quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Patativa lança "Ninguém é melhor do que eu" no Sesc Pompéia (SP)

    A cantora e compositora Patativa vai se apresentar no Sesc Pompeia, em São Paulo, no dia 10 de novembro. Aos 77 anos Patativa lançou somente no ano passado o primeiro CD, "Ninguém é melhor do que eu", com direção musical de Zeca Baleiro, pelo selo "Saravá". O trabalho reúne 13 composições de Pata com participações de Zeca Pagodinho e Simone.
   Nascida Maria do Socorro Silva, a pedreirense que depois ganhou o sugestivo nome de Patativa é sambista por natureza. Presença tradicional do carnaval maranhense, Patativa desfila em São Luís há décadas no bloco Fuzileiros da Fuzarca.
    "Eu já quase não tinha esperança disso acontecer. Pelo tempo que venho lutando para isso era um sonho", desabafou a cantora no lançamento do CD no Porto da Gabi.
    Conhecida do público de São Luís pela música e vídeo "Xiri meu não dou", Patativa integra o grupo de compositores da antiga Madre Deus.

ASSISTA AQUI "XIRI MEU":

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Polícia intima 10 no caso Golden Park
Região
Jornal do Commercio: Radial era para a Copa
O Povo: Dilma anuncia reforma e fortalece PMDB no governo
Nacional
Correio: Greve geral aumenta tenção em Brasília
Estadão: Supremo decide fatiar inquérito e reduz poder de Moro na Lava Jato
Folha: Presidente promete Saúde e mais 4 ministérios ao PMDB
O Globo: Supremo fatia inquéito da Lava-jato e esvazia Moro
Zero Hora: Após ICMS, Sartori planeja limitar gastos com pessoal

Atletas do MA desmaiam no Albertão e são levadas para HUT

    Uma situação dramática se desenrolou na tarde de hoje (ontem) no estádio Albertão, no jogo entre Tiradentes/PI e Viana-MA, pela quinta e última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Um total de nove integrantes do time maranhense passaram mal por conta do forte calor, e quatro delas foram levadas ao HUT (Hospital de Urgências de Teresina). 
    Tudo começou quando a goleira Del passou mal e vomitou aos oito minutos do primeiro tempo. Depois, foi a vez de Sabrina também cair em campo. Pouco depois, Sandra também passou mal. Isso tudo com 30 minutos de jogo. No segundo tempo, a goleira reserva, Bárbara, também sentiu o forte calor. Também precisaram de atendimento Dani, Fernanda, Andressa e Renata, além de Talvirlânia Lemos, diretora da equipe.
    O médico Jesus Bringel acompanhava a partida da arquibancada e decidiu ir até o gramado para ajudar. "Era previsível que algumas atletas fossem sentir, mas não o time todo. Até a comissão técnica sentiu. É humanamente impossível jogar em uma temperatura dessas sem passar por algum problema. As meninas apresentavam cansaço e desidratação aguda. Não sei se outros fatores, além da temperatura, podem ter influenciado, pois não acompanhei a rotina delas". 
    Quando o Viana ficou com apenas seis em campo (e com a jogadora Mika improvisada no gol), a partida não teve como prosseguir. Debaixo de um calor de 39º, o time piauiense venceu por 10 a 0, e confirmou o primeiro lugar do grupo 4. O técnico do time maranhense, Marcos André, ficou indignado com a situação. "A gente vem de São Luís para cá, oito horas de viagem, almoça quase na hora do jogo, não tem como reconhecer campo nem nada... enfim, é desumano. É por isso que o futebol feminino não vai para a frente. Como é que eles conseguem colocar para os times de São Paulo outros horários, e para os do nordeste não?".
    "É lamentável que essa situação crítica vá aparecer para o futebol nacional. O futebol feminino tem que ser observado com mais detalhamento e com mais carinho. Esse horário é crítico", disse o técnico do Toinho, do Tiradentes.
Do Meio Norte

