segunda-feira, 15 de maio de 2017

Weverton Rocha é voz dissonante na bancada ruralista

    Dos cinco parlamentares da bancada maranhense que integram a Frente Parlamentar Ruralista, apenas o deputado Weverton Rocha (PDT) votou contra a proposta de reforma trabalhista aprovada pela Câmara. Hildo Rocha (PMDB), Juscelino Filho (DEM), Andé Fufuca (DEM) e Cleber Verde (PRB) que  integram a frente que ganhou a denominação em 2008, mas surgida desde 1995 com objetivo de defender a propriedade, votaram sim. 
    O presidente da bancada ruralista, Nilson Leitão (PSDB-MT), lidera a discussão de um texto, em tramitação na Câmara, que modifica as leis que regem o trabalho no campo.  O Projeto de Lei 6442 prevê mudanças que inclui a possibilidade de jornada de 18 dias de trabalho sem folga, venda integral das férias, a liberação do trabalho aos domingos entre outras. 

Principais pontos do PROJETO DE LEI 6442:

- As leis do trabalho rural sairão do âmbito da CLT

- Permite remuneração de "qualquer espécie", incluindo moradia e alimentação como parte do salário
- Permite o trabalho aos domingos e feriados
- Permite a venda integral das férias ao trabalhador que mora no local de trabalho
- Permite a prorrogação da jornada de trabalho por até 12 horas diárias
- Institui a possibilidade de jornada de até 18 dias de trabalho seguidos
- Autoriza a "segunda chance" para o empregador caso seja detectado alguma irregularidade durante a fiscalização
- Exclui os ministérios da Saúde e do Trabalho da definição e fiscalização de regras sobre o uso de agrotóxicos
- Exclui o deslocamento até o trabalho da conta de horas trabalhadas
- Se uma cláusula de um contrato coletivo for anulada, o contrato inteiro também será. Supondo que um contrato coletivo tem 70 cláusulas e o juiz anula uma delas, todas serão anuladas automaticamente
- Reduz o adicional noturno em uma hora, passando a valer entre as 21h e 4h da manhã

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: Delações da Lava jato Podem levar Dilma Rousseff à prisão
O Estado: Acidentes causam 2 mortes na BR-135
REGIONAL
Jornal do Commércio: Ciberataques voltam a ameaçar computadores
O Povo: Feirantes fecham a rua e entram em confronto com a Guarda
NACIONAL
Correio: Violência mata um PM e fere 10 por mês no DF
Estadão: Procuradores preparam novo inquérito contra Lula
Folha: Números mostram baixa eficácia da policia paulista
O Globo: Estados vão privatizar empresas de gás natural
Zero Hora: Estreias promissoras

