sexta-feira, 24 de agosto de 2018

MANCHETES DO DIA

 Pesquisa Exata/JP confirma vitória de Flávio Dino no 1º turno com 61% dos votos


Chuva de processos


Ibope aponta queda de Flávio Dino e 2º turno


INSS quer barrar decisão que beneficia aposentados


 Três PMs executados; três suspeitos presos



 Começa disputa nas ruas pelo voto dos brasilienses



Sob pressão, Alckmin troca responsável por mídia social

 Dólar chega a R$ 4,12 e já pressiona taxa de juros


 Alta do dólar chega à mesa do brasileiro

terça-feira, 21 de agosto de 2018

MANCHETES DO DIA

 Só três candidatosa vice-governador do Maranhão dizem possuir bens


Crise- Deixar de pagar água e luz vira estratégia


Aula de ousadia em pichações


Paulo sai na frente, mas tem a maior rejeição


 PCC usou outra facção para executar líder no Ceará



 Tropa da Lava-Jato sobe nos palanques



Bolsonora se isola na lidrança Maria e Ciro disputam 2º lugar

 3 em 4 congressistas tentam renovar mndato na eleição


 Sem Lula, Bolsonaro lidera corrida eleitoral

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Festival Mercado das Tulhas Maranhão Danças e Festas lança app e abre inscrições

   
Mercado das Tulhas tambem conhecido como feira da Praia Grande
 Vivenciar os novos sabores e a cultura tipicamente maranhenses, no Centro Histórico de São Luís, troca de saberes com professores, pesquisadores e chefs de renome nacional e internacional. Esses são alguns dos atrativos da primeira edição do Festival Mercado das Tulhas “Maranhão Danças e Festas”, que acontecerá de 28 a 30 de agosto, no Grand São Luís Hotel.  

     A partir desta segunda-feira, 20, estará disponível para plataforma android o aplicativo desenvolvido pela agência digital, Animax. "Nós desenvolvemos um aplicativo de bolso, inovador e intuitivo, para que os participantes tenham acesso a todo conteúdo do Festival, como a programação, receitas e perfil dos chefs, correspondendo com a essência do evento", contou Herika Fernandes da Animax. Os interessados em participar do evento podem se inscrever por meio do sympla disponível na página @amacmaranhao no Facebook e no Instagram @amac.ma.

    Quem esteve presente no lançamento oficial do evento, ocorrido na quarta-feira (15), no restaurante Alameda Trinta, pode experimentar um pouco da proposta do evento na diversidade de frutas, ervas, carnes e ingredientes da terra na degustação de pratos criativos e saborosos feitos pelos chefs locais a partir de pesquisas das origens e tradições do estado.

    O público presente – entre eles, empresários, funcionários públicos, imprensa – se surpreendeu com o que experimentou. Para a médica Lívia Arraes, frequentadora assídua do restaurante, o jantar se revelou uma agradável e saborosa surpresa. "Foi uma novidade encontrar, no menu de hoje,  sabores diferenciados nos pratos oferecidos, e o mais surpreendente foi saber que esses novos sabores foram proporcionados pela riqueza de ingredientes tipicamente maranhenses", frisa.

     Para a funcionária pública Deia Trinta Paes, o jantar superou as expectativas porque os contrastes de sabores marcaram seu paladar. "Quero parabenizar os chefs por esse maravilhoso misto de sabores, principalmente na salada: o contraste entre o doce e o salgado, a crocância do gergelim torrado e o sabor do babaçu foram perfeitos", parabenizou.

Espaços

     O Festival visa incentivar a cultura, turismo e a gastronomia do estado em um evento gratuito e aberto ao público em geral, a ser realizado na Associação Comercial do Maranhão, Grand São Luís Hotel e no Mercado das Tulhas, no Centro Histórico

    A programação do festival acontecerá em vários espaços, como “Banquete de Palavras”, “No Balcão do Bar”, “Cozinha Show”, “Padaria Show”, “Fogo de Chão”, onde haverá debates temáticos sobre pesquisas, como as feitas nas comunidades tradicionais do interior do estado, palestras e compartilhamentos de experiências de chefs e especialistas, a partir da utilização de ingredientes como buriti, babaçu, castanha do Maranhão e outras plantas alimentícias não convencionais.

Roteiros gastronômicos

    O Festival pretende apresentar opções de novos roteiros gastronômicos, usufruindo da variedade dos biomas do Maranhão, tanto culinários, da entrada à sobremesa, quanto das paisagens naturais, almejando, o crescimento do turismo regional. 

    "Nos Cocais, podemos comer ao som dos cantos das quebradeiras de coco. Já na Raposa, além de conhecermos o artesanato local, passeamos de barco e saboreamos peixes nas dunas. No Mercado das Tulhas, enquanto comemos, compramos produtos, podemos ver apresentações de dança e música”, exemplifica Júnior Ayoub, chef e coordenador do evento, promovido pela Associação Maranhense de Artesãos Culinários (AMAC). 

