segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Afinal, Lula, que * é essa? - RICARDO NOBLAT

"Na política, nunca podemos dizer nunca".
Lula, ex presidente
    Concorda com a frase lá de cima, "Na política nunca podemos dizer nunca"? Bem, eu concordo. E parto dela para compartilhar com vocês o que penso. Por exemplo: Sarney apoiou a ditadura militar de 1964 até a véspera de ela cair 21 anos depois. Então, rapidinho, passou para o lado dos que a combatiam. Entendeu? É confuso. Outro exemplo? Em 1989, Lula e Collor brigaram pela presidência da República

    COLLOR GANHOU chamando Lula de comunista. Lula perdeu chamando Collor de desonesto. Hoje, um apoia o outro. Último exemplo? Foi Lula quem fez Joaquim Barbosa ministro do Supremo tribunal Federal.

    Os dois sempre estiveram do mesmo lado. No último sábado, sem citar o nome dele, Lula bateu duro em Joaquim. Acusou-o de ter condenado inocentes.

    Sugeriu que Joaquim será candidato a alguma coisa.

    POR QUE LULA procedeu assim? Porque o Ministro Marco Aurélio Mello, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, contou à "Veja" o que ouviu de Joaquim no final do ano passado. Em resumo, Joaquim disse que cansara. A experiência de ser ministro já estava de bom tamanho para ele. Desde então, segundo Marco Aurélio, "ventila-se" no Supremo Tribunal Federal (STF) que Joaquim será candidato à vaga de Dilma.

    (CALMA, NOBLAT.) Em 2005, estourou o escândalo do mensalão que quase derrubou o governo. Mensalão foi o nome dado ao esquema de compra de votos com dinheiro público para que Lula governasse. Nunca teve nome o esquema de compra de votos no Congresso que permitiu a reeleição de Fernando Henrique. Política é negócio. Um negócio milionário. Dê-me o que quero e lhe darei o que você quer. Nada sai de graça.

    ESTOU DANDO voltas porque escrevo cansado. Vamos adiante, todavia. Ameaçado pelo escândalo, Lula ocupou uma cadeia nacional de rádio e de televisão para pedir desculpas aos brasileiros, negar que existira mensalão e se dizer traído. Suas mãos tremiam. Mensalão? Jamais ouvira falar, disse. Corrigindo: ouvira uma vez, sim senhor. Foi quando recebeu em audiência o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), seu aliado.

    MANDOU INVESTIGAR o que Jefferson lhe contou. A investigação no Congresso durou uma semana. Nada foi descoberto. Lula ouviu falar do mensalão pela segunda vez quando visitou Goiás. O governador Marconi Perillo alertou-o para a compra do passe de deputados. E Lula? Na boa... Nem aí. Temeu- se depois que ele fosse capaz de se matar. Foi salvo pelo ministro José Dirceu. (Se gosto de Dirceu? Gosto sim, política à parte.)

    QUANTO AOS TRAIDORES... Bem, Lula não apontou nomes de traidores. Afinal, como reclamar do julgamento daqueles que o traíram? Incoerência total.

    Falta de compromisso com a verdade. Nada que seja estranho à política cujas bases são a mentira, a fraude e a enganação. Lula não parecia um político melhor nem pior do que qualquer outro.

    Era diferente, apenas. Deixou de ser.

    PODERIA TER DITO com toda a clareza possível que seus traidores não foram esses que estão atrás das grades. E mais o que está preso na Itália. E nem os que estão dentro do STF. Seria a forma mais eficiente de defendê-los. Mas tal coisa seria o mesmo que admitir que o mensalão existiu. E que ele, Lula, de fato fora traído.

    O SILÊNCIO É A MAIS preciosa lei da máfia. E ele tem preço. Tanto no caso do traidor como no de quem se sente traído. Ensinam os manuais sobre traições: morra sem confessar. Se for o caso, valerá o preço de ir para o inferno mentindo. Que saudade de "O Poderoso Chefão".

