sábado, 11 de fevereiro de 2017
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Obras do PAC estão atrasadas em São Luís
REGIONAL
Jornal do Commércio: Não está fácil comprar a fantasia
O Povo: Moradores de rua vão à Justiça por indenização da prefeitura
NACIONAL
Correio: FGTS irá direto para conta de 10 mihões de pessoas
Estadão: Presidente da CCJ, Lobão defende anistia a caixa 2
Folha: Governo e policiais do Es anunciam fim do motim
O Globo: Espírito Santo anuncia acordo para fim de motim de PMs
Zero Hora: Temer troca popularidade por apoio maciço no Congresso
O Estado: Obras do PAC estão atrasadas em São Luís
REGIONAL
Jornal do Commércio: Não está fácil comprar a fantasia
O Povo: Moradores de rua vão à Justiça por indenização da prefeitura
NACIONAL
Correio: FGTS irá direto para conta de 10 mihões de pessoas
Estadão: Presidente da CCJ, Lobão defende anistia a caixa 2
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O Globo: Espírito Santo anuncia acordo para fim de motim de PMs
Zero Hora: Temer troca popularidade por apoio maciço no Congresso
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Memória do Carnaval de São Luís: Maria Aragão foi samba-enredo da Favela do Samba em 1989
Em 1988 havia uma desilusão com os rumos da Turma do Quinto, uma escola que representava o sentimento anti-Sarney, aglutinando militantes da esquerda no Maranhão. Renato Dionísio recém-eleito para presidir a Favela do Samba percebeu isso e atraiu os dissidentes do Quinto. Desse grupo estava o professor da Universidade Federal do Maranhão Euclides Moreira Neto. Foi ele que sugeriu o enredo o enredo sobre Maria Aragão. Alas inteiras se transferiram para a escola do Sacavém. Eugênio Araújo, ainda estudante do curso de Educação Artística da UFMA integrava este grupo. Ele conta a história em sua dissertação de mestrado "Não deixe o samba morrer" (Edufma - 2001).
Samba-enredo da Favela de 1989
"A peleja contra os dragões da maldade: o sonho de Maria Aragão"
Autores: Escrete e José Raimundo Gonçalves
Nas flores do jardim de margaridas
Maria-esperança nasceu
quebrando os espinhos da vida
menina-Maria cresceu
oh! que noite escura!
de um Natal sem lampião
e os pastores da noite anunciaram
a esperança de nova geração
E lá vou eu meu amor
marmitando o coração
de quem me dá o que comer
por querer
boca livre também sonha
com o direito de viver
Vai! candoreira do ideal
segue o sonho socialista
na luta do bem e contra o mal
vai brilhar todas as noites
vai luzir contra os açotres
de uma nova inquisição
de bufões fantasiados
saltimbancos coroados
trapezistas de plantão
Deixa a banda, deixa a banda
deixa a banda general
que essa banda é do meu povo
e o meu povo é carnaval!
Em 1993, uma foto da militante comunista Maria Aragão (de Ivanildo Ewerton) em carro alegórico ilustrava a capa do LP do "Samba de Enredo do Carnaval Maranhense", lançado pela jbg. A contracapa trazia uma foto da bateria da Favela, sem autor identificado.
O disco registra oito sambas-enredo de escolas de samba de São Luís. Duas delas não mais existem: Água do Samba e São Cristóvão.
Com produção executiva de José Raimundo Rodrigues, arranjo e regência de Maestro Nonato e J. Gomes, a gravação do disco foi no Estúdio Sonato (16 canais) e no Estúdio R & A, neste com direção musical de Marcelo Carvalho, representante da Flor do Samba.
O mestre Júlio da Favela coordenou a bateria na gravação, mas foi utilizada uma Bateria R-8 programada por J. Gomes com acréscimo da percussão de Josemar e Peixinho, da Turma do Quinto, e repique de Reinaldo da Favela. No cavaco solo o maestro J. Gomes acompanhado pelos cavacos base de Raul do Cavalo e Cleto Jr.; Nonato Silva tocou violão de sete corda e no teclado Murilo Rêgo. Gari do Cavaco, da escola da Madre Deus tocou cavaquinho.
