segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Governo do Maranhão:Nota de Pesar - Humberto de Maracanã

19 de janeiro, 2015 - 18h14
O Governo do Estado manifesta profundo pesar pelo falecimento de Humberto Barbosa Mendes, cantador do Boi de Maracanã, ocorrido na tarde desta segunda-feira (19).
Humberto de Maracanã, como era conhecido, deixa um grande legado para a cultura maranhense. Cantador desde os 34 anos, marcou época, interpretando vários clássicos do folclore maranhense como a toada “Maranhão meu tesouro, meu torrão” e foi reconhecido pelo Ministério da Cultura como Mestre em Cultura Popular.
O governador Flávio Dino, bem como o conjunto de servidores do Estado solidarizam-se com a família, amigos e toda a população maranhense neste momento de dor.

Prefeitura de São Luís manifesta pesar pelo falecimento de Humberto de Maracanã


Governador Flávio Dino sobre morte de Humberto de Maracanã


Obituário - Humberto de Maracanã * 2 de novembro de 1939 ****** 19 de janeiro de 2015

Caricatura de Tony Alves



No Painel da Folha de S. Paulo


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Sob pressão, Governo do Estado reabre Fundação hoje
Região
Jornal do Commercio: Agora a disputa é pela universidade
Meio-Norte: Com 1 milhão de passageiros, aeroporto não atende demanda
O Liberal: Defasagem na tabela do IR vai a 75,3% neste ano
O Povo: Vagas na universidade - O que você precisa saber para se inscrever
Nacional 
Correio: Alcoolismo alimenta a máfia dos atestados
Estadão: Petrobras culpa delator por custo de Abreu e Lima
Folha: Ajuste fiscal gera impasse com setor de ensino privado
O Globo: TCU impede Caixa de usar empresa paralela
Zero Hora: R$ 121 milhões gastos em pista que não será ampliada

domingo, 18 de janeiro de 2015

Governo do estado emite nota sobre estado de saúde de Humberto do Maracanã

18 de janeiro, 2015 - 18h29
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que o último boletim médico do paciente Humberto Barbosa Mendes, mestre do Boi de Maracanã desde 1972, saiu às 17h deste domingo (18). O paciente deu entrada no Hospital Carlos Macieira, vítima de infecção generalizada, e, por esta razão, foi submetido a uma cirurgia para amputação do membro inferior esquerdo. No momento, Humberto Barbosa Mendes encontra-se na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), sob sedação, e mantido em ventilação mecânica. O estado de saúde é grave, mas houve melhora no quadro de infecção após o procedimento realizado no membro inferior esquerdo.

Folha de S.Paulo - Fundação José Sarney


Amilcar de Castro e a magia - FERREIRA GULLAR

Amilcar apostava mais no acaso gestual do que na forma elaborada, como a escrita dos surrealistas

