terça-feira, 18 de novembro de 2014
FRASE DO DIA
"O Sampaio Corrêa é um franco atirador. Eles não carregam peso ou responsabilidade de chegar na Série A, embora ainda tenham chances remotas, mas acho muito difícil. Mas tenho certeza de que querem atrapalhar as outras equipes. Eles costumam atuar com três meias e às vezes com três atacantes. Nós precisamos ter cuidado e não errar."
Do técnico do Santa Cruz, Oliveira Canindé, comentando sobre o time maranhense no Jornal do Commercio, do Pernambuco, na edição desta terça-feira, 18, sobre a partida entre as equipes pela 36ª rodada do campeonato brasileiro nesta terça-feira, às 20h50, no Arruda, em Recife(PE).
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Justiça intervem na SMTTRegião
Meio-Norte: Wellington quer Piauí como o menos violento
Jornal do Commercio: Presidente da Petrobras sabia de caso de suborno
O Povo: Trecho de rodovia no Ceará é o mais violento do Brasil
Nacional
Correio: 6 Megassenas para não mofar na cadeiaJornal do Commercio: Presidente da Petrobras sabia de caso de suborno
O Povo: Trecho de rodovia no Ceará é o mais violento do Brasil
Nacional
Folha: Diretor de empreiteira diz ter pago propina ao PP
O Estadão: Petrobras diz que denúncias podem afetar resultados
O Globo: Petrobras pede ação contra Gabrielli,e PF cita outro diretor
Zero Hora: Executivo propõe devolver R$ 100 mi
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Total de faltosos do Paes superou 22%O Imparcial: 590 motociclistas já morreram no trânsito
Região
Meio-Norte: Wellington quer Piauí como o menos violento
Jornal do Commercio: Leão tem vitória e alívio
O Liberal: PMDB e PT receberam R$ 200 mi no 'Petrolão'
O Povo: O que é preciso fazer para deixar Fortaleza menos caótica
Nacional
Correio: Juiz denuncia cartel de propina na PetrobrasJornal do Commercio: Leão tem vitória e alívio
O Liberal: PMDB e PT receberam R$ 200 mi no 'Petrolão'
O Povo: O que é preciso fazer para deixar Fortaleza menos caótica
Nacional
Folha: Executivos presos tentarão delação, prevê procurador
O Estadão: Petrobras diz que denúncias podem afetar resultados
O Globo: PF investigará corrupção também no setor elétrico
Zero Hora: Delações, telefonemas e milhões em propinas
sábado, 15 de novembro de 2014
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
Aqui-MA: Mais um policial assassinadoJornal Pequeno: Policial civil é morto durante troca de tiros com assaltantes
O Debate: Prefeito Edivaldo Jr. entrega Centro Pop e abrigo institucional
O Estado do MA: PIB do Maranhão é de R$ 58 bilhões
O Imparcial: Candidatos serão notificados por não prestarem contas
Região
Meio-Norte: BB bloqueia R$ 231 mi para governo do Piauí
Jornal do Commercio: Um poço sem fundo
O Liberal: Novo BRT começa em 2015
O Povo: 40 universitários são investigados por fraude no Enem
Nacional
Correio: Projeto de distritais rouba a voz do povoJornal do Commercio: Um poço sem fundo
O Liberal: Novo BRT começa em 2015
O Povo: 40 universitários são investigados por fraude no Enem
Nacional
Folha: Corrução na Petrobras leva chefes de empreiteiras à prisão
O Estadão: Ex-diretor da Petrobras e presidente de empreiteiras têm prisão decretada
O Globo: Corrupção na Petrobras leva à prisão diretores de empreiteiras
Zero Hora: PF prende executivos de grandes empreiteiras
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
O Imparcial prolonga em mais um mês mandato de Roseana Sarney
O jornal O Imparcial na edição desta sexta-feira, 14, informa na Coluna Bastidores - com destaque em chamada de capa - que um acordo absurdo entre o governador eleito Flávio Dino (PCdoB) e a governadora Roseana Sarney (PMDB) adiaria a posse do primeiro para o dia 1º de fevereiro. Sob o título Suspense Incômodo a coluna insufla um pensamento contrário ao disposto na Constituição do Estado do Maranhão que estabelece no § 2o do Art.55, capítulo II, que -"O mandato do Governador do Estado é de quatro anos, vedada a reeleição para o período subsequente, e terá início em 1o de janeiro do ano seguinte ao da sua eleição".
