quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

No PAINEL da Folha de S. Paulo

Presente O ex-senador e ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) esteve no encontro do Palácio do Jaburu, na segunda. Queixou-se do PT e disse que o partido não respeita os peemedebistas.

O Globo - 1º Vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão tem problemas com a Justiça


Deputados são acusados de improbidade, trabalho escravo e lavagem de dinheiro

-BRASÍLIA- Cinco dos seis secretários escolhidos pelos partidos para compor a Mesa Diretora da Câmara têm problemas com a Justiça. Entre as acusações que pesam sobre eles há desde trabalho escravo a lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. Nenhum, no entanto, teve condenação definitiva.
Como O GLOBO revelou segunda-feira, o primeiro secretário da Câmara, Beto Mansur (PRBSP), foi condenado em abril do ano passado, por manter em sua fazenda em Goiás trabalhadores em função análoga à escravidão, além de explorar mão de obra infantil. O deputado negou que agisse contra a lei e afirmou que funcionários de sua propriedade foram absolvidos da acusação em outras instâncias. Mas seu caso não é isolado.
O primeiro vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA), responde a um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) no qual é acusado, com outros parlamentares, de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Ele foi flagrado em conversas telefônicas, com autorização da Justiça, durante a Operação Miqueias, da Polícia Federal, que investigou uma quadrilha que agia no desvio de recursos de fundos de pensão nos estados e municípios.
De acordo com a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, na interceptação telefônica Maranhão conversaria com o doleiro Fayed Traboulsi, também envolvido com a Operação Lava-Jato. Além disso, Maranhão teve a prestação de contas de sua campanha em 2010 rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA). Ele recorreu, mas o Tribunal Regional manteve a decisão.
Em nota enviada ao GLOBO por sua assessoria, o deputado declarou que o processo tramita “de forma embrionária” no STF e que ele tem “absoluta convicção de sua inocência”.
O segundo vice-presidente, Giacobo (PR-PR), responde, desde 2008, a um inquérito no STF sobre crimes contra a ordem tributária. O processo está com o ministro Celso de Mello desde setembro de 2011. Procurado, ele não respondeu ao GLOBO.
Já o segundo-secretário, Felipe Bornier (PSD-RJ), é acusado de uso indevido de meio de comunicação social nas eleições do ano passado. Ele nega qualquer irregularidade.
Alex Canziani (PTB-PR), quarto secretário, é réu em uma ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao Erário quando ele foi viceprefeito interino de Londrina (PR). A ação teria sido motivada por causa da contratação de um buffet na época em que ele se candidatou a deputado. A Justiça decretou a indisponibilidade dos bens dele e a quebra de seu sigilo bancário. O deputado afirma que a ação é de 2002 e que não se beneficiou:
— Tenho todo interesse que isso se resolva, porque sou inocente.
BETO MANSUR, 1º SECRETÁRIO.
Condenado em abril de 2014, por manter em sua fazenda em Goiás trabalhadores em função análoga à escravidão, além de explorar a mão de obra infantil

Quem são

WALDIR MARANHÃO, 1º VICE-PRESIDENTE.
Responde a inquérito que tramita no Supremo e no qual é acusado, com outros parlamentares, de lavagem de dinheiro e ocultação de bens
GIACOBO, 2º VICE-PRESIDENTE.
Responde, desde 2008, a um inquérito no STF sobre crimes contra a ordem tributária
FELIPE BORNIER, 2º SECRETÁRIO.
Acusado de uso indevido de meio de comunicação social nas eleições do ano passado
ALEX CANZIANI. 4º SECRETÁRIO.
Réu em uma ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao Erário quando ele foi vice-prefeito interino de Londrina (PR)

Foto do dia - André Coelho (O Globo)


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: SET adia para março entrega de novos ônibus
Região
Jornal do Commercio: Luz vai subir novamente
O Liberal: Tarifa de energia elétrica vai sofrer novo aumento
O Povo: Petrobras: procura-se um presidente
Nacional 
Correio: Bilhete sem volta para Graça Foster
Estadão: Dilma acerta saída de Graça e da diretoria da Petrobras
Folha: Dilma decide que cúpula da Petrobras sai até o fim do mês
O Globo: Dilma decide tirar Graça e toda diretoria da Petobras
Zero Hora: Sem Graça