    A exposição de Amilcar de Castro no MAM do Rio é um acontecimento cultural que merece destaque, pois se trata de um dos mais significativos nomes da arte brasileira construtiva. Amilcar, que estudou em Belo Horizonte com Franz Weissmann, no início da década de 1950, adotou, no começo, a opção concretista, cujo representante internacional era Max Bill. Esse escultor suíço foi de fato o inspirador da nova tendência adotada por Amilcar, uma vez que ele, a partir dela, inventou sua própria linguagem, reconhecida como uma contribuição original àquela tendência estética.
    Isso se deve à interpretação que Amilcar de Castro imprimiu à nova linguagem escultórica, marcada pela eliminação da massa que caracterizava a escultura desde sua origem. Mesmo depois de abandonar a linguagem figurativa, a escultura manteve a massa como sua matéria essencial, conforme os exemplos de Constantin Brancusi e Hans Arp.
    A exceção é Alexander Calder, com seus móbiles, que têm origem na pintura de Mondrian.
    Max Bill, autor da "Unidade Tripartida", que ganhou o grande prêmio da 1ª Bienal de São Paulo, em 1951, buscou na matemática o elemento inspirador de suas esculturas que estão, por isso mesmo, distantes de qualquer alusão ao mundo real figurativo.
    Não foi esse o caminho seguido por Amilcar. Ao contrário de Bill, ele parte da realidade material da placa metálica e de sua bidimensionalidade. Mas a escultura implica volume, portanto, tridimensionalidade. Para criá-la, sem retornar à massa, ao volume, corta a placa bidimensional e a dobra criando assim um volume virtual, que é apenas espaço. Esse procedimento o situa no polo oposto ao de Bill, pois está voltado para a materialidade da placa e, se lhe altera a bidimensionalidade, é por cortá-la e dobrá-la, num ato direto, material.
    Essa relação de Amilcar de Castro com a placa metálica é, ao mesmo tempo, estética e ética, da qual está ausente qualquer fantasia, qualquer truque supostamente artístico. E é admirável que ele se tenha mantido neste rigor e nesta exigência durante toda a sua vida de escultor. Algumas outras experiências formais que realizou no campo da escultura, se fogem a essa problemática, não escapam ao mesmo rigor e economia expressiva que caracterizam sua criação.
    Na referida exposição do MAM carioca, além das esculturas, há uma série de desenhos de grande formato, que Amilcar, a partir de certo momento de sua carreira, passou a realizar.
    Lembro-me perfeitamente, já nos anos 1970, dele executando esses desenhos, não no tamanho gigante destes agora expostos, que realizaria mais tarde.
    Embora esses desenhos não sejam considerados obras do mesmo nível que as suas esculturas, gostaria de me deter neles, para tentar compreender o que significam no conjunto da experiência expressiva do escultor. Levando-se em conta a coerência que sempre caracterizou a atitude de Amilcar em face da criação estética, seria difícil admitir que esses desenhos nada tenham a ver com suas demais obras.
    Para realizá-los, Amilcar usava uma trincha larga, com que traçava, num gesto decisivo, uma linha vertical ou horizontal. Em seguida, substituía a folha de papel --sempre em posição horizontal e ele de pé-- e repetia sobre ela, com o mesmo ímpeto, traços imprevisíveis. Isso se repetia duas, três, quatro ou mais vezes, como se estivesse em transe. Depois, escolhia os desenhos que lhe pareciam melhores.
    Como não podia prever o que resultaria de tais gestos impulsivos, apostava mais no acaso gestual do que na forma elaborada. Isso me lembra da escrita automática dos surrealistas, que escreviam qualquer palavra no papel e, a partir dela, inventavam o poema, para, assim, fugirem ao controle da razão.
    Descubro agora que Amilcar usava aquele mesmo procedimento para realizar as esculturas: o corte na placa equivalia ao gesto sobre o papel, pois o que daí resultava era igualmente imprevisível. Se tais observações são corretas, temos de admitir que a racionalidade de suas esculturas é apenas aparente. Ele aspirava à magia.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Imóveis à espera de comprador
Região
Jornal do Commercio: A noite é a praia deles
O Povo: Empregos - Sinais que você será promovido ou demitido
Nacional
Correio: Fuzilamento de brasileiro abre crise diplomática
Estadão: Empresas da Lava Jato já demitiram ao menos 12 mil
Folha: Temperatura mundial de 2014 foi recorde histórico
O Globo: Indonésia executa brasileiro, e governo estuda retaliação
Zero Hora: Livre mercado atrás das grades

sábado, 17 de janeiro de 2015

Sobre Baratos Afins e Sucuri - Vide bula

    




  
Loja Baratos Afins
    O fundador do comercial, editora e produtora de discos Baratos Afins, Luiz Calanca, tem consciência do sepultamento da crítica musical mais abalizada no Brasil. Calanca não enxerga lampejo de luz no fim do túnel, diante da falta de compromisso da mídia com a exegese ou algo que se proponha a ser isso ou aquilo. O proprietário da loja de discos, elogiado a viva voz pelo papel que desempenha há 30 anos como divulgador da produção musical brasileiro e do mundo, está à beira da desolação.
Corredor da Galeria do Rock, avenida São João (S. Paulo)

