quinta-feira, 26 de março de 2015
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Líderes apoiam fim das coligações partidárias
Região
Jornal do Commercio: Fuja da poupança e dos juros dos cartões
O Povo: Justiça manda soltar 5 acusados de golpe na Caixa
Nacional
Estadão: Câmara derrota Dilma e dá prazo para revisão de dívida
Folha: Suprema manda municípios e estados quitarem precatórios
O Globo: Novo partido agrava crise entre PMDB e Dilma
Zero Hora: Empresas da Lava-Jato doaram R$ 11,8 milhões
O Estado do MA: Líderes apoiam fim das coligações partidárias
Região
Jornal do Commercio: Fuja da poupança e dos juros dos cartões
O Povo: Justiça manda soltar 5 acusados de golpe na Caixa
Nacional
Estadão: Câmara derrota Dilma e dá prazo para revisão de dívida
Folha: Suprema manda municípios e estados quitarem precatórios
O Globo: Novo partido agrava crise entre PMDB e Dilma
Zero Hora: Empresas da Lava-Jato doaram R$ 11,8 milhões
quarta-feira, 25 de março de 2015
Bita do Barão confessa em "Gonzo!" que faz magia negra por dinheiro
Janaína Nonato e o Mestre Bita, Barão de Guaré
O pai de santo Bita do Barão,
batizado na igreja católica como Wilson Nonato de Souza, revela ao jornalista
Arthur Veríssimo que apesar de não gostar, é procurado e faz magia negra por
dinheiro. A revelação está no livro “Gonzo!” (Realejo Livro, 2014), obra
comemorativa dos 30 anos de atividade jornalística do autor, inspirado no estilo
criado pelo norte-americano Hunter Thompson. As 30 reportagens reunidas no
volume foram publicadas na revista Trip.
No capítulo 17 do livro, sob o título
“Bat-Macumba”, Arthur Veríssimo desvenda no estilo jornalístico narrativo de
ação sua passagem pela tenda de terecó do personal guru da família Sarney. Diz
que quase incorporou o caboclo sete flechas.
O jornalista foi recebido pelo maior
pai de santo do Brasil, Bita do Barão, na tenda espírita de umbanda Rainha
Iemanjá, em Codó, 290 quilômetros distante da capital, São Luís. Segundo
confirma Veríssimo, Codó é conhecida em todo Brasil com as denominação de Terra
do Feitiço, Meca da Macumba, Capital da Magia Negra, etc. Pelas estatísticas levantadas por Arthur
Veríssimo, em Codó estão em atividades 260 terreiros (tendas de umbandas), além
de 200 “mesinhas” (nas internas).
Convidado a participar da festança de
Santa Bárbara (Iansã), Veríssimo foi à cidade acompanhado do fotógrafo
Christian Gaul. Na preparação preliminar para o encontro com Bita, o jornalista
se jogou na leitura de “O Dono do Mar”, de José Sarney. “Por incrível que
pareça, o ex-presidente é um baita contador de histórias”, encanta-se o
descontraído Veríssimo.
A conversa entre o pai de santo e o
jornalista aconteceu no megaterreiro de Bita, na rua Rui Barbosa, 209, centro
de Codó. O tema macabro é tratado no subtítulo “Sarney pra se coçar”. “Comenta-se
que o senhor teria feiro um despacho para o Sarney assumir a presidência no
lugar de Tancredo (em 21 de abril de 1985, morreu Tancredo Neves e, em seu
lugar, assumiu o vice, José Sarney). O senhor fez”, pergunta Veríssimo ao
mestre que responde depois de bocejar: “Não, senhor. E, se tivesse feito, não falaria.
Não tenho nada a ver com isso e não quero nem falar. Que Deus tenha o Tancredo
lá junto dele, pronto”, roga Bita.