domingo, 14 de maio de 2017

Celso Ming - A caixa-preta do Sistema S

Reforma trabalhista deixou intacta a dinheirama que os sindicatos empresariais usam como bem entendem
    A reforma trabalhista deve acabar com a obrigatoriedade da contribuição sindical e com as sinecuras dos sindicatos oportunistas. Mas deixou intacta a dinheirama do Sistema S, que os sindicatos empresariais usam como bem entendem.
    Trata-se do conjunto de serviços administrados pelos organismos oficiais dos empresários cujas iniciais começam com S: Sesi, Senai, Sesc, Senar, Senac, Sest, Senat, Sebrae, Sescoop. É um bolão de recursos 4,5 vezes maior do que o do imposto sindical. Em 2016, os sindicatos patronais e dos trabalhadores receberam R$ 3,6 bilhões, enquanto só o Sistema S ficou com R$ 16 bilhões – excluindo-se a contribuição colhida paralelamente pelo Sesi e o Senai.
    O Sistema S nasceu há 75 anos, como parte das instituições getulistas destinadas a incentivar a industrialização. Seus recursos provêm da cobrança de contribuições das empresas, de 0,2% a 2,5% das folhas de pagamentos, e têm por objetivo financiar iniciativas que garantam qualificação profissional, educação, cultura, serviços de saúde e lazer para os trabalhadores.
    Hoje, seu funcionamento se caracteriza pela produção de alguns serviços de excelência que, no entanto, escondem o principal. Em 2015, ano do balanço mais recente, o Senai, matriculou 3,4 milhões de pessoas em cursos profissionalizantes e de tecnologia. O Sesc ofereceu milhares de espetáculos de teatro e de shows artísticos. Mas é um resultado obtido em ambiente marcado pela falta de transparência, como concluíram investigações do Tribunal de Contas da União, o TCU. O edifício da Fiesp na Avenida Paulista, um dos pontos mais valorizados de São Paulo, foi construído inteiramente com recursos do Sesi e do Senai.
    Certas sugestões de que os sindicatos partilhassem a administração desses recursos foram sumariamente rejeitadas. Prevaleceu um acordo tácito: os sindicatos continuariam a usar como quisessem os recursos do imposto sindical e os empresários fariam o mesmo com os do Sistema S. Com o fim da obrigatoriedade do imposto sindical, esse acordo deve ficar capenga.
    Uma busca rápida no site do TCU mostra que tramitam pelo menos 29 processos sobre falta de informações ou de prováveis desvios de recursos. Na semana passada, o Senado enviou mais dois requerimentos de investigação ao TCU e ao Ministério da Transparência. O senador Ataídes Oliveira (PSDB-RO), autor dos requerimentos, sustenta ponto de vista que levanta preocupação: “O Sistema S é um caso de desvio de recursos públicos maior do que o da Petrobrás”.
    Ataídes observa que Sesi, Sesc, Senai e outros “S” mantêm dezenas de milhões de reais em aplicações financeiras e investimentos imobiliários, notoriamente desvios de função, enquanto a aplicação do princípio de gratuidade, uma das obrigações do sistema, mal alcança 15% dos cursos ofertados. Exemplo disso é o Sebrae, encarregado de oferecer serviços aos pequenos e médios empresários. As investigações do TCU mostram que, nos últimos quatro anos, só 4,9% da receita bruta da instituição foram destinados a cursos gratuitos.
FALTA DE TRANSPARÊNCIA
    Um dos desafios é obrigar as entidades paraestatais a seguir o modelo de gestão da iniciativa privada, com normas de compliance e governança. O TCU verificou que 83% das entidades do setor não possuem auditoria interna e 78% não são dotadas de conselho fiscal. 
    Para o economista e presidente do Insper, Marcos Lisboa, a forma de seguir critérios de transparência é garantir a fiscalização dos balanços por auditores independentes. “A população paga um imposto a entidades privadas, que usam os recursos sem prestar contas a ninguém.”
    Além da reforma trabalhista, a reforma da Previdência pode provocar mudanças. Uma das propostas já em discussão prevê a destinação de 30% dos recursos do Sistema S para aposentadorias públicas e despesas com saúde e assistência social.
    Se isso acontecer. o Congresso terá a oportunidade de abrir a caixa-preta do Sistema S que há anos segue intocada. / COM RAQUEL BRANDÃO E MARIANA DURÃES, ESPECIAL PARA O ‘ESTADO

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: Estado ajuíza ação na Justiça contra ex-diretores da EMAP
O Estado: Batatã só com 18% da sua capacidade
REGIONAL
Jornal do Commércio: Mãe, que dá colo, luta e empreende
O Povo: Ação contra Sérgio Machado está parada no STF
NACIONAL
Correio: Aristides Junqueira - '"Estes vídeos são uma pornografia moral"
Estadão: Temer condiciona sucesso de sua gestão à redução de desemprego
Folha:  Investigados duvidam de punição e já miram 2018
O Globo: Lula foi alertado de suspeitas na Petrobras
Zero Hora: Delação de casal de marqueteiros atinge Dilma 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: Justiça mantém decisão que suspendeu bloqueio de mais de meio milhão do Estado
O Estado:  Socorrão I ainda tem doentes no corredor
REGIONAL
Jornal do Commércio: Ex-marqueteiro diz que Lula comandava caixa 2
O Povo: Após aumento de homicídios, Polícia faz série de operações
NACIONAL
Correio: Lula era o chefe e dava palavra final, diz Santana
Estadão: Lula tinha palavra final de chefe, diz João Santana
Folha:  Lula dava aval para caixa 2, afirma marqueteiro
O Globo: Lula dava "palavra final" sobre caixa 2, diz João Santana
Zero Hora: "Decisão final sobre caixa 2 era de Lula", dizem marqueteiros

