quinta-feira, 25 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Rodoviários anunciam paralisação de advertência amanhã


Definidos os candidatos a presidente da OAB-MA

São Luís amanhecerá sem ônibus amanhã

PF investiga ameaças a Rosa Weber


 Uai Ufa!

 Rollemberg: Se Ibaneis ganhar, será cassado por compra de votos


 Dos eleitos, 227 apoiam Reforma da Previdência

 Bolsonaro planeja medidas de Temer para combustíveis


Bolsonaro deve recurar de fusão de ministérios

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Bolsonaro tem 57% contra 43% de Haddad em votos válidos para presidente, diz pesquisa Ibope

Caso Mariana Hora de se explicar à Justiça
Inocentes vítimas da violência no Maranhão
A reação do STF


 Polêmicas não atrapalham liderança de Bolsonaro


 STF pede investigação de ofensas a Rosa Weber


 Bolsonarto tem 57% dos votos válidos e Haddad, 43%

 Reforma tributária de Bolsonaro traria rombo de R$ 27 bi
IaIbope: Bolsonaro tem 57%, e Haddad, 43%

terça-feira, 23 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Justiça libera continuidade de obras do hospital da ilha


30 postos de combustiveis já fecharam na Grande São Luís
16 mortes na ilha
A reação do STF


 Fundador da GDE negociava 100 kg de cocaína por mês

 Ibaneis mantém vantagem sobre Rollemberg


 Criação de vagas é a maior desde o início da recessão

 Atacar Judiciáriio é atacar a democracia, diz Toffoli
Jair Bolsonaro pede desculpas ao Poder Judiciário

Joel Pinheiro da Fonseca- Qual o risco de Bolsonaro presidente

Num momento de sentimentos radicalizados, em que um candidato tem a faixa presidencial praticamente na mão, a conduta esperada de alguém com um mínimo de apreço pela República seria adotar o discurso da conciliação. O governo é para todos, o opositor não é inimigo, as instituições vêm antes do projeto de poder. A família Bolsonaro fez o exato oposto: reforçou o radicalismodesmoralizou as instituições, atacou a imprensa e insuflou o ódio político. Para uma multidão em êxtase, gritou pelo banimento dos "vermelhos" e ameaçou prender Fernando Haddad.

Isso casa bem com as declarações de Eduardo Bolsonaro feitas antes do primeiro turno, mas que vieram à tona só agora: se por algum motivo a Justiça cassar a chapa (ato que ele não considera improvável), tomariam o poder pela força. Disse inclusive que mandaria prender ministros do Supremo. O que pode a pena de um ministro contra a força da população e do Exército? Nada.

Ele está certo. É a força que determina a ordem social, não importa o que digam as leis, os costumes ou os cargos. O Estado democrático de Direito não altera essa realidade elementar: ele busca uma engenharia que consiga contrabalancear diferentes forças e regrar a alternância de poder, de forma a permitir algum nível de liberdade individual e participação dos cidadãos na política. 

Nada disso, contudo, é natural ou automático. Se um número suficientemente grande de pessoas --e mais, pessoas armadas-- decidir não seguir o que diz a lei, ela deixa de valer. O equilíbrio é sempre precário, e por isso a cultura e o senso de decoro das autoridades --que a família joga no lixo --são tão importantes.

A campanha de Bolsonaro, tanto por seus meios oficiais quanto por agregados e apoiadores, fomenta uma atmosfera de fanatismo e paranoia. Em seu discurso, as instituições conspiram contra eles. As pesquisas mentem, as urnas estão fraudadas, a mídia é vendida e veicula fake news e a Justiça está em busca dos menores pretextos para condená-los.

Todos estariam sob a influência do Foro de São Paulo a serviço do comunismo e, de forma mais ampla, do globalismo e do marxismo cultural. PT, petismo, comunismo, corrupção e crime viraram conceitos intercambiáveis, contra os quais não há mentira ou barbaridade que não seja tolerável.