Carnaval 2015: Morre HOmero Ferreira, compositor de "MeHomero Ferreira compôs algumas das marchinhas mais populares do carnaval - Hudson Pontes /Agência O Globo / 20-11-2009 Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/morre-homero-ferreira-autor-da-marchinha-me-da-um-dinheiro-ai-aos-86-anos-de-idade-15232155#ixzz3QlnrmKAW © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. dá um dinheiro aí"

Hudson Pontes /Agência O Globo\ 20-11-2009
RIO - Autor de um dos maiores sucessos do carnaval, a marchinha “Me dá um dinheiro aí”, o compositor Homero Ferreira nasceu em uma família de músicos e aprendeu a tocar violão ainda criança. Composta em parceria com seus irmãos Glauco e Ivan, a música estourou no carnaval de 1960, mas sua paixão pela arte começou ainda na juventude, quando ele participava de serenatas. Sua primeira composição, gravada em 1952, foi também uma marchinha, “O que foi que eu fiz", em parceria com os irmãos Renato e Ivan.
    De acordo com a biografia de Homero Ferreira divulgada pela Fundição Progresso, a ideia de sua mais famosa composição surgiu a partir do bordão “me dá um dinheiro aí", de um dos quadros escritos pelo irmão Glauco para o programa “A praça da alegria", da TV Rio. A marcha foi gravada inicialmente por Moacyr Franco, que interpretava o mendigo e a cantou no programa. O disco foi lançado pela gravadora Copacabana em 1959, e a música tornou-se o maior sucesso do carnaval de 1960, sendo cantada ano após ano pelos foliões.     A marchinha também foi gravada por Altamiro Carrilho e sua Bandinha, Beth Carvalho e Elizeth Cardoso, entre outros.
    Bancário aposentado, Homero continuava compondo, e nos últimos anos vinha participando do Concurso de Marchinhas da Fundição Progresso, tendo vencido a primeira edição em 2006, com “Tá, tá muito bom", com o velho parceiro Chiquinho. A composição ficou mais conhecida como “Marcha do Viagra".
    Homero Ferreira morreu na segunda-feira, aos 86 anos de idade. O enterro foi na tarde desta terça-feira, no Cemitério São João Batista, em Botafogo. A causa da morte não foi divulgada pela família.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Frase do dia

"O total enlace do estado com a religião tende a transformar os infiéis em criminosos".
Fernando Gabeira no artigo Nascer para a liberdade em seu blog.

Na Coluna do ANCELMO GOIS


No PAINEL DO LEITOR da Folha de S. Paulo


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
Jornal Pequeno: Flavio apresenta prioridades do governo e defende diálogo permanente com a Assembleia
O Imparcial: Gasolina: Reajuste de preços sem controle
O Estado do MA: Câmara e Assembleia partem em defesa da Refinaria Premium I
Região
Jornal do Commercio: Estado registro alta de homicídios em janeiro
Meio-Norte: Wellington promete dobrar PIB do Piauí
O Liberal: Motorista só tira carteira se provar que não usou drogas
O Povo: Cinco crimes sexuais são registrados por dia
Nacional 
Correio: Gasolina em Brasília fica mais caro que o previsto
Estadão: Após derrota na Câmara, governo negocia 2º escalão
Folha: Governo planeja adiar pagamento de abono salarial
O Globo: Cunha já estreia com desafios ao governo
Zero Hora: Diesel e luz mais caros pressionam alimentos

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Museu de Tudo: Yemanjá no Olho D´Água, em São Luís (MA)




Glalbert Cutrim vira Glauber Cutrim na TV Assemleia

    Eleito para o primeiro mandato com a segunda maior votação entre os 588 candidatos a deputado estadual nas eleições de outubro do ano passado, o nome do filho do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Edmar Cutrim, vem sendo grafado de maneira errado pela TV Assembleia. 
    Na transmissão da posse dos 41 deputados que comporão a décima oitava legislatura, a emissora do Sistema de Comunicação do legislativo estadual grafou o nome do deputado como Glauber Cutrim. O deputado se chama Glalbert Cutrim, eleito pelo PRB. O erro continuou na abertura dos trabalhos.

