segunda-feira, 26 de novembro de 2012

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA:Plantação de maconha é destruída pela polícia
Região
Jornal do Commercio:Timbu se garante e Leão ainda respira
Meio-Norte:Caixa tem R$ 1 bi para projetos ambientais
O Povo:Por dia, quatro pesoas são assassinadas em Fortaleza
Nacional
Correio Braziliense:Demitido da AGU atuava em projetos estratégicos
Estadão:Adams perde força junto a Dilma após denúncias
Estado de Minas:Ação ameaça 98 mil servidores do estado
Folha:Marqueteiro do PT defende Lula para o governo paulista
O Globo:Cerco à corrupção - Condenado do mensalão é flagrado em novo escândalo
Valor:Pacote elétrico impôs a fundos perdas de até 17%
Zero Hora:Projetos-chave para reduzir violência estão empacados

domingo, 25 de novembro de 2012

Lambe-lambe: Grafite na rua da Inveja (São Luís-MA)



Comédia de erros nos royalties do petróleo - MAÍLSON DA NÓBREGA

REVISTA VEJA
Transferir receitas sem transferir despesas força a União a elevar os tributos. 0 governo Lula desprezou essa realidade. Cuidou apenas de estatizar a exploração do pré-sal e de criar reserva de mercado para a indústria nacional
    Como diz o ditado, não adianta chorar pelo leite derramado. Será ruim qualquer saída para o imbróglio da distribuição dos royalties do petróleo aprovada pelo Congresso. O melhor a esta altura seria vetar o projeto e conduzir uma negociação política competente, capaz de reduzir as distorções. Não dá para esperar que o STF considere a medida inconstitucional.
    O começo da comédia de erros foi a mudança da Lei do Petróleo no governo Lula, por motivos ideológicos. Na prática, buscou-se restaurar o monopólio da Petrobras, agora na exploração do pré-sal. Quanto aos recursos, o governo ignorou a velha lógica do Congresso: se há dinheiro, vamos gastar; parlamentar bom é o que consegue verbas para seu estado e municípios. É difícil mudar essa cultura. A reeleição da considerável maioria depende disso.
    O orçamento é pouco valorizado no Brasil. Até os anos 30, ele era usado para inserir emendas destinadas a dar nome a ruas, promover servidores públicos e coisas do gênero. Para coibir essas esquisitices, a Constituição de 1934 criou uma regra óbvia: o orçamento trata apenas da receita e da despesa (art. 50, § 3º). A regra sobrevive na atual Constituição (artigo 165, § 8 o ). A inconsequência na aprovação de emendas levou o regime militar a proibir as que aumentassem ou alterassem a despesa (Constituição de 1967, art. 67, § 1º ).
    Com limitações, a Constituição de 1988 restabeleceu as prerrogativas do Congresso para emendar o orçamento (art. 166, § 3 o ). Antes, a distensão política do regime militar fora usada para ampliar os fundos de participação dos estados e municípios, de 20% do imposto de renda e do IPI para 24%, em 1980, e 28%, em 1983. Na retomada da democracia, subiu para 33%, em 1985, e na Constituição de 1988, para 47%. Mais 10% do IPI foi transferido aos estados para compensá-los por supostos incentivos às exportações. Para evitar o pior, a União teve de recorrer a contribuições não partilháveis com os governos subnacionais. O sistema tributário piorou.
    Essa tendência foi reforçada por estudos que mostravam a concentração de receitas na União. Era verdade, mas não se examinaram as razões, isto é, a estrutura da despesa. Na verdade, a concentração se explica, na maior parte, pela responsabilidade historicamente atribuída à União por certas despesas: previdência, defesa, regulação e vinculação de receitas a despesas com educação e saúde. Com os juros da dívida e os gastos de pessoal, elas consomem mais de 90% da arrecadação. Transferir receitas sem transferir despesas força a União a elevar os tributos.
O governo Lula desprezou essa realidade. Cuidou apenas de estatizar a exploração do pré- sal e de criar reserva de mercado para a indústria nacional. Não deveria ter se surpreendido quando dois parlamentares gaúchos mobilizaram facilmente o Congresso para aprovar a destinação aos estados e municípios de parcela dos recursos do petróleo do pré-sal, em detrimento dos estados produtores. A maior parte depende ainda da exploração de futuros poços.
    Lula vetou o projeto, mas não se preocupou em negociar uma saída honrosa para todos. Por sua vez, a presidente Dilma não percebeu que, nessa matéria, desaparecem divisões políticas, partidárias, ideológicas ou regionais. Mais dinheiro para estados e municípios aglutina todas as tendências. Tem o apoio de empresários e formadores de opinião locais. A coalizão é imbatível. A comédia de erros atrasará a exploração do pré-sal, criará sérios problemas para os estados produtores e contribuirá para a pulverização de receitas e para seu desperdício em gastos correntes.
    O dinheiro público proveniente da exploração de recursos naturais não renováveis não pertence apenas à atual geração. Veja-se o exemplo da Noruega. Lá, os recursos do petróleo constituem um fundo para as gerações futuras, do qual se gastam apenas os rendimentos das aplicações.
    O veto ao projeto seria justificado pela conveniência de negociar algo na linha norueguesa. É politicamente impossível, todavia, não contemplar as regiões não produtoras de petróleo, que já comemoraram a festa. Um bom pedaço dessa riqueza vai para p buraco negro da gastança. Uma pena!

