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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Mais Cultura e Turismo - Programação deste fim de semana

*Sexta-feira (23)
19h – Loopicinico
20h30 – Marcos Magah
22h – Chico Nô
*Sábado (24) - infantil
17h – Espetáculo “O Baú Mágico”
18h30 - Casimiro Coco – Lendas

*Praça Nauro Machado - Praia Grande

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Governo prorroga inscrições para edital de projetos audiovisuais

    O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secma), prorrogou as inscrições do Edital de Seleção de Projetos Audiovisuais do Maranhão até o dia 2 de outubro. O incentivo foi desenvolvido a partir de parceria entre o Governo do Maranhão e a Agência Nacional de Cinema (Ancine). É o primeiro grande investimento no setor específico do audiovisual do Maranhão.
    A prorrogação do prazo de inscrição do Edital ocorreu mediante diálogo com produtores de cinema do estado, que anseiam por mais esclarecimentos. Assim, será realizada uma oficina de elaboração de projetos com cineastas maranhenses, em data a ser divulgada.
    “Com a prorrogação do prazo e a capacitação dos cineastas, vamos conseguir atrair ainda mais pessoas interessadas no edital, garantindo um aumento no número de projetos audiovisuais maranhenses”, esclareceu o secretário de Estado da Cultura, Felipe Camarão.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Padilha diz que apenas vai colaborar com Felipe Camarão

     
José Reinaldo Tavares e Antonio Padilha na Festa do
Divino Espírito Santo em Alcântara (2004)
    O professor da Universidade Federal do Maranhão, Antonio Francisco Padilha, afirma que até o momento não foi convidado pelo secretário Felipe Camarão para integrar a nova equipe do Secma. Padilha foi convocado ao gabinete de Camarão na terça-feira, 11, para apresentar um projeto excluisvamente voltado para a música no Maranhão, iniciado na gestão do governador José Reinaldo Tavares e interrompidos nas sucessivas gestões da Secma.
    Segundo Antonio Padilha, seu interesse exclusivo é em relação à expansão do ensino da música no estado. "Estou disposto a colaborar com a secretaria de Cultura no sentido de resgatar um projeto que atingiu vários jovens no interior do estado. Em São Bento, por exemplo, até hoje encontro jovens que participaram da formação de bandas e sonham em viver de música", afirma Padilha.
    O projeto musical do maestro Padilha inclui ainda a efetivação da Orquestra Sinfônica do Maranhão. A OSMA foi formalmente fundada na gestão da secretária Olga Simão, mas, segundo Padilha, se constitui em um arremedo.
    O mesmo projeto para a música, Padilha apresentou à ex-secretária Ester Marques que não demonstrou nenhum interesse pelo mesmo. O ex-secretário de Cultura disse ter percebido sensibilidade especial do secretário Felipe Camarão para a área da música.
    Doutor em música pela Universidade de Viena (Áustria), Antonio Padilha reclama da ex-secretária por ter escolhido um professor sem formação de nível superior para dirigir a escola de música, embora destaque qualidades profissionais e talento do diretor da EMA. O quadro da escola Lilah Lisboa conta com um doutor, quatro mestres e outros tanto com graduação, sendo apenas seus sem diploma de estabelecimento de ensino do terceiro grau.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Padilha entra e Paulo de Aruanda sai da Secma