Aos leitores o jornal informa que a governadora Roseana Sarney teria mais um mês de mandato. Neste caso, não vale o mote da mídia...deu no jornal:
Confira informação de O Imparcial:
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
Aqui-MA: Concurso para Educação, Saúde e FazendaO Debate: Em Brasília, prefeito Edivaldo discute parcerias com o Governo Federal
O Estado do MA: Maranhão profissional capacita mais de 500 mil
O Imparcial: Fiscais virtuais - Políticos são monitorados por aplicativos na internet
Região
Meio-Norte: Desvio no Iapep ameaça o pagamento de pensionistas
Jornal do Commercio: "Jogos mortais"
O Liberal: Trabalhador doméstico deve pagar menos INSS
O Povo: Camilo monta equipe sem PT e desagrada partido
Nacional
Correio: Projeto de distritais rouba a voz do povoJornal do Commercio: "Jogos mortais"
O Liberal: Trabalhador doméstico deve pagar menos INSS
O Povo: Camilo monta equipe sem PT e desagrada partido
Nacional
Folha: Denúncia de corrução leva Petrobras a adiar balanço
O Estadão: Auditoria não assina balanço e Petrobras adia publicação
O Globo: Corrupção obriga Petrobras a adiar balanço
Zero Hora: Especulação eleva dólar ao maior valor desde 2005
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Concurso para professor - Assembleia pode votar projeto com urgênciaRegião
Meio-Norte: Falta verba até para enterrar os pobres
Jornal do Commercio: Prisão e suspensão do Pernambuco da Sorte
O Liberal: Quinze ministros põem seus cargos à disposição
O Povo: Guarda Municipal deixa programa de combate às drogas
Nacional
Correio: ..Ao poço sem fundo da corrupção na PetrobrasJornal do Commercio: Prisão e suspensão do Pernambuco da Sorte
O Liberal: Quinze ministros põem seus cargos à disposição
O Povo: Guarda Municipal deixa programa de combate às drogas
Nacional
Folha: Pacto China-EUA destrava negociações sobre o clima
O Estadão: Acordo na justiça holandesa confirma propina na Petrobras
O Globo: Mudança na meta fiscal já enfrenta forte reação
Zero Hora: Decisão sobre mínimo deve ficar para Sartori
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Roseana quer abrir 3 mil vagas para professorRegião
Meio-Norte: Auditor fiscal já ganha R$ 44 mil no governo
Jornal do Commercio: Multa digital e na hora
O Liberal: TCU estima desvios na Petrobras em R$ 3 bilhões
O Povo: Deputado reeleito é investigado por sacar R$ 480 mil
Nacional
Correio: Corrupção na Petrobras é maior já vista pelo TCUJornal do Commercio: Multa digital e na hora
O Liberal: TCU estima desvios na Petrobras em R$ 3 bilhões
O Povo: Deputado reeleito é investigado por sacar R$ 480 mil
Nacional
Folha: De saída, Marta provoca mal estar com Planalto
O Estadão: Dilma propõe lei para driblar meta fiscal
O Globo: Governo pede brecha para descumprir meta fiscal
Zero Hora: Ampliação da Assembleia pode superar R$ 70 milhões
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Observatório da Violência é lançado em São Luís
O Observatório da Violência foi lançado na noite desta segunda-feira, 10, na Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB).. A iniciativa, articulada por operadores do direito, militantes de direitos humanos e acadêmicos, tem como objetivo analisar informações relativas a mortes violentas para subsidiar a elaboração de políticas públicas.
Na abertura do evento, o promotor de justiça José Cláudio Cabral Marques falou sobre o surgimento da ideia e o caminho percorrido até a formalização do Observatório da Violência, que também busca fomentar na sociedade a discussão de políticas de segurança pública pautadas pelos direitos humanos.