Museu de Tudo: Desenho de Oscar Niemeyer da Praça Maria Aragão


Na coluna do Claudio Humberto

ÁGUA DE BEBERO ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) deu um tempo nas preocupações com a grave seca no Nordeste: passa férias no exterior.

Crime e castigo - FERREIRA GULLAR

Punir é, portanto, afirmar a equidade entre os cidadãos, sem o que as normas sociais perdem significação   
VAMOS PENSAR juntos: você acha que seria viável uma comunidade humana sem leis, sem normas? Claro que não, porque onde não há normas a serem obedecidas, impera a lei do mais forte, o arbítrio.
    Todos sabemos que a natureza não é justa, já que faz pessoas saudáveis e pessoas deficientes, pessoas belas e pessoas feias, talentosas, mas sem talento outras. Isso é o óbvio, mas nem todo mundo tem a inteligência de um Albert Einstein ou o talento musical de um Villa-Lobos. A justiça é, portanto, uma invenção humana, porque necessitamos dela.
    De certo modo, a aplicação da Justiça decorre da necessidade de normas que regulem a sociedade -e que são resultado de uma espécie de acordo tácito, que torna todos, sem exceção, sujeitos a ela. Quem as viola deverá ser punido.
    É chato ter que punir, mas, se não houver punição, as normas sociais correm o risco de não serem obedecidas, o que levará a sociedade à desordem total. Ao mesmo tempo, não é justo que todos sejam obrigados a obedecer às normas e que aqueles que não as obedeçam não paguem por isso.
    Daí a instituição da Justiça na sociedade, que foi criada para que o cidadão que desrespeite as normas seja punido e passe a obedecê-las. A punição, portanto, não é represália, vingança da sociedade contra o transgressor: é o recurso de que ela dispõe para fazer justiça e manter o respeito às leis sem as quais o convívio social se torna inviável.
    Faço essas óbvias considerações porque, como já observei aqui noutra ocasião, a impressão que se tem, muitas vezes, é de que punir é algo que só se deve fazer em último caso e do modo mais leve possível.
    Participo, em parte, dessa opinião, desde que não implique em anular totalmente o objetivo da punição, que é manter a obediência dos cidadãos às normas que regem o convívio social. Se o princípio de justiça é de que todos são iguais perante a lei, a não punição de quem a viole é a negação desse princípio.
    Isso é tanto mais grave quando se trata de pessoas ricas e poderosas que, em nosso país, dificilmente são punidas. Todos são iguais, mas há aqueles que são mais iguais.
Punir é, portanto, afirmar a vigência da lei e a equidade entre os cidadãos, sem o que as normas sociais perdem significação.
    Isso fica ainda mais evidente se nos lembramos de como a punição funciona no futebol. Ali, como na vida social, todos estão sujeitos às mesmas normas, graças às quais o jogo se torna possível. E ali, como na vida, quem viola as normas deve ser punido, e com penas que variam de acordo com a gravidade da falta cometida. Se um jogador de um dos times chuta o adversário dentro da pequena área, a punição é o pênalti. Se o juiz não pune o infrator, o jogo perde a graça, e os torcedores se revoltam.
    Na sociedade, também. Por isso, de vez em quando, vemos pessoas na rua se manifestando contra a falta de punição a indivíduos que, muitas vezes, não respeitam nem mesmo a vida humana.
    A punição não é pura e simplesmente castigo pelo mal ou erro cometido. Nela está implícito o intuito de educar o infrator, de levá-lo a compreender que mais vale obedecer às normas sociais do que violá-las. Isso não significa, no entanto, que todo infrator, ao ser punido, passe a obedecer às normas sociais.
    Sabemos que tal coisa nem sempre acontece, pois muitos deles jamais abandonam a prática do crime. Se isso não justifica tratar a todos como irrecuperáveis, tampouco implica em ver a punição como um abuso da sociedade contra o indivíduo. É igualmente inadmissível manter os presos em condições carcerárias sub-humanas.
    Se faço tais considerações, é porque tenho a impressão de que nossos legisladores e os responsáveis pela efetivação da Justiça parecem ter esquecido o verdadeiro propósito da punição.
    Sentem-se culpados em punir e, por essa razão, criam leis ou as aplicam de modo a, por assim dizer, anular a punição. Frequentemente, um prisioneiro deixa a prisão para visitar a família, some e volta ao crime. E você acha mesmo que um jovem de 16 anos não sabe que roubar e matar é errado? Mas nossas leis acham que não.
Tal procedimento não ajuda a ninguém. Quando um juiz de futebol pune o jogador que comete falta, não está praticando uma maldade, está seguindo a norma que permite que o jogo continue.
Da Folha