Mais adiante, o pai-de-santo admite: “Não
gosto de fazer vingança, mas sou procurado. Para ganhar dinheiro, faço. De
morte, não seu te falar. Todo mundo sabe que macumbeiro bom faz essas coisas e
que sou meio quente na macumba. Para crescer o nome, tem que fazer alguma para
provar. Mas não boto meu nome lá na história, nunca tive ódio de ninguém.
Quando faço, é o cliente que está fazendo, estou apenas dando o recado”, revela
o Barão de Guaré que diz incorporar dezenas de santos.
Museu de Tudo: São Luís antiga em foto p&b
| Bangalô na rua do Egito |
| Capela de São Pedro, na Madre Deus |
![]() |
| Praça João Lisboa e Largo do Carmo |
| Túnel da Jordoa |
| Ônibus na rua do Egito |
![]() |
| Praça Benedito Leite |
![]() |
| Loja Tabuleiro da Baiana |
![]() |
| Praça Gonçalves Dias |
![]() |
| Praça Gonçalves Dias |
![]() |
![]() |
| Praça João Lisboa |
![]() |
| Praia Grande |
![]() |
| Avenida Magalhães de Almeida |
![]() |
| Praça Gonçalves Dias |
![]() |
| Avenida Beira-Mar |
![]() |
| Fonte do Ribeirão |
![]() |
| Avenida Beira-Mar |
![]() |
| Praça João Lisboa |
Prefeito eleito pelo PDT veta feriado para Dia da Consciência Negra
Quinze vereadores de Porto Alegre votaram a favor do veto a um projeto de lei que criaria o feriado municipal da Consciência Negra e da Difusão da Religiosidade. A votação ocorreu na segunda-feira e seguiu o posicionamento do prefeito José Fortunati, que se licenciou do PDT na semana passada. Antes de ser vetado pelo prefeito, o projeto fora aprovado pela maioria da Câmara Municipal.
Para derrubar o veto do prefeito, eram necessários 19 votos, a maioria absoluta entre os 36 vereadores. Contudo, três deles faltaram à sessão, o que gerou um empate de 15 no plenário a favor e contra a aprovação do feriado. O autor da proposta, vereador Delegado Cleiton (PDT), disse que prefere não acreditar que os colegas tenham vetado o feriado por preconceito: “Não gostaria de ver dessa forma”, disse.
Cleiton defende a criação do feriado e afirmou que 1.074 cidades brasileiras comemoram a data. A proposta tem como objetivo adequar a legislação municipal ao previsto na lei federal que instituiu o dia 20 de novembro, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares, como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
“Houve um lobby forte das empresas com o prefeito para barrar o projeto”, para evitar o feriado, acusou Gleidison Martins Dias, assessor jurídico do Conselho Estadual do Povo de Terreiro do Rio Grande do Sul e integrante do Movimento Negro Unificado.
Motivos para o veto
Fortunati, na justificativa do veto, disse que o projeto é inconstitucional. Para Dias, o argumento é ”fraco”, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) já julgou uma situação semelhante e decidiu que a Constituição indefine o que é feriado ou não.
De acordo com o veto do prefeito, “o feriado instituído neste projeto é de caráter civil e não religioso, como se pode perceber, só podendo ser declarado por lei federal nos termos do artigo 1º da Lei federal nº 9.093”.
O vereador Cleiton disse que vai manter a proposta. Segundo ele, serão feitos ajustes no texto e um novo projeto será votado. A principal mudança será na data, que deverá coincidir com o feriado de Finados, também em novembro. Dessa forma, o comércio não tentaria intervir na criação do projeto, acredita.
