quarta-feira, 7 de outubro de 2015

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: 307 presos sairão de PEdrinhas para o Dia da Criança
Região
Jornal do Commercio: Acerto de contas
O Povo: Câmaras de desegurança já flagraram 500 ocorrências
Nacional
Correio: TSE abre processo que pede cassação de Dilma
Estadão: TSE reabre ação que pede cassação de Dilma e Temer
Folha: TSE reabre ação que pede a cassação de Dilma e Temer
O Globo: TSE reabre ação que pede cassação de Dilma e Temer
Zero Hora: TSE reabre ação que pede a cassação de Dilme e Temer

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Manchete do dia - No site Meio Norte, do Piauí


Imagem do dia: Invisíveis na avenida Jerônimo de Albuquerque (São Luís - MA)





Vitor Ramil é patrono da 43ª Feira do Livro de Pelotas (RS)

    O cantor, compositor e escritor gaúcho Vitor Ramil será o patrono da 43ª Feira do Livro de Pelotas (Rio Grande do Sul), que acontece entre 29 de outubro e 15 de novembro. A relação entre literatura e música será abordada na feira.  
    "Pelotas é fundamental em meu trabalho", afirma Vitor Ramil.O artista é tema do livro "Vitor Ramil: nascerr leva tempo", de Luis Rubira, filósofo e professor de Pelotas. Segundo Rubira,  a obra do compositor representa o imaginário da cidade.

9ª FeliS - Feira do Livro de São Luís: Programação de lançamentos desta terça,6, na Casa do Autor


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Bancos fechados
O Imparcial: Máfia da habilitação - 22 pessoas presas por fraudar Carteira de motorista
Região
Jornal do Commercio: TCU reage forte a manobra de Dilma
O Povo: Corte federal acaba com descontos em 192 farmácias
Nacional
Correio: TCU reaje a manobra ae mantém julgamento
Estadão: TCU ignora governo e mantém votação das contas de Dilma
Folha: Dilma vai recorrer ao Supremo se TCU não afastar relator
O Globo: Acordo de leniência devolve R$ 1 bilhão para petrobras
Zero Hora: Antes da votação, TCU avalia ação contra relator

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

9ª FeliS- Feira do Livro de São Luís: Lançamentos na Casa do Escritor nesta


TAA tem direção semelhante a uma fazenda

   
Há quinze dias a cantora Angela Ro Ro esteve em São Luís para fazer o show comemorativo dos seus 40 anos de carreira no Teatro Arthur Azevedo. Com 65 anos, a cantora e compositora subiu ao palco do principal teatro da cidade e teve que fazer esforço para apresentar o trabalho devido ao calor.     "Quero a Sibéria aqui", solicitou reclamando várias vezes a artista à equipe técnica. Em outro momento teve que solicitar ao técnico de luz que retirasse as luzes sobre a plateia, inadvertidamente manobrada pelo funcionário da casa.
    Em uma das falas nos intervalos da música, Ro Ro elogiou a passagem de Fernando Bicudo pela direção do TAA. Se declarou alienada por não se antenar em nome de governantes quando desempanha seu papel de artista. 
    Terminado o show, como de praxe, a cantora permaneceu no camarim à espera dos fãs para afagos, parabenizações e autógrafo. Isso acontece no mundo inteiro. Para surpreza da cantora, por ordem da direção da casa, o público foi impedido de acesso ao local. Segundo informou um funcionário, a direção não permitia a circulação de pessoas que não fossem os artistas nas dependências do teatro.
    Os próprios funcionários são proibidos de circular no interior do TAA.
    Ro Ro teve que utilizar o estilo Ro Ro ( confira esta aqui) para abrir passagem para seu público, observada por embizurados funcionários. Quanto ao ar condicionado: é um luxo só, assim pensa a direção do TAA.
    Na semana passada, a jornalista Valquíria Santana foi mais uma vítima das normas anormais da casa. Foi constrangida por servidores da casa que se utilizaram de método nem um pouco ortodoxo para enxotá-la do recinto.