O evento de lançamento teve duas palestras. O professor Wagner Cabral da Costa, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), abordou o tema "Pedrinhas S/A: o negócio da violência e a violência do negócio". A segunda palestra foi "Alternativas Penais à Prisão e Segurança Pública", proferida pelo juiz Douglas de Melo Martins.
Em sua fala, Wagner Cabral falou sobre o trabalho de pesquisa que vem desenvolvendo, desde o início do ano, com a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), a respeito da violência em São Luís. O professor começou citando os 24 homicídios ocorridos na grande São Luís no último final de semana. Entre 2013 e 2014, foram registrados cerca de 1.900 assassinatos, uma média de quase três homicídios por dia.
Para Cabral, entender a violência no campo tem papel primordial nesse contexto. Entre 2010 e 2013, o Maranhão tem sido o estado campeão em conflitos agrários no país. A expulsão de famílias camponesas leva ao inchaço populacional nas grandes cidades. Esse fator, associado ao crescimento do tráfico de drogas e aos altos índices de desemprego, compõem um quadro de vulnerabilidade social em que a violência tende a avançar.
Outro aspecto abordado foi o da impunidade. Um levantamento da Comissão Pastoral da Terra apontou o Maranhão como o segundo estado com maior número de assassinatos em conflitos de terras. Esses crimes resultaram em 128 processos, dos quais apenas quatro foram julgados. Dois executores foram condenados e dois absolvidos. Dos mandantes desses crimes, não há nenhum preso.
NÚMEROS
No Maranhão, a taxa de homicídios aumentou 400% entre 2000 e 2012, crescimento bem maior que a média brasileira, que foi de 24%. As vítimas desses crimes são, em sua maioria homens (92%) e negros (85%). Outro aspecto desse tipo de crime levantado é o uso de armas de fogo, que chega a 54% nos homicídios praticados no Maranhão e 74% nos crimes cometidos em São Luís. Para Wagner Cabral, essa situação é resultado de uma maior circulação de armas, associada ao tráfico de drogas.
Nesse período de 12 anos, São Luís foi a 2ª capital brasileira com maior índice de crescimento de homicídios, perdendo apenas para Maceió (AL). Desde 2011, a capital maranhense figura na lista das 50 cidades mais perigosas do mundo, subindo de posição a cada ano: de 27ª em 2011 para 15ª em 2013.
Somente entre janeiro de 2013 e outubro de 2014 ocorreram 1.911 mortes violentas na grande São Luís. O bairro com o maior número de homicídios foi a Cidade Olímpica, com 80 casos, seguido de áreas como o Coroadinho, Liberdade, Vila Embratel e São Francisco/Ilhinha.
Outro número destacado pelo palestrante foi o de linchamentos, que levou a 22 mortes nesse período. Traçando um comparativo, no primeiro semestre de 2014 ocorreram 12 linchamentos em São Luís e 50 em todo o país.
Wagner Cabral abordou, ainda, os homicídios ocultos, que ficam de fora das estatísticas da Secretaria de Segurança Pública. De acordo com o palestrante, não são computados cerca de 20% dos homicídios. Entram nessa conta os roubos seguidos de morte, lesão corporal seguida de morte e todas as mortes ocorridas no sistema prisional.
Para o palestrante, toda essa situação de violência movimenta uma quantidade imensa de recursos. A segurança pública do Maranhão, por exemplo, teve o seu orçamento aumentado de R$ 488 milhões em 2004 para mais de R$ 1 bilhão em 2014. O Complexo Penitenciário de Pedrinhas viu seu orçamento saltar de R$ 3 para R$ 180 milhões em 10 anos. No entanto, as taxas de criminalidade só têm aumentado e a situação no sistema prisional torna-se cada vez pior.
De acordo com Wagner Cabral, a terceirização de serviços essenciais, como a gestão do sistema prisional, tornaram-se um grande negócio. Segundo ele, o segmento da segurança privada movimenta, no Brasil, cerca de R$ 45 bilhões anuais.
De acordo com Wagner Cabral, a terceirização de serviços essenciais, como a gestão do sistema prisional, tornaram-se um grande negócio. Segundo ele, o segmento da segurança privada movimenta, no Brasil, cerca de R$ 45 bilhões anuais.