Com informações das Agências de Notícias
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: São Luís desperdiça 68% da água que recebe
Região
Jornal do Commercio: Congresso amplia queda de braço contra Dilma
O Liberal: Governo revisa contratos do Fies para evitar abusos
O Povo: Servidores e empresários presos por desvios milionários
Nacional
Estadão: Câmara derrota Dilma e dá prazo para revisão de dívida
Folha: PMDB força Dilma a rever dívidas e ameaça arrocho
O Globo: Câmara derrota Dilma e aprova redução de dívidas
Zero Hora: Avião cai e mata 150 nos Alpes
O Estado do MA: São Luís desperdiça 68% da água que recebe
Região
Jornal do Commercio: Congresso amplia queda de braço contra Dilma
O Liberal: Governo revisa contratos do Fies para evitar abusos
O Povo: Servidores e empresários presos por desvios milionários
Nacional
Estadão: Câmara derrota Dilma e dá prazo para revisão de dívida
Folha: PMDB força Dilma a rever dívidas e ameaça arrocho
O Globo: Câmara derrota Dilma e aprova redução de dívidas
Zero Hora: Avião cai e mata 150 nos Alpes
terça-feira, 24 de março de 2015
Gasolina na MA-201 é mais barata de São Luís
A diferença é pouca. Chega a ser de menos de R$ 0,10. Mas, em quase todos os postos de combustíveis instalados às margens da MA-201 - Estrada de Ribamar -, o preço da gasolina é o mais barato do mercado na Ilha de São Luís (MA). No posto do Pindaí, município de São José de Ribamar, por exemplo, a gasolina é vendida a R$ 3,159.
Os postos estão instalados nos municípios de São José de Ribamar e Paço do Lumiar.
De acordo com a tabela divulgada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP, a média de preço do litro de gasolina em São Luís é de R$ 3,29. A agência pesquisou 35 postos entre 8 e 14 de março. Segundo o levantamento a gasolina tem preço mais baixo em postos localizados no bairro do Anil e adjacências. Em sete destes postes o litro de gasolina comum é vendido a R$ 3,23.
Nos postos dos bairros São Francisco, Calhau e Monte Castelo o preço atinge R$ 3,49.
| Posto no Pindaí |
| Posto na Vila Luis Fernando |
| Posto no Maiobão |
| Posto na Maiobinha |
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Crea: Maioria das obras tem irregularidades
Região
Jornal do Commercio: Novos réus na Lava Jato
O Povo: Mais municípios registram golpe e Funasa faz alerta a prefeituras
Nacional
Estadão: Dilma promete a Lula e ao PT que vai rever pontos do ajuste fiscal
Folha: Agência S&P mantém selo do Brasil de bom pagador
O globo: Paes vai à Justiça contra Dilma para reduzir dívida
Zero Hora: Homens de confiança do PT viram réus na Lava-Jato
O Estado do MA: Crea: Maioria das obras tem irregularidades
Região
Jornal do Commercio: Novos réus na Lava Jato
O Povo: Mais municípios registram golpe e Funasa faz alerta a prefeituras
Nacional
Estadão: Dilma promete a Lula e ao PT que vai rever pontos do ajuste fiscal
Folha: Agência S&P mantém selo do Brasil de bom pagador
O globo: Paes vai à Justiça contra Dilma para reduzir dívida
Zero Hora: Homens de confiança do PT viram réus na Lava-Jato
segunda-feira, 23 de março de 2015
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Detentos fogem do presídio São Luís III
Região
Jornal do Commercio: Leão complica o Timbu
Meio-Norte: Escola de governo vai definir novo servidor
O Liberal: Justiça proíbe bloqueio de travessia no rio Moju
O Povo: Dois anos com traficantes
Nacional
Correio: Crise econômica emperra concursos
Estadão: Funcionários pagam rombo de fundo dos Correios
Folha: Roubo sobe mais na periferia de SP, que tem rotina afetada
O Globo: Metade dos investigados já é alvo de ações
Zero Hora: Cortes na União atrasam obra em estradas no Estado
O Estado do MA: Detentos fogem do presídio São Luís III
Região
Jornal do Commercio: Leão complica o Timbu
Meio-Norte: Escola de governo vai definir novo servidor
O Liberal: Justiça proíbe bloqueio de travessia no rio Moju
O Povo: Dois anos com traficantes
Nacional
Correio: Crise econômica emperra concursos
Estadão: Funcionários pagam rombo de fundo dos Correios
Folha: Roubo sobe mais na periferia de SP, que tem rotina afetada
O Globo: Metade dos investigados já é alvo de ações
Zero Hora: Cortes na União atrasam obra em estradas no Estado
domingo, 22 de março de 2015
O Estadão - Lava-Jato ameaça Waldir Maranhão na Câmara
Ministério Público questiona origem de R$ 426 mil gastos por Waldir Maranhão em campanha e apura se dinheiro saiu da Lava Jato
Apontado pelo doleiro Alberto Youssef - um dos alvos centrais da Operação Lava Jato - como beneficiário do esquema de corrupção na Petrobrás, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), vice-presidente da Câmara, não consegue explicar a origem de R$ 426 mil que entraram no caixa de sua campanha em 2010. A afirmação é do Ministério Público Federal no processo em que pediu a cassação do mandato obtido pelo político naquele ano. Se for condenado, ficará inelegível por oito anos.