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

9ª Feira do Livro de São Luís - Agenda de lançamentos de autores maranhenses


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Tratamento interrompido e angústia
O Imparcial: Gerente do Golden Park deve ficar em São Luís, diz polícia
Região
Jornal do Commercio: Segura o bolso, Brasil!
O Povo: Como fica sua vida com o recorde do dólar
Nacional
Correio: Governo tem vitória parcial sobre os vetos
Estadão: Dólar atinge R$ 4,05, a maior cotação da história do real
Folha: Crise leva dólar a R$ 4,05, maior valr da era do real
O Globo: Governo vence, e Congresso mantém fator previdenciário
Zero Hora: A R$ 4,05, dólar bate recorde da história do real

terça-feira, 22 de setembro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Violência fecha escola
Região
Diário do Pará: Agente penitenciário é morto a tiros
Jornal do Commercio: Conta só cresce
O Povo: Fortaleza inteira já cabe dentro da frota de carros
Nacional
Correio: Sindicatos rejeitam apelo do GDF e anunciam greve
Estadão: Moro condena ex-tesoureiro do PT a 15 anos por corrupção
Folha: Justiça condena ex-tesoureiro do PT e outros 9 na Lava Jato
O Globo: Dilma faz apelo ao Congresso para adiar votação de vetos
Zero Hora: Aumento do ICMS será votado sem certeza de aprovação

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Grupo de Timon participa de 4ª Festival Nacional de Teatro de Floriano

    O espetáculo “Quando o amor é assim e não assado”, monólogo do Humanitas de Teatro, de Timon (MA), está na programação do 4º Festival Nacional de Teatro de Floriano (PI) que acontece entre 23 e 27 de setembro. O festival reunirá 24 grupos de todas as regiões do país. Os espetáculo selecionados são infantis, monólogos e teatro de rua.
    O festival que ocorre a cada dois anos é organizado pelo grupo “Escândalo legalizado de Teatro (Escalet), com apoio da Secretaria Estadual de Cultura. As apresentações em espaço fechado serão o Espaço Cultural Maria Bonita e Teatro Cidade Cenográfica.
    Nesta edição haverá apresentações de grupos do Piauí, Ceará, Maranhão, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Paraíba, Minas Gerais, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
    Dos grupos selecionados pela comissão julgadora que recebeu 81 inscrições são oriundos de pontos de cultura (11) e independentes (13).
    Oficinas, palestras e workshops e uma feira livre com comercialização de livros, CDs, DVDs, revistas e material cênicos acontece durante o festival. Este ano o evento homenageia o ator, jornalista e secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, e o florianense professor de teatro e dança, Rosivaldo Pereira de Oliveira.
    Haverá premiação aos melhores atores, atrizes, diretores e espetáculos em cinco categorias: Infantil, monólogo, teatro de rua, adulto e alternativo. Em cada categoria, diversos gêneros serão contemplados nos cinco dias de apresentações. O público de Floriano e de toda a região poderá acompanhar apresentações de comédia, drama, tragicomédia, experimental, narrativo, bonecos, circo, performances e intervenções.