ALTERNATIVAS PENAIS
O juiz Douglas Martins abordou ideias cristalizadas na sociedade a respeito da segurança pública, como as de que “segurança é polícia na rua”, “mais punição leva a menos violência”, “necessidade de sofrimento no sistema prisional” e “bandido bom é bandido morto”. Segundo ele, o Poder Público tem agido, justamente, no atendimento a essas ideias, o que não tem trazido resultados positivos.
O juiz Douglas Martins abordou ideias cristalizadas na sociedade a respeito da segurança pública, como as de que “segurança é polícia na rua”, “mais punição leva a menos violência”, “necessidade de sofrimento no sistema prisional” e “bandido bom é bandido morto”. Segundo ele, o Poder Público tem agido, justamente, no atendimento a essas ideias, o que não tem trazido resultados positivos.
Esse tipo de pensamento foi condensado em um vídeo no qual o deputado Jair Bolsonaro defende a pena de morte e afirma que “a única coisa boa que existe no Maranhão é Pedrinhas”. “Faltou avisar ao Bolsonaro que o Maranhão, que tem esse presídio violento é um dos estados em que a violência mais cresce. Se presídio violento resultasse em segurança pública, o Maranhão seria o local mais seguro do Brasil”, enfatizou o palestrante.
Questionando esse raciocínio, o palestrante lembrou que, há 10 anos, o número de presos no país era bem menor (239 mil presos contra cerca de 700 mil atuais) e que o aumento da população carcerária não resultou em melhoria na segurança pública. Além disso, o crescimento do número de encarcerados põe por terra o argumento de que o Brasil é o país da impunidade.
A taxa de homicídios nesse período, no entanto, não sofreu grandes alterações. “Não há nenhuma oscilação positiva da segurança ao aumentarmos a taxa de encarceramento no Brasil”, afirmou. Douglas Martins comparou a situação maranhense à do estado do Piauí, que tem o menor número de presos do país e ocupa a segunda posição entre os estados mais seguros.
Números apresentados pelo juiz mostram que o Maranhão era o estado com a menor taxa de homicídios em 1998 (5 a cada 100 mil habitantes). Entre 2002 e 2012, essa taxa aumentou 162%. “Devemos, pelo menos, desconfiar que esse estouro da violência tem alguma relação com as violentas rebeliões em Pedrinhas e a consolidação das facções do crime organizado”. De acordo com o palestrante, todas as tentativas de alternativas penais propostas pelo Executivo e Judiciário fracassaram. Para ele, isso acontece porque as pessoas têm consolidada a ideia de que a questão penal não tem nada a ver com segurança pública.
Douglas Martins apresentou, ainda, diversos “princípios” presentes nos estatutos das organizações criminosas que atuam nos sistemas prisionais de todo o país. Além do apoio entre os integrantes, são explicitados os seus deveres que, em caso de descumprimento, são geralmente punidos com a morte.
Para o palestrante, o encarceramento não é a solução para a questão da segurança pública. O juiz afirma que a questão é mais complexa e a sensação de medo da população gera um mercado no qual circula muito dinheiro. “Talvez desse debate, dessa discussão, possamos encontrar um outro caminho”, finalizou.
Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)
Flávio Dino anuncia professora Ester Marques para Secretaria de Cultura
O governador eleito Flávio Dino segue com a composição de sua equipe de trabalho. A professora Ester Marques foi anunciada na manhã desta terça-feira (11) para assumir a Secretaria de Cultura a partir de 1º de janeiro. Este é o 21º anúncio de Flávio Dino através das redes sociais.
Ester Marques assumirá a Secretaria de Cultura com o objetivo de implementar compromissos assumidos pelo Programa de Governo apresentado por Flávio Dino, como a expansão de estruturas adequadas para atividades culturais em municípios maranhenses e também do Programa Pontos de Cultura, do Governo Federal, democratizando o apoio financeiro e técnico aos grupos culturais.
Quem é Ester Marques:
É professora do Departamento de Comunicação da UFMA, formada em Comunicação, com mestrado em Comunicação e Cultura pela UNB e está concluindo o doutorado em Ciências da Comunicação. É do Conselho Estadual de Cultura, da Comissão de Análise de Projetos da Lei de Incentivo da Cultura. Coordenou como analista técnica o Plano Estadual de Cultura. É também produtora cultural e membro da Comissão Maranhense de Folclore. Foi diretora geral do Sesc no Maranhão. Desde 2012, é assessora de Comunicação da UFMA.
