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terça-feira, 23 de maio de 2017

CNI prega crescimento após desempregar 200 mil entre maio/2016 a abril/2017



    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as Federações das Indústrias dos estados manifestaram em nota oficial e mensagem veiculada na mídia nacional a defesa da continuidade das reformas trabalhistas, previdenciária e tributária. A entidade considera essenciais a aprovação das matérias pelo Congresso para o Brasil sair da recessão e voltar a crescer, embora


    As entidades representativas dos empresários considera o "panorama negativo" e que "a turbulência política" não anule aquilo que consideram "avanços" conquistados nos últimos meses com o andamento das reformas.

    "As reformas trabalhista, previdenciária e tributária são essenciais para recolocar a nação no rumo certo e gerar postos de trabalho e renda para os 14 milhões de brasileiros que sofrem o flagelo do desemprego", cita a nota da CNI.


     Entre maio de 2016 e abril de 2017, a indústria de transformação cortou mais de 200 mil vagas de empregos formais no país. A taxa de desemprego na indústria neste período é de -2,74%, superando a nacional de -2,47. Os dados estatísticos são do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego, Caged, do Ministério do Trabalho.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Maranhão segue com taxa elevada de desemprego

    O Maranhão perdeu 1.159 vagas de empregos no mês de abril, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego, CAGED, do Ministério do Trabalho, divulgado nesta terça-feira, 16. O setor do comércio foi a atividade econômica que mais registrou desligamento: foram 886 desligamentos, seguido do setor agropecuário com 363  demissões.

    Em São Luís, entre janeiro e abril deste ano foram cortadas  3.114 vagas no mercado de emprego formal. Percentualmente, corresponde a 35% das demissões ocorridas em 2016, quando 8.843 trabalhadores perderam o emprego na capital maranhense. Somente em abril deste ano, houve 417 demissões.
    
    A taxa de desemprego em alguns municípios do Maranhão ultrapassa 10% do mercado formal. Em Turiaçu, por exemplo, o índice de desemprego em abril foi de 11,11%. Em doze meses, Vitória do Mearim desponta entre os que mais demitiu, com retração de 15,51%.