domingo, 20 de setembro de 2015

MEIO BILHÃO DE REAIS PARA UM FOGUETE QUE NÃO DECOLOU

Entre tantas estatais que sobrevivem exclusivamente de recursos do Orçamento federal, uma delas nunca gerou um centavo de receita e sequer desenvolve política pública. Desde 2006, a Alcântara Cyclone Space (ACS) já consumiu nada menos que meio bilhão de reais (R$ 489,6 milhões) para o lançamento de um foguete ucraniano a partir de Alcântara (MA). O problema é que o lançamento não ocorrerá porque o governo desistiu do projeto e, hoje, apenas gasta dinheiro pagando encargos e salários dos diretores e funcionários da empresa, que se prepara para fechar.
DIVULGAÇÃOSó no papel. Ilustração mostra como seria a torre de lançamento do Cyclone-4 no centro de Alcântara, no Maranhão
Somente este ano, a União desembolsou R$ 11,7 milhões, a título de participação do Brasil no capital da empresa. Na verdade, este dinheiro serve para manter a estrutura administrativa em pé, uma vez que os pagamentos ao principal fornecedor, o consórcio formado pelas empreiteiras Camargo Corrêa e Odebrecht para a construção do complexo espacial, já cessaram. Ficou para trás um esqueleto de concreto exposto no Centro de Lançamento de Alcântara, que pertence à Aeronáutica.
O projeto foi abortado justamente porque não havia garantia de que seria viável e rentável — a proposta era permitir à União lucrar com o lançamento comercial de satélites, serviço que tinha até preço: US$ 35 milhões, por lançamento. O lucro seria dividido igualmente entre Brasil e Ucrânia, da mesma forma que as despesas.
Porém, há três anos, conforme O GLOBO revelou, o Palácio do Planalto já sabia que o projeto dificilmente se viabilizaria. O diagnóstico foi feito a pedido da própria presidente Dilma Rousseff pelo então ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, que detectou a escassez de mercado para o plano ucraniano-brasileiro.
Curiosamente, o maior desembolso de recursos para o programa (R$ 135 milhões) ocorreu em 2012, quando o sinal de alerta foi aceso. A partir de 2013, o orçamento do programa minguou, passando de R$ 73 milhões naquele ano aos R$ 11,7 milhões do orçamento corrente. Dois grupos de trabalho chegaram a ser criados, antes de o governo admitir o fracasso do projeto.
Mas o impacto orçamentário da aventura espacial ainda pode ser maior. Neste momento, o governo se prepara para uma batalha com a Ucrânia, que não aceita o rompimento unilateral do tratado, que foi denunciado (termo diplomático para rompimento) por meio de carta do ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, ao embaixador da Ucrânia em Brasília. O país europeu aplicou, por obrigação contratual, o mesmo montante investido pelo Tesouro na empreitada. Caberia à Ucrânia a fabricação do foguete, cujo protótipo estaria quase pronto, restando, no entanto, a parte mais cara e complexa: a tecnológica, responsável efetivamente pelo lançamento de satélites em órbita.
Para não morrer com o prejuízo, o lado ucraniano já avisou que pretende lutar pelo ressarcimento dos investimentos já feitos e também pelos danos provocados pelo tempo perdido na parceria com o Brasil. A disputa chegaria a R$ 1 bilhão, de acordo com fontes do programa espacial. O governo brasileiro mantém sigilo absoluto sobre estas negociações, que ocorrem no âmbito do Ministério de Relações Exteriores e devem se estender até meados do ano que vem, quando o rompimento unilateral passa a ter efeito prático, de acordo com os termos do tratado.
Procurada, a ACS diz que quem responde pelo assunto é o Ministério de Ciência e Tecnologia. Indagada, a pasta se limita a informar que “um grupo de trabalho está sendo formado para tratar da liquidação da Alcântara Cyclone Space”.