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Flávio Dino assina carta dos governadores que exige liberação de créditos

Governadores do nordeste signatários da Carta de Salvador
O governador do Maranhão, Flávio Dino, participou do VII Fórum de Governadores do Nordeste, realizado nesta quinta (11), em Salvador. O encontro que reuniu os chefes executivos dos nove estados do Nordeste. Um dos pontos discutidos diz respeito ao cumprimento da Carta dos Governadores, documento redigido junto ao Governo Federal, em 2016, que prevê, entre outros pontos, a liberação de créditos em investimentos em condições de gerar emprego e renda, em infraestrutura.
Os Estados deverão autorizar ainda suas procuradorias a ingressar com ações junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), para obter o cumprimento da Lei Federal complementar 94 que prevê o aumento do tempo para o período de carência das dívidas dos estados junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento. (BNDES). Os governadores acusam o governo federal de não cumprir a regra, gerando perda aos estados.
Com o bloqueio de empréstimos externos e internos pela União a situação do estados se agrava. Os governadores alegam que empréstimos é um direito constitucional e o seu travamento prejudicando o crescimento econômico dos estados. Eles querem criar de um fundo de previdência complementar do Nordeste, apontado como solução para o impasse.
Segundo proposta dos governadores, os estados poderão atender os municípios no Programa de Mobilidade Urbana com recursos do fundo.
Confira a Carta dos Governadores na íntegra:
VIII ENCONTRO DOS GOVERNADORES DO NORDESTE
CARTA DE SALVADOR
Reunidos em Salvador, Bahia, os Governadores do Nordeste, com a participação da senadora Lídice da Mata e do senador Roberto Muniz, somam esforços em prol de uma agenda de medidas capazes de dirimir os efeitos da crise econômica nos âmbitos nacional e regional, contemplando as seguintes deliberações:
1.Dívida com o BNDES

Cobrar o cumprimento da Lei Complementar 156/16, que estabeleceu a dilatação, com carência, do prazo para pagamento das dívidas refinanciadas pelos estados e Distrito Federal. Diante da recusa do BNDES e da União em cumprir o disposto na lei, os estados nordestinos deliberaram no sentido de tomar as medidas judiciais cabíveis, seguindo o mesmo caminho adotado nos casos da renegociação das dívidas com a União e das multas com a repatriação.

2. Operações de crédito
O governo federal tem negado aos estados nordestinos o direito constitucional de acessarem linhas de crédito para investimento em áreas fundamentais para o desenvolvimento da região. A maioria dos estados nordestinos dispõe de confortável perfil de endividamento, e, portanto, plena capacidade para contrair novas operações de crédito. Esta postura agride o pacto federativo e fere a autonomia dos estados.

3. PLP 54/15 (Convalidação de Benefícios)
É inadiável a convalidação dos benefícios e/ou incentivos fiscais e/ou financeiros concedidos respeitando-se os contratos celebrados, medida essencial ao restabelecimento da segurança jurídica e ao ambiente de negócios, que acontecerá com a aprovação do PLP 54/15, amplamente discutido e aprovado no Senado Federal e que encontra-se em tramitação com regime de urgência na Câmara dos Deputados. Consideramos um retrocesso qualquer medida que altere o conteúdo do texto aprovado no Senado.

4. Depósitos judiciais
Decidimos cobrar do governo federal, por intermédio do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, o cumprimento da Emenda Constitucional 94/16, que estabeleceu que os Estados podem utilizar 75% dos depósitos judiciais de que são parte, e até 10% dos depósitos judiciais de que não são parte para pagar precatórios. No caso dos depósitos de que não são parte, nenhum estado conseguiu retirar os 10% previstos na nova legislação.