Pessoalmente, acredito que a eleição já esteja definida. Bolsonaro poderia até mesmo vir em rede nacional dizer que defende a ditadura sim, que vai prender petistas e ministros do Supremo, fechar o Congresso, reinstituir a tortura; seus números pouco se alterariam. "Está fora de contexto"; "é uma piada"; "e a Venezuela?". Outros celebrariam. Os relatos de violência política cometida por eleitores do Bolsonaro não param de crescer. No Exército, o apoio entre os soldados é grande. O risco está dado.

Apesar disso, não acredito que que a Presidência Bolsonaro significará o fim da democracia. As exigências da negociação e da moderação do discurso para acomodar interesses terão seu efeito. O Judiciário, o Congresso, as Forças Armadas, a mídia e a sociedade civil não se prostrarão. Teremos que ficar vigilantes e prontos para defender a lei contra a força bruta. Apesar da piora, nada de novo no front.
Joel Pinheiro da Fonseca
Economista, mestre em filosofia pela USP.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

O Estadão - Haddad diz que vai reajustar Bolsa Família e congelar gás

São Luís (MA). O petista Fernando Haddad em campanha

 DIEGO EMIR, ESPECIAL PARA O ESTADO

O candidato Fernando Haddad (PT) prometeu ontem em agenda na periferia de São Luís, no Maranhão, reajustar em 20% o valor do benefício do Bolsa Família em janeiro e estabelecer um teto de R$ 49 para o preço do botijão de gás. Só o aumento do Bolsa Família, segundo ele, teria um impacto de cerca de R$ 5,5 bilhões, que viriam do aumento da arrecadação com impostos.

A despeito das dificuldades do governo para fechar suas contas, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez ontem duas promessas que implicam aumento de gastos. A primeira delas é reajustar em 20% o valor do benefício do Bolsa Família, que começaria a valer a partir de janeiro próximo, em caso de eleição do petista. A outra é estabelecer um teto de R$ 49 para o preço do botijão de gás.

As duas promessas foram feitas durante agenda de campanha no bairro Anil, na periferia de São Luís (MA). “As famílias estão sofrendo muito. Quem tem hoje um benefício de R$ 200, vai receber R$ 240”, afirmou o petista. A medida, segundo ele, teria um impacto de cerca de R$ 5,5 bilhões, valor que seria obtido com o aumento da arrecadação de impostos proveniente da reativação da economia.

Sobre o preço do botijão de gás, Haddad disse que “em nenhum lugar do País” o produto custaria mais que R$ 49, ante preços atuais que variam de R$ 80 a R$ 85. Segundo o candidato, a Petrobrás praticaria uma política de preços nas refinarias que permitiria a fixação de um teto para o gás. O petista afirmou que o gás responde hoje por cerca de 4% do faturamento da empresa.

Ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB), Haddad declarou que o Nordeste será o responsável pela “grande virada” na disputa eleitoral. “O Nordeste está dando uma resposta. Nós vamos roubar 1 ponto porcentual dele (Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL) por dia e trazer para nós”, disse o candidato do PT.

O Globo - Por virada, Haddad quer reajustar a Bolsa Família



SÉRGIO ROXO sergio.roxo@sp.oglobo.com.br SÃO LUÍS (MA)
Na reta final da eleição, Fernando Haddad promete 20% de reajuste no Bolsa Família. Impacto seria de R$ 5,5 bilhões.

Com seis dias para tentar tirar uma vantagem de 18 pontos percentuais do seu rival, segundo o último Datafolha, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, vai apostar no eleitorado mais pobre nesta última semana de campanha. Numa amostra do tom que deve adotar nessa reta final, o petista anunciou ontem, em São Luís (MA), duas promessas de impacto direto no bolso do eleitor: reajustar em 20% o valor do Bolsa Família e impor um teto de R$ 49 para o preço do botijão de gás.

Ao lado dos ataques que visam desconstruir o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), o PT deve dar destaque a essas propostas nos últimos dias de horário eleitoral para tentar uma virada, inédita desde a redemocratização.

O candidato do PSL já havia feito movimento semelhante na semana passada, ao prometer o pagamento de um 13º salário para os beneficiários do Bolsa Família. Com o fracasso da tentativa de formar uma frente democrática, dirigentes do PT definiram que a única chance de vencer é atrair os eleitores de baixa renda, mais identificados com o ex-presidente Lula.