     O ex-secretário de estado da Cultura no governo José Reinaldo Tavares, Antonio Padilha, va integrar a equipe da gestão Felipe Camarão na Secma no governo Flávio Dino. Com a vaga aberta por Paulo de Aruanda, ento Padilha tem uma superintendência à disposição. Camarão chamou Padilha para conversar em seu gabinete nesta tera-feira, 11, a portas fechadas.
    A queda de Paulo de Aruanda da Superintendência de Eventos se deu um dia após o presidente da Câmara de São Luís, vereador Astro de Ogum, fazer uma visita de "cortesia" ao secretário que sucedeu a professor Ester Marques.
    A passagem de Aruanda ela Secma é folclórica pela arrogância e falta de entendimento do papel do funcionalismo público. No São João, Paulo de Aruanda reinou absoluto. Colocou quem quis na programação dos arraias financiados pelo estado e desdenhou de todos que não o bajulavam. A falta de tato e senso do ex-companheiro de Astro de Ogum no Parque da Vila Palmeira causou repugnância da classe artística.  
     A contribuição do superintendente à gestão de Ester Marques foi no sentido de desorganizar. A partir de critérios subjetivos, convidou quem bem entendeu e extrapolou o orçamento distribuindo cachês a torto direito a quem não merecia, desmerecendo talentos irrefutáveis. 
    Foi assim com Tião Carvalho, músico e bailarino radicado em São Paulo, cuja contribuição ao folclore e cultura maranhense é indiscutível. "Desta vez não quero Tião na minha programação", respondia aos que pleiteavam ter o músico na programação São João de Todos. E assim, esperava Aruando que os anos se passassem. Não foi.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Enem preencherá vagas para o 2º semestre por sorteio

    A Escola de Música Lilah Lisboa de Araújo (EMEM) o estará realizando de 08 a 19 de Junho as inscrições para o processo seletivo de alunos para os cursos de Musicalização infantil, Fundamental infantil em instrumento, Fundamental adulto em instrumento e canto lírico referentes ao preenchimento de 117 vagas disponíveis para o segundo semestre deste ano.O preenchimento das vagas será por sorteio.
    Para concorrer a uma vaga do Curso Fundamental Infantil, o candidato deverá ter de 09 a 13 anos de idade; para o Curso Fundamental Adulto, o candidato deverá ter a partir de 14 anos, para o Curso Fundamental Adulto de Canto, o pré-requisito é a idade mínima de 15 anos, e para o de Musicalização Infantil, a criança deverá ter 08 anos completos até o dia 30 deste mês.
    Para se inscrever o candidato deverá comparecer a Escola de Música portando documento de identificação, e preencher uma ficha de inscrição que será fornecida no local, além de efetuar o pagamento de uma taxa no valor de R$15,00.
 
Da Assessoria de Comunicação da SECMA

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Secma dialoga com produtores e artistas sobre lei estadual de incentivo à cultura

    A Secretaria de Estado de Cultura (Secma) está adotando ações para garantir a transparência dos processos relacionados à Lei Estadual de Incentivo à Cultura, em vigor no Maranhão desde outubro de 2012. Nesse sentido, foi escolhida como secretária adjunta da Secma para a Lei de Incentivo à Cultura, Caroline Lima Veloso, com formação superior em Direito e Relações Públicas.
    Seguindo a política estabelecida pelo governo Flávio Dino, a Secma está dialogando com os produtores culturais e artistas maranhenses. Com a presença da secretária de Cultura, Ester Marques, a secretária adjunta Caroline Lima Veloso foi apresentada a classe e iniciou o diálogo sobre o funcionamento da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
    “Os produtores culturais e os artistas estavam ansiosos pela definição da secretária adjunta. Quando assumimos a Secma tivemos que tomar ciência da real situação da Lei e também despachar os processos que estavam armazenados. Agora, com a casa em ordem e após a nomeação da secretária adjunta, nossa primeira ação será organizar a composição de um novo júri de méritos, garantindo que novas propostas possam dar entrada no escritório da Secma”, reforçou a secretária Ester Marques.
    Caroline Lima Veloso será responsável por promover um entendimento mais claro sobre a Lei, principalmente por parte da iniciativa privada. A opção de destinar um percentual da carga tributária para um projeto cultural, com certificado emitido pela Secma, ainda é visto por muitos empresários como um investimento direto, quando na verdade a dedução é retirada da União Estadual, que neste caso opta por não arrecadar do empresariado, destinando o fundo para o financiamento de projeto inscrito na Lei de Incentivo.
    O resultado da ausência de políticas de incentivo voltadas ao empresariado faz com que de um total de 519 projetos que deram entrada na Secma entre 2012 a 2014, apenas 19% destes tenham conseguido efetivamente captar recursos de empresas privadas. Além de reverter este cenário, incentivando uma maior adesão da iniciativa privada em beneficio de projetos culturais, o Estado vai trabalhar a partir de agora, para aprimorar o processo de submissão e recebimento de propostas, identificando os gargalos existentes em seu funcionamento.
    O escritório da Secma para tratar sobre a Lei de Incentivo à Cultura fica na sede da Secma, na Rua Portugal, na Praia Grande. O atendimento para esclarecimento de dúvidas e submissão de propostas à Lei pode ser realizado de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h. As informações de como funciona e qual a documentação necessária para solicitar certificado para captação através da Lei podem ser adquiridas no site da Secma (www.cultura.ma.gov.br), diretamente no banner ‘Lei Estadual de Incentivo à Cultura’.
Da Secom