* Maria José Aragão nasceu em 10 de fevereiro de 1910 em Engenho central (Pindaré Mirim)
Corte Momesca será eleita em concurso nesta sexta no Cine Teatro da Cidade
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| Cine Teatro da Cidade, antigo Roxy, onde acontece concurso da Corte |
Para Rei Momo, os candidatos precisam pesar no mínimo 100 kg, além de saber sambar e ter ginga. Avaliação médica vai conferir o cumprimento das exigências da função. Concorrem nesse quesito: Emanuel Patricio Rodrigues Ferreira, Gilmar Alves Diniz, Mateus Evangelista Ferreira Lobato e Paulo Roberto da Conceição Trindade.
As candidatas aos cargos de rainha e princesa também precisam dominar o samba no pé, demonstrar simpatia e espírito carnavalesco para representar a alegoria da folia momesca durante as atividades do Carnaval 2017. As candidatas habilitadas pela Comissão de Avaliação Técnica são: Aline Rocha Cantanhede, Ana Paula Costa Cantanhede, Andressa Taina Lima de Sousa, Anne Grazielle Licar dos Santos, Dayanne Evelly Louzeiro da Silva, Glycia Fernandes Diniz Pinheiro, Mayara Antônia Brito Costa, Mayara Pereira da Silva, Pollyanna do Amparo Ferreira dos Santos, Raina Fabyanne Martins Araújo, Samayra Cristine Barbosa Santos e Shirley Mary Gama Mendonça. As concorrentes à Rainha classificadas em 2º (segundo) e 3º (terceiro) lugares, respectivamente, receberão o título de 1ª e 2ª Princesa do Carnaval 2017 de São Luís.
PRÊMIOS
A premiação para a Corte Momesca eleita será a seguinte: ao Rei Momo e Rainha do Carnaval prêmios de R$ 5.000,00 (cinco mil reais); às duas Princesas, R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) para cada.
A Comissão de Avaliação Artística (julgadora) é composta por Nedilson Machado (jornalista e colunista social), Aberlado Telles (bailarino), Meireles Júnior (fotógrafo), Helena Leite (radialista) e Vanessa Serra (jornalista e produtora cultural). Eles avaliarão quesitos como simpatia e espírito carnavalesco; desembaraço, sociabilidade e facilidade de expressão; harmonia no conjunto; domínio na arte de sambar, entre outros.
Os candidatos receberão quatro notas de seis a 10 pontos, nos itens de avaliação. Será considerado eleito o candidato que obtiver a maior soma das notas, sendo que, em caso de empate, prevalecerá a maior nota em domínio na arte de sambar e, persistindo o empate, o julgamento será decidido pelo voto do presidente da Comissão Julgadora.
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Crimes cibernéticos na mira da polícia no MA
O Imparcial: Maranhão - Riso. Choro. Escândalo
REGIONAL
Jornal do Commércio: Cronograma de saques do FGTS sai terça-feira
O Povo: Governo admite ampliar restrição de´água para agricultura
NACIONAL
Correio: STF manda investigar Renan, Jucá e Sarney
Estadão: STF quer que Tenmer explique nomeação de Moreira Franco
Folha: Ministro faz negócio 15 vezes maior que o próprio patrimônio
O Globo: O inferno do Rio
Zero Hora: Capital perde verba federal para metrô em enterra projeto
O Estado: Crimes cibernéticos na mira da polícia no MA
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REGIONAL
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NACIONAL
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Sem fiscalização, 'piratas' dominam o centro
REGIONAL
Jornal do Commércio: Brasil terá novo ensino médio
O Povo: Roubos caem e homicídios sobem no 1º mês do novo secretário
NACIONAL
Correio: O rastilho depólvora das manifestações policiais
Estadão: Receita cobra R$ 15 bi de envolvidos na Operação Lava Jato
Folha: Juiz suspende nomeação de Moreira Franco a ministério
O Globo: Ano Novo, Velha Crise - TRE cassa Pezão por crime eleitoral
Zero Hora: Juiz suspende nomeação de Moreira Franco como ministro
O Estado: Sem fiscalização, 'piratas' dominam o centro
REGIONAL
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NACIONAL
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Folha: Juiz suspende nomeação de Moreira Franco a ministério
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Zero Hora: Juiz suspende nomeação de Moreira Franco como ministro
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Na berlinda - Editorial da Folha
A indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal, na vaga de Teori Zavascki, está longe de beneficiar-se dos assentimentos gerais —ainda que se reconheça, no meio jurídico, a sua produção como constitucionalista.
Com diversos membros da sua equipe de governo e de sua base parlamentar mencionados em delações da Lava Jato, seria recomendável que o presidente Michel Temer (PMDB) se decidisse em favor de um nome mais técnico, e menos polêmico, que o de seu próprio ministro da Justiça.
