quinta-feira, 29 de março de 2012

Morre o jornalista Egídio Pacheco

    Morreu nesta quinta-feira o jornalista Egídio "Gigi" Pacheco,64 anos. Ele estava internado no Hospital do Servidor e faleceu devido a problemas de saúde.Lutava contra diabetes e complicações hepáticas. Formado pela Universidade Federal do Maranhão, Gigi foi repórter de polícia em vários veículos de comunicação de São Luís. Trabalhou em O Imparcial, Folha do Maranhão, Tribuna do Nordeste, Correio de Notícias e na assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Saúde. O corpo do jornalista está sendo velado no Pax União da Rua Grande. Será enterrado no Cemitério do Gavião às 16 horas.

Fracassamos - Marco Antonio Villa

Há despolitização, corrupção nos três Poderes e oligarcas como Sarney. A Nova República fez aniversário, ninguém lembrou. Havia motivo?
Nem o dr. Pangloss, célebre personagem de Voltaire, deve estar satisfeito com os rumos da nossa democracia. Não há otimismo que resista ao cotidiano da política brasileira e ao péssimo funcionamento das instituições.
    Imaginava-se, quando ruiu o regime militar, que seria edificado um novo país. Seria a refundação do Brasil. Ledo engano.
    Em 1974, Ernesto Geisel falou em distensão. Mas apenas em 1985 terminou o regime militar. Somente três anos depois foi promulgada uma Constituição democrática. No ano seguinte, tivemos a eleição direta para presidente.
    Ou seja, 15 anos se passaram entre o início da distensão e a conclusão do processo. É, com certeza, a transição mais longa conhecida na história ocidental. Tão longa que permitiu eliminar as referências políticas do antigo regime. Todos passaram a ser democráticos, opositores do autoritarismo.
    A nova roupagem não representou qualquer mudança nos velhos hábitos. Pelo contrário, os egressos da antiga ordem foram gradualmente ocupando os espaços políticos no regime democrático e impondo a sua peculiar forma de fazer política aos que lutaram contra o autoritarismo.
    Assim, a nova ordem já nasceu velha, carcomida e corrompida. Os oligarcas passaram a representar, de forma caricata, o papel de democratas sinceros. O melhor (e mais triste) exemplo é o de José Sarney.
    Mesmo com o arcabouço legal da Constituição de 1988, a hegemônica presença da velha ordem transformou a democracia em uma farsa.
    Se hoje temos liberdades garantidas constitucionalmente (apesar de tantas ameaças autoritárias na última década), algo que não é pouco, principalmente quando analisamos a história do Brasil republicano, o funcionamento dos três Poderes é pífio.
    A participação popular se resume ao ato formal de, a cada dois anos, escolher candidatos em um processo marcado pela despolitização. A cada eleição diminui o interesse popular. Os debates são marcados pela discussão vazia. Para preencher a falta de conteúdo, os candidatos espalham dossiês demonizando seus adversários.
    O pior é que todo o processo eleitoral é elogiado pelos analistas, que lembram, no século 21, o conselheiro Acácio. Louvam tudo, chegam até a buscar racionalidade no voto do eleitor.
    Dias depois da "festa democrática", voltam a pipocar denúncias de corrupção e casos escabrosos de má administração dos recursos públicos. Como de hábito, ninguém será punido, permitindo a manutenção da indústria da corrupção com a participação ativa dos três Poderes.
    Isso tudo, claro, é temperado com o discurso da defesa da democracia. Afinal, no Brasil de hoje, até os corruptos são democratas.
    No último dia 15, a Nova República completou 17 anos. Ninguém lembrou do seu aniversário. Também pudera, lembrar para que?
    No discurso que fez no dia 15 de janeiro de 1985, logo após a sua eleição pelo colégio eleitoral, Tancredo Neves disse que vinha "para realizar urgentes e corajosas mudanças políticas, sociais e econômicas, indispensáveis ao bem-estar do povo".
    Mais do que uma promessa, era um desejo. Tudo não passou de ilusão.