Marta Suplicy deixa Ministério da Cultura
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, entregou na manhã desta terça-feira (11) carta de demissão ao Palácio do Planalto, informou a assessoria da pasta. No texto, a petista fez críticas indiretas à condução da política econômica no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.
Leia íntegra da Carta de demissão em www.balaios.com
MANCHETES DOS JORNAIS
Maranhão
O Estado do MA: Gasolina chega a R$ 3,27Região
Meio-Norte: Piauí fica sem verbas por conta de convênios
Jornal do Commercio: Projeto para Vila Naval vai a audiência pública
O Liberal: Pará registra 441 casos de Aids
O Povo: Número de casos de diarreia é o maior em 14 anos
Nacional
Correio: Digite M para matar (ou morrer) em BrasíliaJornal do Commercio: Projeto para Vila Naval vai a audiência pública
O Liberal: Pará registra 441 casos de Aids
O Povo: Número de casos de diarreia é o maior em 14 anos
Nacional
Folha: Com tempo seco, SP tem o ar mais poluído em 7 anos
O Estadão: Empresa suspeita de fraude doou para PMDB de Renan
O Globo: Rio e SP preveem obras de R$ 8,5 bi para água
Zero Hora: Ampliação da Assembleia pode superar R$ 70 milhões
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Piada sobre o tema ENEM
Uma senhorinha conversando com uma jovem no açougue:
-Senhorinha: No meu tempo, na Petrobras não tinha corrupção...
-Jovem: Ah! ... que tempo lindo esse, não? E Quem era o presidente?
-Senhorinha: Era o Castello Branco...no governo dele não tinha arruaça, droga, PT, bolsa família, era tudo gente séria...
A jovem pegou o frango das mãos do atendente, e já saindo dirigiu-se à senhorinha:
-Tchau! vou preparar o almoço que hoje vou fazer o Enem!
E a senhorinha ficou a resmungar:
-Tão novinha, e já pensando em fazer neném...esse PT tá acabando com a juventude. No meu tempo...
-Senhorinha: No meu tempo, na Petrobras não tinha corrupção...
-Jovem: Ah! ... que tempo lindo esse, não? E Quem era o presidente?
-Senhorinha: Era o Castello Branco...no governo dele não tinha arruaça, droga, PT, bolsa família, era tudo gente séria...
A jovem pegou o frango das mãos do atendente, e já saindo dirigiu-se à senhorinha:
-Tchau! vou preparar o almoço que hoje vou fazer o Enem!
E a senhorinha ficou a resmungar:
-Tão novinha, e já pensando em fazer neném...esse PT tá acabando com a juventude. No meu tempo...
Eliziana Gama integra bancada feminina conservadora
Líderes da bancada feminina na Câmara avaliam que, embora tenha crescido ligeiramente no número de cadeiras, o grupo terá uma composição consideravelmente mais conservadora na próxima legislatura. Tradicionalmente, a dianteira da bancada tem sido tomada por deputadas mais próximas da militância feminista, favoráveis a pautas como legalização do aborto, casamento igualitário e separação entre política e religião.
A expectativa de mudança no perfil se apoia na chegada de deputadas evangélicas Clarissa Garotinho (PR-RJ), Tia Eron (PRB-BA), Julia Marinho (PSC-PA), Geovania de Sá (PSDB-SC) e Eliziane Gama (PPS-MA). Ao mesmo tempo, saem de cena nomes como a ex-coordenadora da bancada Janete Pietá (PT-SP) e a ex-ministra de Políticas para Mulheres Iriny Lopes (PT-ES), além de Perpétua Almeida (PCdoB-AC), Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), Fátima Bezerra (PT-RN) e Rosane Ferreira (PV-PR).
