Secretaria de Cultura no governo Flávio Dino

Biblioteca Pública Benedito Leite-BPBL: Aline Nascimento
Casa do Divino: Antonio Boaes
Casa do Maranhão: Josilene Costa
Casa de Nhozinho: Reinilda de Oliveira Santos
Centro de Artes Cênicas do Maranhão - CACEM: Josimael Caldas
Centro de Criatividade Odylo Costa, Filho: Alaim Moreira Lima
Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho:Ana Claudia Moraes Damascena
Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão:
Escola de Música do Estado do Maranhão - EMEM; Manoel Mota
Museu de Alcântara: Haroldo Moraes Júnior
Museu de Artes Sacras: Maria da Conceição Monteiro Ribeiro
Museu Histórico e Geográfico do Maranhão: Cidinalva Silva Câmara Neris
Superintendência de Cultura Popular: Jandir Gonçalves
Teatro Arhur Azevedo: Américo Azevedo
Teatro João do Vale: Fernando Novaes
Parque da Vila Palmeira: Angela Cristina Nascimento






FRASE DO DIA

"Toda vez que a esquerda se parece com a direita, quem ganha é a direita."
Juca Ferreira, ministro da Cultura do segundo mandato dos governos Dilma Rousseff e Lula, durante a 9ª Bienal da União Nacional dos Estudantes.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Bandidos explodem oitavo banco este ano
Região
Jornal do Commercio: PT embolsou propina milionária, diz delator
Meio-Norte: Polícia fecha bingos e investiga crimes
O Povo: 62% da água do Ceara vai para irrigação
Nacional 
Correio: Da Petrobras ao caixa do PT
Estadão: PT recebeu até US$ 200 mi em propina  da Petrobras, diz delator
Folha: PT recebeu até US$ 200 mi de propina, de delator
O Globo: PT recebeu US$ 200 mi diz delator; Câmara cria CPI
Zero Hora: Com saída anunciada, Graça e cinco diretores renunciam



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Banca em Brasília reúne esforços pela Refinaria Premium I
Região
Jornal do Commercio: Destino da Petrobras será decidido amanhã
O Povo: Mobilidade urbana - Pacote expande mudanças para mais 35 bairros
Nacional 
Correio: Reajuste de servidores do GDF está ameaçado
Estadão: Cúpula da Petrobras renuncia e faz Dilma acelerar escolha
Folha: Graça deixa Petrobras;nome do substituto divide o governo
O Globo: Rebelião de diretores antecipa saída de Graça
Zero Hora: Com saída anunciada, Graça e cinco diretores renunciam



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

FRASE DO DIA

"A ficção tem um certo poder que o jornalismo não tem Ela pode dar voz a certa pessoas silenciosas ou silenciadas. Acredito que a literatura pode mudar o mundo. Oliver Twiste, por exemplo, mudou as leis sobre o trabalho infantil. Em muitos casos, romances me modificou mais do que experiências que vivi."
Jennifer Clement, poeta e romancista, autora de Reze pelas mulheres roubadas.


Roberto da Matta conta sua experiência em Imperatriz


No PAINEL da Folha de S. Paulo

Presente O ex-senador e ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) esteve no encontro do Palácio do Jaburu, na segunda. Queixou-se do PT e disse que o partido não respeita os peemedebistas.

O Globo - 1º Vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão tem problemas com a Justiça