    Certos estavam Monteiro Lobato e Euclides da Cunha. Escreveram em uma outra conjuntura, é verdade. Mas, como no Brasil a história está petrificada, eles servem como brilhantes analistas.
    Para Lobato, o Brasil "permanece naquele eterno mutismo de peixe". E Euclides arremata: "Este país é organicamente inviável. Deu o que podia de dar: escravidão, alguns atos de heroísmo amalucado, uma república hilariante e por fim o que aí está: a bandalheira sistematizada".
Da Folha

VII Mostra de Teatro no Maranhão: programação deste quina-feira,29


Interplanetário levitador xereta orbital – RJ (Cia ABC Teatral)
Teatro Arthur Azevedo – 10
Ficha técnica
Texto original: Ivanir Calado
Adaptação, concepção e direção: Carlos Bernardes
Figurino: Douglas Nogueira
Músicas e direção musical: Rodrigo Limna
Letras das músicas: Antonio Carlos Bernardes
Coreografia: Andrea Maciel e Antonio Carlos Bernardes
Cenário virtual e animação: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Edição de som: Vinícius Leal e Jesse Marmo
Fotos: Antonio Carlos Bernardes
Montagem: Bia Salgueiro
Programação visual: Bia Salgueiro
Realização:ABC Teatral
Sinopse: Na hora do recreio, uma menina fica sozinha no pátio da escola, pois nenhum das crianças maiores quer com ela brincar. Ela também não quer brincar com os menores e se sente diferente e rejeitada por todas as outras. De uma lata onde está escrito L.I.X.O. surge um palhaço extraterrestre, que leva a menina para outros planetas, onde todos os habitantes são iguais e têm o mesmo comportamento. Os dois fazem uma viagem interplanetária, passando pelos planetas Trampos, Preguiça, Deprê e Há (Alegria). A menina acaba por descobrir como é ruim todos serem iguais e o quanto é interessante ser diferente, uns dos outros.
O menino e o barquinho – MA (Pés de fulo)
Teatro João do Vale – 10 h
Ficha técnica
Direção: Sandra Cordeiro e Silvana
Atriz: Sandra Cordeiro e Silvana Cartágenes
Sonoplastia e luz: João Sousa (Índio)
Sinopse: Atores e bonecos contam a história da menina Heli e seu barquinho. O sonho de conhecer o além do horizonte se torna possível através do livro. Um mundo mágico se abre e o encontro com personagens da literatura torna o sonho uma aventura comovente, cheia de peripécias e muita imaginação.
Primeiro amor –MA (Rafael Brito)
Teatro Alcione Nazaré
Ficha técnica
Texto: Samuel Beckett
Direção e sonoplastia: Admaelson Santos
Elenco, adaptação de texto e maquiagem: Admaelson Santos
Iluminação: Raphael Brito, Admaelson Santos
Preparação corporal: Gilberto Martins e Pyscilla Carvalho
Caracterização e cenografia: Núcleo de Pesquisas Teatrais Rascunho
Sinopse: Primeiro amor relata a história de um homem, de uma espécie,que ao contrário de outras não está em extinção, mas presente no contexto da vida de cada indivíduo, afirmando a natureza intratável dos apegos humanos. Revelando um momento catastrófico de sua vida, uma voz, sem nome, fala e consegue contar uma história, a sua.

Poemas para Che – MA (Sated-MA)
Teatro João do Vale – 19 h
Ficha técnica
Direção, texto e cenografia: Charles Melo
Elenco: Domingos Tourinho, Lúcia Gato, Raimundo Reis, Marlucie Emily, Thgaylon Diniz, Luciano Garcia, Natan Campos, Berg Martins, Ezequias Santos.
Direção musical e sonoplastia: Roberto Froes
Iluminação: Eliomar Cardoso
Direção de produção: Heidy Ataídes
Figurino: Maria Raimundo
Sinopse: Da prisão Che na Bolívia em 1967, com os cadernos de poesias encontrados em sua mochila; o primeiro “o diário da Bolívia”, o segundo, um caderno verde cheio de poemas que em princípio acreditaram que eram de sua autoria. Na representação poética do texto, o espetáculo apresenta o outro lado de um guerrilheiro que lutou pela igualdade e a paz onde passou.

Curta a temporada – SP (Circo Vox)
Teatro Arhur Azevedo – 20 h
Ficha técnica
Direção: Elena Cerântola e Gallo Cerello
Criação: Elena Cerântola e Gallo Cerello
Elenco: Elena Cerântola, Gallo Cerello, Biah Cartig, Tânia Oliveira
Técnicos: Rogério Santana e Danilo Verrone.
Sinopse: Com linguagem contemporânea, “Curta a temporada” mistura canto, dança, teatro, imagens de vídeos e luz negra aos números circenses habituais; malabarismo; contorcionismo;tecido aéreo, pirâmides acrobáticas;clows, mágica entre outras, sem se distanciar de outros elementos do circo tradicional. É interativo, diverte e emociona a família.