Não se fala aqui do currículo profissional de Moraes, do qual emerge um punhado de episódios e circunstâncias desconfortáveis, a que é preciso, contudo, não conferir importância exagerada.
Não parece decisivo, para julgar suas opiniões, o fato de que tenha apresentado em sala de aula um notório problema sobre a tortura —a saber, o de qual deveria ser a conduta das autoridades caso um terrorista preso dispusesse de informações cruciais a respeito de um atentado iminente.
Questões desse tipo, em ambiente acadêmico, podem ter utilidade como estímulo a uma argumentação fundamentada em favor dos direitos humanos, não se confundindo com o apoio a uma prática bárbara e ilegal.
Nem por isso a Polícia Militar de São Paulo —antes, durante e depois da passagem de Moraes pelo cargo de secretário da Segurança Pública— se dissocia de recorrentes incursões na truculência.
Como grande parte dos advogados de renome, Moraes teve entre seus clientes personalidades a quem não cairia bem o manto da candidez. Tampouco esse fato, por si só, daria consistência a temores de que, no STF, sua atuação careça de imparcialidade ou de rigor.
Sendo irrevogável, a aprovação de um ministro pelo Senado tende a reforçar sua independência frente às forças que o nomearam.
Todavia, filiado ao PSDB e deixando um cargo de confiança do presidente da República para assumir uma cadeira no tribunal (numa prática que, em tese, condenara anteriormente), Moraes terá, sem dúvida, mais dificuldades para demonstrar a imparcialidade e o rigor que dele se esperam.
Se a indicação de seu nome deve ser vista sem extremos de prejulgamento e passionalidade, é inegável que tampouco projeta a sensação de confiança de que, em plena crise ética e política, as instituições brasileiras estão a carecer.
Temer, é visível, preferiu desgastar-se perante a opinião pública a contrariar a preferência de seus aliados. Seu escolhido, com carreira partidária estabelecida e poderes de revisor da Lava Jato no plenário do Supremo, viverá na berlinda.
Carnaval no Maranhão: 'Malungos' é registro dos companheiros de viagem Escrete e Tadeu de Obatalá
Tadeu
de Obatalá e Escrete se tornaram ‘Malungos - Companheiros de viagem’ (em
dialeto da África) no LP do selo jbg, com produção executiva de José Raimundo
Rodrigues. No disco, Tadeu de Obatalá ou
Antonio Tadeu Tavares, como no batistério de Pindaré Mirim, & José Henrique Pinheiro Silva, o
rosariense Escrete (1953-2007), desfiam um repertório engajado na luta do negro
no Maranhão extensiva ao país e ao mundo.
O
disco deu trabalho pra sair. Gravado nos estúdios do maestro Nonato, foi prensado
e cortado na gravadora Continental, no Rio de Janeiro.
Com
forte sotaque maranhense e suas peculiaridades, a cultura e luta do negro são
tema transversal em todas as músicas. A mãe África, o imperdoável sofrimento da
escravidão, os orixás perseguidos, são todos evocados nas faixas.
![]() |
| Escrete |
![]() |
| Tadeu de Obatalá |
Do
punhado de dez músicas gravadas, duas são digitais do carnaval maranhense: ‘Gaiola’,
composição de Escrete e Joãozinho Ribeiro, a primeira do Lado A, e ‘Sereia’, de
Carlos Gomes, Nicéas Dumont (1973 - 2012) e Escrete. José Raimundo Gonçalves
assina parceria com Escrete em três composições: ‘Nuvem de Mel’, fechando o
lado B; ‘Baila crioulo’ e’ Iorubá mará’. Tadeu fecha o lado A com ‘Zumbi está
vivo’. Além de ‘La bem o Akomabu’, ’13 de maio’, ‘Akomabelezas’ é dele, Bola de
brilhante e Carlos Gomes, ‘Jogando caxangá’, puxadora do bloco do CCN em todos
os carnavais.