5. Previdência complementar
Deliberamos por consolidar uma previdência complementar regional, a PrevNordeste, visando à adesão dos estados à fundação de previdência complementar já instituída na Bahia. A gestão compartilhada dará celeridade à adoção da medida por todos os estados da região, ampliará a base de pessoas assistidas e reduzirá assim o custo com taxas administrativas, tornando o fundo mais seguro e atrativo para os servidores.

6. Segurança Pública
Os governadores deliberam, por fim, pela publicação de uma nota pública que segue em anexo a essa carta, manifestando a urgente e necessária participação do governo federal no enfrentamento da questão da segurança pública.
Salvador, 11 de maio de 2017
Governadores do Nordeste



Memória do reggae - Festa para o rei Marley na Liberdade (1988)


O Globo faz (de) contas


MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal PEqueno: Lula nega ser dono de triplex e diz que está vivo e ser preparando para voltar
O Estado:  Reforma de feiras da capital se arrasta na Justiça
REGIONAL
Jornal do Commércio: Lula confirma interesse no triplex a Marisa
O Povo: O que muda na Lava Jato depois do depoimento de Lula
NACIONAL
Correio: Como no Mensalão, Lula diz que não sabia de nada
Estadão: Interesse por triplex era de Marisa, diz Lula a Moro
Folha: Lula nega posse de triplex e atribui decisões a Marisa
O Globo: Lula atribui a Marisa decisões sobre triplex e confirma reunião com Duque
Zero Hora: Da audiência ao palanque, Lula nega posse de triplex e reitera candidatura

Nas páginas do jornal - O Globo: Negros estão 10 anos atrás de brancos

Apesar de avanço maior do grupo, diferença persiste, afirma ONU

Mesmo crescendo em um ritmo maior, o nível da qualidade de vida da população negra no Brasil está uma década atrasado em relação ao dos brancos. É o que mostra o mais recente estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) — órgão da ONU — em parceria com a Fundação João Pinheiro e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o documento “Desenvolvimento humano para além das médias”, divulgado ontem, entre 2000 e 2010 o Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) da população negra cresceu, em média, 2,5% ao ano, acumulando alta de 28% no período, frente ao 1,4% anual dos brancos, ou 15% em dez anos. Mas, apesar do ritmo mais acelerado, só em 2010 o IDHM dos negros alcançou a pontuação (0,679) que já havia sido atingida pelos brancos uma década antes (0,675).
PABLO JACOB/2-8-2016Taxa. Morro da Mangueira, no Rio: no estado, índice de qualidade de vida de brancos é 13,4% maior que o de negros
EDUCAÇÃO: MAIOR CONTRIBUIÇÃO
Em 2010, o desenvolvimento humano dos brancos já estava em 0,777. Era 14,42% maior que o dos negros, ainda que essa diferença tenha diminuído em relação a 2000, quando o IDHM dos brancos era 27,1% superior. O indicador varia de zero a um — quanto mais próximo de um, melhor o índice — e mede a qualidade de vida para além da renda, ao levar em conta critérios de saúde e educação.
Todas as três dimensões que compõem o índice avançaram nessa década. No caso da população negra, a maior contribuição para o crescimento do IDHM veio da educação, com uma alta média anual de 4,9%. A educação também foi a dimensão que mais avançou no IDHM da população branca, mas com taxa anual média de crescimento inferior, de 2,7%.
Com relação à renda, o estudo mostra um abismo entre os dois grupos. Em 2010, a renda domiciliar per capita média da população branca era mais que o dobro daquela da população negra: R$ 1.097, ante R$ 508,90.
Quanto à escolaridade da população adulta, 62% dos brancos com mais de 18 anos tinham o fundamental completo, ante 47% dos negros. A diferença na esperança de vida ao nascer entre brancos e negros era de dois anos, ficando, respectivamente, em 75,3 anos e 73,2 anos.
A ONU classifica o IDHM numa escala que vai de muito baixo (zero a 0,499) a muito alto (a partir de 0,800). Em 2010, brancos e negros estavam em um mesmo patamar de desenvolvimento humano em apenas seis estados — em Roraima, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Espírito Santo era alto e, em Alagoas, baixo para ambos os grupos.
RJ: ENTRE OS MAIS DESIGUAIS
Em sete estados mais o Distrito Federal, os negros tinham desenvolvimento humano considerado alto. Nas 19 unidades da federação restantes, era médio. Para a população branca, dois estados mais o DF estavam na faixa de muito alto desenvolvimento humano, 23, em alto, e dois, na faixa de médio desenvolvimento humano.
As maiores diferenças percentuais entre o IDHM da população branca e negra, em 2010, foram observadas em Rio Grande do Sul (13,9%), Maranhão (13,9%) e Rio de Janeiro (13,4%).
Já as menores diferenças percentuais estavam no Amapá (8,2%), em Rondônia (8,5%) e em Sergipe (8,6%).
A maior redução na diferença entre o IDHM dos brancos e negros, de 2000 a 2010, foi observada em Santa Catarina (-0,047). Em contrapartida, Roraima apresentou aumento de 0,033 na diferença entre o IDHM dessas duas populações no período.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Roberto Rocha se embaralha com foro privilegiado e espeta Lobão em Comissão no Senado