O Ministério Público no Maranhão disse que a inconsistência nas contas eleitorais do vice da Câmara pode ter ligação com o esquema investigado na Lava Jato - segundo os investigadores, recursos desviados da estatal abasteceram campanhas eleitorais. Mas o órgão ressalva que ainda não possui dados para comprovar a relação.
O Estado teve acesso à íntegra da ação, que corre em segredo de Justiça. Os documentos mostram que o deputado foi instado a retificar sua prestação de contas pela Justiça Eleitoral maranhense. Mesmo após as correções, o Tribunal Regional Eleitoral decidiu reprovar suas contas e aprovar a quebra de seus sigilos bancário e fiscal.
Maranhão diz que o dinheiro era proveniente de recursos próprios. Mas chamou atenção das autoridades o fato de ele ter declarado, no mesmo ano, patrimônio líquido de R$ 16,5 mil (dinheiro em espécie), muito menos do que doou para si. Em um primeiro momento, o vice da Câmara justificou dizendo que "esqueceu de declarar o valor em espécie de R$ 200 mil".
Afirmou ainda que financiou sua campanha com seu salário de deputado federal, à época fixado em R$ 16,5 mil mensais. Em outro momento, acrescentou que contava com dinheiro da venda de sua casa - R$ 550 mil, em 4 de agosto de 2010. O valor seria recebido em três parcelas, sendo a última para outubro daquele ano. A Justiça rejeitou as explicações e reprovou as contas.
Divergência. O juiz José Carlos Sousa Silva, relator das contas, escreveu que "não foi apresentada justificativa aceitável" para a divergência dos rendimentos. "Não é razoável acreditar que tenha economizado a totalidade de seus ganhos", diz um dos pareceres do Ministério Público apresentados ao TRE.
Após a reprovação, foi iniciado o processo de cassação do mandato, ainda em 2011. Nas alegações finais, apresentadas em 9 de janeiro de 2015, o Ministério Público afirmou que a quebra dos sigilos de Maranhão não permitiu ter "elementos que comprovem a transação imobiliária" e os extratos bancários "não registram movimentação financeira em quantia que justifique a venda". A Procuradoria ainda destacou o fato de Maranhão ter omitido o negócio de sua prestação de contas e não ter apresentado a escritura de compra e venda.
Recursos. Diversos recursos apresentados pela defesa do político contribuíram para retardar o julgamento. O próprio TRE afirmou, em nota enviada à reportagem, que "há uma série de incidentes e recursos utilizados pela defesa do parlamentar que redundaram nesse 'atraso' na prestação jurisdicional".
A demora beneficia o deputado. No início de 2015, sua defesa pediu que a ação fosse extinta sem que a cassação fosse apreciada pelo TRE. O argumento é que a cassação perdeu sentido, pois o mandato questionado acabou em 31 de janeiro, um dia antes de o maranhense assumir novo mandato (para o qual foi eleito em 2014) e ser escolhido 1.º vice-presidente da Câmara.