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Operação corredor seguro faz prisões
Região
Jornal do Commercio: Domingo de carnaval
Meio-Norte: Acidente com 5 veículos deixa 3 mortos em BRs
O Povo: Gangues e tráfico impõe "lei" em 16 áreas da capital
Nacional
Brasil Econômico: “Não há crescimento vigoroso sem indústria”
Correio Braziliense: Projeto abre brechas para supersalários
Estadão: Ministro da Saúde ameaça descredenciar municípios
Estado de Minas: Gritos por justiça
Folha: Ex-governador tucano diz que é inocente como Lula
O Globo: Suspeito de explosão em protesto é preso
Zero Hora: 15 dias sem ônibus na capital – Tribunal derruba liminar que impedia piquetes de grevistas

sábado, 8 de fevereiro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Roseana entrega hospitais em Maracaçumé e Gov. Newton Bello
Região
Jornal do Commercio: Trapalhada e incerteza no futebol do Estado
Meio-Norte: Faltam 717 vagas na cadeia e sobra recurso
O Povo: Sarampo se alastra - 62 casos confirmados em 6 municípios do Ceará
Nacional
Correio Braziliense: Procurador pede 22 anos de prisão para Azeredo
Estadão: Procurador pede ao STF condenação de Eduardo Azeredo
Estado de Minas: Eles querem o que você tem. Cada vez mais
Folha: Procurador pede prisão de ex-governador tucano
O Globo: Procurador pede 22 anos de prisão para o tucano Azeredo
Zero Hora: 13 dias sem ônibus na capital: Juiz abre caminho para BM agir contra piquetes

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

I Fórum de Bicicletas de São Luís acontece neste sábado no campus da UFMA

   
    O I Fórum de Bicicletas de São Luís será realizado neste sábado, 8, das 8h30 às 11h30 acontece no departamento de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão. No fórum será debatida a construção de um plano cicloviário para São Luís.
    Grupos de ciclistas de São Luís, professores do Departamento de edução física da UFMA e representantes da prefeitura de São Luís participam do Forum que pretende chamar atenção do número alarmante de ciclistas atropelados na cidade. No mês de janeiro foram três vítimas de atropelamento. O plano cicloviário atenderá milhares de trabalhadores que usam a bicicletas como meio de transporte.
    O coordenador do Fórum, Marlon Cardozo, acredita que o crescimento de usuários de bicicletas em São Luís tanto como meio de transporte como para lazer justifica a urgência na melhoria da infraestrutura.
    Quatro grupos serão formados durante o evento para debater sobre “Montagem técnica da proposta”; “Levantamento das necessidades cicloviárias em São Luís”; “Cadastro dos ciclistas” e “Sistematização da proposta cicloviária”. O plano aprovado será enviado para a prefeitura de São Luís.
    Os trabalhos começam a partir das 8h30 da manhã, porém os grupos de ciclistas devem sair da avenida litorânea a partir das 7h30, de onde seguirão pedalando até o local do evento. 

Museu de Tudo: Chico Coimbra no compacto da Flor do Samba 86


Museu de Tudo - Chico Coimbra na capa do LP dos Sambas-enredo carnaval maranhense 92


Maranhão na mídia - O Estado de S. Paulo


Tony Tavares in memoriam


Além das urnas - EDITORIAL CORREIO BRAZILIENSE

     O Congresso retomou as atividades de 2014 de olho nas urnas de outubro. Como ocorre em anos eleitorais, regra não escrita autoriza o ritmo lento nas duas casas. Fala-se até em recesso branco. O adjetivo - que qualifica o período em que deputados e senadores abandonam os gabinetes para entrar na disputa dos respectivos estados - adoça a realidade.
    Trata-se de eufemismo que atenua fato pouco lisonjeiro: o parlamentar faz de conta que trabalha, o eleitor faz de conta que acredita, medidas importantes para o país ficam na fila de espera. Distante dos interesses nacionais, o foco de preocupação dos partidos é a manutenção e a ampliação do poder. A luta por cargos na Esplanada serve de pálida amostra do toma lá, dá cá em que se transformou a política.
    Neste ano o quadro ganha cores pesadas. Com a Copa do Mundo disputada no Brasil, o tempo dá a sensação de ter ficado mais curto. Não se trata apenas dos dias que se estendem da abertura ao final do campeonato. Fatos ligados ao certame exigem atenção especial. É o caso da segurança, da mobilidade, da recepção adequada às delegações e aos turistas que virão ao país - cujo forte não reside no planejamento.
    Não só. A economia parece sair dos trilhos. Inflação insistente obrigou o Banco Central a elevar os juros que repôs o Brasil no indesejável pódium dos campeões de taxas altas. De 7,25% em abril de 2013, a Selic saltou para 10,5% em janeiro de 2014 com indicativo de alta. Bancos estrangeiros revisaram a expectativa de crescimento do PIB - de 2% para 1,5%.
    Mais: a balança comercial registrou o pior mês da história: as importações superaram as exportações em US$ 4,06 bilhões. A indústria encolhe, com retração média de 0,3% por ano desde a posse de Dilma Rousseff. A inadimplência voltou atrás na tendência de queda e subiu 7,84% em janeiro. Esta semana, apagão em 13 estados e no DF jogou descrédito na política energética nacional.
    O cenário externo também preocupa. Entre os fatores que causam dor de cabeça, sobressaem a redução dos estímulos à economia americana, a desaceleração do crescimento chinês, a elevação dos juros dos países emergentes, que, além de empurrar a Selic para o alto, diminui a atração do mercado nacional. Sem ter feito a lição de casa apta a impulsionar a competividade, o Brasil se condena ao atraso.
    Ano eleitoral é sempre difícil. Com um olho nas urnas e o outro nas pesquisas, os governantes temem tomar medidas que lhes possam roubar votos ou reduzir apoios. A situação, porém, exige ação efetiva. Adiar providências urgentes cobrará preço ainda mais alto dos cidadãos. Impõe-se variar o foco. Em vez de mirar só as urnas, Executivo e Legislativo precisam se entender.
    Do Congresso, espera-se maior comprometimento com o país ao votar projetos que se traduzam em ganhos para a sociedade. Do governo, o real compromisso com o equilíbrio das contas públicas. Ajuste fiscal consistente ajudaria a controlar a inflação, abriria espaço para o BC reduzir os juros, a produção ganhar fôlego, o crescimento retomar o ritmo desejado. É vida além das urnas.