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Governo admite queda de PIB, mas contesta índice
O Imparcial: Metropolização avança
REGIONAL
Jornal do Commércio: Preso em Recife um dos mais procurados no país
O Povo: Estado emite alerta sobre gripe qe matou 17 pessoas no Ceará
NACIONAL
Correio: Invasões de terra no DF eram vigiadas por militares
Estadão: População do ES pede volta da PM apos saques e 75 mortes
Folha: João Dória decide prvatizar gestão do bilhete único
O Globo: Deputados correm para reduzir punição a partidos
Zero Hora: Prefeito quer gestão privada no mercado
O Estado: Governo admite queda de PIB, mas contesta índice
O Imparcial: Metropolização avança
REGIONAL
Jornal do Commércio: Preso em Recife um dos mais procurados no país
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NACIONAL
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Zero Hora: Prefeito quer gestão privada no mercado
O Globo -Top maranhense Bianca Klant diz que brasileiro tem proconceito com mulher alta
RIO — Nas últimas edições da São Paulo Fashion Week, a maranhense Bianca Klamt, 29, foi ausência sentida, especialmente nos desfiles de moda praia. Ela conta que está num novo momento, focada na faculdade de Arquitetura, que iniciou em 2014. Coisa de família. O pai é arquiteto; e a mãe, designer de interiores. "Sempre frequentei o mundo deles", costuma dizer a moça. Na sala de aula, Bianca não é vista como top model, com desfiles para marcas como Valentino, Chloé e Oscar de la Renta, além de campanha para a Dolce & Gabbana clicada por Mario Testino.
— Meus colegas de classe não me enxergam assim, como uma supermodelo. Claro que alguns são mais curiosos, mas a maioria tem a imagem do dia que entrei na sala, minha personalidade, meu jeito com eles. Sou bem palhaça com os alunos. Brinco que sou a mais velha. Quando entrei, muitos tinham 18 anos — comenta Bianca, que não esconde que estava "infeliz" sendo apenas modelo. — Priorizo meus estudos. E isso acaba atrapalhando a carreira, com certeza.
Na universidade, Bianca nunca percebeu olhares tortos. Entrega que sofre preconceito no dia a dia da síndrome de "modelo burra":
— Até descobrirem que falo cinco línguas. E outra: calcular um edifício não é uma coisa fácil.
Modelo desde os 13, a maranhense foi apontada como a nova estrela da alta-costura, em 2005, por especialistas no assunto. No comecinho de sua carreira, também "emprestava o seu corpo" para Vera Wang provar e finalizar seus vestidos de noivas. Foi uma escola, segundo ela.
— Se você desfila bem com vestido de noiva, você risca a passarela com qualquer coisa — diverte-se a modelo, destacando que tem 1.81m.
| Bianca posa com as amigas modelos, incluindo a brasileira Laís Ribeiro (à esquerda) |
A top, que está solteira, revela que sua altura também é alvo de preconceito.
— Ser solteira no Brasil não é a mesma coisa que lá fora. Os homens aqui têm preconceito contra mulher alta. Na Europa e nos Estados Unidos, os baixinhos adoram — diverte-se. — Mas não estou procurando namorado. Estou tranquila. É bom ter tempo para si. Namorei muitos anos. E se for para namorar, tem que ser com um homem que trabalha, porque faço mil coisas em um dia. Não gosto de homem que não faz nada. Preciso admirar a pessoa com quem convivo.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Drag maranhense Pabblo Vittar emplaca hit no carnaval de 2017
Novidade do carnaval é a cantora maranhense Pabllo Vittar que
emplacou o hit recém-lançado "Todo dia", uma das dez faixas do disco
'Vai Passar mal', o primeiro da carreira. Nele ela canta que 'a alegria e a
liberdade que cercam o Carnaval deveriam sobreviver à Quarta-feira de
Cinzas". Tá virando um refrão no pré-carnaval pelo país. Pode ser ouvida
no youtube de graça. Já são mais de um milhão e meio de visualizações.
Produzido por Rodrigo Gorky, do Bonde do Rolê, o disco da cantora tem participações como Rico Dalasam, Mateus Carrilho (da Banda Uó) e Diplo, produtor musical e DJ norte-americano que é referência internacional. Destaque na cena drag queen brasileira, Pabllo convida ainda Lia Clark, outro nome forte do movimento.
“É muito importante que as pessoas vejam a diversidade da cultura drag e de todas as cenas artísticas no mundo. Temos que nos juntar ao invés de nos separar, juntas somos mais fortes e chegaremos cada dia mais longe. Esse é meu primeiro álbum e quis juntar muitas das referências que tenho. A música brasileira é muito diversa para se explorar apenas um pedacinho disso tudo. Se podemos juntar tudo e fazer uma salada musical gostosa, por que não fazer isso?”, se diverte a cantora.
Misturando do pop ao funk, com paradas no forró, samba, trap e eletrobrega. Pabblo Vitta está radicada em São Paulo, mas mantém contatos permanentes com o Nordeste, de onde retira suas referências culturais.