Círio de Belém (PA) 2015 - História das romarias



Maconha legal - FERREIRA GULLAR

Teríamos que desistir de combater a corrupção, uma vez que, após séculos de combate, ela continua
    A legalização do consumo da maconha tornou-se, sem qualquer dúvida, uma questão importante em vários países, inclusive no Brasil. Em alguns outros países essa legalização ou descriminalização já se deu, como no Uruguai e em Portugal, respectivamente. Aqui no Brasil, o Supremo Tribunal Federal debate descriminalizar o consumo da maconha.
    No meu ponto de vista, não é que essa descriminalização esteja errada, já que não me parece justo prender e muitos menos condenar quem consome drogas, seja maconha ou qualquer outra. No meu entender, a providência correta é a ajuda terapêutica para livrar o viciado do vício e uma campanha de esclarecimento pelos meios de comunicação e nas escolas.
    Há quem afirme que a maconha não provoca nenhum mal e, portanto, não é necessário tratar o usuário dela. Minha experiência pessoal, nesse terreno, é o contrário: a maconha é um alucinógeno e, portanto, conforme seja o indivíduo que a fume, as consequências tanto podem ser insignificantes como desastrosas.
    Conheço os dois tipos de consequências: gente que, fumando-a, sente-se relaxada, como outros, que perdem o controle e fazem qualquer coisa, como tentar estrangular a irmã ou jogar-se da janela do apartamento. Como tenho o mau hábito da sensatez, acho que o melhor mesmo é não arriscar.
    Digo isso porque, quando era garoto, levaram-me a experimentar a maconha. Dei uma tragada, achei-a desagradável e não aderi. Meu colega Esmagado, também não aderiu, mas o Maninho, que compunha a nossa trinca, achou um barato.
    Depois de tantos anos, eu estou aqui, modéstia à parte, saudável e trabalhando. Esmagado tornou-se craque de futebol, enquanto Maninho passou da maconha para a cocaína (o que costuma ocorrer), sumiu de casa e morreu, antes dos 40, depois de várias internações para livrar-se da droga.
    Quem defende a legalização da maconha alega que, como os muitos anos de repressão ao tráfico não acabaram com ele, a solução não é essa. Isso me parece mais um sofisma do que um argumento porque, se o aceitarmos, teríamos que desistir de combater a corrupção, uma vez que, após séculos de combate, ela continua.
    Por outro lado, nada indica que a legalização da maconha (ou das drogas em geral) acabará com o tráfico. Um exemplo: a venda de cigarros é legal mas o tráfico de cigarros continua apesar disso. O mesmo pode-se dizer do tráfico de pedras preciosas, cuja venda clandestina se mantém apesar da repressão. Por que, então, o tráfico de drogas, que movimenta milhões de reais, iria acabar? Não vejo razão para acreditar nisso.
    Mas tudo bem, a maconha vai ser legalizada, de modo que, a partir daí, o consumidor da erva poderá portar, sem problema, a porção de maconha necessária a seu consumo. Mas não uma quantidade que indique ter ele a intenção de vendê-la. Ou seja, consumo pode, venda não pode.
    Aí tenho certa dificuldade de entender: se a lei admite o uso da droga, por que então proíbe sua venda? Como justificar-lhe a proibição se a mesma lei considera seu consumo legal? Parece-me contraditório ou sou eu que estou pensando errado?
    Vejamos: se o Estado admite o uso da maconha, ele está inevitavelmente assegurando que ela não provoca mal algum ao usuário, mesmo porque seria um absurdo permitir o livre consumo, pela população, de algo que lhe prejudique a saúde física ou mental. Logo, para todos os efeitos, se o uso da maconha é legalmente permitido será porque nenhum mal ela causa. Mas, se é assim, proibir-lhe a venda não tem explicação.
    Ou tem? Uma explicação possível seria que os próprios legisladores não estejam certos de que o amplo consumo da maconha nenhum mal provoque à sociedade e especialmente ao pessoal mais jovem.
    Já imaginou se dezenas de milhões de jovens passarem a se drogar e, em vez de cuidar do futuro,de estudar e buscar uma profissão –entreguem-se ao barato da maconha que tem, como principal característica, deixar o cara desligadão dos problemas da vida?
    Não resta dúvida de que dói menos viver nas nuvens do que encarar a realidade. Sim, dói menos até o cara cair na real.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Armas de fogo já mataram 31 só neste mês em São Luís
Região
Diário do Pará: Esta mulher foi vítima do tráfico de pessoas
Jornal do Commercio: O que nos espera...O que nós esperamos...
O Povo: Como não constranger seu filho na web
Nacional
Correio: Entrevista: Carmem Lúcia - "O brasileiro está aprendendo a se incomodar"
Estadão: Planalto aposta no Senado para barrar impeachment
Folha: Congresso cobra cortes, mas aprova despesas bilionários
O Globo: União incha quadro de pessoal de 18 estatais
Zero Hora: O morro do medo

sábado, 19 de setembro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Policiais civis param de novo
O Imparcial: Polícia civil em greve
Região
Jornal do Commercio: Operação Tapa BR-101
Meio Norte: Força Nacional ficará mais 6 meses no Piauí
O Povo: Concursos em andamento estão garantidos, diz Camilo
Nacional
Correio: Reação a ônibus caro acaba em pancadaria
Estadão: Lula faz apelo a Cunha para segurar impeachment
Folha: Tucanos instam PMDB a liderar o impeachment
O Globo: Lula pede a Cunha que ajude o governo
Zero Hora: Alerta para mais chuvas e temporais