TAA inicia organização da X Semana de Teatro no Maranhão

   
A comissão organizadora da X Semana de Teatro no Maranhão será formada por Alana Araújo, Darciléia Sousa, Dayana Roberta e Josué Redentor. Eles foram escolhidos em processo eleitoral promovido pela direção do Teatro Arthur Azevedo que indicará três outros membros dos sete da comissão. A direção do TAA não fixou data para divulgação dos nomes da casa.
    A décima edição da semana acontece entre 5 e 10 de maio. Após a formação da comissão será instituída uma curadoria de teatro com integrantes indicados pela classe artística.


Radar on-line: Caso de Roseana na Lava-Jato pode parar na justiça do Maranhão


Carnaval 2015: Uma sugestão para o Bloco da Imprensa


Carnaval 2015: Um minuto apenas do Tambor de Erivaldo no Largo do Caroçudo (Madre Deus - São Luís.MA)

Companhia das Letras busca blogs parceiros para resenhar seus livros

Internautas que têm blog, site ou vlog e gostam de escrever sobre obras poderão participar da seleção da Companhia das Letras para resenhar livros de seus selos - Companhia das Letras, Penguin-Companhia, Companhia das Letrinhas, Quadrinhos na Cia, Editora Paralela e Editora Seguinte. Os interessados podem se inscrever até 6 de fevereiro.
A Companhia explica que, por ora, não fecha parceria com páginas de Facebook ou contas de Instagram. Os selecionados irão receber os livros para que possam resenhar. O resultado deve ser divulgado em 23 de fevereiro. Positiva ou negativa, todos que se inscreverem vão receber a resposta.
Para participar, é preciso responder ao formulário que está neste link. Perguntas como periodicidade do blog, audiência, quem escreve e os gêneros favoritos deverão ser respondidas. A editora faz, também, uma breve pesquisa para saber quem são os blogueiros literários do Brasil.
Recentemente, a Companhia lançou os livros O Irmão Alemão, de Chico Buarque; Alabardas, Alabardas! Espingardas, Espingardas!, de José Saramago; Amor ao pé da Letra, de Melissa Pimentel; Antes e Depois, de Flávio Souza e outros.


Charge do dia - CABALAU (O Estado do MA)


Jornalismo, alma e rigor

    Carlos Alberto Di Franco
Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos, a nossa saudade. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava. Era bem legal.
    Agora, fotografamos tudo e arquivamos compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos de nossos dispositivos móveis. Temos overdose de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Fica para depois. E continuamos fotografando e arquivando. Pensamos, equivocadamente, que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Mas é muito mais importante viver cada momento com intensidade.
    Algo análogo, muito parecido mesmo, ocorre com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersam a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Penso que há uma crescente nostalgia de conteúdos editados com alma, rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma demanda reprimida de reportagem. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre.
    Jornalismo sem alma e sem rigor. É o diagnóstico de uma doença que contamina inúmeras redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar os seus modelos e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento. As melhores pautas estão nas encruzilhadas da vida. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina. É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história.
    A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do “velho ofício”. É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. O jornalismo não é máquina, tecnologia, embora se trate de suporte importantíssimo. O valor dele se chama informação de alta qualidade, talento, critério, ética, inovação.
    Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante. O jornalismo precisa recuperar a vibração da vida, o cara a cara, o coração e a alma.
Carlos Alberto Di Franco é diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Imparcial: Humberto Coutinho promete parlamento independente
O Estado do MA: Gasolina chega a R$ 3,69 em SL
Região
Jornal do Commercio: Mais carros nas ruas
O Liberal: Adversário de Dilma é eleito na Câmara
O Povo: Após derrota na Câmara, Dilma já terá 'pauta-bomba'
Nacional 
Correio: Cunha impõe derrota contundente a Dilma
Estadão: Eduardo Cunha derrota o governo e é eleito presidente da Câmara
Folha: Câmara elege Cunha e derrota Dilma
O Globo: Cunha derrota Planalto e se elege presidente na Câmara
Zero Hora: PMDB anti-Dilma vai comandar a Câmara