Dos vídeos do Youtube, plataforma em que gravava covers, a artista tem se projetado para todo o País na televisão aberta. Pabllo está, há duas temporadas, à frente da banda do programa global Amor & Sexo, atração comandada por Fernanda Lima e que tem batido recordes de audiência. “Hoje consigo trabalhar com pessoas talentosíssimas e viajar o País todo com meus shows”, celebra a cantora de apenas 22 anos.
Sobre o avanço do conservadorismo político e social que o Brasil e o mundo vivenciam, ela prefere reagir com criatividade e militância. “O ódio está ‘bombando’ nas ruas e nas redes sociais, precisamos ser mais fortes e lutar”, projeta. Para ela, o enfrentamento se faz principalmente na escolha dos discursos que serão adotados nas canções.
Quanto ao uso do adjetivo “vadia” como sinônimo de mulher livre na música Todo Dia, ela diz não temer interpretações pejorativas. “Somos vadias todo dia sim, seremos vadias o tempo todo e seremos vadias pra sempre. Ser vadia é ser você mesma, usar o que quer, como quiser e quando quiser”, milita.
Num cenário da música popular brasileira em que despontam nomes como Lineker e Johnny Hooker, artistas que passeiam entre os gêneros masculino e feminino, Pabllo encontra terreno fértil para se mostrar à vontade. “Eu caminho muito entre o feminino e o masculino e defendo que as pessoas sejam livres para buscar conhecimento do seu próprio corpo”, pondera a cantora.
A cantora começou a fazer sucesso com o samba "Open Bar", versão de Lean On, do grupo de música eletrônica Major Lazer. A partir daí, ela gravou outras versões em português de artistas de destaque internacional - como Beyoncé e Ellie Goulding. A partir de trabalhos soltos na web, Pabllo juntou as canções e gravou um EP. De 2015 para cá, só conquistou olhares e produtores do Brasil e do mundo, como Diplo - que inclusive compõe a Major Lazer.
Produzido por Rodrigo Gorky, do Bonde do Rolê, o disco da cantora tem participações como Rico Dalasam, Mateus Carrilho (da Banda Uó) e Diplo, produtor musical e DJ norte-americano que é referência internacional. Destaque na cena drag queen brasileira, Pabllo convida ainda Lia Clark, outro nome forte do movimento.
“É muito importante que as pessoas vejam a diversidade da cultura drag e de todas as cenas artísticas no mundo. Temos que nos juntar ao invés de nos separar, juntas somos mais fortes e chegaremos cada dia mais longe. Esse é meu primeiro álbum e quis juntar muitas das referências que tenho. A música brasileira é muito diversa para se explorar apenas um pedacinho disso tudo. Se podemos juntar tudo e fazer uma salada musical gostosa, por que não fazer isso?”, se diverte a cantora.
Misturando do pop ao funk, com paradas no forró, samba, trap e eletrobrega. Pabblo Vitta está radicada em São Paulo, mas mantém contatos permanentes com o Nordeste, de onde retira suas referências culturais.
Dos vídeos do Youtube, plataforma em que gravava covers, a artista tem se projetado para todo o País na televisão aberta. Pabllo está, há duas temporadas, à frente da banda do programa global Amor & Sexo, atração comandada por Fernanda Lima e que tem batido recordes de audiência. “Hoje consigo trabalhar com pessoas talentosíssimas e viajar o País todo com meus shows”, celebra a cantora de apenas 22 anos.
Sobre o avanço do conservadorismo político e social que o Brasil e o mundo vivenciam, ela prefere reagir com criatividade e militância. “O ódio está ‘bombando’ nas ruas e nas redes sociais, precisamos ser mais fortes e lutar”, projeta. Para ela, o enfrentamento se faz principalmente na escolha dos discursos que serão adotados nas canções.
Quanto ao uso do adjetivo “vadia” como sinônimo de mulher livre na música Todo Dia, ela diz não temer interpretações pejorativas. “Somos vadias todo dia sim, seremos vadias o tempo todo e seremos vadias pra sempre. Ser vadia é ser você mesma, usar o que quer, como quiser e quando quiser”, milita.
Num cenário da música popular brasileira em que despontam nomes como Lineker e Johnny Hooker, artistas que passeiam entre os gêneros masculino e feminino, Pabllo encontra terreno fértil para se mostrar à vontade. “Eu caminho muito entre o feminino e o masculino e defendo que as pessoas sejam livres para buscar conhecimento do seu próprio corpo”, pondera a cantora.
