quinta-feira, 2 de julho de 2020

NOS JORNAIS





 Eleições estão adiadas e serão dia 15 de novembro, confirma Câmara

 Maranhão no topo do ranking em número de benefícios no Brasil

 Comércio é autuado por descumprir medidas
Eleições 2020 adiadas para 15 de novembro

  Congresso adia eleições para novembro
 Eleições municipais são adiadas para novembro
 Vacina da China contra covid será testada no DF
  Mortes passam do 60 mil e reabertura congestionam UTIs
 Cãmara aprova adiamento das eleições para novembro

 Câmara aprova adiamento da eleição municipal para novembro

quarta-feira, 1 de julho de 2020

NOS JORNAIS





 MA é um dos estados do Nordeste que menos perdeu emprego na crise do coronavírus, mostra Caged

 Em menos de um mês, o Maranhão dobra o número de mortes

 Maranhão perde mais de 8 mil empregos formais
Reabertura travada no sertão

  Confirmados mais dois meses de auxílio emergencial
 Leitos para covid-19 começam a ser desativados na Capital
 Decotelli cai antes de tomar posse no MEC
  Falsidades em currículo tiram Decotelli do MEC após cinco dias
 Na pandemia, número de desempregados passa a de empregados

 Ministro por cinco dias, Decotelli deixa o MEC

Municípios do Maranhão vão receber mais de R$ 49 milhões para auxílio à cultura


Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, 29 de junho, a Lei 14.017/2020 https://bit.ly/3iiIR1K  vai injetar R$ 1,5 bilhão em ações emergenciais do setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública.  
Para orientar os gestores municipais sobre os artigos constantes na lei, a área técnica da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Famem em confluência com a Confederação Nacional dos MUnicípios, vai disponibilizar Nota Técnica e outros materiais orientativos. 
A medida, denominada de Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, assegura o valor total de R$ 3 bilhões a serem divididos de forma igualitária entre Estados e Municípios. Sendo assim, os 5.568 Municípios brasileiros receberão R$ 1,5 bilhão a serem distribuídos em ações como renda emergencial aos trabalhadores da cultura.ACNM fez projeção sobre as transferências para os municípios. Para os 217 municípios do Maranhão serão liberados R$ 49.727.821,75. São Luís é o município que receberá o maior volume de recursos: R$ 7,9 milhões.  Imperatriz,  Timon, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Caxias vão receber mais de R$ 1 milhão. 
Entre outras ações, o repasse deve contemplar também subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, organizações culturais comunitárias, cooperativas e instituições culturais; além de editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos, entre outros.
Repasse 
Com a lei, houve também a publicação da Medida Provisória 986/2020, que trata da forma de repasse pela União dos valores a serem aplicados pelos Poderes Executivos locais em ações emergenciais de apoio ao setor cultural, além das regras para a restituição ou a suplementação por meio de outras fontes próprias de recursos pelos Estados, pelos Municípios ou pelo Distrito Federal.
O repasse dos recursos se dará de forma descentralizada, mediante transferências da União aos Estados, aos Municípios e ao Distrito Federal, preferencialmente por meio dos fundos estaduais, municipais e distrital de cultura ou, quando não houver, de outros órgãos ou entidades responsáveis pela gestão desses recursos, devendo os valores da União ser repassados da seguinte forma:
I - 50% (cinquenta por cento) aos Estados e ao Distrito Federal, dos quais 20% (vinte por cento) de acordo com os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e 80% (oitenta por cento) proporcionalmente à população;
II - 50% (cinquenta por cento) aos Municípios e ao Distrito Federal, dos quais 20% (vinte por cento) de acordo com os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 80% (oitenta por cento) proporcionalmente à população.

A CNM disponibiliza estimativa de quanto cada Município deve receber para aplicar no setor cultural.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Na Folha de S. Paulo