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Pedrinhas - Polícia controla tumulto
O Imparcial: CNJ quer dobrar salários de juízes
Região
Jornal do Commercio: Mil vagas para a Copa
Meio-Norte: 28 celulares e 92 armas são achados em presídio
O Povo: Sarampo - 47% das crianças não foram vacinadas
Nacional
Brasil Econômico: Um executivo para falar ao setor privado
Correio Braziliense: Uma tragédia em quatro atos
Estadão: Dilma rebate versão de que raio causou apagão
Estado de Minas: Inflação assombra o interior 
Folha: Grupo de bancos vai comprar até 15% da tele Oi
O Globo: Pizzolato quer ser solto ou prisão de 1º mundo
Zero Hora: Raios podem levar culpa por apagão em 13 Estados

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Correio de Notícias: Governo consegue adiar votação sobre dívidas dos estados
Jornal A Tarde: Prefeito Edivaldo Holanda Júnior entrega nova sede do CRAS  Forquilha
Jornal Extra: Deputados cobram R$ 152 mil para dar conselho a Roseana
O Debate: TCE aponta ilícitos em convênio de Luis Fernando em Ribamar
O Estado do MA: MP pode pedir pena máxima para o assassino de Décio Sá
O Imparcial: Projeto de eleição indireta para governador tramita na Assembleia Legislativa
4º Poder: Prefeito Edivaldo entrega nova sede do CRAS Forquilha
 Região
Jornal do Commercio: Ação do FGTS vai valer para todos
Meio-Norte: Servidores suspeitos nos 123 roubos aos Correios
O Povo: IPTU:30 mil imóveis tiveram aumento acima de 35%
Nacional
Brasil Econômico: Metade dos projetos de transmissão está fora do prazo
Correio Braziliense: O último crime do mensaleiro
Estadão: Pizzolato é preso na Itália e Brasil vai pedir extradição
Estado de Minas: Evaporou
Folha: Pizzolato é preso na Itália, e Brasil pedirá sua extradição
O Globo: Brasil agora tenta extradição
Zero Hora: Mais consumo e menos chuva

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Ex-vice-governador do estado vai para a Rússia

    Ex-vice-governador do estado, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Washington Oliveira, vai estudar russo. Antes do carnaval o "companheiro" vai iniciar seus estudos da língua de Dostoievski e do Pussy Riot.
    Ex-presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Oliveira não estará sozinho na empreitada. Arregimentou um grupo para se lançar ao desafio. Deve aproveitar a viagem para conferir se aplicou corretamente no Maranhão o modo petista de governar".
    Ex-candidato a prefeito de São Luís, Washington Oliveira já esteve na ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, URSS, no passado. Foi antes de compor chapa com a filha do senador José Sarney (PMDB_AP) no Maranhão para disputar a vaga de vice-governador, nas eleições de 2010. Defendeu a tese de aliança com o mantra sobre  replicação no estado de uma aliança que "tem dado certo" pelo país afora. Para isso foi preciso subjugar uma decisão das instâncias partidárias contrárias à tese de se unir ao grupo Sarney. 