Assista show de Angela Ro Ro no TAA:

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Confusão marca escolha de conselheiros
O Imparcial: Menos R$ 16 milhões para o Maranhão
Região
Jornal do Commercio: Governo pede saída de relator das "pedaladas"
Meio Norte: Chacina: homem mata ex-mulher e mais 3
O Povo: Prefeitura quer aumentar negócios com pequenas empresas
Nacional
Correio: Guerra das pedaladas entre governo e TCU
Estadão: Governo pede afastamento de relator das 'pedaladas'
Folha: Dilma tenta afastar relator para adiar decisão no TCU
O Globo: Governo manobra para adiar julgamento de contas
Zero Hora: Planalto tenta barrar relator das pedaladas

domingo, 4 de outubro de 2015

9ª FeliS - Feira do Livro de São Luís: Flagrante dos homenageados na abertura

A patrona Maria de Lourdes Lauande Lacroix e Arlete Nogueira Machado

Raimunda Frazão, cordelista

Alberico Carneiro, escritor e editor

Lourinha Lacroix

Lourinha Lacroix

Lourinha Lacroix

Lourinha Lacroix

Lourinha Lacroix

Mary Ferreira, bibiotecária e feminista

9ª FeliS- Feira do Livro de São Luís: Índia canta Hino Nacional e Padre Zezinho em Tupi

9ª FeliS - Feira de Livro de São Luís: Programação de autógrafos de maranhenses


Tirinha do dia - ADÃO ITURRUSGARAI


Pobre é ladrão? - FERREIRA GULLAR

Vamos admitir que basta ser pobre para ser bandido? Seria uma ignomínia contra aqueles que trabalham duro
    Logo após o fim de semana, quando a zona sul do Rio foi tomada pelos arrastões, assisti a um programa de televisão em que se debatia o assunto. De fato, foram dois dias –um sábado e um domingo– que deixaram as pessoas apavoradas, sem falar daquelas que sofreram diretamente a ação dos pivetes.
    Eles agiram em grupos de dez, quinze assaltantes que, nas praias, tomavam dos banhistas celulares, bolsas, cordões de ouro, relógios, enfim, tudo o que pudessem levar.
    Em meio a tanta gente, corriam e sumiam, sem que nem mesmo os policiais conseguissem pegá-los. Alguns foram presos, mas, como disse um delegado, logo seriam soltos para voltar a assaltar. É que são menores.
    Pois bem, durante o debate, a opinião dos participantes era de que a razão dessa crescente ação dos pivetes está na maneira como agem as autoridades, usando apenas a repressão policial, quando o problema é social. Ou seja, de nada adianta reprimir a ação dos pivetes, uma vez que a causa está na desigualdade: esses assaltantes são jovens de classe baixa, filhos de famílias pobres, que muitas vezes não têm nem mesmo o que comer.
    Isso, sem dúvida alguma, é verdade. Mas, partindo dessa constatação, o que fazer para evitar que eles continuem a assaltar? Na opinião dos debatedores, naquele programa, o governo deveria oferecer a esses jovens atendimento capaz de reintegrá-los à vida social. Noutras palavras, é a desigualdade social que os leva a roubar.
    Vamos examinar essa tese. Quantos menores pobres existem na cidade do Rio de Janeiro? Não sei ao certo, mas acredito que cheguem a muitos milhares, a centenas de milhares. Se aqueles jovens assaltam por serem pobres, por que não há muitos milhares de assaltantes em vez de algumas dezenas? Os que agiram naquele fim de semana não chegavam a cem.
    Diante disso, concluo que não é apenas por ser pobre que o cara se torna assaltante. Ou vamos admitir que basta ser pobre para ser bandido? Seria uma ignomínia contra os pobres que, pelo contrário, em sua absoluta maioria trabalham para ganhar o pão de cada dia. Na verdade, a maioria dos que pegam no pesado são os pobres. E o pessoal do Petrolão, rouba por quê? Por não ter o que comer certamente não é. Será por vocação?
    Citei, certa vez, numa de minhas crônicas, o que disse uma senhora favelada: "Tenho cinco filhos, duas meninas e três meninos. Quatro deles estão estudando. Só um deles não quis estudar e virou assaltante". Vejam bem; todos eles foram criados na mesma casa, na mesma favela, pela mesma mãe, enfrentando as mesmas dificuldades. Por que só um deles optou pelo crime? Semana passada, um desses garotos declarou que rouba por prazer e não estuda porque não quer.
    A desigualdade social existe e, no Brasil, chega a um nível vergonhoso. E há desigualdade, maior ou menor, em todos os países, até naqueles de alto desenvolvimento econômico, como os Estados Unidos. Deve-se observar também que, durante séculos, a humanidade enfrenta esse problema e luta para livrar-se dele. Admito que talvez nunca cheguemos à sociedade justa, mas ela pode ser menos injusta, sem dúvida alguma. Só que isso vai demorar –e muito.
   Voltemos, então, à tese daquele pessoal do tal programa. Se é verdade que os pivetes assaltam porque nasceram numa sociedade desigual, significa que, enquanto a desigualdade se mantiver, haverá assaltantes, os quais não devem ser punidos, pois são vítimas da sociedade desigual. Puni-los seria cometer uma dupla injustiça, certo? No fundo, é mais ou menos essa visão do problema que levou à benevolência das leis brasileiras contra os criminosos, tenham a idade que tiver.
    Mas como fica a mocinha inglesa que teve sua bolsa levada pelos pivetes com todo o seu dinheiro e todos os seus documentos? Chorando, ela prometeu nunca mais voltar ao Brasil. Como fica o assassinato daquele senhor, morto pelo pivete que queria roubar sua bicicleta?
    Se a causa dos crimes é a desigualdade social, e ela vai custar muito a ser superada, vamos ter de viver o resto da vida trancados em casa ou andar apavorados pelas ruas da cidade. Será que está certo?