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Maranhão Sobrinho será lembrado na Academia Amazonense de Letras

    O escritor Maranhão Sobrinho será lembrado neste sábado, 19, no projeto "Sabado na Academia", na sede da Academia Amazonense de Letras, AAL, pelo jornalista, escritor e compositor Aldísio Filgueiras. A palestre sobre o fundador da AAL e Academia Maranhense de Letras será na própria sede da Academia Amazonense de Letras (AAL), localizada na rua Ramos Ferreira, 1003, no Centro, às 10h. 
    O evento realizado por ex-alunos e integrantes da AAL, homenageia nomes importantes da instituição e seus patronos, por meio de palestras tem o apoio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult).
    Nesta edição, o escritor e também compositor Aldísio Filgueiras, conhecido por músicas como ‘Porto de Lenha’, homenageia Maranhão Sobrinho. Escritor, jornalista e poeta, Maranhão também foi fundador do movimento de renovação literária denominado ‘Os Novos Atenienses’, ao lado de outras personalidades, e era conhecido e notado por ser um boêmio e um romântico trágico em suas poesias.
    “Essa série de palestras que a academia desenvolveu, como uma espécie de arqueologia, cria uma curiosidade pública sobre os trabalhadores e trabalhos desenvolvidos na academia”, afirmou Aldísio sobre o projeto. “Me sinto à vontade em participar desse projeto como escritor e jornalista, e principalmente em falar sobre o Maranhão, que contribuiu tanto com sua obra e feitos para Manaus, com essa característica de poeta com um comportamento romântico tão particular”, finalizou Filgueiras.

Sesc credencia proposta literária e teatral para 26ª Feira do Livro do Sesc Caxias


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Dino barra na justiça quem o critica na web
Região
Diário do Pará: Ensino no Pará é um dos piores
Jornal do Commercio: STF proíbe doação de empresas nas eleições
Meio Norte: STF proíbe doações de empresas a candidatos
O Povo: Ceará tem melhor resultado do Norte e Nordeste em educação
Nacional
Correio: Bingo!
Estadão: STF veta doações de empresas para partidas e candidatos
Folha: Lula decide ir às ruas para defender pacote de Dilma
O Globo: STF proíbe doações de empresas para campanhas
Zero Hora: RS é o pior do sul em alfabetização

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Círio de Belém 2015: Corda chega nesta quinta-feira


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Sem vigilantes, escolas ficam à mercê da sorte
Região
Diário do Pará: Governo Jatene deve R$ 100 milhões
Jornal do Commercio: Mais velocidade na Faixa Azul
O Povo: Camilo e mais sete governadores pressionam Congresso por CPMF
Nacional
Correio: Fla passa longe da crise...que assombra o país
Estadão: Dilma aceita reduzir cortes para obter apoio a pacote
Folha: Usar crise para chegar ao poder é golpe, diz Dilma
O Globo: Governo avisa que não tem plano B
Zero Hora: Decisão histórica sem testemunha

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Aluizio Mendes assina "Declaração em Defesa da Democracia e do Mandato Popular"

    O líder do PSDC na Câmara e integrante da base aliada do governo, deputado federal Aluízio Mendes (MA), é signatário do manifesto em defesa da democracia e do mandato da presidente Dilma Rousseff, lançado na terça-feira,15. No documento, os líderes condenam o "golpismo " de "forças políticas radicais, que exibem baixos compromissos com os princípios democráticos". 
    Ex-secretário de segurança do governo Roseana Sarney (PMDB), que assumiu o governo em 2009 mediante a cassação de Jackson Lago pelo TSE em ação do partido da filha do então presidente do Senado, José Sarney, Aluízio  está entre os que manifestaram “repúdio a toda forma de retrocesso democrático que tente deslegitimar e encerrar de forma prematura o mandato popular conquistado, de forma limpa, em pleito democrático”.