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Jornal Pequeno:Aeroportos do Maranhão são esquecidos em programa federal de melhorias
O Estado do MA:Mais de 2.200 ações pedem isenção da taxa de aforamento
Região
Jornal do Commercio:Leão e Timbu, embalados e otimistas
Meio-Norte:Piauienses vão às ruas pela sanção do pré-sal
O Povo:Mensalão - As lições que o julgamento deixa ao Brasil
Nacional
Correio Braziliense:Dilma demite os indicados pela PF
Estadão:Dilma demite envolvidos em fraude investigada pela PF
Estado de Minas:Uma fila de até 156 Km... E vai piorar
Folha:Dilma demite assessora por suspeita de corrupção
O Globo:Juízes sob suspeita- CNJ investiga indústria da falência no Rio
Zero Hora:Alerta do Enem – Escolas do RS estão abaixo da média e longe do topo

sábado, 24 de novembro de 2012

Retorno de Bulcão à Secma sobressalta funcionários

    Os funcionários da secretaria de Estado da Cultura, SECMA, estão apreensivos com o cogitado retorno do ex-secretário Luiz Henrique Bulcão para a pasta. Até poucos antes do período para desincompatibilização Bulcão afirmava aos poucos funcionários a quem ele dirigia palavras que não tinha intenção de disputar uma vaga na Câmara Municipal de São Luís.
    Para surpresa e alegria geral Bulcão saiu candidato. Virou cativo do Largo do Caroçudo ávido por angariar votos para seu projeto político.
    Deu com os burros n´água. Preterido pela ala de Ricardo Murad, que apostou todas as fichas e estrutura da secretaria de estado da saúde em Fábio Câmara, Bulcão saiu das urnas com a pífia votaçãod e 1,6 mil votos e uma lambuja. Derrotado passou a praguejar contra os funcionários a quem taxa só de traíra.
    Há uma verdadeira pavor sobre sua volta. Embora não seja egressa do meio cultural, a secretária Olga Simão vem agradando a gregos e troianos na Rua Portugal. Não se sabe a avaliação palaciana sobre o pouco tempo de sua gestão. Bulcão trabalha nos bastidores para que seu padrinho forte, o eterno primeiro-damo Jorge Murad, lhe ponha de volta à cadeira que ele tem como sua.