Do Poder Online, por Clarissa Oliveira
Caixinha de surpresas - FERREIRA GULLAR
O PMDB pode tolerar a arrogância petista, mas não ao ponto de aceitar seu próprio fim
Gostaria de deixar claro que, muito embora tenha criticado a atuação de Dilma Rousseff e do PT durante a campanha eleitoral, não torço para que seu governo fracasse, mesmo porque o que está em jogo, neste caso, é o interesse do país e, consequentemente, o interesse de todos nós.
Na última crônica, afirmei que Dilma terá de enfrentar graves problemas, tanto no plano econômico e político, como nos escândalos que envolvem a Petrobras e o próprio partido do governo. Não me rejubilo com isso. Apenas constato o que está evidente para todo mundo que acompanha a vida política brasileira.
Não resta dúvida que o escândalo das propinas, na Petrobras, não foi inventado pela imprensa, como já agora admite a própria Dilma.
Não sei qual é o grau de envolvimento que têm ela e Lula com esses escândalos, mas espero, como todo cidadão, que os fatos sejam apurados e os culpados, punidos. E certamente ela própria, a presidente da República, pensará assim, uma vez que, durante a campanha eleitoral, sempre se declarou contra a corrupção e a favor da punição dos culpados. Quanto a esse ponto, portanto, podemos ficar tranquilos. Ou não?
Que Dilma neste segundo mandato enfrentará grandes dificuldades não é opinião apenas minha, mas sim da maioria dos comentaristas políticos e até mesmo de gente do governo. E isso se tornou evidente, mais cedo do que todos esperavam, uma vez que, dois dias após sua vitória nas urnas já a Câmara dos Deputados recusava sua proposta de criação dos conselhos populares. Ela já havia feito a proposta de reforma política através de plebiscito, como resposta às manifestações populares de junho do ano passado. Não houve receptividade dos parlamentares.
A derrota de Dilma, agora, surpreendeu a todo mundo, inclusive, creio eu, a ela própria e seu pessoal, conforme se deduz da declaração do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para quem a decisão da maioria dos deputados foi uma vitória de Pirro, que seria, além do mais, "anacrônica e contra a vontade irreversível da população". Quem disse isso a ele, não se sabe.
Trata-se, sem dúvida, da declaração de alguém que ficou surpreso e indignado com a tal derrota, e a tal ponto que agrediu a seu principal aliado no Congresso, que é o PMDB, cujos dirigentes consideram a criação dos conselhos populares um modo de enfraquecer o Legislativo.
Na verdade, a criação dos conselhos populares seria um avanço. Errado seria entregar a eles a realização da reforma política, que implica o conhecimento cabal das questões jurídicas e políticas envolvidas em tal tarefa. É claro que a maioria das pessoas --e aí me incluo-- não tem conhecimento e capacidade exigidos para a realização de uma reforma dessa natureza.
Falando francamente, a proposta de Dilma Rousseff é, como frequentemente ocorre, populista, ou seja, apela para aquele setor da sociedade que, usufruindo da generosidade oficial, pode ser facilmente manipulado.
Ao contrário do que afirmou o ministro Gilberto Carvalho, anacrônico é tentar sobrepor a chamada massa popular ao Congresso, democraticamente eleito para legislar, como têm feito os governos bolivarianos. O PMDB pode tolerar a arrogância petista, mas não ao ponto de aceitar seu próprio fim.
Em sua declaração, o ministro dá a entender que a derrota da proposta de Dilma se deveu à oposição, quando se sabe que esta não tem o número de deputados suficiente para derrotar o governo. Renan Calheiros chegou a garantir isso, ao afirmar que também no Senado a proposta oficial seria rejeitada.
Outra surpresa destes primeiros dias após a reeleição foi a inesperada decisão do Banco Central, aumentando a taxa Selic para 11,25%.
Ninguém contava com isso, mesmo porque, durante toda a campanha eleitoral, a candidata petista garantia que seu oponente, se eleito, aumentaria os juros e com isso provocaria milhões de desempregos. Por isso, ninguém sabe se esse aumento dos juros foi decisão dela mesma ou rebeldia do Banco Central.
Nesta semana, mais surpresas: caiu para 0,24% a previsão do crescimento e surgiu novo escândalo, agora envolvendo a Transpetro, subsidiária da Petrobras. E o segundo mandato de Dilma ainda não começou.
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