ESPETÁCULO DE RUA
Valentim – RJ (Trupe do descoco)
Praça Nauro Machado – 17h
Ficha técnica
Direção/Texto/Figurino/pesquisa musical: Márcia Brasil
Elenco: William Victor (Santo Santinho), Oberdan Jr. (cachorro), Tião Gabriel (“veia” Açussena), Judson Brandão (margarida), Tiago castro (Valentim) e Richard Marx (bode)
Cenário: Ramon Alves
Maquiagem: Oberdam Lima Jr.
Técnica circense: Luciano Araújo
Sinopse: Valentim conta a história de um homem que não sabia quase nada. Morava longe, numa casinha de sapê, esquecida nos cafundós, junto de sua esposa, sogra e seis animais. Um dia, angustiado por causa da saudade de seu pai, já falecido, teve um grande encontro com Santo Santinho lhe dizendo o que deveria fazer para acabar com a tristeza.

Manchetes dos jornais

Estado
Aqui-MA:Entrangulada até a morte
Atos e Fatos:Washington assume hoje o governo e passa para Marcos Caldas em 6 de abril
Correio de Notícias:Eduardo Braide culpa Infraero pelo atraso na reforma do aeroporto de SL
Jornal A Tarde:Vacina contra dengue será testada em humanos em SP
Jornal Extra:Tribunal de Justiça do MA será investigado pelo CNJ
O Estado do MA:Câmara Federal aprova texto da Lei Geral da Copa do Mundo
O Imparcial:Obras do aeroporto não têm projeto
4º Poder: Vaga de vereador gera crise no PSL
Região
Diário do Pará:Paraenses são agredidas em Portugal
Jornal do Commercio:Semana Santa com mais policiamento
Meio-Norte:Curado, Lula chora e anuncia volta à política
O Povo:Decisão do Superior Tribunal de Justiça fragiliza Lei Seca
Nacional
Correio:Fundo vai mudar vida do servidor
Estadão:Lei seca só vale se motorista passar por bafômetro, diz STJ
Estado de Minas:BH tem fila até para nascer
Folha:Tribunal livra de prisão quem recusar bafômetro
Globo:Congresso aprova a nova previdência para servidor
Valor:Hidrelétricas se preparam para aumentar capacidade
Zero Hora:Decisão da Justiça enfraquece Lei Seca

quarta-feira, 28 de março de 2012

Prefeito Soliney Silva espalha terrorismo em Coelho Neto


Do Blog do Ludwig Almeida

Ribamar participa da Hora do Planeta 2012

    Como forma de conscientizar o cidadão ribamarense sobre a importância de combater o aquecimento global no mundo, o município de São José de Ribamar participa, na noite desta sábado (31), das atividades do movimento Hora do Planeta 2012.
    Um ato simbólico, promovido pela Prefeitura ribamarense, será realizado no Parque Municipal da Cidade, situado na sede do município. A exemplo do que acontecerá em várias cidades brasileiras e do mundo, no horário das  20h30 às 21h30 serão apagadas todas as luzes do Parque Municipal da Cidade e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São José de Ribamar (SEMMA). A programação também contará com palestras educativas e show de violão.
    O movimento Hora do Planeta conseguiu mobilizar, em 2011, 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo que apagaram as luzes ao mesmo tempo. Com foco no aquecimento global, a campanha tem o Rio de Janeiro como cidade-âncora da participação brasileira deste ano, cuja grande novidade será o registro do espaço no momento que a Terra “desligar”.
    É que a Estação Espacial Internacional, onde o astronauta e embaixador da Rede WWF, André Kuipers, estará fotografando o apagar das luzes.
Da Ascom

Sarney diz em Avesso que não tem ódio, mas excluiu José Reinaldo dos sentimentos nobres