Charge do dia - Caju (Jornal Pequeno)


Maranhão tem pior PIB per capita do país, informa IBGE

De acordo com o órgão, o crescimento do PIB não acompanhou o aumento populacional; estado assume o lugar que era do Piauí
Rua sem asfalto e com erosão, no bairro São Francisco, na
periferia de Balsas, no Maranhão (Cristiano Mariz)
    O estado do Maranhão apresentou o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil em 2010, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi de 6 888,60 reais. Já o maior PIB per capita do país é o do Distrito Federal, com 58 489,46 reais.
    "O menor PIB per capita era o do Piauí, agora é o do Maranhão", disse Frederico Cunha, gerente da Coordenação de Contas Nacionais Anuais, explicando que o crescimento da população no Maranhão foi maior que a do Piauí e, como a expansão do PIB não a acompanhou, o PIB per capita maranhense ficou menor.
    De qualquer maneira, a segunda pior posição na lista de PIB per capita ficou com o Piauí: 7 072,80 reais. O estado de Alagoas ficou em terceiro lugar, com um PIB per capita de 7 874,21 reais. "A concentração dos menores PIBs per capita é nas regiões Norte e Nordeste", declarou.
    Já a performance do Distrito Federal é explicada pela baixa densidade populacional aliada ao elevado nível de renda. "A fatia do Distrito Federal no PIB é muito maior que a fatia da região no total da população. O PIB per capita do Distrito Federal é três vezes maior que o do Brasil", acrescentou o especialista.
Melhores e piores resultados – O PIB per capita do Distrito Federal é ainda duas vezes maior que o de São Paulo, de 30 243,17 reais, o segundo estado no ranking.
    No total nacional, o PIB per capita é de 19 766,33 reais. Em 2010, sete unidades da federação tiveram resultado acima da média nacional: Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná.
Concentração – Apesar do ligeiro movimento de desconcentração da riqueza no país, oito unidades da federação ainda concentram 77,8% do PIB brasileiro: São Paulo (33,1%), Rio de Janeiro (10,8%), Minas Gerais (9,3%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4,0%) e Distrito Federal (4,0%).
    Na direção oposta, os dez estados com as menores participações no PIB somavam uma fatia de apenas 5,3% da geração total de riqueza, relatou o IBGE. Todos estavam localizados nas regiões Norte e Nordeste: Rio Grande do Norte (0,9%), Paraíba (0,8%), Alagoas (0,7%), Sergipe (0,6%), Rondônia (0,6%), Piauí (0,6%), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e Roraima (0,2%).
    No entanto, o grupo ganhou participação de 0,3 ponto porcentual no PIB em relação a 2002, enquanto o grupo dos oito estados mais ricos perdeu 1,9 ponto porcentual.
Já o grupo intermediário, formado pelos nove estados restantes, abocanhava 16,9% do PIB: Goiás, Pernambuco, Espírito Santo, Ceará, Pará, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão e Mato Grosso do Sul, todos com participações entre 1,2% e 2,6%. A fatia do grupo intermediário foi a que mais cresceu entre 2002 e 2010, em 1,5 ponto porcentual.
Norte — Entre as regiões, o Norte foi o que mais cresceu na passagem de 2009 e 2010, com alta de 9,9%. No mesmo período, o PIB brasileiro registrou expansão menor, de 7,5%. Tanto no Sul quanto no Sudeste, o aumento no PIB foi de 7,6%, enquanto o Centro-Oeste cresceu 6,2%, e o Nordeste expandiu-se em 7,2%.
    Na região Norte, o destaque foi Tocantins, com crescimento de 14,2% ante 2009 – a maior expansão entre as 27 unidades da federação. O Tocantins foi o estado que mais cresceu entre 2002 e 2010: 74,2%.
    Houve destaque também para Rondônia e Acre, com expansão de 63,9% e 61,6%, respectivamente. Como resultado, no mesmo período, a região Norte destacou-se entre as demais, com alta de 53,2% no PIB.
    No Sudeste, destacaram-se Espírito Santo (13,8%), Minas Gerais (8,9%) e São Paulo (7,9%), puxado pela indústria de transformação. Já o Rio de Janeiro ficou bem abaixo da média nacional, com alta de 4,5%. No Sul, o Paraná teve alto crescimento, de 10%.
    Entre 2002 e 2010, o Brasil cresceu 37,1% em volume do PIB, uma média anual de 4,0%.O Nordeste teve expansão de 42,4%; Centro-Oeste aumentou 45,9%; Sudeste evoluiu 35,6%; e Sul teve alta de 29,5%. Em oito anos, os Estados que menos cresceram foram Rio Grande Sul (24,3%), Rio de Janeiro (25,6%) e Santa Catarina (30,1%).
De VEJA