Deputados são acusados de improbidade, trabalho escravo e lavagem de dinheiro

-BRASÍLIA- Cinco dos seis secretários escolhidos pelos partidos para compor a Mesa Diretora da Câmara têm problemas com a Justiça. Entre as acusações que pesam sobre eles há desde trabalho escravo a lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. Nenhum, no entanto, teve condenação definitiva.
Como O GLOBO revelou segunda-feira, o primeiro secretário da Câmara, Beto Mansur (PRBSP), foi condenado em abril do ano passado, por manter em sua fazenda em Goiás trabalhadores em função análoga à escravidão, além de explorar mão de obra infantil. O deputado negou que agisse contra a lei e afirmou que funcionários de sua propriedade foram absolvidos da acusação em outras instâncias. Mas seu caso não é isolado.
O primeiro vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA), responde a um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) no qual é acusado, com outros parlamentares, de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Ele foi flagrado em conversas telefônicas, com autorização da Justiça, durante a Operação Miqueias, da Polícia Federal, que investigou uma quadrilha que agia no desvio de recursos de fundos de pensão nos estados e municípios.
De acordo com a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, na interceptação telefônica Maranhão conversaria com o doleiro Fayed Traboulsi, também envolvido com a Operação Lava-Jato. Além disso, Maranhão teve a prestação de contas de sua campanha em 2010 rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA). Ele recorreu, mas o Tribunal Regional manteve a decisão.
Em nota enviada ao GLOBO por sua assessoria, o deputado declarou que o processo tramita “de forma embrionária” no STF e que ele tem “absoluta convicção de sua inocência”.
O segundo vice-presidente, Giacobo (PR-PR), responde, desde 2008, a um inquérito no STF sobre crimes contra a ordem tributária. O processo está com o ministro Celso de Mello desde setembro de 2011. Procurado, ele não respondeu ao GLOBO.
Já o segundo-secretário, Felipe Bornier (PSD-RJ), é acusado de uso indevido de meio de comunicação social nas eleições do ano passado. Ele nega qualquer irregularidade.
Alex Canziani (PTB-PR), quarto secretário, é réu em uma ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao Erário quando ele foi viceprefeito interino de Londrina (PR). A ação teria sido motivada por causa da contratação de um buffet na época em que ele se candidatou a deputado. A Justiça decretou a indisponibilidade dos bens dele e a quebra de seu sigilo bancário. O deputado afirma que a ação é de 2002 e que não se beneficiou:
— Tenho todo interesse que isso se resolva, porque sou inocente.
BETO MANSUR, 1º SECRETÁRIO.
Condenado em abril de 2014, por manter em sua fazenda em Goiás trabalhadores em função análoga à escravidão, além de explorar a mão de obra infantil

Quem são

WALDIR MARANHÃO, 1º VICE-PRESIDENTE.
Responde a inquérito que tramita no Supremo e no qual é acusado, com outros parlamentares, de lavagem de dinheiro e ocultação de bens
GIACOBO, 2º VICE-PRESIDENTE.
Responde, desde 2008, a um inquérito no STF sobre crimes contra a ordem tributária
FELIPE BORNIER, 2º SECRETÁRIO.
Acusado de uso indevido de meio de comunicação social nas eleições do ano passado
ALEX CANZIANI. 4º SECRETÁRIO.
Réu em uma ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao Erário quando ele foi vice-prefeito interino de Londrina (PR)

Foto do dia - André Coelho (O Globo)


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: SET adia para março entrega de novos ônibus
Região
Jornal do Commercio: Luz vai subir novamente
O Liberal: Tarifa de energia elétrica vai sofrer novo aumento
O Povo: Petrobras: procura-se um presidente
Nacional 
Correio: Bilhete sem volta para Graça Foster
Estadão: Dilma acerta saída de Graça e da diretoria da Petrobras
Folha: Dilma decide que cúpula da Petrobras sai até o fim do mês
O Globo: Dilma decide tirar Graça e toda diretoria da Petobras
Zero Hora: Sem Graça

Carnaval 2015: Morre HOmero Ferreira, compositor de "MeHomero Ferreira compôs algumas das marchinhas mais populares do carnaval - Hudson Pontes /Agência O Globo / 20-11-2009 Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/morre-homero-ferreira-autor-da-marchinha-me-da-um-dinheiro-ai-aos-86-anos-de-idade-15232155#ixzz3QlnrmKAW © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. dá um dinheiro aí"