    O senador José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, em entrevista ao escritor Américo Azevedo Neto no programa Avesso (TV Guará - Canal 23), levado ao ar ontem à noite, disse não ter ressentimentos. Esqueceu o sentimento que nutre pelo ex-governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares (PSB), a quem nunca perdoou por ter-lhe impingido a maior derrota em sua carreira, em outubro de 2006, quando apoiou o pedetista Jackson Lago nas eleições para governador.
    "Consegui nascer com a absoluta incapacidade de ter ódio", disse o senador na abertura da entrevista. A imensurável condescendência do senador eleito pelo Amapá não se aplica ao ex-governador Tavares. Artigos publicados com assinatura do Senador atestam seus sentimentos mais primitivos em relação ao considerado maior adversário de Sarney no estado. Amparando -se nos ensinamentos de  Santo Agostinho para quem a "traição" seria pior dos defeitos humanos, Sarney se colocou na condição de santificado.
    Recordista na história da República brasileira como Senador, Sarney superou até mesmo Rui Barbosa que permaneceu 31 anos na Casa. O senador maranhense está há 36 anos. Desde 1978 não se candidata pelo Maranhão onde comanda o grupo político hegemônico desde 1964, quando se abancou da cadeira de governador do estado.
    Sarney atribuiu a migração para o Amapá a convites e a Renato Archer, que se "transformou naquele tempo" em seu adversário, não lhe dando legenda depois de deixar a Presidência da República. Contou que houve outros convites: do Goiás, de Roraima e do Amazonas. Nessas circunstâncias foi reconduzido duas vezes ao Senado. Disse ainda que compulsoriamente encerrará a carreira aos 85 anos em 2014, mas que não vai sair da política. "Vou continuar na política e pretendo até trazer o meu título para o Maranhão", avisou o senador.
    Na entrevista a Américo Azevedo, Sarney confundiu a pergunta sobre sua passagem pelo Palácio do Planalto com o governo do estado na década de 60, elencando obras de quando o Brasil não tinha nem Itaipu e as estradas federais duas pistas.
     O senador justificou a pobreza do Maranhão como consequência da aridez das terras e disse que a produção de Balsas não representa competitividade com estados onde existem terras férteis. Ao mesmo tempo, desqualificou a utilização, pela oposição a ele no estado, do Índice de Desenvolvimento Humano para constatar a pobreza da população maranhense. Chegou a comparar o baixo IDH do Maranhão ao do Brasil.
    A divulgação da pobreza dos maranhenses pelo governador José Reinaldo Tavares é entendido pelo ex-presidente como pior dano causado ao estado. Mas admitiu que a campanha pegou. Para ele o governo da filha Roseana Sarney está restaurante a auto-estima dos maranhenses.
    O senador revela números desanimadores em relação à refinaria´Premium da Petrobras. "Só na fase de terraplenagem emprega 900 pessoas. No pique da obra vai chegar a 15 mil pessoas", afirmou.
    Por fim conclui a entrevista afirmando que "não parece tão mau quanto os adversários acham".

Ministério Público do Trabalho recomenda à Assembleia Legislativa do Pará demitir temporários

    O presidente da Assembleia Legislativa (AL) Manoel Pioneiro (PSDB) tem até sábado, 31, para demitir os 67 servidores temporários que ainda permanecem nos quadros do parlamento estadual, após o então presidente da casa e atual senador, Mário Couto, ter assinado o Termo de Ajuste de Conduta proposto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
    Ontem, o MPT, em conjunto com o Ministério Público do Estado, expediu recomendação à AL e ao procurador geral do Estado, Caio Trindade, para que se cumpra a determinação judicial. A preocupação do Ministério Público é que os deputados tentem driblar a lei, através da aprovação de emenda ao Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCR) dos servidores, em trâmite na AL.
    Porém, apesar de a data determinada para as demissões pela decisão judicial ser o dia 31 deste mês, o Ministério Público também aguardará até quinze dias, após a recomendação, pela justificativa do presidente da AL sobre o processo de demissões. Apresentada pelo deputado Carlos Bordalo (PT), a emenda ao artigo 19 do PCCR cria um quadro suplementar em extinção, com a finalidade de manter o emprego para os 67 temporários, tornando o grupo uma classe de servidores estáveis. Com a aposentadoria, os cargos iriam sendo extintos automaticamente.
    Apesar de esse modelo já ter sido implantado no Tribunal de Justiça do Pará e depois ter sido condenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado acredita que a questão ainda não foi totalmente dirimida judicialmente.
    O TAC foi firmado em 2005, no qual a direção da AL se comprometeu a rescindir os contratos dos temporários e realizar concurso público para o provimento de cargos efetivos. “A AL não cumpriu o acordado e foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar multa por descumprimento de TAC, além de ter de afastar imediatamente os servidores temporários”, diz a recomendação.
    Pioneiro afirma que vai cumprir a decisão judicial, mas antes vai aguardar a tramitação da matéria. Por outro lado, Pioneiro garante que já há uma ação judicial questionando a criação de cargos comissionados contra a AL, portanto, não convém criar mais novos cargos para abrigar os temporários. Ele também admite que não cumpriu o TAC e justifica que aguarda a negociação da PGE com os procuradores.
Do Diário do Pará