segunda-feira, 30 de março de 2015

Ester Marques compra briga pelo parque folclórico da Vila Palmeira

    A secretária de Cultura, Ester Marques, agora é alvejada pelo fogo amigo. Até então aliados da secretária, a turma do programa Canta Maranhão (Helena Leite, Juarez Souza e Joel Jacinto) reagiu com indignação diante do anúncio da reforma do Parque Folclórico da Vila Palmeira, feudo do vereador Astro de Ogum. Fechado para reforma, eles temem que tudo mude, conforme o espírito do governo Flávio Dino. Ignoram o sentido de patrimonialismo que a gestão do parque exemplifica.
    O programa é levado ao ar de segunda a sábado na Difusora AM, do sistema de comunicação do senador suplente  Edinho Lobão, adversário de Flávio Dino nas eleições de outubro do ano passado. Como estratégia administrativa, a secretária manteve a radialista Helena Leite na equipe de comissionados da Secma. Afastada por motivos de saúde, Leite é amiga do peito de Roseana Sarney e nunca comungou desse negócio de oposição à oligarquia. O trio tem sintonia fina com o presidente da Câmara de São Luís.
    Os comunicadores acreditam que a reforma será um pretexto para que o Estado retome o espaço entregue desde o século passado a Astro de Ogum. Estér Marques diz que não existe documento que comprove a cessão do patrimônio público à Federação dos Umbandistas do Estado do Maranhão, entidade que gerencia o parque.
    Há comentário de que a origem de tudo seria uma Associação dos Bois de Matraca da Ilha, ideia patenteada pelo radialista Tony Duarte. Depois de escapar com vida de atentado, Duarte foi para Brasília. Lá se abrigou no programa de proteção à testemunha e no gabinete do senador Edison Lobão.
    Após curto período sob direção do Coronel Bebeto, as rédeas do Parque Folclórico da Vila Palmeira passaram para as mãos de Astro de Ogum, por meio da Federação. Num simulacro de alternância, o edil tem colocado prepostos na direção da entidade. Entre os presidentes guiados por Astro está Paulo de Aruanda, atual superintendente de eventos da Secretaria de Estado da Cultura. Um documento da extinta Maratur comprovaria a cessão. Entre os ocupantes, foi iniciada a arqueologia.

    A gestão pública do parque constava na proposta do candidato a deputado estadual e ex-secretário de Cultura no governo Jackson Lago, Joãozinho Ribeiro, pelo PCdoB. A carta de propostas foi construída por Ribeiro após profícuo debate com a classe artística.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Américo Azevedo imprime ritmo trôpego no Teatro Arthur Azevedo