Um poeta no Madeira - YÊDDA PINHEIRO BORZACOV

*Yêdda Pinheiro Borzacov
Um dia, em 1917, um barco grande, novo e bonito foi subindo o rio Madeira. Dentro dele havia um grupo de gente. No meio dessa gente havia um homem gentil, de fala mansa e olhar doce. Era o poeta maranhense Vespasiano Ramos.
Ele estava fazendo uma excursão pelo vale do Madeira. Queria conhecê-lo, pretendia ver de perto as belezas do vale para escrever um livro sobre ele.
Vespasiano Ramos estava deslumbrado com tanta beleza junta, quando, de repente, o barco rodeou uma ilha e entrou num remanso, exatamente no lugar onde estavam as palmeiras de açaí, que haviam nascido naquele lugar aberto, ensolarado! Ao fundo estava a floresta. À sua frente, as areias amareladas que cercavam as águas do Madeira que passavam.
O vento balançava as folhas das palmeiras pra lá e pra cá... Era como uma música suave que ninava como embalo de braço ou de rede... Dava até para dormir... Volta e meia os pássaros de várias cores e tamanhos passavam por ali. E continuavam ou paravam... Parecia que as palmeiras ficavam cheias de flores que voavam...
Às vezes a chuva lavava todas as palmeiras e os pingos caiam pelas “franjas” de suas folhas fazendo um barulhinho ritmado: tic... tic... tic...
Quando o sol se refletia nestas folhas lavadas, elas pareciam esmeraldas... As palmeiras em três tempos.
O poeta ao vê-las, se apaixonou por elas e comentou com os outros passageiros que esses vegetais tinham perfeição, suavidade, encanto!
Algumas pessoas apanharam um monte de coquinhos da palmeira e fizeram vinho roxo de açaí, e o poeta tomou com farinha d’água e gostou demais! O vinho do açaí contém muito ferro e é muito nutritivo.
Ele quis ficar naquele lugar lindo o resto do dia... toda a noite... e a próxima manhã... E assim aconteceu.
O poeta do Maranhão teve a satisfação de contemplar três espetáculos de rara e estonteante beleza: um pôr do sol; uma noite de lua cheia e um amanhecer, no vale madeirense.
Vespasiano Ramos observou que com o pôr do sol, a floresta se tornou uma massa escura... O sol, com seus raios amarelos, alaranjados e vermelhos, tingia a copa das árvores e se refletia nas areias e águas do rio.
O desenho foi se formando e o inesperado aconteceu! Mas... aconteceu... o que?
Aconteceu o seguinte:
O sol projetava a sombra da palmeira do açaí nas águas do rio... e, bem destacado, o seu desenho aparecia em detalhes na parte clara do céu que ficava atrás dela... com o seu tronco e amontoados de folhas se abrindo lá do alto... Então, no mesmo tempo, ela estava ali, na terra, na água e no céu!
O poeta não perdeu tempo e fotografou o quadro que o Criador pintara e que seria um dos temas para o seu livro.
À noite, a lua cheia apareceu no céu estrelado... derramava um banho de prata sobre a floresta, o rio e as palmeiras! Uma brisa suave tocava gentilmente suas folhas prateadas...
No céu, estavam a lua cheia e milhões de estrelas... O rio espelhava em suas águas o céu e as palmeiras... Elas estavam ali, no centro de tamanha maravilha! O poeta, emocionado, sentou-se e registrou este cenário com sua arte, usando seus olhos, sua sensibilidade, sua mão, papel e caneta.
Era o segundo quadro que o Criador pintara!
Pela manhã, houve o amanhecer! O sol vagarosamente surgindo atrás da floresta... tingindo o céu de cores deslumbrantes... tornando mais claras as águas barrentas do rio... fazendo as palmeiras visíveis em toda a sua primitiva beleza!
Elas estavam ali como rainhas! O poeta de tão encantado, nem falou... só fotografou mais este quadro que o Criador criara!
Se o poeta Vespasiano Ramos, autor do livro “Coisa Alguma”, não tivesse falecido dias depois, ao chegar a Porto Velho, teríamos certamente um livro muito bom sobre o vale do Madeira, com destaque especial para a palmeira alta, esguia e linda, cujo tronco redondo, fino e reto subia em direção ao céu e folhas verdes, cheias de “franjas” se espalhando lá no alto, como um espanador e flores como buquês firmes ao redor do seu tronco. Seus frutos, em pencas, ocupavam o lugar das flores, quando elas murchavam e caiam.
A palmeira açaí é, sem dúvida alguma, uma das mais bonitas da floresta amazônica.