Pianista maranhense passa a integrar Academia de Artes e Ciências do Brasil

O pianista maranhense Willame Belfort
O maranhense Willame Belfort, 23 anos, é o mais novo integrante da Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil, Acilbras. Ele foi indicado pelo presidente da Acilbras, Aramando Caaraura, a ocupar a cadeira de nº 608. O fato é inédito na história da academia. Maestro, pianista e compositor, Willame Belfort é docente no Núcleo de Atividades de Altas Habilidades e Superdotação Joãosinho Trinta.
Ele iniciou seus estudos musicais em 2010, em teclas desenhadas por ele em uma folha de cartolina. Foi descoberto em uma oficina de piano promovida pelo teatro Arthur Azevedo, em São Luís, em 2013. Passou então a estudar piano com a professora Rose Mary Fontoura, na Escola de Música do Maranhão Lilah Lisboa. Três anos depois retornou à casa de espetáculo para atuar como pianista e lecionar em um projeto, a convite do diretor Celso Brandão. Em 2017, o pianista participou do desfile da escola Favela do Samba em São Luís.
Depois de participar de festivais nacionais e internacionais Willame Belfort participou deude master class com o renomado pianista Cristian Budu. Suas composições integrar o acervo digital do Sesc Partituras. Em outubro do ano passado foi homenageado pelo Sesc do Estado de Rondônia por seu trabalho como compositor. Atualmente o pianista faz duo com o pianista alemão Philipp Mayer.
No site da Amazon.com.br, lançou o e-book de poesias “O intenso por extenso”

NOS JORNAIS





 Com a presença do autor do crime da Lagoa, polícia reconstitui passo a passo o assassinato de Diogo

 Maranhão cai seis posições em ranking de transparência

 Pandemia altera tradição na festa
Planos vão bancar testes

  Milhares denunciam "furões" do isolamento na grande Belém
 Desafios pós-pandemia no Ceará
 DF decreta calamidade, mas planeja abrir tudo em agosto
  Com pandemia, Brasil entra em recessão no 1º trimestre
 Trabalhador de grupo de risco põe saúde à frente da economia

 Posse de Decotelli é adiada após novas falhas no curriculo

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Verbena Macedo recebeu primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 mesmo com patrimônio de R$ 3 mi

A ex-candidata a prefeita de Estreito, Verbena Macedo
Ex-candidata a prefeita de Estreito, Verbena Macedo (PDT) está na lista dos ricos que receberam o auxílio emergencial do governo Jair Bolsonaro. Verbena Maria Santos Macedo de Araújo teria declaro à Justiça eleitoral patrimônio avaliado em R$ 3,23 milhões, relativos aos valores de uma casa, três terrenos, dois prédios e um carro.  Ela é ex-servidora pública do estado do Maranhão.

"Estou hospitalizada, não posso falar", disse a ex-canddiata a reportagem do jornal O Globo que trouxe a revelação sobre Verbena Macedo e um grupo de políticos e candidatos com patrimônio milionário (Veja Reportagem).

Verbena é irmã do suplente de deputado federal no exercício do mandato, Deoclides Macedo, ex-prefeito de Porto Franco, e da suplente de deputada estadual Valéria Macedo, ambos do PDT.


Eleições 2020 - Júnior do Nenzim, que matou pai em Barra do Corda, mantém pré-candidatura a prefeito


Júnior do Nenzim
A candidatura do deputado estadual Rigo Telles (PV) à prefeitura de Barra do Corda enfrenta um dilema doméstico: a insistência de Júnior de Nenzim em disputar o mesmo pleito.   Manoel Mariano Nenzim Filho, o Júnior, irmão do Rigo, responde em liberdade pelo assassinato do pai em 6 de dezembro de 2017.
Solto por força de um habeas corpus em outubro do ano passado, Júnior de Nenzim transita livre em Barra do Corda enquanto aguarda julgamento em juri popular pelo homicídio do pai e ex-prefeito do município. 
A popularidade de Júnior Nenzim, que ficou em segundo lugar na corrida eleitoral de 2016, coloca em xeque os planos do deputado Rigo Telles.
Para dobrar o irmão, o parlamentar usará a força do seu vísivel capital financieiro. Em compensação, manterá seus laços consaguíneos com o tragédia familiar, um desgaste que o fará repetir a máxima do irmão: isso são águas passadas. às margens dos rio Corda e Mearim, a história da política brasileira registra mais um episódio de  transparência do absurdo.

NOS JORNAIS





 

 Pré-candidatos analisam adiamento das eleições

 XXXX
Aposta na cura pelo plasma

  Assalto a banco acaba com cinco criminosos mortos
 Desafios pós-pandemia no Ceará
 Caixa começa a libera hoje os saques no FGTS
  Para maioria, atos contra STF ameaçam democracia
 Crise derruba renda de microempresário para um salário

 Mundo chega a 500 mil mortes e mais de 10 milhões de infectados

domingo, 28 de junho de 2020

O Livro de Ordem e o ‘canetinha’





José Henrique Campos Filho*

Brasileiros de todas as classes, desde sempre, acalantam o sonho da casa própria - "Quem casa quer casa", diz um ditado popular. São  várias as formas de realizar esse desejo, sendo a mais comum o financiamento por meio de programas governamentais.


