terça-feira, 9 de dezembro de 2014

9ª Mostra Cinema e Direitos Humanos- Programação de 9 a 14 de dezembro

09 dez
19:00Filme de abertura
Duas décadas depois, oito ex-presas políticas falam sobre a luta e a tortura vividas durante o regime militar brasileiro e a experiência de ter sobrevivido. Entre os depoimentos, delírios e confissões de uma personagem anônima, que reflete sobre o peso de ter sobrevivo lúcida às torturas.



  
10 dez
14:00
Sessão escola
Talvez, alguma vez, teve uma família, foi amado, esperado e desejado. Hoje é só uma sombra entre as sombras do dia que começa e que ninguém vê, que amanhece na calçada e que remexe no lixo para ganhar uns trocados com as embalagens vazias e assim poder sobreviver um dia mais. Até que uma manhã, a vida cruza seu caminho. Chega a ele a alegria da amizade em meio ao lixo, onde procura relíquias para fazer poesia. Que forças malignas poderão separar este homem de seu amigo fiel?
 
Contato - amoreno@cnac.gob.ve
 
Este documentário conta a história do primeiro quilombo urbano reconhecido e titulado do Brasil, localizado em uma área nobre, próximo ao centro de Porto Alegre. A resistência desse povo evoca os antepassados que lutaram pela liberdade e que hoje lutam pelos seus direitos e pelas terras que habitam há quase cem anos. 
Contato - svjr@terra.com.br




Sessão escola
Todos os dias, um garotinho de 7 anos pega o ônibus para a escola com sua babá. Numa manhã, encontra na parada alguém diferente das outras pessoas. O curta-metragem Requília conta a história de uma amizade inesperada entre personagens de diferentes gerações e classes sociais. Num cenário de passagem onde ninguém se olha nem se fala, nasce uma relação sutil, leve e bonita. A infância e a velhice e a lembrança e o tempo costuram a história.
Contato - erico@cazafilmes.com.br


 Sessão escola
No interior do estado do Maranhão, um menino e suas buscas pela imensidão da paisagem.
 
Contato - marcospimentel77@yahoo.com.br
 
 
 
 
 
 
 
Sessão escola
(Crescendo)
 
Uma criança brinca com uma arma de brinquedo e cresce junto com ela.
 
Contato - t_rimawi@yahoo.com
 
 
 
 
 Sessão escola
O improvável encontro entre Lucas e Nietzsche será o início de uma grande revolução na mente do garoto, em sua família e na sociedade. Ao final, ele não será mais um menino. Será uma dinamite.
 
Contato - fauston7@gmail.com
 
 
 
 
 
  16:00
Juninho, Menor, Neguinho, Adilson e Eldo são jovens moradores do bairro Nacional, periferia de Contagem (MG). Divididos entre o trabalho e a diversão, o crime e a esperança, cada um deles terá de encontrar modos de superar as dificuldades e domar o tigre que carregam dentro das veias.
 
Contato - thiagomcorreia@gmail.com
 
 
Carlos vai até a cozinha e prepara um café. O tempo que separa o ontem do agora.
contato - emilfc@gmail.com




18:00

Sessão seguida de debate
Em 1964, o CPC da UNE inicia um filme sobre a vida de João Pedro Teixeira, líder da Liga Camponesa de Sapé (PB), assassinado por latifundiários, que inclui uma reconstituição ficcional do evento político que  levou a sua morte. A viúva de João Pedro, Elizabeth, e outros camponeses participam das filmagens. Mas os trabalhos são interrompidos por conta do golpe militar. 17 anos depois, Coutinho retoma o projeto e vai atrás dos personagens, encontrando Elizabeth na clandestinidade e sem contato com muitos de seus filhos.



11 dez
14:00
Sessão com audiodescrição
Na busca por entender melhor o universo de Sophia, Joana, mãe dedicada, passa por belíssimas experiências sensoriais. Uma singela história de amor cercada de poesia visual e sonora.
contato - kennelpaulino@gmail.com

  

Sessão com audiodescrição
Leonardo, um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.
Contato - www.vitrinefilmes.com.br


 16:00

Sessão com audiodescrição
Através de cartas, entrevistas e depoimentos, conta-se a história do caçula de três irmãos, enviado pela família para Londres em 1969, para não seguir os passos da irmã mais velha e entrar para a luta armada contra a ditadura. O rapaz viaja o mundo  enquanto a irmã é presa e torturada no Brasil. Décadas depois, a morte do terceiro irmão impulsiona o resgate da memória dessas viagens e das relações familiares.