O TRE e o Ministério Público no Maranhão afirmaram que a ação precisa ser julgada mesmo com o mandato encerrado porque, se condenado, o deputado pode ficar inelegível. Segundo o TRE, o caso deve ir a plenário até abril. Os dois órgãos explicaram que Maranhão pôde ser candidato em 2014 e obter um novo mandato porque a reprovação das contas de eleições anteriores não o impede de obter a certidão de quitação eleitoral.
Em 6 de março deste ano, o Supremo Tribunal Federal aceitou abrir inquérito para investigar Maranhão por formação de quadrilha no âmbito da Lava Jato. Entre os políticos investigados no Supremo, a maioria é do PP. Maranhão foi citado por Youssef como um dos políticos de legenda "cuja posição era de menor relevância dentro do partido e que recebiam entre R$ 30 mil e R$ 150 mil por mês".
Surpresa. O deputado Waldir Maranhão afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que as explicações que tem para dar sobre o caso são as que constam do processo e não tem nada a acrescentar. Disse ainda ter ficado surpreso com a inclusão de seu nome entre os políticos envolvidos na Lava Jato e está à disposição das autoridades.
Câmara de Marajá do Sena contrata serviços para rede
A câmara municipal de uma das cidades mais pobres do país, Marajá do Sena, está contratando serviços de manutenção e hospedagem de site oficial na web. A licitação na modalidade pregão presencial acontece no dia 31 de março.
A iniciativa seria louvável e um passo adiante se em Marajá do Sena antena 3G não fosse uma sigla alienígena (Veja ilustração) e o serviço de telefonia celular funcionasse regularmente.
O município está entre os 30 com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do plano de ação "Mais IDH" do governo do estado. Marajá do Sena tem IDHM de 0,452.Segundo o IBGE, na "capital da extrema pobreza no Brasil", dois em cada três habitantes vivem na miséria. Na cidade não há rede de água e esgoto. Levantamento estatístico do órgão federal realizada em 2010 revela que a renda per capita familiar no município é de R$ 96,25. Dos 367 veículos na cidade, 341 são motocicletas.
A iniciativa seria louvável e um passo adiante se em Marajá do Sena antena 3G não fosse uma sigla alienígena (Veja ilustração) e o serviço de telefonia celular funcionasse regularmente.
![]() |
| Rua de Marajá do Sena em obras |
Informação em tempo real por meio eletrônico sobre execução orçamentária e financeira é previsto na Lei da Transparência. Com pouco mais de 8 mil habitantes, metade analfabeta, Marajá do Sena se enquadra entre os municípios com até 50 mil habitantes, que segundo a Lei Complementar nº 131, de 2009, deveria cumprir a determinação legal desde 2013.