* Yêdda Pinheiro Borzacov, professora, autora de oito livros e dezesseis coautorias. Membro da Academia de Letras de Rondônia e do Instituto Histórico e Geográfico de Rondônia.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Mulheres na linha de frente do crime
O Imparcial: 60% das famílias se recusam a doar órgãos
Região
Diário do Pará: Contratos do governo-"É um programa ilegal"
Jornal do Commercio: Alerta rosa
Meio Norte: Meio Norte traz novas riquezas a partir de 2ª
O Povo: Até onde vai o fôlego do "novo" governo Dilma
Nacional
Correio: "A situação do PT é grave. Negar isso é um equívoco"
Estadão: PMDB passa a controlar orçamento maior que PT
Folha: Controle de agrotóxico em alimento é quase nulo
O Globo: Crise obriga empresas a vender R$ 150 bi em ativos
Zero Hora: Destino incerto

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Deputado do Maranhão é relator do PL Espião

   
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara deixou para esta quinta-feira,1º, a votação da proposta que modifica a pena para crimes contra a honra quando cometidos pela Internet.
    O relator, deputado Juscelino Filho (PRP-MA), vai refazer seu parecer ao PL 215/15 e apensados, e modificar alguns pontos que foram debatidos ontem pela manhã pelos membros da comissão.
    Juscelino concordou em diminuir as penas que seriam duplicadas para crimes de injúria, difamação e calúnia cometidos pela internet. Na nova versão, esse agravante ainda será considerado, mas o aumento de pena será de um terço. Apenas no caso de o crime resultar na morte do ofendido, a pena será duplicada. A pena por calúnia, por exemplo, seria de 9 meses a 3 anos caso tenha sido feita pela internet.
"Com as alterações achamos que será possível votar a proposta. Ainda restarão pontos polêmicos, mas vamos votar o projeto", disse o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE). O relator acatou três sugestões de Gomes, principalmente quanto ao acesso a dados como mensagens e conexões de usuários. O texto final deve deixar claro que é preciso autorização judicial para acessar esse tipo de dados.
    "Esses dados são como ligações telefônicas, que têm sigilo e só podem ser acessadas com autorização do Judiciário. O que estamos decidindo aqui é se queremos ou não o controle do Judiciário", criticou o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), que foi o relator do Marco Civil da Internet (Lei nº 12965/14), lei que está sendo alterada pela proposta para facilitar a identificação de usuários.
    Juscelino Filho respondeu a essas críticas, e disse que a intenção é acabar com o uso clandestino e o anonimato na rede. "São perfis falsos, pessoas que se escondem no anonimato e usam isso para manchar a honra das pessoas, como se isso fosse um direito, e não é", disse.
    "Estamos falando da internet como instrumento de publicação de ideias e pensamento, e nesse campo a proposta é extremamente razoável", considerou o deputado José Fogaça (PMDB-RS). Para ele, o projeto defende as pessoas que são vítimas desse tipo de crime, ao criar mecanismos para acelerar a identificação de quem ofendeu.
    O relator não aceitou retirar do seu relatório o que está se chamando de "direito ao esquecimento". Pelo texto, quem for absolvido em decisão final pela Justiça pode requerer ao Judiciário a retirada de conteúdos que atribuam esse crime ao inocentado. Juscelino e outros deputados defendem a medida, mas as deputadas Maria do Rosário (PT-RS) e Gorete Pereira (PR-CE) pretendem apresentar uma correção para que essa medida seja retirada da proposta.
Críticas