Hudson Pontes /Agência O Globo\ 20-11-2009
RIO - Autor de um dos maiores sucessos do carnaval, a marchinha “Me dá um dinheiro aí”, o compositor Homero Ferreira nasceu em uma família de músicos e aprendeu a tocar violão ainda criança. Composta em parceria com seus irmãos Glauco e Ivan, a música estourou no carnaval de 1960, mas sua paixão pela arte começou ainda na juventude, quando ele participava de serenatas. Sua primeira composição, gravada em 1952, foi também uma marchinha, “O que foi que eu fiz", em parceria com os irmãos Renato e Ivan.
    De acordo com a biografia de Homero Ferreira divulgada pela Fundição Progresso, a ideia de sua mais famosa composição surgiu a partir do bordão “me dá um dinheiro aí", de um dos quadros escritos pelo irmão Glauco para o programa “A praça da alegria", da TV Rio. A marcha foi gravada inicialmente por Moacyr Franco, que interpretava o mendigo e a cantou no programa. O disco foi lançado pela gravadora Copacabana em 1959, e a música tornou-se o maior sucesso do carnaval de 1960, sendo cantada ano após ano pelos foliões.     A marchinha também foi gravada por Altamiro Carrilho e sua Bandinha, Beth Carvalho e Elizeth Cardoso, entre outros.
    Bancário aposentado, Homero continuava compondo, e nos últimos anos vinha participando do Concurso de Marchinhas da Fundição Progresso, tendo vencido a primeira edição em 2006, com “Tá, tá muito bom", com o velho parceiro Chiquinho. A composição ficou mais conhecida como “Marcha do Viagra".
    Homero Ferreira morreu na segunda-feira, aos 86 anos de idade. O enterro foi na tarde desta terça-feira, no Cemitério São João Batista, em Botafogo. A causa da morte não foi divulgada pela família.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Frase do dia

"O total enlace do estado com a religião tende a transformar os infiéis em criminosos".
Fernando Gabeira no artigo Nascer para a liberdade em seu blog.

Na Coluna do ANCELMO GOIS


No PAINEL DO LEITOR da Folha de S. Paulo


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
Jornal Pequeno: Flavio apresenta prioridades do governo e defende diálogo permanente com a Assembleia
O Imparcial: Gasolina: Reajuste de preços sem controle
O Estado do MA: Câmara e Assembleia partem em defesa da Refinaria Premium I
Região
Jornal do Commercio: Estado registro alta de homicídios em janeiro
Meio-Norte: Wellington promete dobrar PIB do Piauí
O Liberal: Motorista só tira carteira se provar que não usou drogas
O Povo: Cinco crimes sexuais são registrados por dia
Nacional 
Correio: Gasolina em Brasília fica mais caro que o previsto
Estadão: Após derrota na Câmara, governo negocia 2º escalão
Folha: Governo planeja adiar pagamento de abono salarial
O Globo: Cunha já estreia com desafios ao governo
Zero Hora: Diesel e luz mais caros pressionam alimentos

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Museu de Tudo: Yemanjá no Olho D´Água, em São Luís (MA)




Glalbert Cutrim vira Glauber Cutrim na TV Assemleia

    Eleito para o primeiro mandato com a segunda maior votação entre os 588 candidatos a deputado estadual nas eleições de outubro do ano passado, o nome do filho do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Edmar Cutrim, vem sendo grafado de maneira errado pela TV Assembleia. 
    Na transmissão da posse dos 41 deputados que comporão a décima oitava legislatura, a emissora do Sistema de Comunicação do legislativo estadual grafou o nome do deputado como Glauber Cutrim. O deputado se chama Glalbert Cutrim, eleito pelo PRB. O erro continuou na abertura dos trabalhos.

TAA inicia organização da X Semana de Teatro no Maranhão

   
A comissão organizadora da X Semana de Teatro no Maranhão será formada por Alana Araújo, Darciléia Sousa, Dayana Roberta e Josué Redentor. Eles foram escolhidos em processo eleitoral promovido pela direção do Teatro Arthur Azevedo que indicará três outros membros dos sete da comissão. A direção do TAA não fixou data para divulgação dos nomes da casa.
    A décima edição da semana acontece entre 5 e 10 de maio. Após a formação da comissão será instituída uma curadoria de teatro com integrantes indicados pela classe artística.


