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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Congresso em Foco inclui Eliziane Gama entre os 40 melhores parlamentares

Já é tradição. Todos os anos, o portal brasilienseCongresso em Foco organiza uma premiação para eleger os melhores senadores e deputados do Brasil. São realizados dois tipos de votação. Em uma delas (votação popular), o internauta é que tem a liberdade e o poder de escolher o melhor parlamentar. Na outra (votação especializada), mais de 180 profissionais da imprensa que acompanham o dia a dia do Congresso Nacional são os responsáveis por avaliar os políticos.
Em 2015, os jornalistas manifestaram suas preferências entre os últimos dias 8/9 e 10/9, por meio de urnas itinerantes, numa votação acompanhada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF). Para eles, são do Rio de Janeiro seis dos dez melhores deputados do país: Chico Alencar (Psol), Alessandro Molon (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Jean Wyllys (Psol), Glauber Braga (PSB) e Miro Teixeira (Pros). Completam a lista dois representantes do estado de São Paulo, Ivan Valente (Psol) e Luiza Erundina (PSB), e os deputados Maria do Rosário (PT-RS) e Júlio Delgado (PSB-MG).
OBS1.: Ainda não foi divulgada a ordem de colocação dos 10 melhores deputados listados acima.
OBS2.: Foram considerados inaptos para receber os votos dos jornalistas os deputados que respondem a inquéritos criminais ou ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF).
Confira abaixo a lista com o número de votos dos demais deputados (os 40 melhores)
11. Benedita da Silva RJ PT 17 votos

12. Mendonça Filho PE DEM 17 votos
13. Mara Gabrilli SP PSDB 15 votos
15. Antonio Imbassahy BA PSDB 12 votos
16. Conceição Sampaio AM PP 12 votos
17. Paulo Teixeira SP PT 10 votos
19. Edmilson Rodrigues PA PSOL 9 votos
20. Janete Capiberibe AP PSB 9 votos
21. Silvio Costa PE PSC 9 votos
22. Carlos Sampaio SP PSDB 8 votos
23. Jarbas Vasconcelos PE PMDB 8 votos
24. Rubens Bueno PR PPS 8 votos
25. Bruno Araújo PE PSDB 7 votos
26. Eliziane Gama MA PPS 7 votos
27. Henrique Fontana RS PT 7 votos
28. Jô Moraes MG PCdoB 7 votos
29. Tiririca SP PR 7 votos
30. Augusto Carvalho DF SD 6 votos
31. José Guimarães CE PT 6 votos
32. Leonardo Picciani RJ PMDB 6 votos
33. Carlos Zarattini SP PT 5 votos
34. Vicentinho SP PT 5 votos
35. Arnaldo Faria de Sá SP PTB 4 votos
36. Esperidião Amin SC PP 4 votos
37. Luiz Carlos Hauly PR PSDB 4 votos
38. Luizianne Lins CE PT 4 votos
39. Margarida Salomão MG PT 4 votos
40. Onyx Lorenzoni RS DEM 4 votos

Prêmio Congresso em Foco 2015 é patrocinado pela Ambev e pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb).

sábado, 9 de maio de 2015

Políticos do Brasil: ‘Se não for corrupto, mal se sustenta’, diz vereador

LETICIA FERNANDES leticia. fernandes@ oglobo.com. br

Político do Pará afirma que, sem corrupção, não consegue sobreviver; ele recebe 13 salários mínimos por mês

O vereador Odilon Rocha de Sanção (SD), de Parauapebas, no Pará, causou polêmica na sessão realizada na Câmara no dia 24 de abril, quando disse que o salário de R$ 10 mil, o equivalente a quase 13 salários mínimos, é “insignificante”. Em pronunciamento na tribuna, ele questionou o rendimento dos vereadores e disse que, “se não for corrupto, ele (o vereador) mal se sustenta”.
— Eu nunca tinha pensado na minha vida, e eu pensei seriamente se vale a pena ser vereador ou se não vale a pena. Gente, tem coisas que é insignificante em função da outra ( sic). O valor que o vereador ganha aqui, se ele não for corrupto, não tenha nenhuma dúvida de que ele mal se sustenta durante o ano, durante o mês — afirmou o político.
O vídeo com as declarações de Sanção, que está em seu quinto mandato como vereador, ganhou força nas redes sociais e foi alvo de reclamação de moradores da cidade até no Facebook oficial da prefeitura de Parauapebas.
SALÁRIO CHEGA A R$ 13,8 MIL
Os 15 vereadores do município que tem pouco mais de 183 mil habitantes recebem o valor bruto de R$ 10.013. Somando esses proventos às ajudas de custo mensais, como verba para despesas com combustível (R$ 2.800) e telefone (R$ 1 mil), o salário chega a R$ 13.813, ou nada menos do que 17 salários mínimos. Os políticos ainda têm direito a uma caminhonete alugada pela Câmara e a diárias para viagens. Elas variam de R$ 300 a R$ 800 por mês.
Diante da repercussão negativa, Sanção tentou se explicar anteontem, mas voltou a dizer que, com o salário que recebe, “mal dá para sobreviver”.
— O vereador, para sobreviver com o salár io de R$ 7.800 ( valor depois dos descontos) aqui dentro desta Casa, com o padrão de vida que depois de eleito ele tem, e não sou só eu, a gente mal dá para sobreviver — disse ao “G1”.
Sanção afirmou ainda que não quis chamar nenhum colega de corrupto, mas que apenas questionou o salário dos vereadores em comparação com outros cargos públicos:
— Se for para eu sobreviver apenas com esse salário, com certeza absoluta eu não teria o padrão de vida que levo hoje.
Apesar da polêmica, o presidente da Câmara de Parauapebas, Ivanaldo Braz, também do Solidariedade, defendeu o correligionário ao “G1”:
— A declaração dele não foi só a parte do vídeo. Ele dá a explicação total. O vereador, em sequência, explicou a linha da raciocínio dele, e comparou o salário com o dos secretários.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Quem são os barrados pela ficha limpa no Maranhão

Chico do Rádio (PDT) – deputado estadual
Francisco Valbert Ferreira de Queiroz (Quininha) (PSB) – deputado estadual
Frank Seba (SD) – deputado estadual (desistiu e lançou o filho Seba no lugar)
Hemétrio Weba (PV) – deputado estadual (candidato à reeleição, ele foi liberado pelo TRE-MA, mas barrado pelo TSE após recurso do Ministério Público Eleitoral)
Jeová Alves (PSL) – deputado federal
Magno Bacelar (PV) – deputado estadual
Manoel Dentista (PRTB) – deputado estadual (desistiu)
Raimundo Louro (PR) – deputado estadual
Raimundo Monteiro (PT) – 1º suplente de senador
A palavra final sobre esses casos será dada pela Justiça eleitoral, responsável pela análise dos recursos apresentados pelos candidatos. A legislação permite que os candidatos barrados pela Ficha Limpa podem continuar em campanha até que se esgotem as possibilidades de apelação.
Fonte: Congresso em Foco