VERSÃO OFICIAL
PIB do Maranhão tem crescimento de 8,7%
    O Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão teve saldo positivo no ano de 2010, com variação real de 8,7%. O percentual de crescimento é maior do que o do Brasil, que registrou 7,5%, e do Nordeste, com 7,2%. Os dados oficiais foram anunciados, ontem, pelos institutos Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc).
    Segundo os dados, em 2010 a soma de todas as riquezas produzidas no Maranhão, que resultam no PIB, atingiu R$ 45,256 bilhões. Crescimento foi motivado, principalmente, pelos setores da indústria, com incremento de 18,7%, e de Serviços, com 8,0%.
    Pelo PIB em 2010, o Maranhão ocupa a 12ª posição no ranking dos estados que mais cresceram. A maior variação foi do Tocantins (14,2%). Com relação ao valor (R$ 45,256 bilhões), o Maranhão permanece na 16ª posição no país, sendo o 4º no Nordeste.
    O PIB do Maranhão teve aumento substancial ao ser comparado com o de 2009, quando o resultado foi negativo (-1,73%), com o estado ocupando a 23ª colocação no país. "Esses números comprovam que o estado está no rumo certo, atraindo novos investimentos, que nos próximos anos elevarão ainda mais o PIB", observou Marcelo Melo, chefe da Unidade Estadual do IBGE.
    PIB per capita - O PIB per capita foi de R$ 6.889 em 2010, valor mais alto do que o registrado em 2009, de R$ 6.259,42. Este crescimento, porém, não foi sentido no cálculo final por causa do aumento populacional, que fez com que o estado saísse da 26ª para a 27ª posição no ranking nacional.
    "O PIB per capita é o valor do PIB dividido pela população do estado. E como houve um aumento populacional no Maranhão em pouco tempo por causa da migração em função da vinda de grandes investimentos para cá, o resultado não foi tão positivo", esclareceu Marcelo Melo.
    Um dado a ser observado é que a população do Nordeste diminuiu quase -0,95% enquanto a do Maranhão cresceu mais de 3,18%, fato creditado a fatores como grandes flagelos e início do ciclo de grandes empreendimentos se instalando no estado. Para se ter uma ideia, no período de 2009 a 2010, no Maranhão, a população subiu de 6.367.138 para 6.569.683. O aumento populacional foi de mais de 202.545, sendo o maior registrado no Nordeste.
10 Economia O Estado do Maranhão - São Luís, 24 de novembro de 2012 - sábado

VI Feira do Livro de São Luís - Programação deste sábado,24, no CEPRAMA


Dia 24.11 (sábado)
Auditório Quartocentenário
14h às 15h – Palestra: O Livro, o Leitor e a sua Dimensão Social e Política – Profa. Dra. Maria Mary Ferreira
15h às 18h – Oficina de Ilustração – Rede Leitora Ler Pra valer
18h às 19h – Performance com Uimar Junior
19h às 20h – Palestra: O Dote é a Moça Educada: mulher, dote e instrução em São Luís na Primeira República – Profa. Dra. Elizabeth Sousa Abrantes.
20h30 às 21h30 – Lançamento de livro: São Luís do Maranhão: novos olhares sobre a cidade – Profa. Dra. Elizabeth Sousa Abrantes e Profa. Dra. Sandra Regina Rodrigues dos Santos.
Café Literário
17h às 18h – Roda de Conversa com representantes dos segmentos Teatro, Circo e Dança (Plano Municipal de Cultura).
18h30 às 19h30 – Roda de Conversa com representantes dos segmentos Teatro, Circo e Dança (Plano Municipal de Cultura).
20h às 21h – Instalações Performáticas
Casa do Escritor
15h30 às 16h30 – Lançamento do livro: As Cartas Que Escrevi – Kelson Moura Costa
17h às 18h – Lançamento do livro: Sombras da Lei – Douglas Batista Pereira Ribeiro
18h30 às 19h30 – Lançamento do livro: Coleção Carrossel do Saber – Marinete Silva Oliveira
20h às 21h – Lançamento do livro: O Campanário Da Padroeira – Paulo Eduardo De Souza Pereira
Espaço Infantil (Semed e Sesc)
14h – Contação de história
Recepção com grupo de animação
Pintura artística
Oficinas de: Ilustração, Conto, Poesia e Tangran

