terça-feira, 20 de março de 2018

MANCHETES DO DIA

 -  Seminário mostra a força do empreendedorismo maranhense


Destino de "bebê da ponte" será definido na Justiça


Mãe que jogou bebê da ponte continua presa


Caso Lula mobiliza STF


 As mentiras ameaçam o processo eleitoral

Um bispo, cinco padres e um golpe de R$ 2 milhões

Sob pressão, STF debate prisão em segunda instância
 Temer quer liberar até 40% do ensino médio a distância

  Verba para intervenção não dá nem para quitar dívidas

segunda-feira, 19 de março de 2018

MANCHETES DO DIA

 -  Mãe é presa depois de jogar bebê da ponte São Francisco






Bebê sobrevive depois de ser jogado de ponte pela mãe


"Foi uma rajada de um segundo"

 A eterna súplica da vida pela água


Muitos livros, cursos e manobras para sair; a vida de Gim na prisão

Tecnologia faz renda crescer no campo e vaga informal cair
 "Deixo de lado os pesadelos do passado", diz Alckmin

  Governo vai liberar crédito extra para segurança

domingo, 18 de março de 2018

Crucificação social será retratada em Via Sacra da Rocinha, no Rio

André Martins, protagonista pela sétima vez, fará agora um Jesus mais próximo do morador
Uma comunidade gigante como a Rocinha é um prato cheio para reportagens de jornal. A maioria delas, no entanto, fala da violência e da precariedade ou toca nesses pontos, ainda que a premissa não seja abordá-los. Dos muitos temas que essa favela tem a propor, um dos que passam longe do tópico segurança é a Via Sacra da Rocinha, espetáculo que reconstitui os momentos finais de Jesus Cristo como homem. É o que diz o ator André Martins, que este ano interpreta o filho de Deus pela sétima vez.
A encenação é realizada há 26 anos. Para Martins, o mais importante é que o teatro sempre ajudou a reforçar a história de luta da Rocinha — construída na marra, num espaço onde os primeiros moradores não foram bem-vindos.
Em 2018, inclusive, a Roça Caçacultura — companhia de teatro por trás do espetáculo — queria homenagear a origem nordestina de uma grande parcela da comunidade, que a moldou à imagem de sua região natal. Mas mudou de ideia pelo momento atual da favela, tensionada pelas disputas recentes entre facções criminosas e por seus conflitos com a polícia. Insistir nas mazelas do dia a dia se tornou uma necessidade do grupo, que desta vez vai retratar a Paixão de Cristo como uma metáfora da “crucificação social”, na definição de Robson Melo, diretor artístico da peça pelo segundo ano.
— Essa crucificação está representada no abandono completo do morro por parte dos governos, que provoca não apenas a violência física, mas
outras formas de agressão, como as causadas pelos problemas de infraestrutura — diz.
O estigma que persegue os moradores inspirou uma nova postura do protagonista. O Jesus da via-crúcis local, que já foi negro e gay em outras edições, agora é representado como um homem ainda mais próximo da comunidade, alguém que se compadece da dor do outro não apenas por entendê-la, mas por compartilhar do sofrimento. Do alto de sua humanidade, o nazareno chega perto de quem assiste ao seu martírio e simbolicamente propõe uma união de forças para superar as adversidades.
— Já fui um Jesus mais guerreiro, militante. Também já fui um Jesus mais ponderado e místico. Não achava que conseguiria mais variações, mas Robson e eu começamos a lapidar esse outro lado de Cristo. As cenas eram feitas muito de cima para baixo, com o personagem no alto. Agora ele vai ter mais contato com o público — detalha André Martins. — Se a história de Jesus se passasse nos dias de hoje, ele seria de alguma periferia do mundo. Sentiria as necessidades do entorno.
Acostumados a percorrer um trajeto que beira três quilômetros de extensão, Martins e os demais atores da companhia desta vez não vão cumprir o itinerário que fazem pela Rocinha todos os anos, por causa do orçamento reduzido. Normalmente, a procissão tem início no Largo do Boiadeiro e vai até a Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem, mas agora ficará restrita ao ponto de partida. Haverá quatro palcos no largo, dois em cada ponta, ficando o meio livre para o público, e a encenação deve durar pouco menos de duas horas. A Via Sacra será no dia 30, a Sexta-Feira Santa, a partir das 20h.a

Frase do dia

"Talvez agora haja um fluxo na ABL"
Jorge Salomão, irmão de Waly, sobre a posse do poeta e compositor Antônio Cícero ("Fulgás" ) na Academia Brasileira de Letras.

Dr. Peta defende privatização de Eletrobras


MANCHETES DO DIA

 -  Coronel Pereira lembra "herança devastadora" deixada no MA por Edinho e seu grupo


Maranhão é o segundo em morte de vereadores e prefeitos em 2017


Em 3 anos, 7 líderes comunitários mortos


Celular para se vestir


 O efeito Marielle


Rodrigo Maia - "Nas minhas pesquisas, Ciro está no 2º turno, mas Bolsonaro não"

Temer decide disputar reeleição e avisa aliados
 Banco e cervejaria recebem maiores descontos no Refis

  Fundo de pensão vão investir R$ 66 bi até 2022

sábado, 17 de março de 2018

Na Coluna do Estadão


MANCHETES DO DIA

 -  Orçada em R$ 800 milhões primeira fase do Porto São Luís deve gerar 4 mil empregos


Porto São Luís -R$ 1,7 bilhão em investimento e geração de 5 mil empregos


Em 3 anos, 7 líderes comunitários mortos


Tiro que matou vereadora era de lote da PF


 Chuvas de março estão 77% abaixo da média no CE


 Sérgio Echtegoyen - "Estão fazendo política em cima de um cadáver"

Contas de luz podem subir mais de 20% neste ano, diz Aneel
 Intervenção ganha importância apos crime, diz general

  Polícia rastreia munição em busca de assassinos

sexta-feira, 16 de março de 2018

Poema do dia - Leilão de Poeta



Quem dá um dólar furado
por um poeta bastardo
sem quatro costados?

Quem ou ninguém se habilita
a adotar um salafrário
do amor estelionatário?

Quem doa perdoa e arremata
esse fino exemplar da raça
aristocrata vira-lata?

Qual tempo e avaliação
desse bardo a bordo:
vagabundo a estibordo?

Quantos reais ou ideais
valem as prendas estéticas
das veleidades domésticas?

Quem comprará a camisa
suja de batom e de brisa
desse príncipe de uma figa?

Vale o que diz cheira e pesa?
Vale o poema que reprisa?

Qual o preço sem barriga?

Quem dará o preço mínimo
pela carcaça do farsante
que de lábia é o mais fino?

Quem fincará uma estaca
no coração desse poeta
que de fúrias o amor exalta

e mesmo em extrema-unção
torpedeia a imaginação
de uma distante mulata?

Quem doa amor de ouro ou prata
àquele que à dor o coração ata
e de amor morre mas não mata?

Luís Augusto Cassas 

Marielle presente de norte a sul





MANCHETES DO DIA

 - "PIB do Maranhão cresceu mais que o da China", destaca embaixador chinês em visita a Flávio Dino


R$ 20 milhões para a região dos Lençóis


Meningite pode ter feito terceira vítima


A reação


 Quantos mais vão precisar morrer?


 A dupla morte de um país

Polícia acredita em execução de vereadora;atos reúnem multidões
 Morte de vereadora mobiliza protestos e pressiona governo

  Marielle presente