A cantora começou a fazer sucesso com o samba "Open Bar", versão de Lean On, do grupo de música eletrônica Major Lazer. A partir daí, ela gravou outras versões em português de artistas de destaque internacional - como Beyoncé e Ellie Goulding. A partir de trabalhos soltos na web, Pabllo juntou as canções e gravou um EP. De 2015 para cá, só conquistou olhares e produtores do Brasil e do mundo, como Diplo - que inclusive compõe a Major Lazer.
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: PIB do Maranhão cai pelo segundo ano seguido
O Imparcial: Novas regras para o Minha Casa, Minha Vida
REGIONAL
Jornal do Commércio: Minha Casa ampliada contempla a classe média
O Povo: Banco Central - Tribunal extingue maior pena de líder do assalto
NACIONAL
Correio: Moraes é indicado ao STF e se tornará revisor da Lava-Jato
Estadão: Temer indica para o STF aliado que deve revisar a Lava-Jato
Folha: Temer cede a pressão e indica Moraes para vaga no Supremo
O Globo: Indicação de Moraes para o STF terá apoio do Senado
Zero Hora: Temer indica ministro da Justiça para vaga de Teori
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REGIONAL
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Zero Hora: Temer indica ministro da Justiça para vaga de Teori
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
"Carne de carnaval" de Ciro Falcão será aberta terça na Galeria Trapiche
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| Exposição reúne 15 trabalhos do artista plástico maranhense |
Para a diretora da Galeria Trapiche, Camila Grimaldi, a exposição é um momento oportuno para conhecer o trabalho de um artista versátil e que transfere para a linguagem das artes visuais o imaginário e colorido do período carnavalesco. "Ciro é pintor, artesão, performer, educador e toda essa bagagem estará na exposição em forma de pinturas, instalações, artesanatos. A exposição é uma oportunidade de observar as obras em pleno período carnavalesco, ver com os olhos das artes visuais os folguedos que estão nas ruas", disse Camila Grimaldi.
"Carne de Carnaval" reúne 15 obras do artista. São pinturas a óleo sobre tela e acrílico que abordam a temática da cultura maranhense, já que o artista é brincante e engajado nas festas populares carnavalescas. "A minha relação com o Carnaval é uma herança da minha família, especialmente minha avó, que, no final dos anos 1960, organizava dentro da própria casa, atividades artísticas como saraus, apresentações teatrais, estimulando na gente essa sensibilidade para as artes e para o lúdico", lembrou Ciro Falcão.
TRAJETÓRIA
Artista plástico, arte-educador, residente no programa Morada do Artista. Formado em Artes Visuais na Universidade Federal do Maranhão. Ciro expôs pela primeira vez no Instituto de Letras - ILA, em 1975. Quatro anos antes, foi convidado pelos folcloristas Zelinda Lima e Zé Figueiredo a elaborar cartazes com desenhos da cultura popular, do folclore de São Luís e do Maranhão, focando nos aspectos místicos.Colaborou, durante o período que esteve na faculdade, com a produção de desenhos para as pesquisas desenvolvidas pela professora e antropóloga Mundicarmo Ferretti.
O primeiro prêmio foi em 1978, com uma xilogravura, quando alcançou o 1º lugar do projeto Arco Íris, promovido pela galeria da Fundação Nacional de Arte - Funate/RJ. Desde então dedica-se à pintura a óleo, performance e pesquisa da cultura popular, com tendência ao fantástico e às tradições populares.
Em 1976, Ciro integrou a Associação dos Artistas Plásticos do Maranhão, na Rua dos Afogados, ponto de encontro para discussão, troca de ideias e aulas de pintura. "O contato com outros artistas, como Cesar Teixeira, Josias Sobrinho, Murilo Santos, ampliaram esse meu olhar para as questões sociais", disse Ciro.
O trabalho como arte-educador é também uma vertente importante para o artista que vê na educação uma forma de engajamento. "Como professor da rede pública de ensino eu sempre tento relacionar e apresentar para os estudantes as origens dos folguedos, apresentado história, poética e estética, além de informações sobre brincadeiras já extintas, como o dominó, o diabo, o baralho, fofão, entre outros", disse Ciro.