    A proposição também está sendo acusada de ser um mecanismo para defender políticos de críticas em blogs e perfis das redes sociais, mas o deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA) afirmou que essa não deve ser a leitura sobre a proposta. Para ele, a crítica está preservada, e é diferente de quem comete injúria ou calúnia, ao atribuir a alguém um crime que não cometeu. "Inclusive há decisão do Supremo, do ministro Celso de Melo, de que contra políticos cabe inclusive a crítica mordaz, incisiva e até mesmo irônica, isso está preservado como garantia", disse.
    Mas o deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS) ponderou que os parlamentares precisam escolher o que é mais importante entre as duas garantias que estão em jogo na discussão do projeto: honra pessoal e liberdade de expressão. "E a liberdade de expressão é um bem muito maior a se preservar", disse.
   Entre a sociedade civil organizada, o  PL 215/15 ganhou o apelido de PL espião, justamente por facilitar a espionagem e retirada de conteúdos na rede que possam ser considerados ofensivos à honra de alguém – inclusive dos políticos e autoridades públicas. Há uma petição online no ar pedindo a rejeição do PL na Câmara, já assinada por mais de 124 mil pessoas no momento em que essa reportagem é escrita.
(*) Com a Agência Câmara

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Barreira cede e mata operários
Região
Jornal do Commercio: Tira-dúvidas das domésticas
O Povo: Postos já reajustam preço de combustíveis em Fortaleza
Nacional
Correio: Alvará mais fácil no DF vai destravar negócios
Estadão: Documentos apontam "compra" de medida provisória no governo Lula
Folha: Dilma cede a Lula e retira Mercandante da Casa Civil
O Globo: Suíça confirma conta de Cunha e parentes
Zero Hora: Suíça confirma e bloqueia conta atribuída a Cunha

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Justiça solta ex-Casa Civil de Roseana Sarney, mas proíbe contato entre eles

POR RICARDO GALHARDO
João Abreu, sob suspeita de receber R$ 3 milhões em propinas na Operação Lava Jato, foi preso na sexta-feira
João Abre era chefe da Casa Civil do governo Roseana Sarney (acima). Foto: Márcio Fernandes/Estadão
O desembargador José Luiz Oliveira Almeida, do Tribunal de Justiça do Maranhão, concedeu habeas corpus nesta quarta-feira, 30, ao ex-secretário estadual da Casa Civil no governo Roseana Sarney (PMDB-MA). João Abreu, ex-homem forte de Roseana, foi preso na sexta-feira, 25, sob suspeita de receber R$ 3 milhões em propina da Constran-UTC em troca de favorecer a empreiteira no pagamento de um precatório de R$ 132 milhões. A investigação teve origem na Operação Lava Jato.
Embora acolha em parte o pedido da defesa do ex-secretário, a decisão do desembargador impõe uma série de restrições a Abreu. Fora da cadeia, ele será obrigado a usar uma tornozeleira, terá de comparecer ao Fórum a cada 30 dias, está proibido de ocupar cargos públicos e viajar para o exterior e não poderá ter contato com outros investigados, denunciados e réus da Lava Jato. Isso inclui a ex-governadora, citada pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, na lista de políticos com direito a foro especial cujas investigações correm no Supremo Tribunal Federal.
Em sua decisão, o desembargador não afasta o risco de que o grupo investigado continue a cometer crimes. “Ademais, sob o ângulo do acautelamento do tecido social, embora inexista, em princípio, probabilidade concreta de novas práticas delitivas semelhantes, conforme consignamos alhures, tal risco revela-se latente, diante de perspectivas (ainda que remotas) de ora paciente tornar a ocupar outro cargo no âmbito do poder público, convindo advertir, por oportuno, que a atual conjuntura política, por si só, não inibe tal possibilidade, dada a magnitude da influência do grupo político que pertence o ora paciente, que, por certo, ultrapassa os limites territoriais do Maranhão”, diz a decisão.

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Acaba greve na Ufma
Região
Jornal do Commercio: Gasolina fica mais cara
O Povo: Desembargadores beneficiam traficantes internacionais de droga
Nacional
Correio: GDF vence na Câmara e terá verba para salários
Estadão: Petrobras aumenta gasolina em 6% e diesel em 4% na refinaria
Folha: Petrobras aumenta o preço da galosina em 6% nas refinarias
O Globo: "O PR fez o lobby"
Zero Hora: Pão nosso de cada terça