O imbróglio pedetista e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) - Igor Lago

Desde que denúncias de corrupção atingiram ex-assessores e o próprio ex-ministro Carlos Lupi e que culminaram com a sua demissão no dia 04 de dezembro de 2011, já se passaram 112 dias e, ao que nos consta, a Presidente da República ainda não decidiu sobre o que fazer : se deixa o atual interino que, diga-se de passagem, é de estrita confiança do ex-ministro, se nomeia outro do PDT ou não, etc.
    Enquanto isso, o ex-ministro continua dando as cartas num ministério campeão de convênios irregulares, conforme relatório recente da Controladoria Geral da União e, infelizmente, no PDT, partido que dirige como um chefe sem brilho de liderança política maior desde o falecimento do ex-governador Leonel Brizola em 2004, com o auxílio de seu fiel operador e escudeiro, o eterno secretário geral nacional Manoel Dias (ocupante deste cargo desde 1999!).
    Depois de todo o ocorrido, Carlos Lupi não teve nenhuma hesitação em retomar a presidência do PDT no dia 09 de janeiro passado quando, em reunião com alguns membros da Executiva Nacional, decidiu de forma vingativa e arbitrária, a não prorrogação da Comissão Provisória Estadual do Maranhão- que presidíamos a convite da maioria dos membros da Comissão deixada pelo ex-governador Jackson Lago-, optando por uma minoria que não tem outro interesse político a não ser os próprios, mesmo que comprometa o futuro de nossa agremiação histórica. O esbulho é justificado pela necessidade de controle cartorial do partido.
    Até os Arcos da Lapa sabem que foi uma retaliação por nosso comportamento diante da crise que o envolveu e a seus assessores (Manoel Dias afirmou a alguns companheiros de nosso Partido que o Igor Lago não poderia continuar à frente do PDT pelas declarações que contrariaram muito ao Ministro!) e, consequentemente, o próprio governo Dilma e o nosso Partido.
    Cometeu assim, uma grande violência ao PDT maranhense ao deixá-lo na informalidade por dois meses e meio, uma vez que só deixou para formalizar essa decisão no dia 16 de fevereiro passado, o que comprova uma de suas principais características, a da dissimulação.
    De forma semelhante a outros membros de nosso Partido, inclusive senadores, sou da opinião de que seria melhor para o PDT ficar sem o Ministério. O PDT deveria ficar numa posição mais confortável em relação ao governo Dilma, votando a favor das matérias mais importantes e favoráveis ao nosso País, votando contra aquelas que tenham o sentido contrário. Assim, o PDT ganharia todas as condições de realizar uma grande reflexão sobre a sua trajetória e o seu papel sem as influências da estrutura de Estado, desatrelando-se desta e fazendo com que surgisse um ambiente mais propício ao exercício da verdadeira militância nacionalista, democrática e trabalhista que sempre caracterizaram o nosso Partido.
    Enquanto lemos e ouvimos na mídia o vai-e-vem sobre quem será nomeado, o ex-ministro continua aprontando das suas: Quer porque quer fazer com que a presidente nomeie o seu fiel escudeiro Manoel Dias, em detrimento de dois outros membros, os deputados federais Brizola Neto e Vieira da Cunha.
    Será que não passa pela cabeça dos senhores donos de nosso partido (Carlos Lupi e Manoel Dias) que a Presidente poderia, assim, estar apenas trocando seis por meia dúzia? Logo agora que ela está querendo tomar a “vassourinha” do Jânio Quadros...
Igor Lago
Ex-presidente da Comissão Provisória do PDT-MA;
Membro do Diretório Nacional do PDT;
Membro do Comitê de Resistência Democrática Jackson Lago.
27 de março de 2012.

Na coluna do Ilimar Franco

Bola com Sarney
Contrariando a resolução que impede a participação seguida na Comissão do Orçamento, o PSD indicou seus únicos senadores, Sérgio Petecão (AC) e Kátia Abreu (TO), como membros novamente. Está sendo questionado pelo PT.