Lambe-lambe: Parachoque de carroça




Stuckert dominam imagem do poder petista

  Há uma elo de imagens entre a Presidência da República, Ministério das Minas e Energia, em Brasília, e o Instituto Lula, em São Paulo. São os fotógrafos da família Stuckert. Além do instituto do ex-presidente da República, os Stuckert podem ser encontrados em dois outros endereços do poder. Eles atuam fazendo cobertura fotográfica no Ministério das Minas e Energia e na Presidência da República.
    Roberto Stucker acompanha Lula desde a presidência e continuou com o petista após encerrar o mandato em 2010. É dele a foto na qual pela primeira vez Lula apareceu sem barba e careca depois de se submeter a sessões de radioterapia para curar um câncer na garganta. Ele está companhando o ex-presidente na viagem pela África.
   Roberto Stuckert Filho acompanha a presidente Dilma Rousseff nas audiências no Palácio do Planalto e nas viagens pelo mundo. No Ministério das Minas e Energia está setorizado Francisco Stuckert.
Os créditos das fotos confirmam a onipresença do trabalho da família de fotógrados. É a oligarquia no domínio da imagem oficial.
Últimas flashes dos Stuckert:
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Presidenta assina promoção da primeira mulher almirante. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
 

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
O primeiro-ministro Manmohan Singh, o presidente Pranab Mukherjee, Lula e Sonia Gandhi juntos na cerimônia


Crédito/foto: Francisco Stuckert (Ministério das Minas e Energia)

 

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Aqui-MA:Retalhado a facão
Jornal Pequeno:Maranhão tem cinco escolas entre as dez piores no ENEM
O Estado do MA:Roseana planeja nova etapa do governo itinerante
Região
Jornal do Commercio:Reservatória d´água em estado de alerta
Meio-Norte:Piauí tem o 9º maior crescimento do PIB
O Povo:Micros e pequenas empresas pagarão menos impostos
Nacional
Correio Braziliense:PF indicia nº 2 da AGU e chefe de gabinete da Presidência
Estadão:PF indicia a chefe de gabinete de Dilma em SP e o nº 2 da AGU
Estado de Minas:Minas conquista mais espaço no PIB do país
Folha:Assessora da Presidência em São Paulo é suspeita de corrupção
O Globo:No coração do poder- PF vasculha escritório da Presidência em São Paulo
Zero Hora:Um ano após compra, Gol extingue Webjet e demite 300 no RS

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Bruno Batista e Zeca Tocantins classificam músicas na 4ª eliminatória do Festival Viva 400

    As músicas "Rosa dos Ventos", de Bruno Batitsa interpretada por Cláudio Lima, e "Anjo Louco", de Zeca Tocantins interpretadas por Neném Bragança, ambos de Imperatriz, foram as duas classificadas da quarta eliminatória do Festival Viva 400. O melhor intérprete da noite desta sexta-feira, 23, no Ceprama, foi o cantor Cláudio Lima.

Veja as letras:
 
 