Há opções de financiamento para variados gostos e bolsos: apartamentos de luxos, casas em condomínios de alto e médio padrão e, também, as opções populares, em empreendimentos localizados, na grande maioria dos casos, em áreas periféricas das cidades. Em todos esses casos, o comprador recebe o imóvel pronto para morar sem ter qualquer ingerência na execução da obra. Quando muito pode interferir no layout do imóvel.


Existe, também, outra possibilidade, diante das opções oferecidas. É quando o cliente resolve querer algo personalizado. Neste caso, ele adquire o terreno, contrata um engenheiro de sua preferência e elabora, a quatro mãos, o imóvel dos seus sonhos.



Com o projeto pronto, financiamento aprovado e licenças emitidas, ele se vê diante da possibilidade de se tornar um empreendedor. E olha que empreendimento! Procura uma empresa de engenharia ou um engenheiro e delega essa responsabilidade. Tem aqueles, entretanto, que decidem dirigir sua própria construção. Pensa em procurar um engenheiro, mas, um 'amigo' diz que conhece outro profissional (um não engenheiro) que faz 'baratinho' e é ai que começa seu tormento.


Obra instalada, tapumes colocados, o empreendedor recebe a visita do CREA e é surpreendido com uma multa considerável, pois ele não foi informado, pelo profissional que contratou, da imprescindibilidade de um engenheiro para ser o responsável técnico da obra. Ai alguém informa que é preciso de um engenheiro só para assinar uma ART. Ele vai atrás de um amigo ou amigo de um amigo e acaba encontrando o famoso engenheiro ‘canetinha’ que, por uma gorjeta, joga o seu diploma na lama, assinando a ART sem ser o responsável pela obra.




É ai que o “empreendedor pessoal" fica totalmente vulnerável. As várias etapas da construção são feitas sem qualquer protocolo ocasionando, assim, diversas "patologias construtivas". Em geral essas obras, quando prontas, geram "dor de cabeça" ao proprietário pelo resto da vida. São paredes úmidas, telhados problemáticos, pintura soltando, vazamentos e dezenas de outras patologias.


Assim como o exercício da Medicina é privativo ao médico e a advocacia ao advogado, também a construção é privativa do engenheiro. E não se fala aqui em defender nichos de mercado. O que se defende, sim, é o direito que a sociedade tem de ter acesso a obras seguras e confortáveis que atendam, plenamente, o sonho da casa própria. E isso só é possível com a presença do engenheiro.


Para se construir uma casa ou um prédio é imprescindível que o engenheiro esteja  presente em todas as fases, dirigindo, orientando e fiscalizando o processo construtivo. De outra forma, improvisando, tudo sai errado. São paredes sem prumo, encanamentos vazando, instalações elétricas inseguras e vigas subdimensionadas.


O CREA-MA tem grande responsabilidade neste problema. O CONFEA já determinou a obrigatoriedade do Livro de Ordem, um diário de obra que torna compulsória a presença do engenheiro em todas as etapas de uma construção. Falta o CREA-MA implantar e fazer valer essa determinação, que garante o emprego do engenheiro e segurança para a sociedade. Colocar em prática essa medida do CONFEA representará um grande avanço para a construção civil no Maranhão. Será quando, finalmente, teremos, em cada obra, a presença de um engenheiro. Assim, os problemas construtivos seriam evitados e o profissional de engenharia teria seu papel reconhecido na sociedade.

José Henrique Campos Filho é engenheiro civil, empresário, ex-secretário de Administração e Previdência do Estado do Maranhão e presidente em exercício do Clube de Engenharia do Maranhão.

NOS JORNAIS





 Autor confesso conta toda história que envolveu a morte de Diogo na Lagoa

 Relação com eleitorado será diferente na campanha

 Sem arraiais, bois bombam na internet
Parceria para desenvolver até 100 milhões de vacinas

  Zenaldo paga o triplo do que o governo pagou por bomba de infusão
 #O fimdoSilêncio
 Brasil fecha acordo para ter a vacina já neste ano
  Apoio à democracia bate recorde diante do risco Bolsonaro
 "Efeito Amazon" faz grupo de empresas valorizar na crise

 Governo fecha parceria para produzir vacina já neste ano