 18:00

Sessão com audiodescrição
Através de diversos depoimentos, o documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar. Seu apoio financeiro, assim como de muitos outros empresários, ao movimento de repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi.

 20:00
O destino trágico do primeiro retorno à democracia na América Latina é o ponto de partida de um intenso relato que combina jornalismo com invstigação, ensaio cinematográfico e drama pessoal. Com o fim de questionar o silêncio que pesa nos ombros de um país inteiro, o filme percorre a história desconhecida e surpreendente do Equador, o drama shakesperiano de três órfãos vítimas da luta de suas famílias pelo poder e o papel implacável da verdade oficial. 
 
Contato - lisandra.rivera.ramirez@gmail.com
 
 
 
 
12 dez
14:00
Sessão escola
(Seis copos de Chai)
Dharavi, um menino que trabalha como vendedor de chá e mora na favela mais pobre de Mumbai, Dharavi, tem um simples desejo: ir para a escola como as outras crianças.
Contato - lailakhan84@gmail.com



Sessão escola
O filme traz os depoimentos de treze importantes jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática de sua profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias, o futuro do jornalismo, e também sobre casos recentes da política brasileira, onde a cobertura da imprensa teve papel de grande destaque.
 
Contato - casa@casacinepoa.com.br
 
 
 
 16:00
Dorival chega em seu limite e resolve enfrentar tudo e todos para conseguir o que quer, trata-se de um homem na luta desigual contra um sistema sem lógica nem humanidade.





Miguel, Paulo, Osvaldo e Elói, companheiros de luta política, cárcere e tortura durante o regime militar, se encontram 25 anos depois para uma pescaria. Miguel então revela aos amigos que acredita que o homem que os torturou na prisão está vivo, e mostra uma foto. Reações adversas e memórias se mesclam a revelações sobre o passado e um novo plano para o presente.

18:00
Sessão seguida de debate
Em meados do século XVIII na região pantaneira, soldados portugueses acompanham o cartógrafo Diogo em seu levantamento topógrafico para a Coroa. O grupo se dirige ao Forte Coimbra, posto em permanente estado de guerra com os indígenas ao redor. Em meio ao conflito e a carnificina, se forma um terceiro mundo, onde os valores indígenas e portugueses já não existem.

 13 dez
14:00
No Brasil profundo, onde lei e justiça dependem de nome e sobrenome, a luta por um pedaço de terra vira uma questão de vida ou morte. Ameaçados mostra pequenos agricultores do sul e sudeste do Pará que seguem no sonho de conseguir terra pra plantar e uma casa para viver. 
Contato - osmosefilmes@gmail.com


Reconstituindo os detalhes da morte de seu irmão, Rafael Burlan da Silva, ocorrida há 12 anos, o cineasta Cristiano Burlan lança-se a uma jornada pessoal que conduz ao coração de um círculo de violência em torno dos bairros da periferia paulistana. Explorando as razões do envolvimento do irmão com drogas e roubo de carros, o diretor expõe partes de sua própria história familiar, ouvindo parentes e amigos cujos depoimentos trazem à tona os destinos de diversos personagens, mapeando o histórico de dolorosas feridas emocionais.
Contato - contato@belafilmes.com

Video-jornalista reconta sua cobertura dos conflitos em Mohamed Mahmoud, a rua que ficou famosa pelos embates entre as forças de segurança e manifestantes durante os protestos contra o Conselho Supremo da Forças Armadas egípcias em novembro de 2011. O curta-metragem apresenta o material gravado nos sete dias da violenta repressão contra manifestantes que resultou em feridos graves e um grande número de mortos. O filme inclui ainda a reencenação da experiência vivida pela jornalista e entrevistas com manifestantes presentes no acontecimento narrado.
Contato - ines.editor@gmail.com


  
 16:00




A jornalista Bia Jordão aceita o cargo de chefe da sucursal de Brasília de uma grande rede de televisão. Na capital, a maioria dos profissionais foi trabalhar em campanhas eleitorais por salários altíssimos e Bia se encontra sob forte pressão na hora de cobrir e transmitir as eleições.



 18:00
Uma cigana atravessa mundos para salvar sua grande amiga de infância de uma condessa sanguinária.
Contato - gatodoparque@gmail.com


Um olhar na vida de crianças indígenas na região de Darién (Colômbia-Panamá) que precisam andar por horas até a escola todos os dias para conseguir educação em uma cultura diferente. O documentário explora a motivação das crianças e como eles conseguem ter um equilíbrio complexo entre a tradição e a modernidade.
 
