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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Conheça Joaquim de Sousândrade, maior poeta brasileiro do século XIX


Leituras de poemas de Joaquim de Sousândrade e canções sobre seus textos.
O poeta Joaquim de Sousândrade
O poeta Joaquim de Sousândrade Divulgação
Som de Letra desta quinta-feira (16) destaca a obra do poeta maranhense Joaquim de Sousândrade (1833-1902). O maior poeta brasileiro do século 19.

Serão apresentadas canções comentadas por Livio Tragtenbreg de autores como Ligiana Costa e Zeca Baleiro, entre outros.

Som de Letra vai ao ar a partir da meia-noite de quinta para sexta-feira. No Rio de Janeiro, os ouvintes da MEC AM, MEC FM e Nacional AM do Rio, podem entrar em contato através do email ouvinte@ebc.com.br. Mande sua mensagem ou grave seu áudio e fale com a produção da rádio pelo Whatsapp (21) 99710-0537.
Produtor
Livio Tragtenberg

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Patativa lança "Ninguém é melhor do que eu" no Sesc Pompéia (SP)

    A cantora e compositora Patativa vai se apresentar no Sesc Pompeia, em São Paulo, no dia 10 de novembro. Aos 77 anos Patativa lançou somente no ano passado o primeiro CD, "Ninguém é melhor do que eu", com direção musical de Zeca Baleiro, pelo selo "Saravá". O trabalho reúne 13 composições de Pata com participações de Zeca Pagodinho e Simone.
   Nascida Maria do Socorro Silva, a pedreirense que depois ganhou o sugestivo nome de Patativa é sambista por natureza. Presença tradicional do carnaval maranhense, Patativa desfila em São Luís há décadas no bloco Fuzileiros da Fuzarca.
    "Eu já quase não tinha esperança disso acontecer. Pelo tempo que venho lutando para isso era um sonho", desabafou a cantora no lançamento do CD no Porto da Gabi.
    Conhecida do público de São Luís pela música e vídeo "Xiri meu não dou", Patativa integra o grupo de compositores da antiga Madre Deus.

ASSISTA AQUI "XIRI MEU":

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Zeca Baleiro concorre com disco infantil e melhor cantor no 26º Prêmio da Música Brasileira

    O maranhense Zeca Baleiro concorre a dois prêmios na 26ª edição do Prêmio da Música Popular Brasileira. Ele concorre na categoria "Àlbum infantil" com Zoró (bichos esquisitos) Vol.1, realizado em parceria com Guilherme Kastrup, músico da sua banda.

Zeca concorre ainda na categoria melhor cantor com o álbum "Calma aí, coração".
    A cerimônia do 26º Prêmio da Música Brasileira será transmitida pela TV através do Canal Viva. Este ano, a homenageada será Maria Bethânia, que receberá amigos e convidados para uma festa em celebração aos seus 50 anos de carreira e importância para nossa música.
Confira os horários abaixo:
Horário principalSábado, dia 13/06, às 22h
Horários AlternativosDomingo, dia 14/06, às 19h
Domingo, dia 14/06, à 0h30
Terça-feira, dia 16/06, às 16h15
Quarta-feira, dia 17/06, às 21h
Quinta-feira, dia 18/06, às 09h30
Sábado, dia 20/06, às 10h
Domingo, dia 21/06, às 17h30

domingo, 12 de janeiro de 2014

Maranhão na Pauta - Na Folha de S. Paulo: Opinião de Zeca Baleiro

OPINIÃO
Uma notícia está chegando lá do Maranhão
Se o crime organizado dá as cartas e oprime o povo com ameaças dignas de terroristas, é porque há uma natural permissão
ZECA BALEIROESPECIAL PARA A FOLHA
Leio com assombro as notícias que chegam do Maranhão. Imagens e relatos dolorosos e repugnantes despejados em tempo real em sites, jornais e telejornais, escancarando a nossa vergonha e impotência diante de barbaridades que já extrapolam nossas fronteiras e repercutem mundo afora.
Como todos, estou pasmo. Mas nem tanto. Nasci no Maranhão e sei que a barbárie (a todos agora revelada de um modo talvez sem precedentes) já impera há anos na prática de seus governantes vitalícios, que agem como os velhos donos das capitanias hereditárias do passado.
Se o crime organizado neste momento dá as cartas e oprime o povo com ameaças e ações dignas dos mais perigosos terroristas, é porque há uma natural permissão --a impunidade crônica dos oligarcas senhores feudais, que comandam (?) o Estado com mãos de ferro há 47 anos (a minha idade exatamente) e que, ao longo desse tempo, vem cometendo atrocidades sem castigo, com igual maldade, típica dos grandes tiranos e ditadores.
Esses donos do poder maranhense (e nunca dantes a palavra "dono" foi empregada com tanta adequação como aqui e agora) são exemplo e espelho para que criminosos ajam sem nenhum medo da punição.
Pois a miséria extrema que assola o Estado há décadas, o analfabetismo estimulado pela sanha dos coiotes ávidos de votos, a cultura antiga de currais eleitorais, a corrupção mais descarada do mundo e o atentado ao patrimônio histórico de sua bela e triste capital são crimes tão hediondos quanto os cometidos no complexo penitenciário de Pedrinhas.
A diferença crucial é que, enquanto os bandidos que agora aterrorizam (e matam) a população aos olhos assustados da nação estão em presídios infectos e superlotados, os criminosos de colarinho branco (e terninho bege) habitam palácios.
No meio do caos, soa tão patética quanto simbólica a notícia veiculada dias atrás neste jornal sobre abertura de licitação para o abastecimento das residências oficiais da governadora.
A lista de compras é de um rigor e de uma opulência espantosos. Parece coisa da monarquia francesa nos dias que antecederam sua queda.
No presídio de Pedrinhas, cabeças são cortadas. Resta saber se, para além dos muros da prisão, alguém um dia irá para a guilhotina.