   
Exemplo republicano - Exposição do chefe do Odylo Cost, filho no Odylo Costa, filho
    O diretor do teatro Arthur Azevedo, Américo Azevedo Neto, foi indicado pelo empresário Roberto Albuquerque, dono da TV Guará e concessionário Dalcar (Chevrolet) entre outros empreendimentos. A classe artística sabe disso. Antes mesmo do decreto de nomeação ser divulgado, a escolha do governador Flávio Dino era notória. Até mesmo antes da confirmação do nome da professora da UFMA e no passado recente consultora da Secma no governo Roseana, Ester Maques, na equipe de governo Dino, o nome do imortal da estirpe dos Azevedo era tido como certo e inquestionável.
    Américo Azevedo Neto faz parte do quadro de profissionais da televisão que no governo Flávio Dino tem protagonismo (termo mais que na moda) na comunicação estadual. No preenchimento do quadro funcional comissionado, o neto dos Azevedo convocou colegas da emissora. Repetiu a abominável e caquética prática da oligarquia derrotada e desavergonhada.
    Historicamente ligado ao grupo político do ex-senador Cafeteira, Américo Azevedo Neto nunca esteve na trincheira anti-sarneysta. Confrades da Academia Maranhense de Letras, Américo e Sarney têm relações cordiais, como convém às elites intelectuais. Além de escritor, seu reconhecimento intelectual advém das incursões do grupo Cazumbá. De característica parafolclórica, o grupo precedeu o Boi Barrica na carteira de exportações da cultura maranhense. 
    O escritor e folclorista iniciou a semana situado no olho do furacão de mais um crise engendrada pela própria incapacidade de diálogo, acusação desviada para a secretária de Cultura, Ester Marques, com seu público imediato. 
    Segundo relatos de línguas ferinas, a intolerância do imortal com os representantes da classe teatral quase chega a vias de fato. Até mesmo um segurança com arma em riste foi chamado para por no olho da rua os artistas apreensivos com a realização da X Semana Maranhense de Teatro.
    Américo e Ester não estão alinhados no espírito republicano, termos recorrentes do jargão governista. O primeiro divulgou dois editais, corroborando sua intenção de independência da segunda. Assim como o ex-diretor Fernando Bicudo, criticado à exaustão pelo descendente de Arthur Azevedo, o atual diretor do TAA luta para conseguir autonomia do órgão da Cultura. 
    Bicudo conseguiu desligar o teatro do organograma da Secma e fixá-lo no orçamento da Secretaria de Estado da Educação, pasta com 25% da receita estadual garantido constitucionalmente. É uma fábula impensável para a área da cultura. Américo quer levar o TAA para a Secretaria de Estado de Planejamento.
    Sobre o entrevero entre Américo e a classe teatral, mais uma vez prevaleceu a subserviência oficial, sem qualquer eco com a realidade dos fatos. Evidentemente, o diretor do TAA quer administrar diretamente os recursos da semana. Desprovido do tal espírito "republicano", mas obviamente legitimado por representantes eleitos em processo promíscuo, a façanha será efetivada.
    A promiscuidade na gestão pública é de difícil discernimento entre gestores da cultura. No governo Flávio Dino a prática confirma a tese. Por exemplo, o chefe do Centro de Criatividade Odylo Costa, Filho, o professor universitário, artista plástico e carnavalesco Alaim Moreira Lima, inaugurou o calendário do órgão com uma exposição sua: Divinos Toténs. Não falta peroba para conservá-los.
    O Moreira Lima, outro nobre descendente da Athenas, não enxerga nenhuma anomalia na gororoba com pitadas de interesses privados na gestão pública. 
    Os artistas preparam documento a ser encaminhado ao governador. Além das queixas contra Américo, no conteúdo será citada até mesmo uma suposta improbidade administrativa protagonizada por Américo quando secretário de Estado da Cultura. Essas questões da cultura, embora pequenas, contaminam intenções republicanas propaladas pelo governador. O que todos esperam é que não se torne crônica.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Flávio Dino anuncia professora Ester Marques para Secretaria de Cultura

    O governador eleito Flávio Dino segue com a composição de sua equipe de trabalho. A professora Ester Marques foi anunciada na manhã desta terça-feira (11) para assumir a Secretaria de Cultura a partir de 1º de janeiro. Este é o 21º anúncio de Flávio Dino através das redes sociais.

    Ester Marques assumirá a Secretaria de Cultura com o objetivo de implementar compromissos assumidos pelo Programa de Governo apresentado por Flávio Dino, como a expansão de estruturas adequadas para atividades culturais em municípios maranhenses e também do Programa Pontos de Cultura, do Governo Federal, democratizando o apoio financeiro e técnico aos grupos culturais.