domingo, 1 de fevereiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
Jornal Pequeno: Fim de privilégios e avanços sociais marcam 1º mês de governo
O Estado do MA: 2º escalão do governo vira cabide para aliados
Região
Jornal do Commercio: Já é fevereiro
O Povo: Qual o rumo do Ceará sem a refinaria
Nacional 
Estadão: Eleição da Câmara é a mais acirrada da década
Folha: Doleiro tem mais do que declarou, afirma ex-sócio
O Globo: Descontrole e atraso ameaçam moradia popular
Zero Hora: SP pede água

sábado, 31 de janeiro de 2015

Crítica destaca filme de maranhense na 18ª Mostra de Tiradentes (MG)


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Renovação da frota de ônibus fica na promessa
Região
Jornal do Commercio: Gasolina a até R$ 3,29
Meio-Norte: Grandes obras serão reiniciadas na capital
O Povo: Camilo: vamos "cobrar caro" por prejuízos que Petrobras causar
Nacional 
Correio: Conta de água no DF tem a maior alta em 10 anos
Estadão: Petrobras é rebaixada e ações caem ao menor valor em dez anos
Folha: Licitação de ônibus em SP inclui estatizar garagens
O Globo: Contas do país tem rombo de R$ 32 bi
Zero Hora: Contas públicas fecham no vermelho

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Devedores do IPVA vão para a Serasa
Região
Jornal do Commercio: Petrobras adia 2ª fase da Refinaria Abreu e Lima
O Povo: Na metade do mandato, RC cumpre 26% das promessas
Nacional 
Correio: Farra dos cachês revela show de fraudes no GDF
Estadão: Exploração de petróleo cairá ao "mínimo", afirma Graça
Folha: Governo registra o primeiro déficit nas contas desde 1997
O Globo: Petrobras para obras e ameaça reter dividendos
Zero Hora: Petrobras se explica e aprofunda incentezas

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Ministério Público do Ceará vai cobrar explicações sobre Refinaria Premium II

   
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPE-CE) vai cobrar do Governo explicações sobre os valores investidos, direta e indiretamente, em função do projeto da Refinaria Premium II. O empreendimento estava previsto para ser construído no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) pela Petrobras, mas foi engavetado pela estatal, de acordo com balanço do terceiro semestre, divulgado ontem.
    Já haviam sido investidos cerca de R$ 657 milhões pelo Estado, conforme O POVO havia revelado. O governador Camilo Santana afirmara um dia depois de tomar posse, no último dia 1º, que o valor do investimento para a Refinaria ultrapassa R$ 1 bilhão.
    “O MPE informa que vai esperar o Governo do Estado ser notificado oficialmente pela Petrobras acerca do fim do projeto da Refinaria para, então, cobrar do Governo quanto foi investido em infraestrutura e que medidas o Estado vai tomar para ser ressarcido. A partir disso, vai tomar as providências”, afirmou o MPE, em nota enviada ao O POVO.
    Acreditando no investimento, geração de emprego, movimentação de uma imensa cadeira produtiva e impacto gigantesco no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, o Governo aportou dinheiro em obras de infraestrutura entre 2009 e 2014. Os recursos também foram destinados à construção de um centro de treinamento (neste mês entregue ao IFCE, federal), readequação do Porto do Pecém, desapropriações, estradas e reassentamento de comunidades.
    Quanto à responsabilidade jurídica da Petrobras, o Ministério Público Federal (MPF) informou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) tem a competência para se debruçar sobre os contratos e verificar se a Petrobras descumpriu algum acordo. Sobre o investimento de R$ 596 milhões que a Petrobras disse ter feito na refinaria, o MPF declarou também em nota que não pode afirmar se haverá responsabilização por não ter avaliado o caso.
O que foi “enterrado”
    O rol de boa novas festejadas pelo Governo do Ceará nos últimos anos incluía 90 mil empregos diretos e um aumento de estimados 45% no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, considerando a refinaria em pleno funcionamento.
    A preços de 2012, uma pesquisa de mestrado do economista Antônio Cristiano de Oliveira Costa apontava impactos da ordem de R$ 88,6 bilhões na produção, dos quais R$ 31,3 bilhões no restante do País.