   
 
Depois de ter deixado a relatoria da PEC 10/2013 que trata do foro privilegiado, o senador Roberto Rocha (PSB-MA) admitiu, nesta quarta-feira (10), em reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que poderá retirar recurso apresentado em Plenário à proposta de emenda à Constituição que nega o privilégio a autoridades processadas por crimes comuns.
Rocha negou qualquer intenção de procrastinar a votação da PEC e prometeu conversar com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB).  "Se este considerar possível colocar a PEC em votação com a retirada do recurso", disse Roberto Rocha,  não teria dificuldade em rever sua posição.
A PEC 10/2013, do senador Alvaro Dias (PV-PR), extingue o foro privilegiado para crimes comuns e já foi aprovada em primeiro turno. Além disso, teve duas sessões de discussão em Plenário. O relator, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou substitutivo em que acolheu parte da PEC 18/2014 e mantém o foro apenas para os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.
Roberto Rocha havia sido indicado relator da PEC 10/2013 na CCJ, chegando a elaborar um substitutivo. Alegou problemas de saúde e foi substituído pelo senador Randolfe,  que não aproveitou “absolutamente nada” do trabalho que o senador maranhense disse ter levado meses em torno da PEC.
Rocha resolveu então transformar seu próprio substitutivo à PEC 10/2013 em uma emenda apresentada em Plenário. Na sua emenda, o senador prevê a criação de uma vara especial para julgar as autoridades públicas, com juízes nomeados pelo Supremo.
O presidente da CCJ, senador Edison Lobão (PMDB-MA), disse nesta quarta-feira, 10, que não havia quórum para tratar do recurso. Lobão pontuou que a intenção do recurso de Rocha era inserir a possibilidade de criação de câmaras especiais no Judiciário para examinar processos relativos a detentores de foro privilegiado. E assinalou que, atualmente, 54 mil agentes públicos têm essa prerrogativa.
"Eu não tenho nenhuma dificuldade em retirar [o recurso]. Até porque não quero criar biombo para proteger a mim ou a quem quer que seja. Ao contrário, eu não tenho nenhum problema, por exemplo, com a [operação] Lava Jato", espetou Rocha.