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Três mortes violentas por dia na ilha
Região
Jornal do Commercio: Abrigo contra o crack
Meio-Norte: Piauí vai se tornar exportador de energia
O Liberal: Pará é o líder em demissões por corrupção
O Povo: Exílio ou protagonismo - O futuro político de Cid
Nacional
Correio: Por que é improvável a desocupação da orla
Estadão: Governo detecta que EI tenta cooptar brasileiros
Folha: Dirceu recebia parte de propina paga ao PT, afirmam delatores
O Globo: No Rio, 70% dos prefeitos são alvos de investigação
Zero Hora: As estratégia de Dilma para recuperar apoio
O Estado do MA: Três mortes violentas por dia na ilha
Região
Jornal do Commercio: Abrigo contra o crack
Meio-Norte: Piauí vai se tornar exportador de energia
O Liberal: Pará é o líder em demissões por corrupção
O Povo: Exílio ou protagonismo - O futuro político de Cid
Nacional
Correio: Por que é improvável a desocupação da orla
Estadão: Governo detecta que EI tenta cooptar brasileiros
Folha: Dirceu recebia parte de propina paga ao PT, afirmam delatores
O Globo: No Rio, 70% dos prefeitos são alvos de investigação
Zero Hora: As estratégia de Dilma para recuperar apoio
sábado, 21 de março de 2015
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Operário morre em desabamento
Região
Jornal do Commercio: "A corrupção mata"
Meio-Norte: Esquema de licitações na Petrobras existe desde FHC
O Liberal: Decreto de Jatene proíbe saída de peixe do Estado
O Povo: Preso grupo político acusado de aplica golpe do poço profundo
Nacional
Correio: Distritais defendem reajuste de servidor
Estadão: PMDB diz que ajuste fiscal de Dilma tem de cortar na própria carne
Folha: Empreiteira firma acordo para delatar cartel na Petrobras
O Globo: Pacote do MP propõe até extinção de partido
Zero Hora: Em campo, a defesa do ajuste
O Estado do MA: Operário morre em desabamento
Região
Jornal do Commercio: "A corrupção mata"
Meio-Norte: Esquema de licitações na Petrobras existe desde FHC
O Liberal: Decreto de Jatene proíbe saída de peixe do Estado
O Povo: Preso grupo político acusado de aplica golpe do poço profundo
Nacional
Correio: Distritais defendem reajuste de servidor
Estadão: PMDB diz que ajuste fiscal de Dilma tem de cortar na própria carne
Folha: Empreiteira firma acordo para delatar cartel na Petrobras
O Globo: Pacote do MP propõe até extinção de partido
Zero Hora: Em campo, a defesa do ajuste
sexta-feira, 20 de março de 2015
Américo Azevedo imprime ritmo trôpego no Teatro Arthur Azevedo
![]() |
| Exemplo republicano - Exposição do chefe do Odylo Cost, filho no Odylo Costa, filho |
O diretor do teatro Arthur Azevedo, Américo Azevedo Neto, foi indicado pelo empresário Roberto Albuquerque, dono da TV Guará e concessionário Dalcar (Chevrolet) entre outros empreendimentos. A classe artística sabe disso. Antes mesmo do decreto de nomeação ser divulgado, a escolha do governador Flávio Dino era notória. Até mesmo antes da confirmação do nome da professora da UFMA e no passado recente consultora da Secma no governo Roseana, Ester Maques, na equipe de governo Dino, o nome do imortal da estirpe dos Azevedo era tido como certo e inquestionável.
Américo Azevedo Neto faz parte do quadro de profissionais da televisão que no governo Flávio Dino tem protagonismo (termo mais que na moda) na comunicação estadual. No preenchimento do quadro funcional comissionado, o neto dos Azevedo convocou colegas da emissora. Repetiu a abominável e caquética prática da oligarquia derrotada e desavergonhada.
Historicamente ligado ao grupo político do ex-senador Cafeteira, Américo Azevedo Neto nunca esteve na trincheira anti-sarneysta. Confrades da Academia Maranhense de Letras, Américo e Sarney têm relações cordiais, como convém às elites intelectuais. Além de escritor, seu reconhecimento intelectual advém das incursões do grupo Cazumbá. De característica parafolclórica, o grupo precedeu o Boi Barrica na carteira de exportações da cultura maranhense.
O escritor e folclorista iniciou a semana situado no olho do furacão de mais um crise engendrada pela própria incapacidade de diálogo, acusação desviada para a secretária de Cultura, Ester Marques, com seu público imediato.
Segundo relatos de línguas ferinas, a intolerância do imortal com os representantes da classe teatral quase chega a vias de fato. Até mesmo um segurança com arma em riste foi chamado para por no olho da rua os artistas apreensivos com a realização da X Semana Maranhense de Teatro.