VII Semana do Teatro no Maranhão: programação desta quarta-feira,28


Joaquim e as estrelas – RJ (Cia Teatro de Nós)
Teatro Arthur Azevedo – 10h
Ficha técnica
Texto: Renata Mizrahi
Direção: Diego Molina
Coodireção: Gisela de Castro
Elenco:João Velho, Elisa Pinheiros, Gisela de Castro, Morena Cattoni, Marcio Freitas, Peter Boos e Carolina Godinho
Standins:Fernando Lopes Lima, Juliana Trimmer, Lenadro Hinckel, Patrícia Libeda e Renata Mizrahi.
Iluminação: Anderson Ratto
Trilha Sonora: Isadora Medella
Cenário: Dóris Rollemberg
Figurinos: Mauro Leite
Direção de movimento: Juliana Medellla
Programação visual: Letícia Rumjanek
Música : “Tema de Joaqum”, de Renata Mizrahi e Bruno Alexander, com arranjos de Isadora Medella e Flávia Belchior
Assistente de direção e preparação corporal: Gabriela Estevão
Assistente de trilha sonora: Flávia Belchior
Preparação vocal: Natália Fiche
Direção de produção: Maria Alice Silvério Lima
Produção:Companhia Teatro de Nós
Sinopse: Joaquim e as estrelas conta a história do menino Joaquim, que é apaixonado pelas estrelas e acredita que elas estão tristes porque a maioria das pessoas deixou de olhar parta o céu. Joaquim deixa de comer, de ira para escola e de brincar, até que, a partir de um sonho com a estrela Veja, assume a missão de fazer com que as pessoas voltem a dar importância a elas.
L ´Atessa dei pagliacci – MA (Cia Teatral SP2)
Teatro Alcione Nazaré – 10 h
Ficha técnica
Direção/Encenação: Pablo Fabrício
Iluminação: Darcyléia Sousa
Elenco: Jacqueline Lemos, Gilson César, Pablo Fabrício, Rute Ferreira, Tarcylla Passos.
Apoio técnico: Sasha Weber (PS2) e Marcelo Pereira
Produção: Anderssa Cabral (SP2)
Sinopse: Uma família de palhaços, em um circo decadente, leva uma vida num tempo lento e
saudoso, dos tempos em que talvez vivessem de suas glórias circenses. Esperam novos tempos ou o fim de seu circo “O grande circo quatrocento”. Levados pelas músicas que tocam na única rádio da cidade, tentam reviver seus momentos áureos, o que alterna momentos de tristeza, com m outros de pura ludicidade, numa adaptação do texto de Aldo Leite “Tempo de espera”
Boi – GO (Guido Campos)
Teatro Alcione Nazaré - 18 h
Ficha técnica
Direção/Concepção: Hugo Rodas
Atuação: Guido Campos Correa
Cenário/Iluminação/Figurino/Trabalho corporal: Hugo Rodas
Trilha sonora original: Victor Pimenta
Fotografia: Layza Vasconcelos
Adereço Cabeça de boi: Marco Lotufo e Edith Lotufo
Mascarador: Maria Aparecida (Pirenópolis)
Programação visual: Marcos Latufo
Cenotécnica: Jeová de Lucena
Produção gera: Marcio Dorneles e Allyne Cozac
Realização: Sertão Teatro Infinito Cia
Sinopse: trata-se da estória de Zé Argentino, que, entre suas brianceiras de menino da roça, tem como favorita a de montar na garuipa do boi Dourado. Diferentemente da vida normal que lkevam os outros meninos da sua idade, Argemiro prefere a companhian dos bois, com os quais passa horas conversando.

Um estranho que me quer – MA (Keyla Santana/Roberto Fróz)
Teatro João do Vale – 19 h
Ficha  Técnica
Texto: Sérgio Abritta
Direção geral: Josué da luz
Elenco: Keyla Santana e Roberto Fróz
Iluminação: Eliomar Cardoso
Cenário e figurino: Flávio Rodrigues
Montagem cenográfica: Inova móveis projetados
Movimentação coreográfico: Egnaldo Gomes
Contra-regra: Airuan Carvalho
Operador de som: Fábio Lima
Arte gráfica: Camilla Lima e Vital Vital

História de todos os dias – MA (Cia Miramundo)
Sinopse: “Um estranho que me quer” é uma tragicomédia sobre a vida cotidiana de grande parte dos casais contemporâneos. O texto do dramaturgo mineiro Sergio Abrita expõe a intimidade de dois personagens que se enredam numa trama de conflitos causados pela diferença de gêneros e idade, e por diferentes posicionamentos da visão de mundo.
Teatro Arthur Azevedo – 20h
Ficha técnica
Texto e direção: Michele Cabral
Elenco: Fátima di Franco Heriverton Nunes e Ricardo Torres
Iluminação: Nina Araújo
Produção: MiraMundo Produção Cultural
Sinopse: História de todos os dias é um espetáculo que prima pela simplicidade. Grotowiskiana., Busca a máxima teatralidade – esquecida pelos aparatos tecnológicos do nosso século. O palco quase sem elementos cenográficos. O público e o ator. É assim que o espetáculo acontece.