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Família da jovem morta vai processar o estado
REGIONAL
Jornal do Commércio: Temer anuncia hoje novo 'Minha Casa'
O Povo: Ameaçado de extinção, TCM aperta fiscalização de prefeituras
NACIONAL
Correio: Os dossiês da ditadura sobre a igreja do DF
Estadão: Quase metade dos imóveis do 'Minha Casa' têm problemas
Folha: Empresa vai levar menos tempo para pagar tributo
O Globo: Crise faz economia de 12 estados retroceder 6 anos
Zero Hora: Piratini projeta déficit de R$ 3 bi e oposição questiona previsão
O Estado: Família da jovem morta vai processar o estado
REGIONAL
Jornal do Commércio: Temer anuncia hoje novo 'Minha Casa'
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NACIONAL
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domingo, 5 de fevereiro de 2017
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Faltam coleta e consciência
REGIONAL
Jornal do Commércio: TCE de olho nos prefeitos de Pernambuco
O Povo: O que esperar do Congresso Nacional nas mãos de Eunício e Maia
NACIONAL
Correio: O deboche dos playboys na Brasília dos pegas
Estadão: Força-Tarefa apura corrupção em 52 empresas e fundos
Folha: 3 em cada 10 praias brasileiras são impróprias para banho
O Globo: Viagem ao foco da febre amarela
Zero Hora: Facções criminosas ampliam poder e dominam quase 80% dos presos da central
O Estado: Faltam coleta e consciência
REGIONAL
Jornal do Commércio: TCE de olho nos prefeitos de Pernambuco
O Povo: O que esperar do Congresso Nacional nas mãos de Eunício e Maia
NACIONAL
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sábado, 4 de fevereiro de 2017
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Faltam coleta e consciência
REGIONAL
Jornal do Commércio: Ataque ao cartão postal
O Povo: Quadrilha explode banco e troca tiros com helicóptero da PM
NACIONAL
Correio: Brasília põe fim a 50 anos de segredo
Estadão: OMS faz alerta sobre risco de proliferação da febre amarela
Folha: EUA cancelam 60 mil vistos de sete países muçulmanos
O Globo: Maia: Reforma trabalhista e da previdência andarão juntas
Zero Hora: Facções criminosas ampliam poder e dominam quase 80% dos presos da central
O Estado: Faltam coleta e consciência
REGIONAL
Jornal do Commércio: Ataque ao cartão postal
O Povo: Quadrilha explode banco e troca tiros com helicóptero da PM
NACIONAL
Correio: Brasília põe fim a 50 anos de segredo
Estadão: OMS faz alerta sobre risco de proliferação da febre amarela
Folha: EUA cancelam 60 mil vistos de sete países muçulmanos
O Globo: Maia: Reforma trabalhista e da previdência andarão juntas
Zero Hora: Facções criminosas ampliam poder e dominam quase 80% dos presos da central
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Cresce 33% o número de atendimento a usuários de drogas
REGIONAL
Jornal do Commércio: O novo olhar da Lava Jato
O Povo: Eunício apresenta medida que proíbe extinção de TCM
NACIONAL
Correio: Maia vence e já acelera reforma na previdência
Estadão: Citado em delação, Moreira Franco vira ministro e ganha foro especial
Folha: Fachin assume relatoria da Lava Jato e promete celeridade
O Globo: Sorteado relator, Fachin já trabalha na Lava Jato
Zero Hora: Como relator, Fachin promete 'transparência e celeridade' na Lava-Jato
O Estado: Cresce 33% o número de atendimento a usuários de drogas
REGIONAL
Jornal do Commércio: O novo olhar da Lava Jato
O Povo: Eunício apresenta medida que proíbe extinção de TCM
NACIONAL
Correio: Maia vence e já acelera reforma na previdência
Estadão: Citado em delação, Moreira Franco vira ministro e ganha foro especial
Folha: Fachin assume relatoria da Lava Jato e promete celeridade
O Globo: Sorteado relator, Fachin já trabalha na Lava Jato
Zero Hora: Como relator, Fachin promete 'transparência e celeridade' na Lava-Jato
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Na Coluna do Ancelmo Gois (O Globo)
Férias para prefeito
O STF decidiu, ontem, que os prefeitos terão direito ao pagamento do terço de férias e do décimo terceiro salário. Prevaleceu a tese do ministro Luís Roberto Barroso de que os “agentes políticos não devem ter situação melhor, mas também não podem ter situação pior do que a dos demais trabalhadores”.
Segue...
Para Barroso, a medida evita 1.001 penduricalhos nos salários dos prefeitos, tanto que a mesma decisão proibiu a verba indenizatória a prefeitos e vice-prefeitos.
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Mais de 2 assassinatos por dia em janeiro
REGIONAL
Jornal do Commércio: Comércio pede reforma tributária e segurança
O Povo: Qual o impacto político da eleição de Eunício?