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Assassino  de Décio Sá vai cumprir 25 anos de cadeia
Região
Jornal do Commercio: Eduardo na ofensiva
Meio-Norte: Quadrilha "ressuscitava mortos" para fraudar
O Povo: IPTU - Aumento de até 167% causa embate político
Nacional
Brasil Econômico: Governo isola apagão do baixo nível de reservatórios
Correio Braziliense: Fantasma do apagão assombra o governo
Estadão: Apagão atinge 11 Estados e analistas veem sistema frágil
Estado de Minas: Verba indenizatória – Eles não querem parar de gastar, mas agora aceitam licitar
Folha: Apagão atinge 11 Estados, e 6 milhões ficam sem luz
O Globo: Sistema opera no limite e apagão pode se repetir
Zero Hora: Na penitenciária, em Brasília: João Paulo, condenado do mensalão, se entrega

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Processo contra Décio Sá é movido pelo secretário de Educação de Gil Cutrim

    A dívida judicial deixada pelo jornalista Décio Sá de herança para a viúva é pela condenação de uma ação movida pelo atual secretário de Educação do Município de São José de Ribamar, Aurino da Rocha Luz, na gestão Gil Cutrim (PMDB). 
    Em seu blog, Décio Sá denunciou Aurino Luz como beneficiário do sistema de cotas em concurso do Tribunal de Justiça. Aprovado na cota dos cegos, Luz argumentou sobre problemas na visão comprovado em laudo médico.
    A denúncia de Décio Sá teve repercussão nacional. Mesmo assim, Aurino Rocha Luz  foi empossado assumindo a direção do Fórum Desembargador José Sarney.

Sob expectativa - Editorial do ZERO HORA


    Ao deixar o comando da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), na semana passada, a jornalista Helena Chagas fez questão de lembrar que pautou sua gestão por critérios técnicos na repartição das verbas publicitárias oficiais. Tradução: recebem mais investimentos do governo os veículos de maior audiência, já que o objetivo da comunicação é atingir o maior número de pessoas, de maneira eficiente, para disseminar informações de interesse público. Parece lógico e inquestionável, mas não é bem assim.

    Governantes e administradores públicos com o poder de gerir recursos oficiais nem sempre colocam os valores da sociedade acima dos seus próprios interesses. Na própria cúpula do governo federal, havia resistência ao trabalho de Helena Chagas, principalmente por parte de militantes petistas desejosos de usar a verba publicitária no financiamento generoso do jornalismo chapa-branca _ aquele que só publica notícias favoráveis aos seus financiadores.
    Com esse propósito, uma corrente partidária luta incansavelmente pelo que chama de desconcentração dos recursos, na verdade um eufemismo para justificar a aplicação de verbas oficiais em blogs inexpressivos, que louvam o governo, têm compromisso ideológico e, em alguns casos, fazem campanhas insidiosas contra os opositores. Por isso, há uma expectativa muito grande em relação ao novo ministro da Secom, Thomas Traumann, historicamente alinhado ao movimento que defende uma suposta regulamentação da mídia _ outra disfarçada tentativa de controlar os conteúdos jornalísticos.
    Num ano eleitoral, é sempre maior o risco de ideologização de um órgão importante e influente como a Secom _ embora a presidente Dilma venha resistindo bravamente ao uso de tais expedientes na sua administração. Ainda assim, a troca de comando na Secretaria deixa em alerta quem realmente se preocupa com a liberdade de expressão.

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Assassino e piloto de fuga podem ser sentenciados hoje
Região
Jornal do Commercio: Tudo parado de Norte a Sul
Meio-Norte: Wilson diz que avanços criaram"novo Piauí"
O Povo: Cid critica exibicionismo no Ministério Público
Nacional
Brasil Econômico: Dilma promete ano melhor do que 2013
Correio Braziliense: Por Pedrinho, por Leo, pela paz, pela vida
Estadão: Dilma dá tom eleitoral a despedida de ministros
Estado de Minas: Vereadores adiam fim de verba indenizatória
Folha: Em meio à tensão mundial, Dilma vê economia no rumo
O Globo: Polícia reage e monta megaofensiva contra o crime
Zero Hora: Mau humor global pressiona dólar e faz a bolsa despencar

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Roberto Carlos recebe até quarta,5, perguntas de fãs pelo Instagram


    Em uma ação inédita para ele e para o Instagram, Roberto Carlos responderá diretamente às perguntas dos internautas por meio de seus perfis no Instagram e Facebook.