Américo e Ester não estão alinhados no espírito republicano, termos recorrentes do jargão governista. O primeiro divulgou dois editais, corroborando sua intenção de independência da segunda. Assim como o ex-diretor Fernando Bicudo, criticado à exaustão pelo descendente de Arthur Azevedo, o atual diretor do TAA luta para conseguir autonomia do órgão da Cultura.
Bicudo conseguiu desligar o teatro do organograma da Secma e fixá-lo no orçamento da Secretaria de Estado da Educação, pasta com 25% da receita estadual garantido constitucionalmente. É uma fábula impensável para a área da cultura. Américo quer levar o TAA para a Secretaria de Estado de Planejamento.
Sobre o entrevero entre Américo e a classe teatral, mais uma vez prevaleceu a subserviência oficial, sem qualquer eco com a realidade dos fatos. Evidentemente, o diretor do TAA quer administrar diretamente os recursos da semana. Desprovido do tal espírito "republicano", mas obviamente legitimado por representantes eleitos em processo promíscuo, a façanha será efetivada.
A promiscuidade na gestão pública é de difícil discernimento entre gestores da cultura. No governo Flávio Dino a prática confirma a tese. Por exemplo, o chefe do Centro de Criatividade Odylo Costa, Filho, o professor universitário, artista plástico e carnavalesco Alaim Moreira Lima, inaugurou o calendário do órgão com uma exposição sua: Divinos Toténs. Não falta peroba para conservá-los.
O Moreira Lima, outro nobre descendente da Athenas, não enxerga nenhuma anomalia na gororoba com pitadas de interesses privados na gestão pública.
Os artistas preparam documento a ser encaminhado ao governador. Além das queixas contra Américo, no conteúdo será citada até mesmo uma suposta improbidade administrativa protagonizada por Américo quando secretário de Estado da Cultura. Essas questões da cultura, embora pequenas, contaminam intenções republicanas propaladas pelo governador. O que todos esperam é que não se torne crônica.
Marcadores:
Alaim Moreira Lima,
Américo Azevedo Neto,
Ester Marques,
filho,
Flávio Dino,
Maranhão,
Odylo Costa,
São Luís,
Secma,
Semana Maranhense de Teatro,
Teatro Arthur Azevedo
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Desemprego atinge 6,3 mil em dois meses
O Imparcial: Tribunal de Justiça precisa de R$ 128 milhões para fechar folha de pagamento
Região
Jornal do Commercio: A "salvação" do futebol
O Liberal: Protestos paralisam o trânsito
O Povo: Após saída de Cid, Dilma descarta reforma ministerial
Nacional
Correio: BC teme que Lava-jato ponha bancos em risco
Estadão: Apesar da pressão, Dilma resiste a reforma ministerial
Folha: Dilma frustra aliados e mercado ao negar reforma
O Globo: Pressionada, Dilma fará mudanças no ministério
Zero Hora: Duque entra muda e sai quase calado
O Estado do MA: Desemprego atinge 6,3 mil em dois meses
O Imparcial: Tribunal de Justiça precisa de R$ 128 milhões para fechar folha de pagamento
Região
Jornal do Commercio: A "salvação" do futebol
O Liberal: Protestos paralisam o trânsito
O Povo: Após saída de Cid, Dilma descarta reforma ministerial
Nacional
Correio: BC teme que Lava-jato ponha bancos em risco
Estadão: Apesar da pressão, Dilma resiste a reforma ministerial
Folha: Dilma frustra aliados e mercado ao negar reforma
O Globo: Pressionada, Dilma fará mudanças no ministério
Zero Hora: Duque entra muda e sai quase calado
quinta-feira, 19 de março de 2015
Frase do di
“Comunico à Casa o comunicado que eu recebi do chefe da Casa Civil comunicando a demissão do ministro da Educação, Cid Gomes"
Deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara dos Deputados após pronunciamento do ex-ministro e ex-governador do Ceará.
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpeg)
.jpeg)






