Contato - rvargas1@ucsc.edu
 
 
20:00
Jessy é a versão curta do documentário Jéssica Cristopherry, e assim se chamavam todas as personagens da infância de Paula Lice. Atriz, dramaturga e mulher, Paula conta com o apoio das para resgatar Jéssica e realizar o desejo de ser transformista. O filme de estreia da Buh!fu Filmes, parceria entre os artistas Rodrigo Luna, Ronei Jorge e Paula Lice, documenta a construção de Jéssica e homenageia carinhosamente a cena transformista soteropolitana.
 
Contato - amadeu@movioca.com
 
 
 
 
(YvY Maraey, Terra sem mal)
Um cineasta e um líder indígena viajam juntos pelas florestas do sudoeste boliviano, com a intenção de fazer um filme sobre a cultura guaraní. O ponto de partida é um filme de 1911 do explorador Erland Nordenskiöld. Mas  o presente mostra uma realidade muito mais intense que a nostalgia de um mundo perdido para sempre.

Contato -  mcordero@yaneramai.net



14 dez
14:00
Programa Inventar
Ao longo de 3 meses, uma equipe formada por quatro estudantes universitários de Cinema e Audiovisual acompanhou parte dos processos e experiências dos projeto de cinema, educacão e direitos humanos “Inventar com a Diferença”, realizado em escolas espalhadas por todo o território nacional.


 16:00
1970: Em plena ditadura militar, o embaixador suíço no Brasil é sequestrado. Depois de quarenta dias de negociações, o embaixador Giovanni Bucher é trocado por setenta presos políticos que são banidos para o Chile. Setenta reencontra esses personagens quarenta anos depois. Como vivem? Que, são eles? Como superaram a tortura, a prisão, o exílio e como reconstruíram suas vidas.

 18:00
(A jaula de ouro)
Um road movie sobre adolescentes guatemaltecos e sua jornada migratória para os Estados Unidos.
 
Contato - Alberto Cicurel Levy - https://www.facebook.com/cafcocicurelartfilms?fref=ts
 
 
 
 
 20:00
João, um estudante português de teatro, está terminando sua temporada de estudos no Rio de Janeiro. É sua última semana deste lado do oceano e ele redescobre o Rio de Janeiro no qual chegou há 10 meses.
Contato - lessabernard@yahoo.com.br



Na caçamba abafada de um camburão policial, prisioneiros são transferidos de uma penitenciária à outra. Detidos, em sua maioria, por pequenos furtos ou crimes contra o patrimônio, eles se encontram agora em um limbo burocrático, compartilhando celas superlotadas que legalmente não existem. Apesar de parecer um romance Kafkiano, trata-se do dia-a-dia da POLINTER, o sistema prisional do Rio de Janeiro.
 
Contato - arteabrasiva@gmail.com
 

 
 
Durante mais de 65 anos o material fílmico de Roberto Restrepo R. (1897 - 1956) permaneceu esquecido. Hoje seu neto descobriu o material e encontrou, através de suas imagens e relatos, um país cheio de surpresas e incertezas. O documentário dará vida ao passado através do arquivo fílmico dando ênfase à atualidade de seus conteúdos, e convidando os espectadores de hoje e de amanhã, a uma profunda reflexão sobre nosso destino como sociedade.
Contato - rirehe@gmail.com

Juiz que deu voz de prisao a atendentes da TAM frequentou "lista suja" do trabalho escravo

    O juiz Marcelo Baldochi, que deu voz de prisão a três atendentes da TAM,em Imperatriz (MA), no sábado,6, após perder voo,teve 25 trabalhadores escravos resgatados pelo grupo móvel de fiscalização do Ministério do Trabalho, em uma das fazendas de sua propriedade no ano de 2007. No grupo havia um adolescente de 15 anos.
    O grupo chegou ao local após denúncias de um fugitivo.A retenção de salários e a existência de dívida ilegal caracterizaram a situação encontrada como trabalho escravo em uma fazenda . A dívida era contraída em uma cantina de venda de produtos alimentícios e equipamentos de trabalho.
    Em 2011, uma nova operação do grupo do MTb resgatou de quatro pessoas em condições análogas às de escravos na fazenda Vale do Ipanema, em Bom Jardim (MA), onde Marcelo Baldochi criava gado.
    O Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão cancelou uma indenização concedida a um dos trabalhadores escravizados em uma das fazendas. O juiz também foi inserido na “lista suja do trabalho escravo'', cadastro do governo federal que relaciona flagrados no usode mão de obra escrava, em dezembro de 2008. Saiu mediante liminar judicial de junho de 2009 – 18 meses antes do prazo regulamentar.
    Baldochi atuou como magistrado no julgamento do produtor Miguel de Souza Rezende, reincidente no uso de escravos em suas propriedades de gado no Maranhão. 

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: São Luís ganhará mais duas unidades de saúde
Região
Jornal do Commercio: Refino quase secreto
O Povo: Aeroporto de Fortaleza - Uma obra que nenhuma empresa quer
Nacional 
Correio: Greve paralisa ônibus, aulas e ameaça saúde
Estadão: Mendes vê "fortes indícios" de doações acima do limite a Dilma
Folha: Técnicos do TSE querem rejeição das contas de Dilma
O Globo: Petrobras é processada nos EUA por dano a acionistas
Zero Hora: 51,2% dos alunos não chegam ao fim do Ensino Médio no RS

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Inaugurada com festa a avenida Joãosinho Trinta
Região
Jornal do Commercio: Chaves de ouro
Meio-Norte: PI e MA cresceram mais no Nordeste
O Liberal: Brasileiros culpam Dilma por escândalos da Petrobras
O Povo: Como se preparar para um 2015 de incertezas
Nacional 
Correio: Metade dos jovens empaca e não sai da educação básica
Estadão: Haddad cumpre só 16 promessas em dois anos
Folha: Prefeitura de SP aprovará alunos com notas baixas
O Globo: Só metade dos jovens conclui escola até os 19 anos
Zero Hora: MPF deve denunciar 11 executivos da Lava-Jato

FRASE DO DIA

"Estou indo para a Secretaria de Cultura para alegrar corações".
Ester Marques, indicada para a Secretaria de Estado da Cultura pelo governador eleito Flávio Dino, em entrevista a Américo Azevedo no programa Transição (TV Guará).


População interdita Via Expressa logo após inauguração

    À festa da inauguração da "avenida Joãosinho Trinta" (Via Expressa) não convidaram os moradores da Vila Cristalina e  Ipase de baixo. Minutos após a inauguração da obra inacabada, os moradores da região iniciaram na noite deste domingo,7, um protesto contra a falta de sinalização na via iniciada como rodovia estadual.
    Os moradores reclama da falta de faixa de pedestre e sinalização que propicia a travessia da via que liga a avenida Carlos Cunha, no bairro do JAracaty à avenida Daniel da La Touche, entre o Maranhão Novo e Ipase.
    A avenida\rodovia tem 9 quilômetros de extensão. A interdição aconteceu nos dois sentidos da via.
Confira:









domingo, 7 de dezembro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Obras renovam a ilha
Região
Jornal do Commercio: "Acabou o tempo do improviso"
O Liberal: Deputado processa os Barbalhos por calúnia
O Povo: A nova maneira de criar os filhos
Nacional 
Correio: Janot diz a colegas: Não tem acordo e ninguém escapará
Estadão: Satisfação com democracia volta a crescer, aponta Ibope
Folha: Brasileiro responsabiliza Dilma por caso Petrobras
O Globo: Rio não tem favela com IDH baixo
Zero Hora: Os homens que semeiam o terror

sábado, 6 de dezembro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: IV Centenário inaugurada
Região
Jornal do Commercio: Inflação no Recife supera a do país
Meio-Norte: Governador eleito já apontou 8 secretários
O Liberal: Doleiro lista 750 obras suspeitas de fraude
O Povo: Ceará é o 2º estado que mais viola os direitos humanos
Nacional 
Correio: Greve trava o DF e deixa 700 mil brasilienses a pé
Estadão: Reforma do código penal propõe que caixa 2 seja crime
Folha: Ação da Promotoria cobra R$ 418 mi de cartel do trem
O Globo: Planilha de doleiro tem 750 obras no país e no exterior
Zero Hora: Na Lava-Jato, MPF mira agora nos políticos

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Duas empresas investigadas doaram R$ 2 milhões a Dino
Região
Jornal do Commercio: Doação no lugar certo
O Liberal: Propina da Petrobras bancou eleição do PT
O Povo: MPF pede suspensão de novos planos e de vendas de chips
Nacional 
Correio: PM e DER torram R$ 2,5 milhões com papa-cones
Estadão: Há indícios de que corrupção vai além da Petrobras, diz juiz
Folha: Governo revê a alta do PIB para 2015 de 2% para 0,8%
O Globo: Governo reduz projeção do PIB para 0,8% em 2015
Zero Hora: Sartori escolhe um político para Fazenda

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Lambe-Lambe: Por do sol no Barbosa (São José de Ribamar)











Sebastião Anchieta retorna à Agerp no governo Flávio Dino

Flávio Dino anunciou no início da tarde desta quinta-feira (4) mais um nome que integrará sua equipe de governo a partir de 1º de janeiro. Sebastião Anchieta foi indicado para presidir a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged). Ele esteve à frente do órgão na gestão do governador José Reinaldo Tavares (2002-2006).
A Aged é uma autarquia responsável por desenvolver ações para garantir a defesa sanitária animal e vegetal, assegurando a oferta de produtos de qualidade e contribuindo para a preservação da saúde pública e do meio ambiente. Presidindo o órgão, Sebastião Anchieta terá que coordenar 18 Escritórios Regionais, responsáveis pela defesa sanitária do estado. 
Quem é Sebastião Anchieta:
Éle é médico veterinário formado pela Escola de Medicina Veterinária da Federação das Escolas Superiores do Maranhão (FESSM), atual Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Foi sub-secretário de agricultura do Maranhão, presidente da Companhia de Defesa Agropecuária do Maranhão (Codagro), diretor-técnico da Companhia de Desenvolvimento Agrário (Codeia) e diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged).

Flávio Dino anuncia José Ribamar Fernandes Sobrinho para Secretaria de Pesca

O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, anunciou no início da tarde mais um secretário que integrará a equipe da administração estadual a partir de 1º de janeiro. Em comunicado feito pelas redes sociais o governador eleito informa que José Ribamar Fernandes Sobrinho vai assumir a Secretaria de Pesca.
José Ribamar Fernandes Sobrinho assume a secretaria com o desafio de formular, planejar, coordenar e executar as políticas e diretrizes para o desenvolvimento sustentável, integrado e participativo das atividades pesqueira e aquícola do Maranhão.
Quem é José Ribamar Fernandes Sobrinho:
É engenheiro de pesca formado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Atua como engenheiro de pesca da Secretaria de Agricultura do Estado do Maranhão (Sagrima). Foi consultor do Sebrae e do Instituto IEDPG do Rio de Janeiro. Atualmente é coordenador de projetos da Federação das Colônias de Pescadores do Estado do Maranhão.

Agenda 2015


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Desvio em prefeituras pode ter chegado a R$ 30 milhões
Região
Jornal do Commercio: Juros altos afetam o bolso e os empregos
O Liberal: Votação de manobra fiscal é adiada entre socos e gritaria
O Povo: Camilo propõe criar faixa de isenção para nova CPMF
Nacional 
Correio: Até doação oficial ao PT era propina, diz executivo
Estadão: Esquema na Petrobras incluía doação oficial ao PT, diz delator
Folha: Executivo diz ter pago propina como doações oficiais ao PT
O Globo: Propina virou doação oficial ao PT, diz delator
Zero Hora: Propina virou doação oficial ao PT, diz delator

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Tirinha - Mafalda de QUINO


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Urbanizada área verde do Itapiracó
Região
Jornal do Commercio: Mais PMs no Bairro do Recife e na Agamenon
O Liberal: Expectativa de vida sobe para 71,5 anos no Estado
O Povo: 11 são presos por fraudes em licenças ambientais
Nacional 
Estadão: Costa diz que desvio de verbas em estatais é "generalizado"
Folha: Delator da Petrobras diz ter entregado até 40 políticos
O Globo: Escândalo na Petrobras - Delator afirma que 35 políticos estão envolvidos
Zero Hora: Planalto barganha por nova regra fiscal

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Gullar toma posse na Cadeira 37 da ABL, no dia 5

O poeta maranhense Ferreira Gullar, eleito no dia 9 de outubro deste ano, tomará posse na Cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, em solenidade no Petit Trianon, no próximo dia 5, sexta-feira, às 21 horas. Gullar sucede o Acadêmico, poeta e tradutor Ivan Junqueira, falecido no dia 3 de julho deste ano.
Em nome da ABL, o Acadêmico e poeta Antonio Carlos Secchin fará o discurso de recepção. Antes, Gullar discursará na tribuna. Logo após, o Presidente da ABL, Acadêmico Geraldo Holanda Cavalcanti, convidará os Acadêmicos José Sarney, decano da Casa, para fazer a entrega da espada, o Acadêmico Eduardo Portella, para fazer a aposição do colar, e a Acadêmica Ana Maria Machadopara entregar o diploma. O Presidente, então, declarará empossado o novo Acadêmico. Os ocupantes anteriores da Cadeira 37 foram: Silva Ramos, fundador, que escolheu como patrono Tomaz Antonio Gonzaga, Alcântara MachadoGetúlio VargasAssis Chateaubriand e João Cabral de Melo Neto.
Saiba mais
O novo Acadêmico
Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro é José de Ribamar Ferreira, nasceu em São Luís do Maranhão, em 10 de setembro de 1930, numa família de classe média pobre. Dividiu os anos da infância entre a escola e a vida de rua, jogando bola e pescando no Rio Bacanga. Considera que viveu numa espécie de paraíso tropical e, quando chegou à adolescência, ficou chocado em ter que tornar-se adulto, e tornou-se poeta.
No começo acreditava que todos os poetas já haviam morrido e somente depois descobriu que havia muitos deles em sua própria cidade, a algumas quadras de sua casa. Passou então, já com seus dezoito anos, a frequentar os bares da Praça João Lisboa e o Grêmio Lítero-Recreativo, onde, aos domingos, havia leitura de poemas.
Descobriu a poesia moderna apenas aos dezenove anos, ao ler os poemas de Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira. Ficou escandalizado com esse tipo de poesia e tratou de informar-se, lendo ensaios sobre a nova poesia. Pouco depois, aderiu a ela e adotou uma atitude totalmente oposta à que tinha anteriormente, tornando-se um poeta experimental radical, que tinha como lema uma frase de Gauguin: “Quando eu aprender a pintar com a mão direita, passarei a pintar com a esquerda, e quando aprender a pintar com a esquerda, passarei a pintar com os pés”.
Ou seja, nada de fórmulas: o poema teria que ser inventado a cada momento. “Eu queria que a própria linguagem fosse inventada a cada poema”, diria ele mais tarde. E assim nasceu o livro que o lançaria no cenário literário do país em 1954: A Luta Corporal. Os últimos poemas deste livro resultam de uma implosão da linguagem poética, e provocariam o surgimento na literatura brasileira da “poesia concreta”, de que Gullar foi um dos participantes e, em seguida dissidente, passando a integrar um grupo de artistas plásticos e poetas do Rio de Janeiro: o grupo neoconcreto.
O movimento neoconcreto surgiu em 1959, com um manifesto escrito por Gullar, seguido da Teoria do não-objeto, estes dois textos fazem hoje parte da história da arte brasileira, pelo que trouxeram de original e revolucionário. São expressões da arte neoconcreta as obras de Lygia Clark e Hélio Oiticica, hoje nomes mundialmente conhecidos.
Gullar, por sua vez, levou suas experiências poéticas ao limite da expressão, criando o livro-poema e, depois, o poema espacial, e, finalmente, o poema enterrado. Este consiste em uma sala no subsolo a que se tem acesso por uma escada; após penetrar no poema, deparamo-nos com um cubo vermelho; ao levantarmos este cubo, encontramos outro, verde, e sob este ainda outro, branco, que tem escrito numa das faces a palavra “rejuvenesça”.
O poema enterrado foi a última obra neoconcreta de Gullar, que afastou-se então do grupo e integrou-se na luta política revolucionária. Entrou para o partido comunista e passou a escrever poemas sobre política e participar da luta contra a ditadura militar que havia se implantado no país, em 1964. Foi processado e preso na Vila Militar. Mais tarde, teve que abandonar a vida legal, passar à clandestinidade e, depois, ao exílio. Deixou clandestinamente o país e foi para Moscou, depois para Santiago do Chile, Lima e Buenos Aires.
Voltou para o Brasil em 1977, quando foi preso e torturado. Libertado por pressão internacional, voltou a trabalhar na imprensa do Rio de Janeiro e, depois, como roteirista de televisão.
Durante o exílio em Buenos Aires, Gullar escreveu Poema Sujo – um longo poema de quase cem páginas – que é considerado a sua obra-prima. Este poema causou enorme impacto ao ser editado no Brasil e foi um dos fatores que determinaram a volta do poeta a seu país. Poema Sujo foi traduzido e publicado em várias línguas e países.
De volta ao Brasil, Gullar publicou, em 1980, Na vertigem do dia e Toda Poesia, livro que reuniu toda sua produção poética até então. Voltou a escrever sobre arte na imprensa do Rio e São Paulo, publicando, nesse campo, dois livros Etapas da arte contemporânea (1985) e Argumentação contra a morte da arte (1993), onde discute a crise da arte contemporânea.
Outro campo de atuação de Ferreira Gullar é o teatro. Após o golpe militar, ele e um grupo de jovens dramaturgos e atores fundou o Teatro Opinião, que teve importante papel na resistência democrática ao regime autoritário. Nesse período, escreveu, com Oduvaldo Vianna Filho, as peçasSe correr o bicho pega, se ficar o bicho come e A saída? Onde fica a saída? De volta do exílio, escreveu a peça Um rubi no umbigo, montada pelo Teatro Casa Grande em 1978.
Mas Gullar afirma que a poesia é sua atividade fundamental. Em 1987, publicou Barulhos e, em 1999, Muitas Vozes, que recebeu os principais prêmios de literatura daquele ano. Em 2002, foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura.