Coordenadores da candidatura avaliam que, apesar de Haddad liderar a intenção de voto neste grupo, Bolsonaro tem angariado simpatizantes nessa parcela da população.
No último Datafolha, Haddad aparece com 44% da preferência dos que ganham até dois salários mínimos, enquanto Bolsonaro tem 39%. Na pesquisa feita pelo instituto em 22 de agosto, última em que Lula figurou como candidato, o petista tinha 49% nessa faixa do eleitorado, contra 11% do capitão reformado.

O teto para o botijão de gás e o aumento do Bolsa Família já vinham sendo estudados, mas Haddad escolheu o momento mais estratégico para anunciá-los: um comício no bairro do Anil, uma região de casas de tijolo aparente e vielas estreitas com esgoto a céu aberto na periferia de São Luís. Do palanque, o petista perguntou quanto custava o gás na região. Ouviu que o preço estava em R$ 75.

— Então, quero dizer que, em 1° de janeiro, nós vamos tomar uma medida, e em nenhum lugar do país o gás vai poder custar mais de R$ 49.

O presidenciável revelou que foi influenciado pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que diz ter ouvido a cobrança sobre o preço do gás de eleitores. O público também festejou quando o petista prometeu o reajuste do Bolsa Família:
— A inflação no bolso do trabalhador está muito mais alta do que no bolso do empresário —discursou.

Mais tarde, Haddad explicou que é possível remanejar contas internas da Petrobras para fixar o valor do botijão. Embora a medida possa desagradar ao mercado, o candidato descartou impacto na saúde financeira da estatal, como ocorreu quando Dilma Rousseff represou reajustes dos combustíveis.

— Ninguém quer tratar a Petrobras com uma empresa que não deva satisfação a seus acionistas. Mas o poder de monopólio que ela tem precisa ser considerado numa política pública.

Já o aumento do Bolsa Família deve custar R$ 5,5 bilhões, segundo Haddad. Ele acredita que parte dessa quantia pode ser recuperada com arrecadação de impostos com o reaquecimento da economia. O governo federal estima, para 2019, um déficit de R$ 139 bilhões nas contas públicas.

“Em 1° de janeiro, vamos tomar uma medida e, em nenhum lugar do país, o gás vai poder custar mais de _ R$ 49” Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência

MANCHETES DO DIA

 Rodrigo Maia destaca firmeza de Flávio Dino em combater às fakes news no Estado

Quatro concursos com 662 vagas no Maranhão

Atos esquentam o 2º turno na Ilha
Campanha na reta final


 Juazeiro do Norte busca expandir novos negócios

 Bolsonaro fez do PSL o mais votado no DF. Leila puxou o PSB

 Bolsonaro enquadra PSL e faz acenos a partidos do Centrão



 Filho de Bolsonaro ameaça Supremo, e decano vê golpismo
Justiça reage a vídeo em que filho de Bolsonaro fala em 'fechar STF"

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Ricado Murad é preso pela polícia federal acusa de desvio de recursos da saúde

Ricardo Murad se entrega

Absurdo ignorado
Uma vantagem casa vez mais confortável


 Segundo turno - Disputa sem debate

 Cenário externo é desafio para o futuro presidente


 Equipe de Bolsonaro propõe tirar encargos de folha de pagamento

 Bolsonaro nega controlar uso ilegal de redes sociais
Bolsonaro tem vantagem de 18 pontos, a 10 dias da eleição

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

MANCHETES DOS JORNAIS

 Flavio Dino entrega Conectasus e cinco ambulâncias em apoio aos municípios


 3 mil multas por uso de celular no trânsito



142 presos ão retornaram, após 4 saídas temporárias

Isolado PT, busca apoio e tenta resistir

 Apertem os cintos

 Mensagens ligam o nº 2 da PGR ao "homem da mala"


 Dória tem 52% dos votos válidos e França, 48%, em SP
Empresas bancam disparo de mensagens anti-PT nas redes
 No Ibope, Witzel tem 60% e Paz está com 40%