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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

NUA apresenta "Divino" na 18ª edição do Palco Giratório, em setembro, no Rio

    O grupo Núcleo Atmosfera de Dança - Teatro (NUA), de São Luís, está na programação da 18ª edição do "Palco Giratório" que estreia no Rio em setembro, com o espetáculo "Divino". A apresentação será no Teatro Sesc Tijuca (Rua Barão de Mesquita), no dia 12 de setembro, às 19 horas. A classificação é livre. 
    O palco é um dos maiores circuitos do teatro brasileiro. Espetáculos, oficinas de grupos, coletivos e companheiras de teatros são selecionados por 33 curadores do Sesc em todo o país.No total será 11 apresentações, possibilitando um recorte do universo cênico contemporâneo do Brasil. A mistura de linguagens e conceitos dramatúrgico permite uma ideia da pluraridade cênica dominante no país.
    Desenvolvendo projetos de forma independente desde 2005, o NAU foi fundado por alunos da primeira turma do curso de licenciatura em teatro da Universidade Federal do Maranhão. Entre as atividades desenvolvidas pelo grupo nem sua trajetória está a criação do "Grupo de Cara de Arte - Formação de Jovens Artistas",e produção de eventos como "Mudança - mostra de Investigação em Dança".
    Dentre os espetáculos da 18ª edição do "Palco Giratório" no Rio está "Proibido Elefantes", do Rio Grande do Sul, e "Avental todo sujo de ovo", do Ceará, que contam com deficientes físicos no elenco, e montagens animadas, como 'Criaturas de Papel'.

Assistam mais do NUA:

sábado, 25 de abril de 2015

"Proibido Elefantes" abre 18ª Palco Giratório no Alcione Nazareth

   
Depois de nove anos, o Rio Grande do Norte volta a circular no Palco Giratório 2015. Formada por bailarinos com e sem deficiência, o espetáculo do grupo Gira Dança intitulado “Proibido Elefantes” amplia o universo da dança e rompe preconceitos, limites preestabelecidos e cria novas possibilidades dentro dessa linguagem. Em São Luís, o espetáculo acontece neste sábado, dia 25 de abril, 19 horas, no Teatro Alcione Nazareth.

    A 18ª edição do Palco Giratório desperta a atenção do público para um assunto de grande relevância: a acessibilidade nas artes. O espetáculo fala do olhar como via de acesso, porta de entrada e saída de significados, enfatizando que a construção do sentido transita em via de mão-dupla. Com direção, concepção e coreografia de Clébio Oliveira e direção artística de Anderson Leão, o objetivo é abordar a superação de limitações, impedimentos e não duvidar da capacidade do indivíduo perante as adversidades.

    Com sede em Natal (RN), Gira Dança foi fundada pelos bailarinos Anderson Leão e Roberto Morais. Sua estreia nacional foi na Mostra Arte, Diversidade e Inclusão Sociocultural, realizada no Rio de Janeiro, em maio de 2005. Desde então, tem apresentado em palcos de todo o Brasil um trabalho que rompe preconceitos, limites preestabelecidos e cria novas possibilidades dentro da dança contemporânea.

  •     Aliado ao trabalho corpóreo, a companhia usa sua arte para instigar nos espectadores a discussão sobre os limites do corpo, além de desenvolver ações sociais, como a realização de palestras e oficinas, em instituições de ensino e organizações corporativas.


    A companhia coleciona prêmios, editais e indicações, tais como Prêmio Funarte Petrobras Klauss Vianna de Dança 2012 (Circulação de Proibido Elefantes); Circulação Nordeste 2013 (Proibido Elefantes) – Lei Rouanet de Incentivo à Cultura; Prêmio Cultura Potiguar – Anderson Leão (Diretor Artístico) – Dança e Performance 2011; Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura 2010; Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança – 2006, 2007, 2009; Prêmio Caravana Funarte de Circulação em 2007; CAIXA Cultural de Ocupação de Espaço em 2007; entre outros.

Oficina

    A programação inclui, ainda, a oficina Laboratório de Criação em Dança, que será realizada no dia 26 de abril, das 9 às 12 e das 14 às 17 horas, na Sala de Dança do Teatro Arthur Azevedo. Ministrada por Rozeane Oliveira e Álvaro Dantas, é voltada para bailarinos e não bailarinos, com ou sem deficiência física, a oficina é gratuita e as vagas são limitadas. Trata-se de uma proposta de pesquisa que visa à compreensão dos princípios de movimento do corpo de bailarinos e não bailarinos, com ou sem experiência da cena artística, e que tenham ou não alguma deficiência física. O objetivo é discutir, problematizar e descobrir como acontece o movimento nesses corpos, a partir do processo criativo do espetáculo Proibido Elefantes, da Cia Gira Dança; concebido, criado e dirigido por Clébio Oliveira e os bailarinos da companhia.