    Usando a hashtag #RCResponde os fãs poderão enviar vídeos com perguntas no Instagram para o cantor até o dia 5 de fevereiro. As mais criativas serão respondidas a bordo do cruzeiro MSC Preziosa durante o projeto Emoções 10 Anos - que acontece de 08/02/2014 a 12/02/2014 - e postadas no Facebook Oficial do cantor.

    O “Face to Face” faz parte das melhores práticas do Facebook e é um dos exemplos de como utilizar a plataforma para construir relacionamento entre personalidades e seu público. Por aqui, o formato já foi utilizado por personalidades como Anitta, Capital Inicial, O Rappa e Anderson Silva, entre outros.

Sobre o Instagram
Instagram é uma rede social que permite aos usuários tirar fotos, aplicar um filtro de edição de imagem e depois compartilhá-la com seus seguidores. Criado em 2010 e adquirido pelo Facebook em 2012, foi projetado e desenvolvido pelo brasileiro Mike Krieger e pelo norte-americano Kevin Systrom. Em setembro de 2013 o aplicativo alcançou 150 milhões de usuários, que já compartilharam mais de 16 bilhões de fotos. Por dia, mais de 45MI de fotos são postadas, que geram 8.900 de likes por segundo.

Maranhão rico - Roseana manda pintar Leões de ouro



Cerapió 2014 termina em Barreirinhas com apoio da prefeitura e ausência do governo do estado do MA

   
    Sem apoio do governo do estado do Maranhão o enduro-rally Cerapió foi encerrado na cidade de Barreirinhas no sábado, 1º, com a premiação dos vencedores. A Prefeitura de Barreirinhas apoio a competição que ganhou a 27ª edição este ano.

     O evento esportivo que já faz parte do calendário de enduros e rallys do país tem patrocínio da Honda, Sebrae e dos governos do Ceará e Piauí. Mais de 1.500 participantes, entre competidores e apoiadores participaram do Cerapió 2014. Destes, 500 competem às premiações nas modalidades motos, carros,bike e UTV, modelo de veículo modificado. No total o percurso foi de 1.342 quilômetros percorridos, passando por dez cidades, desde a largada no da 28 de janeiro em Fortaleza (CE) até Barreirinhas (MA).


    Competidores do Ceará, Piauí, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outras unidades da federação participaram do rally que destaca a rota das emoções,roteiro turístico interligando os três estados da região nordeste. Além de Barreirinhas, o Cerapió passou pelo município de Urbano Santos. Algumas prefeituras maranhenses, como a de Paulino Neves, colaboraram com a competição esportiva.

    O prefeito Leo Costa (PDT) participou da solenidade de premiação de chegada na sexta-feira, 31 de janeiro, na Praça da Matriz, em Barreirinhas.O incentivo ao desenvolvimento do potencial turístico da região sempre foi uma preocupação do Cerapió.

   Os participantes e acompanhantes lotaram quase toda a rede hoteleira do município durante o final de semana. No sábado, antes da solenidade de premiação no Solares Resort, os participantes do rally lotaram os passeios para os Lençóis Maranhenses.


Museu de Tudo: Discografia de Nonato Buzar (1933-2014)


Na Coluna do CLAUDIO HUMBERTO

 Providências 
 A presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Ana Rita (PT-ES), convocou reunião para quarta (5) a fim de debater o presídio de Pedrinhas, no Maranhão, e a chacina de presos em dezembro.

Carnaval 2014 - Êxodo para Baixada provoca fila quilométrica em guichês de ferry-boat

   


O êxodo para a Baixada maranhense no período de carnaval está confirmado pela movimentação no posto de venda de passagens dos ferries boat no bairro da Areinha. Desde o início da noite do domingo, 2, uma fila começou a se formar no único guichê de venda no centro de São Luís. Na busca pelos tickets, pessoas passaram a noite no local.
    

Pela manhã à fila de pessoas se somou uma quantidade cada vez mais crescente de veículos. Segundo pessoas que passaram a noite na fila, a corrida se iniciou após anúncio nas redes sociais.
    O preço da passagem para passageiros é de R$ 8,00. De veículos, com comprimento até três metros, o valor cobrado pelo transporte é de R$ 60, variando para até R$ 90.
   