    Neste sábado, 17, Calanca estava no balcão da loja , na Galeria do Rock, trocando ideias com um jovem líder de uma banda (que depois soube se chamar Heitor Caldas e a banda Baby Lixo, de Salvador,BA), que buscava espaço no espaço da avenida São João, centro velho de São Paulo, para divulgar o trabalho.
    Baratos Afins é uma loja de discos raros e fora de catálogos – atualmente quase todos estão – nacionais e internacionais. Os preços de capa, porém, azedam qualquer gosto musical, os refinados ou sem depuramento algum. A galeria é frequentado por roqueiros, amantes musicais, descolados, lunáticos e afins.
    Calanca acha que falta substância à crítica que se realiza nas redes sociais, assim como nas divulgadas pelos jornais, revistas, e outras formas impressas, diante das tiragens em queda livre e a pouco influência que exercem nos gostos gerais. Às dos meios virtuais, credita um descrédito congênito e intransponível.
    Em determinado ponto, o timoneiro da Baratos Afins nivela espíritos provincianos e ao ambiente das megalópoles como São Paulo. Acredita que ali como lá acolá, criticar termina por despertar animosidades antes inconfessáveis entre artistas, produtores e jornalistas que se habilitam – com o devido ou sem conhecimento algum, de história ou teoria – a comentar o trabalho musical apresentado ao público.
    O elogio aos que vão aonde o povo toca ou se apresenta é rasgado por parte do dono de uma das lojas de discos mais famosa do país. Cita até nome – que omito por questões de notoriedade – de quem se embrenha pelo universo paralelo ao mainstream. “Fulano vai nos buracos mais distantes conferir novos sons”, delata Calanca.
    Ninguém tem dúvidas de que com a mudança no consumo de música, houve modificação do papel antes exercido pelos críticos. Nomes como Zuza Homem de Melo, José Ramos Tinhorão são peças dinossáuricas, ainda mais anônimos que antes do grande público consumidor de música.
    No final da conversa, Calanca orienta o músico a deixar em local estratégico do estabelecimento seu pretenso material de divulgação.
    Espantosamente, o tal dito material – em nada semelhante às ferramentas contemporâneas das quais lançam mão produtores, artistas e alhures - se resumia a um pequeno papel com formato aparente de bula dobrada com uma saudação: Olá, formiguinha... que se desdobra na expressão em latim Infitus est numerus stultorum...
    No verso da dobra lê-se uma indagação: - Por acaso já sentiu seu corpo estilhaçar. E a, consequente, resposta aliviada: Não. Oh...que bom...durma bem.
    O conteúdo do release do EP bon apetit, sucuri, EP do Baby Lixo conduz o leitor a um sítio onde é possível manter contato com o universo sonoro da banda.
    Penso então: Eis aí a nova Esfinge musical, desafiadora da crítica rasa ou escafandrista.
Confira abaixo material de divulgação da baby lixo:

 
Ouça "Bon apetit, sucuri" aqui

Tirinha do dia - Angeli


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Maranhão é segundo lugar no Nordeste
Região
Jornal do Commercio: Telhado verde para aliviar temperatura
O Povo: Governo prepara plano de emergência contra a seca
Nacional
Correio: Servidores pressionam contra salário parcelado
Estadão: 2014 foi o ano mais quente já registrado, diz agência dos EUA
Folha: Temperatura mundial de 2014 foi recorde histórico
O Globo: Indonésia nega a Dilma clemência a brasileiro
Zero Hora: Sartori aprova reajuste para salários mais altos

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Após críticas, nova tabela salarial deve ser revista
Região
Jornal do Commercio: Sobe juro da casa própria
O Povo: Quadrilha presa com R$ 500 mil em armas e dinamite
Nacional
Correio: Médicos rejeitam acordo e vão à greve
Estadão: Aeronáutica aponta falha do piloto no acidente de Campos
Folha: Governo prepara socorro a parceira da Petrobras
O Globo: Empreiteira só terá acordo se confessar novos crimes
Zero Hora: Estudo aponta rombo de R$ 7,1 bi no estado

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O Estadão - Governador do Maranhão quer privatizar Museu Sarney


Charge do dia - Daniel (Diário de S. Paulo)


Obituário- Morre Nenê Bragança, o "papa festivais"



    O cantor e compositor Neném Bragança morreu durante a madrugada desta quinta-feira (15). Ele estava em tratamento contra um câncer a pelo menos um ano. Na tarde de quarta-feira, 14, Nenê Bragança deu entrada no unidade de saúde do município, sendo em seguida transferido para a UTI de um hospital particular da cidade.
    A descoberta da doença aconteceu por acaso durante tratamento dentário, antes da gravação do Projeto Som do Mará. Uma biópsia confirmou o câncer na região do palato.
    Neném Bragança  ficou conhecido do público do Maranhão pelas inúmeras participações em festivas e pela música "Ave de Arribação", lançada na década de 90. Ele foi um dos autores do Testamento do Judas, publicação anual do Laborarte.
    Nascido em Bragança, estado do Pará, o artista se transferiu para Imperatriz, no Maranhão, ainda na década de 1980.
Assista Nenê Bragança cantando "Ave de Arribação":