Com informações da Agência Senado

    O ex-presidente José Sarney é figura frequente nas cerimônias de posse nos tribunas superiores em Brasília. Esteve na noite da terça-feira (9) na posse de Tarcisio Vieira de Carvalho, agora ministro titular do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No mesmo TSE, Sarney prestigiou a solenidade que empossou Admar Gonzaga como titular da Corte na última semana de abril. E estava, também, entre os convidados de Alexandre de Moraes quando o advogado tomou assento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Dutra reivindica retomada de obras de escolas em Paço do Lumiar

   
Dutra e o ministro Mendonça Filho, da Educação
    O prefeito de Paço do Lumiar, Domingo Dutra (PCdoB), esteve em audiência com o ministro da Educação, Mendonça Filho, em Brasília, para pedir a retomada de obras de escolas, quadra poliesportivas e creches que se encontram paralisadas no município da região metropolitana de São Luís.
    Mendonça Filho pediu ao prefeito que faça uma relação da prioridaes para que os recursos sejam repassados. Dutra adiantou que das seis escolas que estão inconclusas no município, três devem estar na lista de urgência para que não continuem causando prejuízos è educação em Paço do Lumiar. As obras são financiadas com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, FNDE.

Flávio Dino diz que Justiça persegue Lula

Maranhão 247 - Uma das principais lideranças em nível nacional contrárias ao golpe contra Dilma Rousseff e à política econômica de Michel Temer, o governador do Maranhão, Flávio Dino, voltou a criticar as reformas do governo peemedebista, que, segundo ele, propõe reformas regressivas que "empurram o País para cada vez mais divisão e polarização. "Perdemos o projeto de Nação", disse Flávio Dino pelo Twitter.
    De acordo com o governador pelo PCdoB, "a destruição da Nação se revela no crescimento dos ódios, das acusações generalizadas, da indiferença com o sofrimento dos mais pobres". "Esse 'Cavalo de Tróia' antinacional foi implantado no Brasil para perdermos soberania e direitos. É o que está acontecendo. É parte dessa estratégia antinacional 'satanizar' um líder político (Lula), como já foi feito antes com Vargas, Juscelino e João Goulart", continuou. 
    Segundo Flávio Dino, enquanto a Justiça persegue o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Michel Temer coloca em prática reformas regressivas, "milhões de pobres são condenados a perder direitos básicos em um Estado Social consagrado pela Constituição 1988". "É isso que chamo de 'Cavalo de Tróia': as 'distrações' da civilização do espetáculo, enquanto o jogo real se materializa em outro lugar", disse.

Delação de Pacovan é aguardada por políticos

   
    Além de prefeitos e ex-prefeitos a Operação Jenga, que demonstrou o esquema de uma quadrilha comandada pelo empresário Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan, o secretário de estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, disse durante entrevista que havia envolvimento de deputados estaduais.  O esquema movimentou mais de R$ 200 milhões.
    Segundo Portela, o esquema de Pacovan envolvia postos de combustíveis, casas de jogos e outras formas de lavagem de dinheiro. A participação de parlamentares seria através de emendas parlamentares.
    Pacovan foi preso na semana passada e até agora a Secretaria de Estado de Segurança não revelou os nomes dos políticos envolvidos com o agiota e estelionatário. Na Assembleia Legislativa, a delação premiada de Pacovan é aguardada com mais apreensão que a de Palocci. 


Karla Ribeiro assume diretoria da Comefc prestigiada pelo governador do Estado

   
    A prefeita de Vila Nova dos Martírios, Karla Batista, é a nova presidente do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás, Comefc, que reúne treze prefeituras maranhenses de municípios por onde passa a ferrovia da mineradora Vale. Somente cinco dos prefeitos que fazem parte da nova diretoria compareceram á cerimônia de posse da solenidade de posse dos novos membros do Consórcio que contou com a presença do governador Flávio Dino (PCdoB).
    Karla Ribeira é a segunda mulher que dirige o Comefc. A ex-presidente Cristiane Damião, ex-prefeita de Bom Jesus das Selva, abandou a prefeitura de Bom jesus das Selvas após perder as eleições no ano passado para Fernando Coelho, hoje 1º secretário do consórcio. Além de Karla, duas outras prefeitas estão na nova diretoria.