ESPETÁCULOS DE RUA

Cidade em fotodrama – RJ (Teatro de maquinaria)
Praça Nauro Machado – 16 h
Ficha técnica
Concepção: Fabrício Moser
Criação e atuação: Ana Paula Brasil, Ângela Rechia, Fabrício Moser, Luciana Fins, Márcio Antunes e Rodrigo Reinoso
Sinopse: A rua como palco e os transeuntes como personagens. O Teatro de maquinaria do Rio de Janeiro apresenta o projeto de intervenção performática chamado Cidade em fotodrama, realizado com o propósito de transformar o movimento urbano em experiência artística, interferindo em espaços públicos, como ruas, praças e parques.
A verdadeira história de Romeu e Julieta – MA (Sinos de Teatro)
Praça Nauro Machado – 17 h
Ficha técnica
Texto e direção: Jean Pessoa
Elenco: Cleverson Rodrigues, Jeff Brito, Jean Pessoa, Zéh Carlo de Santis, Aline Moura do Carmo, Isa Marília Oliveira, Rafaela Fontenelle.
Figurino: Alinee Moura do Carmo, Jean Pessoa, Rafaela Fontenelle.
Sonoplastia: Cléverson Rodrigues, Jeff Brito
Maquiagem: o grupo
Produção: Jean Pessoa
Sinopse: A história de Romeu e Julieta de William Shakespeare, todos devem conhecer. Só que o que ninguém sabe é que a verdadeira história deste casal se passou em Teresina, no Piauí, e em Timon, no Maranhão. Julieta, uma Escapuleta, se apaixona por Romeu, um Montequio, e a partir daí os dois jovens vivem grandes desafios cômicos para manter esse amor vivo, já que o rei, pai de Julieta, não admite o romance dos dois.

Na coluna do Claudio Humberto

CASO CRIMINAL
É subordinado à 11ª Vara do Tribunal do Júri de Brasília, responsável por julgar crimes contra a vida, o inquérito sobre a morte do garoto Marcelo, 13, durante crise de asma. Ele era filho de Flávio Dino, presidente da Embratur.

Manchetes dos jornais

Estado
Atos e Fatos: Dilma escolhe Lobão para ser presidente do Senado
Jornal Pequeno:Roseanistas são maioria no "listão" dos polírticos inelegíveis no Maranhão
O Estado do MA:Licitações do Estado terão agora mais transparência
4º Poder: Senado aprova fim do 14º e 15º salários
Região
Diário do Pará:Governo e PMB unidos pelo trânsito
Jornal do Commercio:Freio na tragédia das motos
Meio-Norte:Pesquisa muda hábito de consumidor e empresa
O Povo:De 11 secretários, 8 são presos por fraudes em licitações
Nacional
Correio:Senado dá passo para acabar com o privilégio
Estadão:PT e Planalto se mobilizam para tentar ajudar Haddad
Estado de Minas:Confins terá novos acessos
Folha:Justiça de SP torna réus 14 acusados de fraudes no metrô
Globo:PM começa a substituir o Exército no Alemão
Valor:Bancos públicos e externos perdem peso no mercado