Duas únicas empresas exploram o transporte de passageiros entre a Ponta da Espera, na região portuária do Itaqui,em São Luís, e Cujupe, no município de Alcântara, no continente maranhense: a Internacional Marítimo e a Serviporto. A primeira tem como sócio majoritário o empresário Luiz Carlos Cantanhende, com negócios compartilhadas com Jorge Murad, marido da governadora Roseana Sarney (PMDB). A Serviporto é de propriedade do empresário Nemésio, dono também da empresa de ônibus majoritária na exploração do transporte na região mais pobre do estado.


MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Começa hoje o julgamento do assassino confesso de Décio Sá
Região
Jornal do Commercio: Dedução do IR com doméstico até R$ 1.078,08
Meio-Norte: Ensino profissional tem 85 mil vagas no Piauí
O Povo: Água está escassa, mas fortalezense ainda desperdiça
Nacional
Brasil Econômico: "Dilma, cuidado com a inflação"
Correio Braziliense: Violência no DF tem 12 mortes em 48 horas
Estadão: Governo só consegue oferecer curso a 4% dos desempregados
Estado de Minas: A Copa No Brasil - Hotéis pedem prorrogação
Folha: Lei federal obriga 60% de presa na pré-escola
O Globo: Brasil paga taxa maior para atrair investidor
Zero Hora: Porto Alegre sem ônibus - O jogo de espera na greve

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Maranhense de Carolina dirige Cinemateca Brasileiro na era da crise

    O maranhense Lisandro Magalhães Nogueira, nascido em Carolina, enfrenta o desafio de retirar a Cinemateca Brasileira da crise que a organização mergulhou desde 2011. Nogueira, com credenciamento comprovado para assumir o cargo, está na direção da instituição com sede em São Paulo (SP) desde novembro do ano passado. 
    Com quadro raquítico, o novo diretor planejou aumentar o efetivo de funcionários necessários para tocar a missão de Cinemateca. Não foi contemplado até agora.
    A crise da Cinemateca Brasileira é assunto de editorial deste domingo do jornal Folha de S. Paulo.

Leia abaixo Editorial da FSP: 
Inimigos da Cinemateca
    Uma engrenagem movida por rivalidades políticas, descaso institucional e inabilidade administrativa levou o governo federal a provocar uma grave crise na Cinemateca Brasileira, a mais importante organização pública do país na área do audiovisual.
    Responsável pela preservação de cerca de 44 mil títulos, a instituição, que tem sede em São Paulo, havia encontrado, nos últimos anos, um caminho estável para obter os meios necessários ao cumprimento de sua missão.
    Integrada à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, era gerida pela Sociedade dos Amigos da Cinemateca (SAC), que em 2008 se transformou em organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) capacitada a firmar convênios com o governo.
Em 2011, já na Presidência de Dilma Rousseff, uma auditoria da Controladoria-Geral da União apontou suspeitas de irregularidades nas contas da SAC. Num ambiente de disputas políticas entre as gestões que se sucederam no MinC, o documento da CGU serviu de base para que, em fevereiro de 2013, fosse suspenso o convênio.
    Sem que se providenciassem alternativas para sua manutenção, a Cinemateca viu-se obrigada a reduzir em 80% seu quadro de funcionários e a paralisar as atividades.
    Um mês antes da interrupção dos repasses, o MinC havia exonerado o diretor da Cinemateca, e o órgão permaneceu quase um ano sem substituto. Quando Lisandro Nogueira assumiu, em novembro passado, anunciou que 17 servidores do Ministério do Trabalho seriam deslocados para a instituição --mas isso não ocorreu.
    Depois dessa sequência de trapalhadas, o secretário do Audiovisual do MinC, Mario Borgneth, declarou à Folha que a entidade terá de "trocar o pneu com o carro andando". O ministério, segundo ele, promoverá um debate sobre o novo modelo de gestão.
    Pura perda de tempo. O modelo já estava definido e em funcionamento. Não há razão para a Cinemateca não ser gerida por uma organização social, como a própria SAC. Esta associação, aliás, rechaça as acusações que lhe foram feitas e contratou auditoria independente para se defender. Nenhum desvio foi identificado até aqui.
    Não é de hoje que a Cinemateca, criada em 1956, enfrenta problemas. Certa vez o crítico de cinema Paulo Emílio Salles Gomes (1916-77) declarou, com ironia, que muitas das dificuldades para mantê-la decorreriam da atuação de uma imaginária "Sociedade dos Inimigos". A "boutade", que parecia superada, voltou a fazer sentido.