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Táxis já estão 16% mais caros em SL
O Imparcial: Operação caça-fantasma na Câmara de São Luís
Região
Meio-Norte: Capital terá aeroporto com parceria privada
Jornal do Commercio: O Petrolão não parou
O Povo: Um policial é assassinado a cada mês
Nacional
Correio: Corrupção na Petrobras não acabou, diz MP
Estadão: Corrupção na Petrobras 'não foi estancada', diz MP
Folha: Sabesp admite que pode adotar rodízio de água
O Globo: MP diz haver indício de que corrupção não foi estancada
Zero Hora: Ex-diretor da Petrobras preso por ocultar bens

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Mais de 550 mil tiram zero na redação do Enem
Região
Meio-Norte: Governadores entram com ação pelo pré-sal
Jornal do Commercio: Abastecimento à beira do colapso
O Povo: Redação do Enem Mais de meio milhão zeram. Só 250 tiram a nota máxima
Nacional
Correio: Redação nota zero tira 529 mil do Enem 
Estadão: Levy admite elevar impostos, mas nega 'saco de maldades'
Folha: Comando militar dos EUA é alvo de ataque virtual
O Globo: Empresas paralelas foram usadas para pagar propina
Zero Hora: Luz pode ficar até 55% mais cara no RS em 2015

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

São Luís exporta operários para Usina Belo Monte

   

Quatro ônibus pertencentes a empresas de turismo com registro na ANTT partiram nesta segunda-feira, 12, de São Luís (MA) com destino a Altamira, município situado no sudoeste do estado do Pará. Os ônibus com placas do Pará por volta do meio-dia estavam com lotação completa. Eles levaram como passageiros operários maranhenses que buscam vagas de emprego na Usina de Belo Monte. Pela lotação prevista e autorizada pela agência, o êxodo de operários maranhenses desta segunda somou perto de 300 homens.
    Desde as primeiras horas da manhã os operários formavam filas sinuosas próximo à agência do Sine, Sistema Nacional de Emprego, na rua da Paz.O órgão é vinculado à Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária. Com malas e sacolas, os trabalhadores se espalharam pelo Largo de São João. Alguns se despediam das famílias na escadaria da Igreja de São João.
    O primeiro ônibus estacionou no lado esquerdo da rua um pouco à frente da Casas Bahia do centro de São Luis, por volta das 10 horas. Segundo informação de um motorista de um dos ônibus aparentando dez anos de fabricação, a viagem até Altamira dura cerca de dois dias. 

    De acordo com um dos operários, as contratações são feitas com anotações na carteira. O salário prometido para o ajudante de pedreiro, por exemplo, é de pouco mais de R$ 900,00,  disse um trabalhador com pouco mais de 20 anos.
    A maior parte dos trabalhadores maranhenses que deixam o estado em busca de empregos em outros estados, no entanto, parte do interior do estado. Deduz-se que caravanas estão se deslocando do Maranhão para o sudoeste do Pará.
    No site oficial do Sine a cidade de Altamira aparece com oferta de apenas 61 vagas, distribuídas para motorista de caminhão, mecânico de manutenção, operador de escavadeira, mecânico, auxiliar e ajudante de serviços gerais. A Norte Energia, consórcio responsável pela Usina de Belo Monte, não aparece entre as contratantes. Para São Luís o número de vagas chega a quase cinco vezes mais. São 298 vagas disponíveis para 
   Belo Monte é um das incógnitas do governo da presidente Dilma Rousseff para 2015, segundo noticiou nesta segunda-feira o jornal espanhol El País. A maior obra de infraestrutura do país tem previsão de entrar em operação a partir de fevereiro deste ano. A Norte energia pediu adiamento do prazo ainda no ano passado, mas encontrou resist}encia junto à Aneel. No final, a usina deve custas R$ 28,8 bilhões.