NACIONAL
Correio: Mlitares se mobilizam para escapar de reforma
Estadão: STF libera candidatura de Maia à reeleição
Folha: Aécio acertou fraude em licitação, diz Odebrecht
O Globo: Ministro do STF propõe legalizar maconha e cocaína
Zero Hora: Plano para BRs no Eestado prevê mais quatro praças de pedágio
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Mito da gastança não explica a escalada do desemprego - Laura Carvalho
Os dados de mercado de trabalho recém-divulgados pelo IBGE confirmam a profundidade da crise econômica que caracterizou o biênio 2015-2016: a taxa de desemprego, que ainda caía até o fim de 2014, quase dobrou em dois anos. O número de desempregados já chega a 12,3 milhões de pessoas –1,3 milhão a mais do que toda a população da Grécia.
Diante dos fatos, o slogan "não pense em crise, trabalhe" parece cada vez mais uma piada de mau gosto. Para a maior parte dos brasileiros desempregados, pensar na crise nunca foi tão necessário e encontrar trabalho nunca foi tão difícil.
Mas, se atribuir o problema ao excesso de brasileiros pessimistas e preguiçosos não convence, responsabilizar o primeiro governo Dilma e a tal gastança desenfreada por todos os males vividos em 2015 e 2016 ainda encontra eco em boa parte das análises econômicas de botequim –e dos grandes jornais.
O editorial desta Folha desta quarta-feira (1º) concluiu, por exemplo, que a crise é "um preço altíssimo a pagar (...) pela ilusão de que seria possível basear uma política de pleno emprego na expansão contínua dos gastos do governo".
Como mostram os dados apresentados no "Texto para Discussão" nº 2.132, de Sergio Gobetti e Rodrigo Orair, do Ipea, as despesas do governo federal cresceram em termos reais a taxas acima do PIB nos últimos quatro mandatos presidenciais: em média, 3,9% no segundo mandato de FHC; 5,2% e 4,9% nos dois mandatos de Lula e 4,2% no primeiro mandato de Dilma, já contabilizando as "pedaladas".
Dentro desse total, os gastos com funcionalismo tiveram sua menor expansão (0,2%) justamente no primeiro mandato de Dilma Rousseff. Já o total das despesas com benefícios sociais, incluindo aposentadorias e pensões do INSS, seguro-desemprego, Bolsa Família e outros benefícios, cresceu 5,2% no governo Dilma, ante 5,9% no segundo mandato de FHC, por exemplo.
Os investimentos públicos, que certamente fariam parte de qualquer plano que visasse o pleno emprego, passaram de uma expansão de 21,4% no segundo governo Lula para uma queda de 0,5% no primeiro mandato de Dilma.
O que causou a deterioração fiscal foi, portanto, o crescimento menor de receitas, que passou de 6,5% no segundo mandato de FHC para 5,2% e 4,9% nos dois governos Lula e apenas 2,2% no primeiro mandato de Dilma.
Concluído o ano eleitoral de 2014 –o único marcado por uma maior expansão de despesas–, o governo federal passou a se dedicar a solucionar o problema de falta de arrecadação tributária por meio do corte de gastos e investimentos públicos.
O que vimos desde então foi a escalada do desemprego e a queda do rendimento médio dos trabalhadores. A redução no consumo e o endividamento crescente das famílias, por sua vez, fizeram os lucros das empresas –também endividadas– e os investimentos privados despencar.
Como não poderia deixar de ser em tal cenário, a arrecadação tributária passou a sofrer quedas sucessivas, tornando o quadro fiscal muito mais grave do que aquele que deu origem à estratégia.
Em meio aos muitos erros que marcaram o primeiro governo Dilma –das manobras fiscais às desonerações tributárias pouco criteriosas e o represamento exagerado de tarifas–, a gastança desenfreada, enquanto política de pleno emprego, nem sequer aparece na foto.
Em vez dos "fatos alternativos" à la Donald Trump, mais carinho com os dados ajudaria no diagnóstico da crise e na busca das melhores saídas.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
MANCHETES DE HOJE
MARANHÃO
O Estado: Uber ainda nem chegou e já causa polêmica
REGIONAL
Jornal do Commércio: Prepare-se para água mais cara
O Povo: Conselho do MP pede demissão de promotores cearenses
NACIONAL
Correio: Diretor cai e Estevão vai para solitária
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O Globo: Fachin poderá ira para a turma que liga o Lava-Jato
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