Questões legais
    Conforme o advogado especialista em direito público Átila Gomes Ferreira, caso haja algum contrato firmado, descontinuá-lo por incapacidade técnica ou econômica não é razoável. “Geralmente é um contrato bilateral, no qual ambas as partes têm deveres e obrigações. Nesse caso, há multa e encargos a serem pagos”, detalha.
    Átila adverte para prejuízo em cascata: outros projetos em andamento, como malha viária e expansão do porto, emprego e renda e intervenções urbanísticas. “A Petrobras perde credibilidade”.(colaboraram Teresa Fernandes, Artumira Dutra e Giovania de Alencar)

Charges do dia - CHICO (O Globo) e CABALAU (O Estado do Maranhão)



MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Assaltantes explodem dois bancos no interior
Região
Jornal do Commercio: Sistema prisional em estado de emergência
Meio-Norte: Tarifa sobe para R$ 2,50 e meia fica congelada
O Povo: Petrobras enterra sonho de refinaria no Ceará
Nacional 
Correio: Corrupção derrete valor da Petrobras
Estadão: Ação da Petrobras cai após balanço omitir corrupção
Folha: Petrobras excluem corrupção de balanço e ações desabam
O Globo: Petrobras põem R$ 88 bi sob suspeitas, e ações caem 11%
Zero Hora: Perdas da Petrobras ficam fora de balanço e ações despencam

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Na Folha de S. Paulo


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: 'Carrinhos' deixarão as ruas de São Luís
Região
Jornal do Commercio: Dilma diz que ajustes tem 'caráter corretivo'
O Povo: Nova promessa para demarcar o Cocó
Nacional 
Correio: Prepara-se para pagar o pacto
Estadão: Dilma defende medidas 'corretivas' na economia
Folha: Rodízio em SP pode chegar a 5 dias sem água por semana
O Globo: Dilma quer blindar empresas privadas
Zero Hora: Dilma diz que ajuste na economia é 'corretivo'

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Secma divulga critérios para convênios com Prefeituras na realização de carnaval

SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA 
PORTARIA Nº 001, DE 20 DE JANEIRO DE 2015 
    A SECRETÁRIA DE ESTADO DA CULTURA DO MARANHÃO, no uso das atribuições legais, RE S O L V E: 
Art. 1.º - Aprovar os Critérios para apresentação dos Projetos Culturais que tenham como objeto a realização do "Carnaval 2015", conforme anexos I e II, desta Portaria. 
Art.2º. - Aprovar o prazo de recebimento dos Projetos, e todas as documentações pertinentes ao Projeto "Carnaval 2015", no período de 20 de janeiro a 03 de fevereiro de 2015, de segunda à sexta-feira, no horário das 13h às 19h,". 
Art.3º. - O prazo contido no Art.2º, desta Portaria, não será prorrogado. 
Art.4º. - Esta Portaria entra em vigor a partir de 20 de janeiro de 2015, publique-se. 
Art.5º. - Revogam - se as disposições em contrário. 
FRANCISCA ESTER DE SÁ MARQUES 
Secretária de Estado da Cultura

CRITÉRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS


Na Folha de S. Paulo


Na Coluna do CLÁUDIO HUMBERTO

Vivaldinos

Leitor da coluna foi vítima de assalto da Vivo: o débito em conta do seu celular é dia 1º, mas como 1º de janeiro foi feriado, e a conta debitada dia 2, a Vivo cobrou multa “por atraso”. O crime tem cúmplice: a Anatel.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Mercados vendem frangos contaminados em SL
O Imparcial: Trinta municípios do Maranhão recebem plano de emergência
Região
Jornal do Commercio: Erro pode ter causado acidente de Eduardo
O Liberal: Centrais vão se unir em protesto contra o governo
O Povo: 25 prefeituras desistem de fazer Carnaval
Nacional 
Correio: Reverência a um homem à frente do seu tempo
Estadão: Dilma vai endossar ajuste em reunião com ministros
Folha: Pressão sindical faz governo rever novo seguro-desemprego
O Globo: Governo corta mais no orçamento da segurança
Zero Hora: Policial suspeito de ligação com traficante tem prisão decretada

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

BASA abre licitação para empresa de realização de eventos


No PAINEL da Folha de S. Paulo

Antipetista José Sarney (PMDB-AP) tem demonstrado amargura em relação ao apoio de petistas ao governo de Flávio Dino (PC do B) no Maranhão. "Eles sempre trabalham contra nós", disse, segundo um interlocutor.