Gonzagão no Maranhão: O show que quase termina em tragédia em Imperatriz

 
A fábrica de bicicletas Monark no começo dos anos setenta contratava cantores para excursionar em várias cidade do Brasil. Imperatriz era contemplada através do Armazém Paraiba com esses shows. Estiveram aqui, por conta da Monark, cantores como: Altemar Dutra, Antonio Marcos, Wanderley Cardoso, Perla e outros. Porém, o show mais marcante em praça pública foi de Luiz Gonzaga.
    Naquela época não existia nada de diversão em nossa cidade. Não tinha luz elétrica (só alguns poucos, com melhores condições), nem sinal de televisã. Qualquer atrativo era uma festa, comentada em todas as rodas de conversas, sucesso garantido.
    Anunciava o evento, os carros do Paraíba em toda região, o show de Luiz Gonzaga e sua turma. Viria também Marinês, Abdias e Zito Borborema, a nata do Forró pé-de-serra da época. O Armazém Paraiba era na Getulio Vargas ao lado da Igreja de Fátima, onde hoje é a loja de móveis usados. Não existia os salões de aluguel da Diocese, nem o posto de gasolina. Era apenas a Igreja, cercada com muros de pré-moldado, muito usado naqueles tempos.
À noite, a rua estava lotada. Quase toda cidade se encontrava no show. O palco era bem em frente ao Armazém Paraiba. Começou o show, cantaram os outros cantores e por último subiu ao palco a atração mais esperada da noite: Luiz Gonzaga, contagiou logo a todos com seu jeito moleque de cantar e contar casos. Já estava terminando o show quando começou perto do palco um princípio de tumulto. Luiz Gonzaga parou de cantar esperou o tumulto acalmar e disse: “gente, de peixeira não, pelo amor de Deus.” Não ficou um. Foi uma correria danada, levaram nos peitos todo o muro da Igreja e ainda hoje deve ter menino perdido de tanto correr com medo da briga.
    No outro dia as pessoas foram ver a dimensão do estrago: não ficou um só metro de muro em pé.
Do Blog do Cleto Louza

Museu de tudo: Nonato Buzar na história da música brasileira

Famílias do bairro Piquiá de Baixo aguardam sentença de processo contra Gusa Nordeste

Piauí de Baixo, em Açailândia
Desvalorização de imóveis, danos morais, à saúde e ao bem estar. São esses alguns dos motivos pelos quais 21 famílias do bairro Piquiá de Baixo, em Açailândia (MA) processam a empresa Gusa Nordeste. A empresa faz parte de um grupo de cinco siderúrgicas que se instalaram na região na década de 80.
    A defesa das famílias pede, desde 2005, a condenação da empresa pelos danos materiais e morais sofridos por cada família. De acordo com Danilo Chammas, Advogado da Associação Comunitária dos Moradores de Piquiá de Baixo, esse número de famílias não representa 10% do total de famílias que mora do bairro. “Elas são as que vivem mais próximas da empresa e consequentemente são mais afetadas”, explica.
    O processo acelerou em 2007, quando foi realizada uma perícia técnica pelo Biólogo Dr. Ulisses Brigatto. O laudo concluiu que “a presença de emissões de fuligem, água contendo resíduos metálicos e ruídos são certamente prejudiciais à saúde humana. (...) Existem muitas habitações nesta região que são atingidas pelas descargas gasosas. A água de resfriamento dos altos-fornos sai aquecida do pátio da empresa, contendo metais dissolvidos e é forte o cheiro de ferro oxidado. (...) Essa água pode sim contaminar os quintais das casas e as pessoas que ali habitam, sobretudo crianças”.
    No ano de 2008, ocorreram audiências para ouvir as testemunhas dos moradores e da empresa. Nos últimos três anos as investigações não avançaram pela dificuldade de localizar uma testemunha indicada pela Gusa Nordeste. A empresa apresentou três endereços diferentes, fato que adiou pelo menos quatro audiências.
    Segundo os advogados das famílias, Vera Alves Carvalho e Elias Diniz, no último dia 9 de novembro aconteceria a audiência para ouvir essa testemunha que já foi identificada, mas por motivos de doença da juíza responsável pelo caso, a audiência mais uma vez foi adiada. A próxima data será dia quatro de fevereiro de 2013, em Imperatriz. “Assim, a justiça caminha em passos lentos na responsabilização das empresas que cometem prejuízos ao meio ambiente impactando a comunidade; desde 2005 o processo é arrastado, a empresa se mantém calada e as pessoas continuam vivendo em situação insalubre”, relata Vera Alves Carvalho.
    Em outras localidades do Brasil e do mundo acontecem casos semelhantes. Em novembro de 2011, no Espírito Santo, o presidente da Gusa Nordeste, Ricardo Nascimento, chegou a ser preso após investigações realizadas pelo núcleo de repressão das organizações criminosas e a corrupção das polícias civil e militar do Espírito Santo. A acusação foi de que o empresário seria responsável pela compra de R$ 107.608,000,00 em carvão vegetal com fortes indícios de irregularidades.
    No Rio de Janeiro o ministério público estadual está movendo uma ação criminal contra três diretores da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), uma parceria da alemã Thyssen Krupp com a brasileira Vale, pelo crime de poluição previsto na lista dos crimes ambientais. Os diretores podem ser condenados com uma pena de até 5 anos de reclusão.
Na Itália tem o caso da siderúrgica ILVA, na cidade de Taranto, que há muitos anos gera poluição, contaminação e doenças para milhares de pessoas que habitam o bairro de Tamburi. Essa empresa recebeu uma ordem judicial em 30 de julho desse ano para parar a produção.
    A situação de Tamburi é bastante similar a de Piquiá de Baixo, no Maranhão, e a do Rio de Janeiro. Outro fator em comum está no fato de que o minério de ferro processado pela ILVA é proveniente das minas de Carajás. Foi no porto de Taranto que atracou pela primeira vez, em maio do ano passado, o maior navio graneleiro do mundo, de propriedade da Vale, que saiu de São Luís.
    Apesar de todas essas evidências, a produção siderúrgica em Açailândia continua inalterada, sem nenhuma multa ou algum tipo de filtro instalado. O fornecimento de minério pela Vale às siderúrgicas de Açailândia e Taranto e a colaboração da Vale com a Thyssen Krupp no Rio de Janeiro, não são atividades comerciais questionadas pela mineradora brasileira, mesmo sendo uma prática de violação dos direitos humanos e ambientais.
Fonte: assessoria de imprensa JnT, 21 de novembro de 2012
 