Confira o documento entregue a Dilma:
 "Declaração em Defesa da Democracia e do Mandato Popular"
"Nós, representantes dos partidos que dão sustentação ao governo legítimo e democrático da presidenta Dilma Rousseff,
CONSIDERANDO que a presidenta Dilma Rousseff tomou posse, há pouco mais de oito meses, para um mandato de quatro anos, após vencer um pleito democrático, limpo e livre;
ASSINALANDO que é dever cívico, constitucional e democrático da presidenta da República honrar o mandato a ela concedido pelo povo brasileiro até o seu final;
ENFATIZANDO que o cumprimento do mandato obtido legitimamente nas urnas significa, sobretudo, respeito ao voto popular, base de qualquer democracia digna desse nome;
LAMENTANDO, contudo, que, desde a apuração dos resultados das urnas, forças políticas radicais, que exibem baixo compromisso com os princípios democráticos, venham se dedicando diuturnamente a contestar e questionar o mandato popular da presidenta Dilma Rousseff, utilizando-se dos mais diversos subterfúgios políticos e jurídicos, que vão desde o absurdo e inédito questionamento da urna eletrônica, lisura do pleito até a tentativa de criminalização de práticas orçamentárias em um contexto de crise fiscal e utilizadas por vários governos no passado, incluindo a contestação intempestiva das contas de campanha previamente aprovadas na justiça eleitoral;
CONSIDERANDO que tal processo se constitui numa clara e nova forma de golpismo, a qual, embora não se utilize mais dos métodos do passado, abusa dos mecanismos solertes das mentiras, dos factóides e das tentativas canhestras de manobras pseudo-jurídicas para afrontar o voto popular e a democracia;
COLOCANDO EM RELEVO que, embora manifestações populares que expressem anseios e insatisfações sejam legítimas, elas não podem servir de escusa torpe e oportunista para que invistam contra o mandato legítimo da presidenta, pois a ordem constitucional brasileira sabiamente impõe processo rigoroso e fundamentos jurídicos muito sólidos para a recepção de contestações de mandatos populares;
SALIENTANDO, ademais, que, num regime presidencialista, a legitimidade do mandato é dada exclusivamente pelas urnas, não podendo ficar ao sabor de pesquisas de opinião que retratam uma conjuntura econômica adversa e impactada pelo crise internacional associada a volatilidade de uma crise política artificialmente cevada por aqueles que se recusam a reconhecer sua derrota na última eleição;
OBSERVANDO, a esse respeito, que o principal entrave ao reequilíbrio das contas públicas e à consequente retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, como é o desejo de todos os brasileiros, reside no atual clima político deteriorado, gerado pelo golpismo que tenta se impor sobre a governabilidade e que dissemina sentimentos de insegurança, pessimismo e intolerância política por toda a sociedade;
CONVICTOS de que a presidenta Dilma Rousseff, cidadã incontestavelmente proba, honrada e dedicada, de forma integral, a trabalhar pelo bem do Brasil, fez avanços notáveis em seu governo para promover o combate à corrupção, ao fortalecer as instituições de controle e ampliar a transparência da administração pública, algo que seus críticos nunca fizeram;
CERTOS, do mesmo modo, de que a presidenta Dilma Rousseff, a qual enfrenta, desde o início de seu primeiro mandato, a pior crise mundial desde a Grande Depressão de 1929, esteve e está sinceramente empenhada, como o ex-presidente Lula, na promoção do desenvolvimento econômico com eliminação da pobreza e redução das desigualdades, processo até aqui exitoso, pois resultou na extinção prática da miséria e na ascensão social de 40 milhões de brasileiras e brasileiros, o que demonstra que os acertos desses governos progressistas foram muito superiores aos seus erros; e
CONSIDERANDO, por último, que é chegada a hora de todas forças sociais e políticas efetivamente comprometidas com o Brasil e sua democracia reafirmarem sua inestimável e bem-vinda contribuição para que o país supere suas atuais dificuldades e retome, o mais rapidamente possível, o desenvolvimento econômico e social, num ambiente de paz, reconciliação e respeito incondicional aos princípios democráticos;
DECLARAMOS:
I.Nosso firme e decidido apoio ao mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, que se extinguirá somente em 31 dezembro de 2018;
II.Nosso mais veemente repúdio a toda forma de retrocesso democrático, que tente deslegitimar e encerrar de forma prematura o mandato popular conquistado, de forma limpa, em pleito democrático;
III.Nosso entendimento de que o Brasil demanda a superação do atual clima político deteriorado, o qual coloca sérios obstáculos à governabilidade e à recuperação econômica, dissemina a insegurança, o pessimismo, a intolerância e o ódio político pela sociedade, bem como envenena a democracia do país, duramente conquistada com a luta incansável de gerações de brasileiros;
IV.Nossa absoluta convicção de que o Brasil e sua democracia são muito maiores que as dificuldades econômicas e políticas que enfrentamos, e que o país superará, em breve, todos os entraves à retomada do desenvolvimento econômico e social, preservando e aprofundando o processo democrático do qual todos os brasileiros se orgulham e se beneficiam;
V.Nosso sincero convite a todas as forças políticas responsáveis do Brasil, que não apostam no “quanto pior melhor” ou não se omitem diante dos incapazes de apresentar propostas, a que dêem sua bem-vinda contribuição para que o país se reencontre no caminho do crescimento econômico, da justiça social, da soberania e do crescente aprofundamento de sua bela e jovem democracia.
Líderes:
José Guimarães (PT, líder do governo na Câmara)
Jandira Feghali (PC do B)
Leonardo Picciani (PMDB)
André Figueiredo (PDT,)
Aluísio Mendes (PSDC)
Domingos Neto (PROS),
Eduardo da Fonte (PP)
Presidentes 
Rui Falcão (PT)
Gilberto Kassab (PSD)
Luciana Santos (PC do B)
Moacir Bicalho (Pros). 
Senadores: Valdir Raupp (PMDB)
Acyr Gurgacz (PDT)
Benedito de Lira (PP)
Delcídio Amaral (PT)
Eunício Oliveira (PMDB)
Deputado: Aguinaldo Ribeiro (PP).