    Segundo Warwick Trinta, o festival tem a preocupação de resgatar e valorizar a matéria-prima. "Buscamos enaltecer o pequeno produtor e sua produção, por ser de qualidade única e ter uma peculiaridade regional que traz ao prato sabores diferentes e marcantes, além de proporcionar a riqueza se sabores e uma melhor qualidade de vida", revela.

Parceiros
Com patrocínio do Grand São Luís Hotel e apoio institucional da Associação Comercial do Maranhão (ACM-MA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), recebendo deste último também suporte técnico e científico, assim como dos parceiros, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) que realizaram ainda pesquisas e estudos, em conjunto com a AMAC, base do que será apresentado nas aulas. 

     A coordenadora e professora do curso técnico em cozinha do Campus São Luís – Maracanã do IFMA, Graziela da Silva Suzuki, acredita que a participação do IFMA no Festival é a oportunidade de apresentar à sociedade brasileira retorno de parte das contribuições que dá, “além de proporcionar aos nossos alunos a oportunidade de aprender com os chefs do Maranhão e convidados, que eles irão ‘degustar’ cada palavra, cada técnica apresentada e levar para vida esse conhecimento”, disse. 

     Foi da união da AMAC e Embrapa que surgiram novos produtos culinários, a partir do babaçu e de outras plantas alimentícias não convencionais, segundo a pesquisadora da Embrapa, na área de agricultura familiar e desenvolvimento sustentável, Guilhermina Cayres. “Convidamos os chefs de cozinha a interagirem com algumas comunidades rurais do Maranhão por meio da realização das oficinas. Eles utilizaram apenas ingredientes locais e mostraram que é possível inovar nos cardápios, criando pratos criativos e nutritivos”, afirma.
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Outros parceiros fundamentais para a promoção do Festival são: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MA), Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (SECTUR), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Social da Indústria (SESI), Fazenda Santa Maria, GUAAJA, Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), LABOTUR, PSIU e Sindicato dos Bares e Restaurantes do Maranhão (SINDEBARES).


MANCHETES DO DIA

 





Dino e Brandão têm candidaturas impugnadas


Obra deixa 500 mil pessoas sem água


 Transamazônica no Ceará tem serviço superfaturado



 



Total de inadimplentes no Brasil equivale a uma Itália

 ONG ligada ao PSB  gana contrato sob França


 Ação do Planalto em conflito esbarra na disputa pelo governo de Roraima

domingo, 19 de agosto de 2018

MANCHETES DO DIA

 Patrimônio de Roseana Sarney é 2,6 vezes maior que dos outros 5 candidatos juntos


Crise fiscal ameaça realização do Enem


Jovens são alvo da violência no estado


Conheça o perfil dos candidatos à Câmara


 Como compramos um cadastro falso no app de transporte



 



Falta de dinheiro ameaça censo demográfico do IBGE

 Aliança de Alckmin com centrão não se reflete nos estados


 Assassinos de aluguel são investigados no caso Marielle

sábado, 18 de agosto de 2018

MANCHETES DO DIA

 Prefeitura assina acordo nacional para proteção do Centro Histórico de São Luís


Rede de ódio - 'Soltando os cachorros' na fria realidade virtual


Jovens são alvo da violência no estado


Dia de combater sarampo e pólio


 Mais seis mulheres denunciam motorista do App


 Maioria dos brasilienses não quer saber de eleições


Bolsonra é pressionado sobre economia e direito de mulheres

 Aliança de Alckmin com centrão não se reflete nos estados


 Candidatos vão ao Nordeste em busca de eleitores de Lula

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

No DF, lei estabelece multa de até 40 mil para maus tratos de animais

Diário Oficial do Distrito Federal publicou nesta quinta,17, a Lei Nº 6.142, de 22 de maio de 2018, que endurece as penas para quem for omisso ou cometer maus-tratos contra animais. O texto, de autoria do deputado Rodrigo Delmasso, altera a legislação anterior sobre o tema, de 2007, e estabelece multa de até 40 mil reais (40 salários mínimos) para proprietários, tutores ou guardiões que “atentem contra a liberdade psicológica, comportamental, fisiológica, sanitária e ambiental dos animais”.