terça-feira, 27 de março de 2012

Bira do Pindaré mantém candidatura nas prévias do PT

     O deputado estadual Bira do Pindaré (PT) manterá sua pré-candidatura a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores em São Luís (MA). Matematicamente, ele não tem chance de vencer a disputa com o vice-governador Washington Oliveira, seu adversário nas prévias do o dia 15 de abril.
    Com 96 delegados eleitos no domingo passado, pelas chapas "Mensagem ao Partido – Bira Prefeito", "Bira Prefeito Resistência Petista" e "Sou + Lula e Dilma", que o apoiaram como candidato, Bira do Pindaré se considera vitorioso e alimenta esperança de vencer no tapetão, com a impugnação das chapas irregulares que apoiaram Washington Oliveira. O vice-governador é arrolado no recursos de cassação do diploma no Tribunal Superior Eleitoral, TSE,  por abuso de poder econômico e compra de votos. O relator do processo é ministro Arnaldo Versiani que se aposenta em outubro. Se não julgá-lo antes, será novamente distribuído aos ministro da corte com abertura de novos prazos.
     "A luta contra a oligarquia que domina o Maranhão e quer controlar o PT está só começando", assinalou o deputado Bira do Pindaré em pronunciamento na Assembleia Legilativa nesta terça-feira,27.
     Bira comemorou o desempenho das chapas que apoiaram sua pré-candidatura a prefeito de São Luís. As chapas obtiveram 808 votos .O deputado disputará a indicação do candidato a prefeito no pleito deste ano com o vice-governador Washington Oliveira. 
 Somos a resistência petista que não se vende e não se rende, queremos a emancipação do povo do Maranhão e somos contra os males da oligarquia”, afirmou Bira.
    O petista agradeceu os companheiros petistas e os partidos do Campo Democrático Popular liderados pelo Presidente da Embratur Flávio Dino doqual não fazem parte o PDT e PSDB, das legendas da base aliada de Dilma Rousseff.

VII Semana de Teatro no Maranhão - Cacá Carvalho fala sobre contradições da cultura

VII Semana de teatro no Maranhão: programação desta terça-feira,27


Kabupe, o cavalo voador –MA (Silvana Cartágenes)
Teatro João do Vale – 10 horas
Ficha técnica
Texto e concepção: Silvana Cartágenes
Direção: Raimundo Reis
Atriz: Silvana Cartágenes
Sonoplastia: Raoni Pereira
Coreografia: Hélio Martins
Bonecos: Silvana Cartágenes e Sandro Oliveira
Sinopse: A apresentação inicia com uma vovó, narrando a história de Kabupe, um cavalo voador e suas aventuras atravessando os mundos com sua amiga Magá. Porém, em uma dessas viagens, o cavalo e Magá recorre à platéia para salvá-lo.

Os Saltimbancos – SP (Cia 4 na Trilha)
Teatro Arthur Azevedo – 16 horas.
Ficha técnica
Autor: Sérgio Bardotti
Músicas: Luiz Enriquez
Direção: Denise Cecchi e Linaldo Telles
Elenco: Carol Faria (galinha), Flávia Teixeira (gata), Lívia Camargo (cachorro), Marco Antonio Moreiro (jumento),Renato Augusto (galinha)
Direção musical e coreografia:Samir Calixto
Figurino/cenário e adereços:Linaldo Telles
Maquiagem: Cia 4 na Trilha
Iluminação:Leandro Devitto
Produção: Marco Antonio Moreira e Renata Augusto
Produção executiva:Renata Augusto
Sinopse: Um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata desiludidos com o tratamento recebido pelos seus patrões, unem-se em busca de liberdade, tornando-se satimbancos. Inspirados em “Os músicos de Bremen”, a peça discute temas como desigualdade e a exploração social.

Chica Baladeira,a eterna-MA (Os tagarelas da matriz)
Teatro João do Vale - 19 horas
Ficha técnica
Roteiro e direção:Bernardo Claraval
Elenco: Bernardo Claraval (Chica Baladeira), Júlia Ribeiro (Analídia Leite), Jardel campus (sentinela de Todos os Santos), Paulo Eduardo (Câmera Man).
Maquiagem:Analícia Leite e Júlia Ribeiro.
Produção artística: Bernardo Claraval.
Assistente de palco: Maria das Dores, Francisca Maia.
Assistente de Produção: Kelyane Pimentel, Elivelton Silva
Iluminação:Bruno Mix
Sonoplastia:Josiel Moreira
Sinopse:Chica Baladeira é uma perua viúva, histérica e misteriosa. Dona de uma cara de pau incrível que na frente das câmeras pousa de madame caridosa, já por trás mostra a verdadeira personalidade apimentada de um veneno audacioso na língua que não fora queimada pela sua mãe, aliás nem se sabe a perua teve mãe, já que wesconde seu passado a sete chaves

Navalha na carne – CE (Grupo Imagens do teatro)
Teatro Alcione Nazaré- 21 horas
Ficha técnica
Textos: Plínio Marcos
Direção:Edison Cândido
Elenco: Lana Gurgel, Solon Nogueira e Michel Kayá
Iluminação: Edson Cândido
Trilha sonora e sonoplastia:o grupo
Figurino: o grupo
Produção: Edison Cândido
Pesquisa específica:Dr. