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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Na Coluna do Estadão

» Calma, minha gente. Relator da CPI do BNDES, o senador Roberto Rocha (PSBMA) “tranquilizou” empresas preocupadas com a comissão. “Se detectarmos o desvio de conduta de alguma pessoa física, a gente não pode necessariamente punir a empresa”, disse.

» Suave. Diante de apenas dois colegas na CPI, Rocha prosseguiu: “Quero deixar bem clara essa posição para tranquilizar algumas empresas preocupadas com a CPI”, afirmou.


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Na FOLHA - Ação de Dilma por votos contra impeachment abre crise com PC do B


O senador Roberto Rocha (PSB-MA), em sessão no plenário do Senado Federal, em 2015

Um pedido da presidente afastada, Dilma Rousseff, abriu uma crise entre o comando do PT e do PCdoB.
Na expectativa de conquista de votos contrários a seuimpeachment no Senado, Dilma pediu que a cúpula do PT interviesse em cinco cidades do Maranhão em atendimento a reivindicações dos senadores maranhenses João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB).
O comando do PT interveio em apenas dois municípios. Em Codó, quinta maior cidade do Estado, determinou que o PT rompesse a aliança com o PC do B, na qual ocuparia a vice da chapa, para apoiar o candidato do PSDB.
Em Timon, terceiro maior município do Maranhão, a direção petista decidiu que o partido saísse de uma chapa composta por PSB e PC do B em favor do outra integrada por PSD e PMDB.
Segundo petistas, a operação também contemplaria o senador Edison Lobão (PMDB-MA).
Folha apurou que o presidente do PT, Rui Falcão, atendeu parcialmente as solicitações de Dilma. Em respeito aos pedidos do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), não houve intervenção também em São Luís, Imperatriz e Balsas.
As concessões foram, porém, suficientes para incomodar a cúpula do PC do B, que procurou a cúpula do PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mobilização foi também para evitar novas intervenções.
Presidente nacional do PC do B, Luciana Santos diz não querer acreditar nas decisões do partido. "Depois de todos gestos que o Flávio [Dino] fez [contra o impeachment], isso não é brincadeira", reclama Luciana Santos, que é candidata à Prefeitura de Olinda (PE) sem apoio do PT.
Deputado federal pelo PDT do Maranhão, Ewerton Rocha diz que seu partido terá que dar uma resposta ao PT.
O secretário de Organização do PT, Florisvaldo Souza, minimizou, por sua vez, o impacto das medidas do Diretório Nacional.
Ele argumenta que o PT manteve a aliança com o PC do B nas principais cidades do Maranhão, atendendo às orientações do governador. Florisvaldo diz que foi responsável pelas intervenções.
Questionado se esse era um pedido da presidente afastada, limitou-se a dizer: "Eu me reservo o direito de não não falar sobre isso. Não vou responder".
O senador Roberto Rocha (PSB-MA) nega que tenha exigido alianças no Estado em troca de um voto contrário ao impeachment no Senado Federal. Ele admite ter conversado com Dilma e com o presidente interino, Michel Temer (PMDB).
"Quem disse que posso mudar meu voto? Eu ainda não disse qual será. Minha tendência é seguir a decisão do partido, que não tomou decisão", disse o senador.
Esse não é o único atrito recente entre PT e PC do B. Petistas reclamam, por exemplo, de um aliança dos comunistas com o DEM em Fortaleza. Integrantes do comando do PT culpam o PC do B por sua derrota na eleição para a presidência da Câmara.
Afirmam que o candidato apoiado pelo PT, Marcelo Castro (PI), não teria sido derrotado caso o PC do B o apoiasse. Mas, em vez disso, comunistas lançaram o deputado Orlando Silva (SP), que, mais tarde, apoiou o vencedor Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o cargo. Silva, que conversou com Lula antes da decisão, rebate: "O PC do B não é um acessório do PT". 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

São Luís poderá ter uma zona franca

    A capital do Maranhão, São Luís, poderá ter uma zona franca. É o que propõe projeto aprovado nesta quarta-feira (2) pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). Agora, o PLS 319/2015, do senador Roberto Rocha (PSB-MA), segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
    O projeto cria em São Luís uma área de livre comércio, de importação e exportação e de incentivos fiscais especiais, para promover o desenvolvimento econômico e a integração com o parque industrial nacional. As isenções e benefícios serão mantidos pelo prazo de 25 anos.
    Segundo o projeto, ficam isentas do Imposto sobre Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados as mercadorias estrangeiras ou nacionais enviadas à Zona Franca de São Luís, destinadas às empresas autorizadas a operar na área. Roberto Rocha lembra que a Zona Franca de Manaus trouxe “resultados inquestionáveis” para o povo da região amazônica e serviu de exemplo para a formulação de novas políticas de desenvolvimento regional no Brasil.
    Em 1989, foi criada em São Luís uma Zona de Processamento de Exportações (ZPE), que nunca foi efetivada. Para Rocha, São Luís tem as características geográficas mais apropriadas no país para a instalação de uma área de livre comércio, por ser uma ilha e pela estrutura portuária.
    O senador Hélio José (PSD-DF), que leu o relatório de Davi Alcolumbre (DEM-AP) na reunião , elogiou o projeto.
    — Apesar das inegáveis potencialidades de sua economia, como é o caso dos segmentos de mineração e metalurgia e de agronegócios, o estado do Maranhão carece de instrumentos para a concretização de investimentos do empresariado local, nacional e estrangeiro.
Da Agência do Senado

domingo, 30 de agosto de 2015

Roberto Rocha usa sistema Mirante para atacar Edivaldo e Flávio Dino

     
    As declarações do senador Roberto Rocha (PSB-MA) ao sistema de comunicação do grupo Sarney demostram que não é tão monolítico com quer parecer ser o grupo político do governador Flávio Dino (PCdoB). Está distante também a tal sedimentação da base partidária da governabilidade, como afirmou o chefe do executivo na convenção do PDT. 
    "As soluções para os problemas da capital não devem ser pensados somente de olho no calendário eleitoral, a exemplo de ações de asfaltamento e tapa-buracos feitas somente às vésperas das eleições", assinalou Rocha em entrevista ao Sistema Mirante. O alvo da crítica é o programa Mais Asfalta, principal ação da parceria do governo do estado e prefeitura de São Luís.
    Rocha tem pregado, sempre que tem chance, autonomia. Se considera um líder legitimado pelo mandato de Senado. A ausência do senador nos eventos políticos e administrativos do governo Flávio Dino é óbvia. 
    Ex-prefeito de São Luís que chegou ao Senado graças a um acordo firmado lá atrás na estratégia de derrotar o prefeito João Castelo, tucano como foi o senador, Rocha tem um sistema de comunicação poderoso que inclui emissora de rádio e televisão alinhado com a Universal.
    O senador garante que o PSB terá candidato a prefeito nas eleições de 2016. O nome de Bira do Pindaré aparece com chances de se viabilizar pelo histórico desempenho eleitoral que o deputado estadual licenciado e secretário de Ciência e tecnologia obteve nas últimas eleições. Bira é um nome leve que não carrega a nódoa do PT nacional e nem a pecha do estadual cooptado pelo grupo Sarney, sem expressão eleitoral.

terça-feira, 30 de junho de 2015

FRASE DO DIA

"Aqui na província o matiz é diferente. Criou-se um ambiente em que deve-se lealdade até aos erros dos aliados. Como se todos nós estivéssemos amarrados a uma corrente invisível e fossemos cúmplices de um destino comum. Qualquer crítica que se faça publicamente a um aliado é heresia. Mesmo quando essa crítica é feita para  mudar a vela do barco para prosseguir a navegação juntos."
Senador Roberto Rocha (PSB-MA) no artigo "O xadrez e o poker: política não é blefe, é palavra e ação"

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Lobão, João Alberto e Roberto Rocha votam contra os trabalhadores

    João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Roberto Rocha (PSB), os três senadores do Maranhão, votaram SIM, pela aprovação, à Medida Provisória (MP 665) que restringe a concessão do seguro-desemprego, seguro defeso e abono salarial. Na votação no Senado - depois de passar pela Câmara - 39 votaram a favor da proposta do governo atacada pelas centrais sindicais,
    Pela MP aprovada o abono salarial, que antes era de um Salário Mínimo conforme escrito na Constituição Brasileira, passa a ter valor proporcional ao tempo de trabalho.