A nova lei lista alguns dos atos considerados maus-tratos:
I – praticar ato de abuso ou crueldade contra qualquer animal;
II – manter animal em lugares anti-higiênicos ou que lhe impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou o privem de ar ou luz;
III – obrigar animal a trabalhos excessivos ou superiores às suas forças e a todo ato que resulte em sofrimento para dele obter esforços que, razoavelmente, não se lhe possam exigir senão com castigo;
IV – golpear, ferir ou mutilar qualquer animal, exceto nos casos de intervenção médica;
V – abandonar qualquer animal;
VI – deixar de realizar eutanásia humanitária nos casos indicados para o bem-estar do animal;
VII – abater para consumo ou fazer trabalhar animal em período adiantado de gestação;
VIII – atrelar animal a veículo sem os apetrechos indispensáveis;
IX – utilizar, em serviço, animal cego, ferido, enfermo, fraco e extenuado;
X – bater, golpear ou castigar, por qualquer forma, animal caído sob o veículo ou com ele, devendo o condutor desprendê-lo para que se levante;
XI – descer ladeiras com veículo de tração animal sem utilização das respectivas travas, cujo uso é obrigatório;
XII – deixar de revestir com couro ou material com idêntica qualidade de proteção as correntes atreladas ao animal;
XIII – prender animal atrás de veículo ou atado à cauda de outro;
XIV – fazer viajar animal a pé por mais de 10 quilômetros sem lhe dar descanso, ou trabalhar mais de 6 horas contínuas sem lhe dar água e alimento;
XV – conservar animal embarcado por mais de 12 horas sem água e alimento;
XVI – conduzir animal, por qualquer meio de locomoção, colocado de cabeça para baixo, de mãos ou pés atados, ou de qualquer outro modo que lhe produza sofrimento;
XVII – transportar animal em cesto, gaiola ou veículo sem as proporções necessárias ao seu tamanho e ao número de cabeças e sem que o meio de condução em que esteja encerrado esteja protegido por rede metálica ou idêntica que impeça a saída de qualquer membro do animal;
XVIII – encerrar, em curral ou outro lugar, animais em número tal que não lhes seja possível mover-se livremente, ou deixá-los sem água e alimento por mais de 12 horas;
XIX – deixar sem ordenhar as vacas por mais de 24 horas, quando utilizadas na exploração do leite;
XX – ter animal encerrado juntamente com outro que o aterrorize ou moleste;
XXI – ter animal destinado à venda em local que não reúna as condições de higiene e comodidade relativas;
XXII – expor, em mercados e em outros locais de venda, por mais de 12 horas, animal em gaiola ou qualquer outra forma de aprisionamento, sem que se façam nela a devida limpeza e a renovação de água e alimento;
XXIII – despelar ou depenar animal vivo ou entregá-lo vivo à alimentação de outro;
XXIV – treinar ou adestrar animal com maus-tratos físicos ou psicológicos;
XXV – exercitar tiro ao alvo sobre qualquer animal;
XXVI – realizar ou promover lutas entre animais da mesma espécie ou de espécies diferentes, rinhas, touradas e simulacros de touradas, ainda que em lugar privado;
XXVII – manter animal preso em correntes ou similares, ou contido em local que não lhe permita espaço de movimento adequado à sua espécie;
XXVIII – deixar de ministrar ao animal tudo o que humanitariamente lhe possa p r o v e r, inclusive assistência veterinária;
XXIX – deixar de seguir as diretrizes de abate estabelecidas pelos órgãos competentes, no caso de animal de produção;
XXX – deixar de usar método substitutivo existente no ensino e pesquisa;
XXXI – levar o animal à exaustão;
XXXII – deixar animal em residência ou estabelecimento sem cuidados e assistência diária;
XXXIII – praticar zoofilia;
XXXIV – submeter fêmea a gestações sucessivas para exploração comercial, em animais de companhia;
XXXV – submeter qualquer animal a estresse;
XXXVI – submeter ave canora a treinamento em caixa acústica
A apuração da responsabilidade por esses atos será feita por meio de denúncia, ofício de autoridades, comunicação de ONGs e representação do Ministério Público:
§ 1º A denúncia pode ser apresentada pessoalmente ou por canal de comunicação, tal como: carta, e-mail, mensagem eletrônica e telefone, utilizando-se os canais formais de comunicação dos órgãos competentes. § 2º A denúncia deve ser fundamentada por meio de descrição do fato ou do ato que caracterize maus-tratos, seguida da identificação do denunciante, garantindo-se, na forma da lei, o sigilo deste. § 3º O denunciante ou a testemunha pode fazer registro fotográfico ou filmagem do ocorrido e anotar o maior número de dados para instrução do processo. § 4º Recebida a denúncia, compete ao órgão responsável promover a sua apuração e a imposição de sanções administrativas.
Como denunciar casos de maus-tratos de animais no DF
As denúncias podem ser feitas na Ouvidoria do governo de Brasília pelo telefone 162 ou pelo site www.ouv.df.gov.br. O relato é encaminhado ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram) ou à Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema), conforme o teor da denúncia, para apurar e tomar as providências cabíveis.
A Dema pode ser acionada também diretamente pelo número 197, pelo WhatsApp — (61) 98626-1197 — ou pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br. Outra opção é o Batalhão Ambiental da Polícia Militar, que atende 24 horas pelo telefone (61) 3190-5190 e pelo WhatsApp (61) 99351-5736.

MANCHETES DO DIA

 Em disputa acirrada com o PCdoB, família Sarney busca renascimento


Número de candidatos no Maranhão diminuiu 56%


Revolta, morte e muitos por quês


Mais de 27 milhões sem emprego


 Cristovam lidera pra o Senado. Três dividem o segundo lugar


 Quatro saem na frente na corrida pelo Buriti


Na largada, desemprego recorde desafia candidatos a presidente

 4,8 milhões no país desistem de procurar emprego


 Faltam trabalho e perspectiva a 27 milhões de brasileiros