Políticos donos de rádios e tevês criam obstáculo para regulamentação da mídia

   A secretária do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Renata Mielli, atribui o atraso no debate sobre a regulamentação ao interesse contrário de alguns parlamentares. “Um obstáculo grave para essa discussão é o fato de termos tantos parlamentares como concessionários de rádio e televisão no Congresso, em razão do processo da década de 1980 e início da década de 1990 para conceder outorgas como moedas de troca em votação de projetos. A gente tem o que se chama de coronelismo eletrônico”, afirma.
    O artigo 54 da Constituição proíbe os parlamentares de manter contrato ou exercer cargos, função ou emprego remunerado em empresas concessionárias de serviço público.
    Para Antônio Imbassahy, no entanto, esse tipo de crítica tem o objetivo de constranger os parlamentares. “Se essas concessões irregulares acontecem, é preciso que sejam corrigidas”, afirma. “Uma coisa é censurar a imprensa brasileira, outra coisa é corrigir eventuais irregularidades.”
    A deputada Luiza Erundina acredita ser preciso fiscalizar as concessões de radiodifusão (válidas por 10 anos para a rádio e 15 para a TV) para democratizar o controle dos meios de comunicação. “Quem detinha uma concessão há 30 ou 40 anos, hoje tem um poder muito maior, calibrado pela tecnologia digital”.
    Ela afirma que nem os governos mais progressistas tiveram a coragem de desafiar o poder dos “caciques políticos” e dos grandes conglomerados de imprensas, por meio de regras mais transparentes que coíbam a propriedade cruzada – quando o mesmo grupo de comunicação controla diversos tipos de veículos (TV, rádios e jornais).

    Na opinião de Renata Mielli, o monopólio de meios de comunicação inviabiliza a regionalização do conteúdo, previsto na Constituição. De acordo com o FNDC, seis famílias controlam 70% da informação produzida no Brasil. “A afiliadas das emissoras que detêm outorga nacional, como a Rede Globo, são obrigadas a reproduzir o conteúdo nacional da cabeça de rede, que responde por 80 ou 90% da grade”, ressaltou.

    O FNDC é uma das entidades que recolhem assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular, com o objetivo de regular a mídia brasileira. Chamado de Projeto de Lei de Mídia Democrática, o texto precisa de 1 milhão e 300 mil assinaturas para que possa ser analisado pelos parlamentares.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Três morreram afogados este mês em praias
Região
Jornal do Commercio: Dia D para Sisu e Prouni
O Liberal: Energia é a vilã da inflação
O Povo: Projeto do Enem pela internet começa em fevereiro
Nacional 
Correio: O adeus ao humanista Campos da Paz
Estadão: Esquerda radical vence na Grécia e preocupa UE
Folha: Grécia rejeita austeridade e elege partido de esquerda
O Globo: Estado vai cortar mais R$ 2,7 bi do orçamento
Zero Hora: A aventura que virou tragédia

domingo, 25 de janeiro de 2015

Presidente da Func troca direção do Teatro da Cidade de São Luís

    O Teatro da Cidade de São Luís, órgão da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de São Luís, terá novo diretor a partir desta segunda-feira, 26. No lugar de Josias Sobrinho, cantor e compositor gravado por grandes nomes da música popular brasileira, e fundador do Laborarte, entra o empresário e arteterapeuta André Lobão.
    Graduado em música pela Universidade Estadual do Maranhão, Josias Sobrinho, autor de "Engenho de Flores" e "A revolta da Asa Branca", é proprietário de um legado cultural pouco reconhecido pelos gestores oficiais no Maranhão. Desmerecido, porém, alimentar mais um debate infrutífero no cotidiano ilhéu, sobre sua capacidade como gestor.
    O espaço cultural da prefeitura nasceu sob o signo do obscurantismo. Pouco tempo depois da inauguração parte do teto ruiu. Uma reforma providencial consertou partes da aparente precariedade da obra de restauração do antigo Cine Roxy, outrora chamado cinema das estrelas. Fios à mostra, gambiarras ameaçadora tanto na instalação elétrico como na hidráulica tornavam o espaço um pavio.
    Quando assumiu o cargo, Josias teve que driblar a crise financeira convocando os servidores da casa a se desdobrarem em desvio de função. Tudo para dar uma funcionalidade ao espaço. Com a seriedade que lhe é peculiar, o artista conseguiu adesão da totalidade do quadro. Teve o esforço compensado por sediar eventos de repercussão como a Mostra de Cinema de Direitos Humanos e pontuais shows com o novo elenco de bandas e cantores maranhenses. A breve passagem do músico pelo TCSL será mais um episódio da sua trajetória brilhante na cultura do Maranhão. 