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Viva cidadão vai mudar de endereço
Região
Diário do Pará: Concursos no Pará ofercem 2 mil vagas e salário de até R$ 8,6 mil
Jornal do Commercio: A insegurança volta a assustar
Meio Norte: Firmino e bancada do PI apoiam volta da CPMF
O Povo: Como ficam os concursos após os cortes
Nacional
Correio: GDF divida e a conta da crise com a população
Estadão: Base rejeita pacote; Cunha diz que CPMF fica para 2016
Folha: Base se nega a dar apoio a pacote fiscal, e Dilma recua
O Globo: Em reunião com Dilma, aliados criticam pacote
Zero Hora: Aliados criticam pacote que propõe nova CPMF

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Nordeste tem dez universidades entre as 50 melhores do país

    Na edição 2015 do Ranking Universitário Folha, RUF, dez universidade da região Nordeste do Brasil estão entre as 50 com melhor avaliação. O RUF classificou 192 universidades brasileiras a partir de indicadores de pesquisa, inovação, internacionalização, ensino e mercado.
    Com exceção da Universidade Estadual do Ceará, na quinquagésima colocação, a grande maioria do ranking são instituições de ensino superior federal. Cinco universidades privadas estão no rankings. Nenhuma do Nordeste.

Confira o RUF 2015: