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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

História do reggae em São Luís - O Tambor


   
    Fundado em fevereiro de 1990 por Cláudio Farias, Jorrimar de Sousa e Ademar Danilo, O Tambor foi um periódico que teve vida editorial curta. Foram apenas três números da publicação da Editora Aruanda, com sede na rua Graça Aranha.

    O Tambor foi criado com a proposta de "levar ao reggueiro a informação do que acontece no mundo do reggae em São Luís, no Brasil, na Jamaica e no resto do mundo". 

    No primeiro número comemorou a libertação do líder sul-africano Nelson Mandela, depois de 27 anos preso por defender a derrubada do regime de apartheid na África do Sul. 

    A publicação trazia roteiros e cenas do reggae:





sábado, 17 de setembro de 2016

Reggae: Festa celebra 20 anos sem o dijei Antonio José, o Lobo

O dijei Antonio José, o Lobo, fez história no reggae em São Luís com hits como melô da Poliana (Think Twice)
         Tem que ser extrovertido, alegre e saber se comunicar bem. A receita do dijei perfeito é como uma luva na trajetória de Antonio José, o Lobo. O lendário dijei da Estrela do Som será homenageado neste sábado, 17 , no Cais da Alegria (Aterro do Bacanga), em festa organizada pela radiola para a qual prestou serviços durante parte de sua vida. A festa que celebra os 20 anos da morte do discotecário reunirá discípulos, seguidores e uma legião de admiradores.
Nascido em Ariquipá, município de Bequimão, na Baixada Maranhense, o Lobo iniciou carreira no Quilombo Urbano, no São Francisco. Na trilha do salão, balanços e outros ritmos calientes. Se afinou com o reggae, pegou a bagagem e desembarcou na Estrela do Som, clube a poucos metros dali.
Antonio José deixou uma trilha na memória do regueiro, como o “Melô da Poliana”, denominação dada à música da cantora Donna Marie, “Think twice”. Antônio José morreu no dia 17 de setembro de 1996, aos 26 anos, em um acidente automobilístico na Av. Jerônimo de Albuquerque, em São Luís. No trajeto do enterro do dijei, entre o São Francisco e Jardim da Paz, no Maiobão, milhares de pessoas saíram às ruas de São Luís para última homenagem na Jamaica brasileira. Duas décadas depois, a data será lembrada em evento com participação de vários dijeis.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Santa Cruz em "Minha casa é meu chapéu"

   
Foto: Márcio Vasconcelos
O cantor e compositor de reggae, Santacruz (foto), apresenta nesta sexta-feira, 15, na Casa Frankie, o show “Minha casa é meu chapéu”. Santacruz será acompanhado dos músicos Marcos Lussaray (violão) e André Grolli (bateria) e conta com as participações de Célia Sampaio, Claudio Lima, Luciana Simões e Alê Muniz. O evento começa a partir das 20 horas e tem uma programação com culinária,  
literatura, brechó, fotografia e a discotecagem de Beto Ehongue.
    Santacruz é um artista singular. Sobrevivente do infortúnio e dono da própria sorte.
Desde a infância, superou o limite da existência ameaçada por toda espécie de abandono. Um danado que nunca desistiu de ser ele mesmo, de compor e tocar vida-violão, reinventado todo dia pela própria condição.
    “Minha casa é meu chapéu” faz parte de uma nova fase do músico, que prefere tocar suas “narrativas acústicas” de um modo mais intimista, buscando uma reaproximação com o público. Santacruz lança mão de novas canções como “Porto São José”, “Peixe fresco”, “O bicho”, “Brutalidade” e contempla a plateia com hits como “A riqueza” e “Farinha do mesmo saco”.

SERVIÇO
O QUÊ: Show “Minha casa é meu chapéu” com SANTACRUZ
ONDE: CASA FRANKIE rua do Giz, 394 (Praia Grande)
QUANDO: SEXTA-FEIRA, 15 DE MAIO
QUANTO: ingressos – R$ 15,00 mesas – R$ 80,00 na bilheteria da casa

sábado, 9 de maio de 2015

TV Brasil comemora Dia Nacional do Reggae com Série "Jamaica brasileira"

    Na segunda-feira, 11 de maio, é comemorado o Dia Nacional do Reggae. A data passou a ser celebrada, em todo o Brasil, desde 2012, em referência ao aniversário de morte de Robert Nesta Marley, o músico jamaicano, conhecido como Bob Marley. Em 1981, o artista morreu com 36 anos em um hospital em Miami, nos Estados Unidos. 
    A série “Jamaica Brasileira”, produzida pelo Repórter Maranhão, da TV Brasil, mostra como foi a chegada do ritmo ao Maranhão.
Assista reportagem:

terça-feira, 1 de julho de 2014