Nova Diretoria da Comefc:
Presidente: Karla Batista - prefeita Vila Nova dos Martírios
1º Vice-presidente: Adão Carneiro - prefeito São Francisco do Brejão
2º Vice-presidente: Vildimar Alves - prefeito Tufilândia
1º Secretário: Fernando Coelho - prefeito Bom Jesus Das Selvas
2º Secretário: Klautenis Deline  - prefeita Monção
1º Tesoureiro: Henrique Caldeira - prefeito Pindaré Mirim
2º Tesoureiro: José Gomes Rodrigues - Prefeito de Buriticupu
CONSELHO FISCAL TITULAR
1º Conselheiro: Francisco Alves - prefeito de Bom Jardim
2º Conselheiro: Lúcio Flávio - prefeito Itinga do Maranhão
3º Conselheiro: Sydnei Costa - prefeito Anajatuba
CONSELHO FISCAL SUPLENTE
1º Conselheiro:  José Almeida - prefeito de Igarapé do Meio
2º Conselheiro: Dídima Maria - prefeita de Vitória do Mearim
3º Conselheiro: Carlos Eduardo - prefeito de Miranda do Norte





 Bom Jesus das Selvas - Cristiane Campos Damião Daher 

Na Coluna do Ancelmo Gois


No PAINEL da Folha de S. Paulo

Vale tudo Em meio às concessões para aprovar a reforma da Previdência, o ex-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), emplacou um aliado no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O ato surpreendeu. Maranhão anulou o impeachment de Dilma Rousseff após Temer assumir.

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado:  Empresa volta a culpar prefeitura por pane na bilhetagem
REGIONA
Jornal do Commércio: Moro e Lula no cara a a cara
O Povo: 21 mortes em investigação por suspeita de chikungunya
NACIONAL
Correio: Juiz fecha Instituto Lula. Hoje, Moro ouve petista
Estadão: Juiz mantém depoimento de Lula a Moro hoje
Folha: Lula sofre reveses antes de depor a Sérgio Moro
O Globo: Previdência avança e vai á fase decisiva na Câmara
Zero Hora:   Com prédio da Justiça cercado, Lula depõe como réu a Moro  na Lava-Jato

terça-feira, 9 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Uber "liberado" até o 2º semestre
REGIONA
Jornal do Commércio: Corrupção e crise tiraram R$ 140 bi das cidades
O Povo: Vias terão velocidade reduzida para tentar diminuir acidentes
NACIONAL
Correio: Venda direta beneficia 30 mil em condomínios
Estadão: Janot pede que STF afaste Gilmar Mendes do caso Eike
Folha: Operação Lava Jato busca apoio com 'reféns', diz Gilmar
O Globo: Governo corre para votar previdência ainda em maio
Zero Hora: Piratini deve propor plebiscito em novembro para vender estatais

segunda-feira, 8 de maio de 2017

No PAINEL da Folha de S. Paulo

Na corda bamba Pessoas próximas ao presidente Michel Temer admitem que a situação do ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB), se agravou nos últimos dias e que há desconforto com seu desempenho no governo.
Queda livre Serraglio começou a ser alvejado pela base do governo após aparecer em grampo da Operação Carne Fraca. Mais recentemente, foi criticado pela atuação diante de questões indígenas, especialmente após confronto em área do Maranhão.

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Polícia queima 200 mil pés de maconha
REGIONA
Jornal do Commércio: Começa inscrição do Enem
O Povo: O reencontro do sertanejo com a chuva e o afeto
NACIONAL
Correio: Investigações reforçam suspeita de pega na L4
Estadão: Macron vence por ampla margem e barra avanço da onda populista
Folha: Macron vence eleição na França
O Globo: Estado do Rio deve receber R$ 30 bi em investimentos
Zero Hora: Inédito. Sofrido. Merecido

domingo, 7 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: MP ajuiza ação contra Roseana por recebimento de propina de empreiteira
O Estado: Maranhão é líder em conflitos agrários
REGIONA
Jornal do Commércio: Amores adotados
O Povo: Quem vai pagar a conta do prejuízo?
NACIONAL
Correio: Estatais devem cortar 20 mil vagas com PDV
Estadão: 'Não se muda Previdência sem controvérsias', diz Meirelles
Folha: Depoimentos da Odebrecht contém contradições e erros
O Globo: Brasil tem 54,7 milhões na folha do Estado
Zero Hora: Novo ciclo de mineração causa expectativa e polêmica no RS