O prazer de matar - FERREIRA GULLAR

É a insensatez levada ao último grau, que só se explica pela cegueira a que leva o fanatismo religioso
    Não passa uma semana sem que novos atentados matem dezenas de pessoas. Isso ocorre com mais frequência no Iraque, no Egito, no Afeganistão, na Síria, em países da África Central. Matar inocentes indiscriminadamente é difícil de entender. Toda vez que leio uma notícia dessas, surpreendo-me como se a lesse pela primeira vez.
    Não há dúvida de que homicídio puro e simples não deixa de me espantar. De fato, tirar deliberadamente a vida de alguém é coisa que não compreendo nem aceito. Mas sei, como todo mundo, que, dependendo de seu temperamento, pode uma pessoa perder a cabeça e matar um suposto inimigo.
    Há, porém, pessoas que têm o prazer de matar e, por isso mesmo, fazem isso com certa frequência. Lembro-me de um jovem que foi preso logo depois de liquidar um desafeto. Quando o policial lhe disse que no próximo ano seria maior de idade e, se voltasse a matar alguém, iria para a cadeia, ele respondeu: "Pois é, não posso perder tempo".
    No que se refere aos atentados, há os motivados por razões políticas e religiosas e há os que, ao que tudo indica, têm causas psíquicas, ou seja, o cara é pirado. Esses são os atentados tipicamente norte-americanos. Com impressionante frequência, surge um sujeito empunhando um revólver ou um fuzil-metralhadora que começa a disparar a esmo dentro de um shopping ou de uma universidade. Ele sabe que vai morrer e, quase sempre, é abatido por policiais.
    A loucura é certamente um componente desse desatino homicida. Não obstante, a gente se pergunta por que só acontece nos Estados Unidos. Será porque todo mundo lá tem armas em casa e aprende a atirar desde criancinha, no quintal de casa ou no porão? Os fabricantes de armas garantem que não, que não é por isso, mas tenho dificuldade de acreditar neles.
    Esse tipo de atentado difere daqueles outros, cuja motivação é político-religiosa, e difere também, por seu resultado, não de um surto psicótico e, sim, pelo contrário, fruto de uma decisão tomada objetiva e friamente por um líder.
    A afinidade que há entre eles é o propósito de assassinar pessoas inocentes. E é precisamente este ponto que tenho maior dificuldade de aceitar. Por exemplo, um terrorista, com o corpo coberto de bombas, entra num ônibus escolar do país inimigo, explode as bombas e a si mesmo, matando dezenas de crianças. Não vejo nenhum sentido nisso, a não ser mostrar seu ódio ao adversário; e, nesse caso, por se tratar de crianças, mostrar que sua fúria homicida desconhece limites. É outra modalidade de loucura.
    Mas há ainda os casos em que a fúria homicida mata indiscriminadamente pessoas de outros países, que nada têm a ver com os propósitos do atentado. Exemplo disso foi o caso das Torres Gêmeas, em Nova York, onde morreram quase 3.000 pessoas. O atentado visava os norte-americanos, mas matou franceses, holandeses e até muçulmanos. Nem mesmo se pode excluir, dentre as vítimas daquele atentado, pessoas que possivelmente apoiavam a causa defendida pelos terroristas. É a insensatez levada ao último grau, que só se explica pela cegueira a que leva o fanatismo religioso.
    O que torna mais absurdo tudo isso é o fato de que o atentado terrorista não traz nenhum benefício a quem o projeta e o faz acontecer, a não ser satisfazer seus desejos homicidas. De fato, o terrorismo é a expressão da derrota política de quem o promove, a reação desesperada de quem sabe que não tem qualquer possibilidade de vencer o adversário e chegar ao poder.
    Mas, ao fim de tudo, não consigo na verdade entender tal desvario, mesmo porque, além do assassinato em massa de crianças e cidadãos quaisquer, que o terrorista nem sequer conhece ou sabe que matou, há fatos quase inacreditáveis.
    Como o que ouvi da boca do chefe supremo do Hezbollah, na televisão. Ele afirmou que o menino-bomba, que praticou o atentado no ônibus escolar, em Israel, era seu filho e tinha 16 anos. E acrescentou: "O mais novo, que tem 12 anos, já está sendo preparado para se sacrificar por Alá". O curioso é que ele manda os filhos morrerem, mas ele, o pai, continua vivo.

Na Coluna do CLAUDIO HUMBERTO


PRESÍDIO-AÇOUGUE

Opositor da família Sarney, o partido Solidariedade quer denunciar em encontro político, na Itália, as condições de trabalho de agentes penitenciários de Pedrinhas, no Maranhão. Quanto aos muitos detentos mortos, alguns decapitados, até pela omissão dos carcereiros, nada. 