Mistério de Dr. Peta é chega pra lá em Eliziane Gama 2016

Qual é a parlamentar eleita que anda querendo ‘sentar’ na cadeira de uma Secretária de Estado, tentando ‘emplacar’ alguns ‘irmãos’ na pasta???!!!

Jegue Elétrico tem sotaque maranhense no carnaval paulistano

   


  

    Para um público animado o músico Emerson Boy puxou no sábado, 24, a marchinha carnavalesca 'Gaguinho", composição de Wellington Reis incluída no roteiro musical do bloco Jegue Elétrico. A música está no cd "Dê a quem tem fome", gravado no estúdio Todos os dias são bemóis, de Emerson Boy. "Tu nem vinha", outra faixa,  composição de Boy, e os maranhenses Alfredo Madredeus e Teo Menezes; e Marli Matos.
    Além de Boy no cavaquinho a banda do Jegue Elétrico é reforçada por um naipe de metais formado por três trombones de vara, dois saxes e um trompete, além do conjunto de percussão e frigideiras zinindo sem parar. Os três últimos executados por sopro feminino.
   Boy é uma figura carimbada na cena paulistano. Nascido no Piauí, se enraizou em São Paulo para dar vazão à sua arte em um cenário mais amplo. Ultimamente, tem excursionado por países da Europa com parada obrigatória na Alemanha.
    No Jegue Elétrico, as marchinhas seguem a tradição e tom carnavalescos. Boy gosta do Maranhão e sempre se refere ao estado durante a concentração do bloco na esquina da Praça Roosevelt com a rua Augusta.
    Entre os foliões do sábado o escritor maranhense Robson Miguez engrossava o coro e divulgava seu trabalho Teatro do Absurdo.
    Não podia faltar a falta de água no repertório do carnaval de São Paulo de 2015. Mas, este ano, a inspiração maior vem do Uruguai e a homenagem é ao ex-presidente José Mogica. "...vou espremer no cano e beber água de calcinha" diz a certa altura o refrão da marcha, berrado pelos foliões paulistanos em noite semitropical. 