Gastão Vieira caminha para reitoria do Uniceuma

    O deputado federal, ex-Ministro do Turismo e candidato derrotado ao Senado nas eleições de outubro de 2014, Gastão Vieira (PMDB), está no rumo de ocupar a Reitoria do Uniceuma, universidade pertencente à família Fecury, forte aliada dos Sarneys no Maranhão. No portal da instituição uma frase do senador José Sarney inspira suspeita sobre o grupo societário da empresa que se expandiu para o Planalto Central.
    Após as eleições cresceu a especulação sobre o retorno de Vieira  ao ministério, de onde saiu menos chamuscado que o antecessor maranhenses Pedro Novais, aquele da farra em motéis paga pelo erário. As esperanças do aliados do deputado peemedebista eram depositadas na conta da Copa 2014 realizada no Brasil e bem avaliada pelo governo Dilma que a transformou em peça de campanha eleitoral. 
    O prestígio em queda do senador José Sarney (PMDB-AP), que deixará o cargo em 1º de fevereiro de 2015, não deve sustentar as aspirações dos aliados que pensam em ocupar cargos relevantes na República. Gastão Vieira e o senador Edison Lobão devem ser, portanto, páginas viradas na história recente da República.

Zeca Baleiro participa do Réveillon no Maranhão

   
 
    Depois de lançar o CD de estreia da artista popular Patativa no Porto da Gabi (Aterro do Bacanga) em novembro, Zeca Baleiro retorna a São Luís em dezembro para participar da programação do Réveillon oficial no Maranhão. O primeiro disco de Patativa ganhou o selo Saravá, do cantor e compositor maranhense que tem no catálogo os trabalhos de Lopes Bogéa, Antonio Vieira e José Chagas.




MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Marcadas as inaugurações da Via Expressa e IV Centenário
Região
Meio-Norte: Wellington: Não falta dinheiro, falta gestão
Jornal do Commercio: Menos dinheiro após se aposentar
O Liberal: Engrenagem do Petrolão tinha rede de operadores
Nacional 
Estadão: Governo condiciona liberação de recursos à nova lei fiscal
Folha: Gasolina no Brasil tem até 24% de sobrepreço
O Globo: Governo pressiona Congresso com verba

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Comunicação - O programa mais abusado da TV brasileira

Em VEJA desta semana

Conheça Mônica Moreira Lima, a desbocada do Maranhão

Amor & Sexo, da Globo, fala de temas eróticos com humor e informalidade. Mas nada se compara ao vocabulário nu e cru do programa regional Sem Vergonha

Tirada apimentada: “Recomendo fazer o teste da manga com o cabra antes de
marcar encontro com ele. Ofereça a fruta e veja como ele come.
Se pedir garfo e faca, ele é monoglota: fraco em linguagem sexual”   
(VEJA)