Radar on-line: Caso de Roseana na Lava-Jato pode parar na justiça do Maranhão


Carnaval 2015: Uma sugestão para o Bloco da Imprensa


Carnaval 2015: Um minuto apenas do Tambor de Erivaldo no Largo do Caroçudo (Madre Deus - São Luís.MA)

Companhia das Letras busca blogs parceiros para resenhar seus livros

Internautas que têm blog, site ou vlog e gostam de escrever sobre obras poderão participar da seleção da Companhia das Letras para resenhar livros de seus selos - Companhia das Letras, Penguin-Companhia, Companhia das Letrinhas, Quadrinhos na Cia, Editora Paralela e Editora Seguinte. Os interessados podem se inscrever até 6 de fevereiro.
A Companhia explica que, por ora, não fecha parceria com páginas de Facebook ou contas de Instagram. Os selecionados irão receber os livros para que possam resenhar. O resultado deve ser divulgado em 23 de fevereiro. Positiva ou negativa, todos que se inscreverem vão receber a resposta.
Para participar, é preciso responder ao formulário que está neste link. Perguntas como periodicidade do blog, audiência, quem escreve e os gêneros favoritos deverão ser respondidas. A editora faz, também, uma breve pesquisa para saber quem são os blogueiros literários do Brasil.
Recentemente, a Companhia lançou os livros O Irmão Alemão, de Chico Buarque; Alabardas, Alabardas! Espingardas, Espingardas!, de José Saramago; Amor ao pé da Letra, de Melissa Pimentel; Antes e Depois, de Flávio Souza e outros.


Charge do dia - CABALAU (O Estado do MA)


Jornalismo, alma e rigor

    Carlos Alberto Di Franco
Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos, a nossa saudade. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava. Era bem legal.
    Agora, fotografamos tudo e arquivamos compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos de nossos dispositivos móveis. Temos overdose de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Fica para depois. E continuamos fotografando e arquivando. Pensamos, equivocadamente, que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Mas é muito mais importante viver cada momento com intensidade.
    Algo análogo, muito parecido mesmo, ocorre com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersam a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Penso que há uma crescente nostalgia de conteúdos editados com alma, rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma demanda reprimida de reportagem. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre.
    Jornalismo sem alma e sem rigor. É o diagnóstico de uma doença que contamina inúmeras redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar os seus modelos e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento. As melhores pautas estão nas encruzilhadas da vida. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina. É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história.
    A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do “velho ofício”. É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. O jornalismo não é máquina, tecnologia, embora se trate de suporte importantíssimo. O valor dele se chama informação de alta qualidade, talento, critério, ética, inovação.
    Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante. O jornalismo precisa recuperar a vibração da vida, o cara a cara, o coração e a alma.
Carlos Alberto Di Franco é diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Imparcial: Humberto Coutinho promete parlamento independente
O Estado do MA: Gasolina chega a R$ 3,69 em SL
Região
Jornal do Commercio: Mais carros nas ruas
O Liberal: Adversário de Dilma é eleito na Câmara
O Povo: Após derrota na Câmara, Dilma já terá 'pauta-bomba'
Nacional 
Correio: Cunha impõe derrota contundente a Dilma
Estadão: Eduardo Cunha derrota o governo e é eleito presidente da Câmara
Folha: Câmara elege Cunha e derrota Dilma
O Globo: Cunha derrota Planalto e se elege presidente na Câmara
Zero Hora: PMDB anti-Dilma vai comandar a Câmara

domingo, 1 de fevereiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
Jornal Pequeno: Fim de privilégios e avanços sociais marcam 1º mês de governo
O Estado do MA: 2º escalão do governo vira cabide para aliados
Região
Jornal do Commercio: Já é fevereiro
O Povo: Qual o rumo do Ceará sem a refinaria
Nacional 
Estadão: Eleição da Câmara é a mais acirrada da década
Folha: Doleiro tem mais do que declarou, afirma ex-sócio
O Globo: Descontrole e atraso ameaçam moradia popular
Zero Hora: SP pede água