Lambe-Lambe: Ironia de São Paulo na Praça da República

                                                                                                                                       Foto: HBóis

O sonho e a realidade - FERREIRA GULLAR

Professores, na maioria de esquerda, fazem a cabeça dos alunos, induzindo-os à leitura de livros marxistas
    Não faz muito tempo, assisti na televisão a um debate de que participavam alguns analistas políticos e cujo tema era o rumo ideológico que o Brasil seguirá neste ano de 2015, que mal começa.
    Como sempre, aprendi muito com suas considerações analíticas, que não deixaram dúvida quanto às dificuldades que o país enfrentará daqui em diante, tanto no plano político como no econômico.
    A verdade é que, conforme observaram, a própria constituição dos ministérios no novo governo da presidente Dilma deixa evidente a encrenca em que se encontra, ora nomeando ministro que representa o contrário de sua visão de economia, ora escolhendo outro, para o Esporte, que nada entende do assunto e o confessa.
    Há quem tema que este segundo mandato de Dilma Rousseff seja um desastre. Espero que não chegue a tanto, pois quem paga o pato somos todos nós.
    A outra parte daquele debate envolveu a questão ideológica, implicando a revelação do que ocorre nas escolas de ensino médio e nas universidades: a atuação de professores, na maioria de esquerda, fazem a cabeça dos alunos, induzindo-os à leitura de livros marxistas, apontados por eles como a única visão correta da realidade contemporânea.
    Alguns alunos chegariam a afirmar que as aulas são, com frequência, trabalho de formação ideológica anticapitalista e antidemocrática.
    São informações plausíveis, uma vez que em meus contatos com o meio universitário pude verificar, com surpresa, o quanto o marxismo que saiu de moda continua respirando em parte do ambiente acadêmico.
    Disse, certa vez, a uma estudante universitária que não tinha cabimento insistir na crença marxista, quando a União Soviética e todos os países da Europa Oriental, sem exceção, trocaram o comunismo pelo capitalismo. Ao que ela me respondeu: "Mas nenhum desses países era verdadeiramente comunista. O comunismo ainda está por vir". Mal acreditei no que ouvia.
    Qual a razão de semelhante resposta? Simplesmente, a necessidade de crer numa utopia que prometia mudar a sociedade, torná-la mais justa e solidária. Com o fim do socialismo real, só resta aos que nele acreditavam desistir dessa utopia ou apegar-se a ela, custe o que custar, ainda que contra a realidade dos fatos.
    Mas esses são os que realmente sonham com uma sociedade fraterna e justa, e mal podem viver sem acreditar nela. Há, porém, outro tipo de revolucionário que, em face da inviabilidade da utopia, tomou outro rumo, que nada tem de idealista. Trata-se do populista, dito de esquerda ou, como o chamo, o neopopulista. É aí que está o perigo, e não nos marxistas idealistas, que sonham de fato com uma sociedade justa, embora inviável nos termos em que a concebem.
    Não é isso o que pensam os neopopulistas, que de idealistas não têm nada, como se vê na Venezuela do chavismo, no Equador de Correa, na Argentina de Cristina Kirchner e, até certo ponto, no petismo que se mantém no poder no Brasil há 12 anos e vai para mais quatro.
    Os marxistas, os comunistas de fato, nunca tiveram possibilidade de chegar ao poder no Brasil. Logo, a pregação dos professores, induzindo os estudantes ao marxismo, é perda de tempo, uma vez que, mesmo quando o comunismo era a segunda potência política e militar do mundo, não chegou ao poder no Brasil. Não seria agora que iria consegui-lo. O que esses professores dizem aos seus alunos, a realidade se encarregará de desmentir.
    Já os neopopulistas, que nada têm de idealistas, ao mesmo tempo que posam de anticapitalistas, usam o dinheiro público para financiar programas assistencialistas que beneficiam as camadas mais pobres da população. Essas e outras medidas semelhantes garantem-lhes os votos de uma ampla parte do eleitorado e, graças a isso, mantêm-se no poder.
    Mas, como dizia um professor meu na escola do partido, em Moscou, em economia não há milagre e, por isso, de onde se tira e não se bota, vai faltar dinheiro.
    Por isso, Dilma foi obrigada a entregar o ministério da Fazenda a um economista que pensa o contrário dela. Ele vai tentar repor, nos cofres do Estado, o dinheiro que ela gastou a fundo perdido.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Três blocos partidários definidos na Assembleia
Região
Jornal do Commercio: Depois do palanque
O Liberal: Energia é a vilã da inflação
O Povo: Por que o apagão ainda assusta
Nacional 
Correio: Tragédia na estrada: pai e 4 filhos mortos
Estadão: Estoque de água na Grande São Paulo ai 74% em um ano
Folha: Especialistas discutem saídas para tirar SP da UTI
O Globo: Falta de água já afeta 46 milhões de brasileiros
Zero Hora: Santa Maria dois anos depois

sábado, 24 de janeiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: 3,3 mil bolsas do Prouni são do Maranhão
Região
Jornal do Commercio: Emprego longe de meta
O Liberal: Delator confirma que PMDB recebeu propina
O Povo: Campanha para economizar água tenta evitar racionamento
Nacional 
Correio: Curso sobre 'cura gay' abre polêmica no DF
Estadão: Planalto vê cenário 'crítico' da água e pede ajuda da população
Folha: Geração de empregos em 2014 foi a pior do anos PT
O Globo: Governo pede a brasileiros economia de água e luz
Zero Hora: RS tem menor geração de emprego desde 2003