É hora do rush em São Luís, no Maranhão, e a morena de 1,75 metro caça entrevistados num ponto de ônibus. Ela aborda as pessoas sem nem um “com licença” e já sai perguntando sobre o tema do dia — não muito agradável: era a semana dedicada à prevenção do câncer de próstata. “Tenho medo de me viciar”, responde um taxista gaiato quando a repórter pergunta sobre o exame proctológico. Duas senhoras de idade observam o tumulto a uma distância cautelosa. “É aquele programa da noite, Só Sacanagem”, diz uma delas. A outra corrige: “Não. O nome é Sem Vergonha”. Não haveria título mais exato para essa atração regional. No Sem Vergonha, a jornalista maranhense Mônica Moreira Lima conversa sobre sexo, todas as noites de sexta-feira, na TV Guará, retransmissora da Record News, com linguagem desabusada e atitude para lá de liberal. Uma espectadora pergunta, por e-mail, se de bicicleta também se chega ao êxtase, e Mônica logo assume a linha “vale tudo pra chegar lá”, recomendando brinquedinhos ou, na falta deles, certos legumes. “O importante é ter prazer. Até banco de bicicleta, sim: você pode entrar em forma e ainda manter sua satisfação sexual em dia.” Isso é que é cicloativismo!
“Não sou sexóloga. Minha única referência são 31 anos de ****”, diz Mônica (como ela tem 46, sabe-se que se iniciou no tema com 15). A apresentadora explica que a linguagem mais do que franca tem a ver com sua personalidade: “O romantismo me *****. Gosto da fuleiragem”. Durante nove anos, Mônica foi repórter e apresentadora de jornais locais na TV Mirante, da família Sarney, afiliada da Globo. Abandonou o posto, descontente com o salário de 2 000 reais, mas ainda elogia o antigo patrão: “José Sarney é amigo da família. Um tio meu pegava carona em seu avião quando ia para Brasília”. Há dois anos na Guará, Mônica começou falando de política. Mas o empresário Roberto Albuquerque, proprietário da emissora, achou o tom de Mônica muito parcial (no pleito deste ano, ela torceu pelo comunista Flávio Dino, que acabou eleito governador). Surgiu então a ideia de ela se dedicar a temas menos escandalosos que a política. Albuquerque deu a ela uma referência: Marta Suplicy, que antes da carreira política teve um programa de sexo na Globo. Em fevereiro deste ano, surgia o Sem Vergonha. No CQC, da Bandeirantes, o quadro Top Five, catadão de momentos pitorescos da TV do Brasil, já levou as tiradas de Mônica ao ar três vezes. Na mais famosa, ela gentilmente convida as espectadoras a abandonar o temor do sexo por vias não convencionais: “Essa mulherada tá economizando essas ****** pra quê?”. Diz Albuquerque: “Criei um monstro”.
Uma atitude desassombrada e irreverente é fundamental para quem conduz programas de sexo. A canadense octogenária Sue Johanson empolgava ao falar com autoridade e naturalidade sobre práticas sexuais, mas sempre chamando as coisas pelo nome de família: pênis, vagina etc. Atualmente no ar pela Globo, Amor & Sexo é mais informal, mas nem de longe tão explícito quanto Sem Vergonha. Com uma bancada entrosada (excetuando-se Otaviano Costa, que soa sempre desesperado para aparecer), o programa de Fernanda Lima já está em sua oitava temporada. As diferenças entre as duas sexólogas improvisadas não são só de estilo: Fernanda ganha sessenta vezes o salário de Mônica, que complementa os proventos da TV com um programa de rádio e trabalhos de assessoria de imprensa. Aliás, não convém citar o nome de Fernanda Lima perto da maranhense: “Tanto investimento para um programa superficial. Ela canta e se veste de perereca (o batráquio, deixe-se claro). Ridículo”, desdenha.
Embora a carreira de conselheira erótica televisiva seja recente, Mônica sempre gostou do assunto: “Quando criança, media o ***** dos meus primos e os peitos das minhas amigas”. Diz que seus três filhos têm acesso à lista na qual anota o nome e as características (aquelas que interessam, ao menos) de todos os homens (não, nenhuma experiência gay) com quem já teve sexo. Com Sem Vergonha, ela descobriu um público ousado, que lhe manda fotos tão explícitas quanto a linguagem do programa. “Uma loucura. Mandam cantada, pedido de casamento e fotos de **** e ****” (os asteriscos aqui encobrem dois termos sinônimos para a mesma porção masculina). Casamento não está no horizonte: Mônica diz que há dezesseis anos não tem um parceiro firme. Recorre a um eventual P.A. (a sigla é típica do vocabulário da jornalista; A quer dizer “amigo” e P é o que se adivinha). Tem também sua coleção de brinquedinhos — o favorito tem regulagem com controle remoto, e ela o usa na balada, enquanto dança e “sensualiza”. Ah, sim: de vez em quando, ela vai de bicicleta para o trabalho.

Charge do dia - CLAYTON (O Povo)


Chaves no futebol


MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
Aqui-MA: Emprego novo à vista
Jornal Pequeno: Senador tucano acusa Janot de tentar blindar o governo na Operação Lava Jato
O Estado do MA: Bando é preso com armas e dinamite
O Imparcial: Pesquisa aponta redução de casos de Aids na capital
Região
Meio-Norte: Deputados do PI terão R$ 4 mil para moradia
Jornal do Commercio: Aposta de empregos para 2015
O Liberal: Engrenagem do Petrolão tinha rede de operadores
O Povo: Uma nova maneira de viver no trânsito em Fortaleza
Nacional 
Correio: Momento favorece compra da casa no DF
Estadão: Quase todo o PP está ligado à propinas, acusa Yousseff
Folha: Plano prevê taxar mais importados e cosméticos
O Globo: Corrupção da Petrobras reduz ganho de acionistas
Zero Hora: Magia em luzes