quarta-feira, 14 de agosto de 2019

NOS JORNAIS

 DPE e OAB discutem caso de despejo de Cajueiro e entrevista convocada pelo governo é barrada por manifestantes
 Maranhão tem a 4ª gasolina mais cara do Nordeste
 Déficit de 3,3 mil vagas em prisões do Maranhão
 Outubro é prazo final da reforma
 Capital tem maior redução de homicídios no Ceará
 Operação desmonta a mais temida facção criminosa de Brasilia
 Câmara aprova texto-base da MP que reduz burocracia
 Câmara reduz burocracia e proteção trabalhista

 Câmara dos Deputados aprova MP de liberdade econômica

terça-feira, 13 de agosto de 2019

NOS JORNAIS

 Flávio Dino diz que não houve até agora retaliação do governo  Bolsonaro ao estado
 Em 3 meses, triplica número de venezuelanos em São Luís
 Maranhão é 17º em energia solar
 Em meio a crise, Lava Jato em Curitiba é prorrogada
 
 Eleição na Argentina leva dólar a quase 4. Bolsa cai
 Medo de populismo na Argentina derruba bolsas
 Crise na Argentina gera tensão e afeta indicadores no Brasil

 Mercado adia expectativa de retomada da economia

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

NOS JORNAIS

 
 Entrevista - Rubens Jr: "Até agora não teve retaliação do governo Bolsonaro"
 Abordagens a venezuelanos começam hoje
 O verdadeiro Pan do Brasil
 O Plano do HGF para reduzir leitos nos corredores
 Congresso vai acelerar a Previdência dos militares
 Guedes age para evitar que dívida judicial de Estados afete União
 STF arquiva todos os processos de suspeição contra si

 Governo quer terceirizar benefícios do INSS

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

NOS JORNAIS

 Bolsonaro praticamente confessa retaliação ao editar MP-892 que inviabiliza jornais impressos
 
 Com saques do FGTS e PIS - R$ 728 milhões para a economia do Maranhão
 Câmara ratifica nova regra da Previdência
 Preço do botijão de gás sobe 73% em Fortaleza
 Reitora da UnB - "Daqui a um mês ou dois teremos muitas dificuldades"
 Sob pressão do agronegócio, governo tenta mudar imagem
 Câmera aprova em 2º turno texto base da Previdência

 Câmara aprova texto-base da reforma em 2º turno

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Marcus André Melo - O mito do nordeste vermelho

Como explicar o voto presidencial no PT e o local nas oligarquias predatórias tradicionais?
Nas eleições municipais de 2012, o PC do B elegeu cinco prefeitos no Maranhão. Quatro anos depois, este número pulou para 46, aumento de 920%. O Maranhão elegeu 58% do total de prefeitos eleitos pelo partido no país.
Como explicar mudança de tal magnitude? Houve massiva conversão do eleitorado ao programa do partido? Não, a explicação é mais simples: O PC do B fez o governador em 2014.
A força centrípeta dos governadores nos estados pobres (efeito incumbente) é a chave para entender o fenômeno que tem dado margens a interpretações de que teria havido realinhamento partidário à esquerda na região. Essa visão ignora que a contraparte do voto para presidente no candidato petista é o voto para outros cargos nas oligarquias familiares ultraconservadoras e predatórias que controlam historicamente a política.
O voto presidencial tem sido influenciado pela política social. Sob FHC ela nacionalizou-se. Até então sua dinâmica era subnacional: atores locais e estaduais eram responsabilizados por programas de cunho redistributivo (exceção à política de salário mínimo e às frentes federais de emprego).
Com isso o eleitorado pobre vota nas eleições presidenciais em quem se mostrar mais eficiente em programas redistributivos federais. Em Imperatriz (MA) ou Guarulhos (SP), o eleitorado vota racionalmente: premia quem redistribui mais ou melhor. Pesquisas empíricas mostram que, controlando pela renda, há pouca variação regional do voto presidencial.  
O que muda regionalmente é a centralidade do governo estadual na política. Nos estados pobres, o governador controla a máquina que alimenta as redes políticas locais. Para o eleitor pobre, a estratégia dominante é votar nos candidatos dessas redes por sua capacidade de atrair investimentos e por receio de ser excluído dos benefícios gerados por elas.
O eleitorado premiou o PT por programas redistributivos. Mas medidas de Temer e Bolsonaro —aumentos reais e 13º para o Bolsa Família— mostram que redistribuir renda tornou-se imperativo político. É o efeito previsível do conhecido teorema do eleitor mediano.
Nem tudo é renda: há outras dimensões na política —regionalismo e pauta de costumes— que, no Nordeste, têm traços conservadores.
Os governadores da oposição beneficiam-se do efeito incumbente, mas chegaram ao poder através de alianças (derrotadas), nas eleições presidenciais, que são, portanto, instáveis.
O mapa do voto reflete incentivos múltiplos e não se reduz a identidades partidárias ou ideológicas. O eleitor é o árbitro de trade offs entre ganhos “federais” e “locais”.
Marcus André Melo
Professor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-professor visitante do MIT e da Universidade Yale (EUA).

NOS JORNAIS

 
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 Governo quer R$ 6,3 bilhões de fundos regionais na educação
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domingo, 4 de agosto de 2019

NOS JORNAIS

 Ao discriminar o Nordeste, Caixa trava empréstimo de R$ 133 milhões para São Luís
 
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