Comentário

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Deputado do Maranhão defende permanência da frase de Sarney na cédula do Real

O deputado federal Costa Ferreira
O deputado federal, Costa Ferreira (PSC-MA), usou o Plenário da Câmara, na quarta-feira (21), para dizer que está elaborando estudos para suspender os efeitos da ação pública que determina a retirada da frase “Deus seja louvado” das notas de reais, bem como para garantir sua permanência.
    A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo ingressou na Justiça Federal solicitando a retirada da frase com a alegação de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. A ação estabelece 120 dias para que a Casa da Moeda passe a imprimir as novas notas, sob pena de sofrer multa simbólica de R$ 1 por dia.
    “O procurador, Jefferson Aparecido Dias, labora em equívoco ao entender que a retirada da frase “Deus seja louvado” das cédulas de reais implique justiça e igualdade. A frase representa, de fato, um princípio democrático e republicano de prevalência da expressão da maioria, que por sua vez é presidida pelo princípio constitucional de liberdade ampla e irrestrita. “Deus seja louvado” não é inibidora de nenhuma expressão de fé nem tem força partidária. Ressalta simplesmente a gratidão do povo brasileiro pelas bênçãos de Deus sobre nosso Brasil”, enfatizou Costa Ferreira.
    A questão tem gerado interrogações pertinentes que têm chegado até os parlamentares através de páginas da internet. Os cidadãos querem saber o que será feito do nome de estados e de milhares de cidades e logradouros de todo o país. “Só para lembrar alguns: São Paulo, São Luís, Espírito Santo, Santa Catarina. O que a Procuradoria fará sobre o Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo moderno?”, questionou o parlamentar.
    Para ele, “Deus seja louvado” está em sintonia com princípios constitucionais. Os representantes do povo brasileiro aprovaram, em 5 de outubro de 1988, a Constituição Federal, em cuja introdução ressalta o caráter da verdade norteadora da legislação.
    "Precisamos cada vez mais ter a consciência da nossa gratidão a Deus por tudo o que ele fez por todos nós humanos e pela criação do universo. De maneira que não podemos jamais perder o dado espiritual". declarou Costa Ferreira.
    A frase fora impressa nas cédulas de real a partir de 1986, motivada por decreto do Presidente da República José Sarney e ficou fora das notas por determinação na década de 90, retornando através de ação do Ministro Ricupero quando à frente do Banco Central.
Da Assessoria do deputado Costa Ferreira

No Radar on-line de VEJA

Ciúmes do Sarney



Autoridades que tiveram acesso à antessala do STF pouco antes do início da sessão de posse de Joaquim Barbosa ficaram com ciúmes de José Sarney.
Dos convidados, Sarney foi o único com quem Barbosa manteve uma longa conversa.
Por Lauro Jardim