Quem é  Ester Marques:

É professora do Departamento de Comunicação da UFMA, formada em Comunicação, com mestrado em Comunicação e Cultura pela UNB e está concluindo o doutorado em Ciências da Comunicação. É do Conselho Estadual de Cultura, da Comissão de Análise de Projetos da Lei de Incentivo da Cultura. Coordenou como analista técnica o Plano Estadual de Cultura. É também produtora cultural e membro da Comissão Maranhense de Folclore. Foi diretora geral do Sesc no Maranhão. Desde 2012, é assessora de Comunicação da UFMA.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Renato Dionísio está cotado para presidir a Func a partir de janeiro de 2015

   
Renato Dionísio
O empresário Renato Dionísio, assessor especial da prefeitura de São Luís, é o provável presidente da Fundação Municipal de Cultura a partir de janeiro de 2015. Dionísio é pedetista histórico e tem protagonizado momentos destacáveis na história recente da cultura popular de São Luís como presidente da Favela do Samba, colecionadora de troféus de campeão do carnaval de passarela da cidade, e dirigente fundador do Boi Pirilampo.Neste último tem revelado sua banda compositor. Desde 2012, o empresário mantém afastamento estratégico da Favela. Embora, seja eterno presidente de honra com voz e vez no comando da escola do bairro do Sacavém.
    Ex-presidente da Coliseu na administração do prefeito Jackson Lago, Dionísio teve seu nome especulado para integrar a equipe do governador eleito Flávio Dino (PCdoB). No terreno da especulação, Dionísio apareceu ao lado de Joãozinho Ribeiro, ex-secretário de Cultura na administração do governador Jackson Lago, e Antonio Padilha, professor da Ufma e ex-secretário de Cultura na administração do governador José Reinaldo Tavares, o nome do pedetista.
    A não improvável ida de Renato Dionísio para a presidência da Func supriria a vacância do cargo pelo professor Francisco Gonçalves, este sim cotado para fazer parte da equipe de Flávio Dino. Renato Dionísio e Francisco Gonçalves já estariam conversando sobre a Fundação Municipal de Cultura. No primeiro momento, o nome de Gonçalves surgiu no cardápio de secretariáveis para a pasta da cultura. Com orçamento baixo, a Secma confere mais prestígio que intervenção política ao gestor. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Estado e município deixam os carnavalescos a pão e água

    Sem dar um tostão furado para as brincadeiras até então, o governo do estado teve o bom senso de adiar a festa de lançamento do carnaval 2012 marcada para acontecer nesta sexta-feira,10, no Palácio dos Leões. A tensão climatiza a Secretaria de Estado da Cultura e imediações do canto da Cultura.  Dinheiro do estado só para fazer a festa do pai de santo Laíla, da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis.
    Tem gente batendo ponto em frente à Secma, na Praia Grande, no mormaço do meio-dia, como o cantor e compositor Mano Borges, interveniente através da Associação dos Artistas Maranhenses, um ong que recebe o dinheiro para fazer o pagamento das brincadeiras mediante o recolhimento de taxa de administração.
    A taxa é cobiçada pelo São Luís Conventions e Visitors Bureaux, antes nas mãos de Nan Souza agora com Marizinha Raposo,  e disputada à tapa pela Associação dos Blocos Tradicional de São Luís, encabeçada pelo carnavalesco Brasa.
    No governo Jackson Lago, Brasa embolsou o dinheiro e deixou papagaios desquarados nas mãos de donos de brincadeiras. Mesmo assim demoniza o ex-secretário de Estado de Cultura Joãozinho (com z) Ribeiro.
    Por parte da prefeitura, apesar do presidente da Fundação Municipal de Cultura,  jornalista e cineasta de um filme só, Euclides Moreira Neto, ter anunciado que o prefeito João Castelo (PSDB) afrouxaria a mão em R$ 6 milhões, necas de dinheiro até agora. O jeito é rasgar a fantasia e ingressar num bloco de sujo gritando tudo é carnaval.