sábado, 6 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Maranhão é líder em conflitos agrários
REGIONAignor 
Jornal do Commércio: Projeto para diminuir os benefícios dos vereadores
O Povo: Por que Chikungunya virou epidemia
NACIONAL
Correio: Duque: Lula comandava o esquema de corrupção
Estadão: Lula comandava o esquema de corrupção na Petrobras, diz ex-diretor da estatal
Folha: Lula conhecia e comandava o esquema, afirma Duque
O Globo: Lula tinha pleno conhecimento e comandava esquema, diz Duque
Zero Hora: Novo ciclo de mineração causa expectativa e polêmica no RS

sexta-feira, 5 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado:  Consumo deve somar mais de R$ 75 bi no MA
REGIONAignor 
Jornal do Commércio: Um país de maioria endividada
O Povo: PM teve mais de 23 mil licenças para tratamento psicológico
NACIONAL
Correio: Protesto repudia vinda de Dirceu para Brasília
Estadão: Prisões preventivas da Lava Jato dividem ministros do STF
Folha: Dória fecha salas de lazer por salas de pré-escola
O Globo: Lava-jato defende prisões contra corrupção sistêmica
Zero Hora: Fachin tenta reverter tendência de liberar presos da Lava-Jato

quinta-feira, 4 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Uber ignora proibição é segue operando na ilha
REGIONAignor 
Jornal do Commércio: Em busca do tetra
O Povo: Reforma passa em comissão: batalha agora será no plenário
NACIONAL
Correio: PEC da Previdência avança na Câmara
Estadão: Reforma da Previdência tem 1ª vitória na Câmara
Folha: Base de Temer faz nova Previdência avançar na Câmara
O Globo: Reforma da Previdência é aprovada em comissão
Zero Hora: Comissão da Câmara aprova texto principal da reforma da Previdência

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Maranhão nos jornais

Estadão

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Pane volta a causar transtornos a usuários
REGIONAL
Jornal do Commércio: José Dirceu é mais um solto pelo STF na Lava Jato
O Povo: Homicídios batem recorde e Camilo reforça policiamento
NACIONAL
Correio: "Agora sei que são monstro. Eraldo e Noé, olhem-se no espelho e vejam a monstruosidade que vive dentro de vocês"
Estadão: STF solta Dirceu na 4ª derrota da Lava Jato em uma semana
Folha: Supremo segue tendência e decide soltar José Dirceu
O Globo: Fora de controle
Zero Hora: Supremo mandar libertar José Dirceu condenado por Moro na Lava-Jato

terça-feira, 2 de maio de 2017

Maranhão nas manchetes







MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Governo sabia da tensão em Viana, diz Pastoral
REGIONAL
Jornal do Commércio: Temer promete mais empregos
O Povo: Protestos contra reformas de Temer marcam o 1º de maio
NACIONAL
Correio: Até quando?
Estadão: Exportação alavanca empregos em 13 de 25 setores da economia  
Folha: Brasileiros estão menos pessimistas com a economia
O Globo: Maduro convoca constituinte e oposição denuncia golpe
Zero Hora: No Ceará, o adeus a Belchior

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Epitáfios para Belchior









MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: Confronto com "índios" em fazenda invadida acaba em tiroteio e várias pessoas feridas
O Estado: Fotossensores têm licitação suspensa
REGIONAL
Jornal do Commércio: Dia do trabalho será marcado por protestos
O Povo: Belchior - A outra viagem do coração selvagem
NACIONAL
Correio: Temer enquadra base em semana decisiva
Estadão:  Maia descarta cassar deputados por crime anterior ao mandato
Folha:  71% no país são contra reforma da Previdência
O Globo: Obras feitas sob esquema de propina somam R$ 120 bilhões
Zero Hora: Levantamento aponta que Estado tem 1.200 imóveis para moradia

Belchior no Caderno 2