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA: Donos de mais de um imóvel perderão isenção do IPTU
Região
Jornal do Commercio: Boas ideias para fugir do trânsito
Meio-Norte: Guerra do tráfico fez 45 mortos só este ano
O Povo: 16 processo, 6 condenações, 42 anos de pena
Nacional
Correio Braziliense: Acima de policiais, o rigor da lei
Estadão: BC cobra de empresas e clubes R$ 39,8 bi em multas
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O Globo: Policiais não sabem como conter protestos violentos
Zero Hora: 6 pontos que podem mudar: o transporte da capital

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O Brasil deveria descriminalizar a maconha?

O novo status da maconha - ELISALDO CARLINI
SIM
    No século 19, medicamentos à base da maconha (Cannabis sativa L) eram disponíveis aos pacientes.
    Assim dizia o doutor J. R. Reynolds, médico da rainha Vitória da Inglaterra: "Em quase todas as moléstias dolorosas, eu achei a maconha ("indian hemp") a mais útil das drogas". Está escrito em famoso livro da terapêutica americana: "Cannabis é muito valiosa para o alívio da dor, particularmente aquela dependente de distúrbios nervosos..."
    E a maconha usada como medicamento naqueles tempos não causava "graves" intoxicações. D. S. Snyder, ao examinar a literatura médica do século 19, diz: "É marcante que muitos relatórios médicos não mencionam qualquer propriedade intoxicante da droga".
    Raramente existia (se é que houve alguma) indicação de que pacientes --e centenas de milhares devem ter recebido Cannabis na Europa no século 19-- estivessem "chapados" ou mudassem sua atitude em relação ao trabalho, seus semelhantes, ou sua pátria.
    Mas, na metade do século 20, a situação muda totalmente. "A maconha é uma droga totalmente viciante, merecendo o ódio dos povos civilizados", declarou o governo egípcio, em 1944. Na convenção de 1961, a ONU coloca a maconha, junto com a heroína, na classe das drogas com "propriedades particularmente perigosas". E a maconha passou a ser considerada "erva do diabo", satanizada que foi. Não importa discutir quais as razões, certamente pouco científicas, que levaram a tão esdrúxula situação.
    Mas, a partir da segunda metade do século 20, o quadro começa a modificar-se, e a maconha renasce como poderoso medicamento para certas patologias médicas.
    A identificação dos princípios químicos ativos da maconha, a descrição segundo a qual o cérebro humano tem "receptores" para esses princípios, a surpreendente descoberta de que o nosso cérebro sintetiza uma substância capaz de atuar naqueles receptores (como se tivéssemos uma maconha produzida pelo nosso próprio cérebro, a anandamida) e a descrição de um sistema de neurotransmissão nervosa chamado de sistema canabinoide endógeno trouxeram um novo status científico para a maconha.
    E mais: muitos trabalhos científicos clínicos foram feitos no mundo demonstrando claramente que a maconha tem boas propriedades terapêuticas (dores neuro e miopáticas; esclerose múltipla; náusea e vômito resultantes da quimioterapia do câncer; e mais recentemente epilepsia e dores terminais do câncer).
    E, ainda, recentes pesquisas epidemiológicas, seguindo milhares de usuários crônicos e até pesados da maconha, feitas em importantes universidades dos Estados Unidos e do Reino Unido, cabalmente mostram que a maconha não afeta o desempenho cognitivo, não produz ganho de peso e não está associada a efeitos adversos da função pulmonar.
    Como consequência final desses conhecimentos novos, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Holanda já têm medicamentos fabricados à base de maconha ou seus derivados. O medicamento fabricado no Reino Unido já foi aprovado pelos Ministérios da Saúde de 13 outros países (o último a aprovar foi a França) e é utilizado clinicamente, sob receitas, em mais de duas dezenas de outros países.
    E todos esses fatos estão à disposição do leitor em cerca de um milhar de trabalhos científicos, sendo apoiados pelo "American College of Physician", "American Medical Association", Ministério da Saúde de Israel, Espanha, Itália etc. (para maiores detalhes, ver o trabalho de revisão "Cannabis sativa L (maconha): Medicamento que renasce?").
    Até poderia ser dito que, para o opositor brasileiro do uso médico da maconha, à semelhança de uma pessoa ao ser confrontada com um documento que contradiz frontalmente sua superada convicção, declara: não li e não gostei!

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
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Região
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Nacional
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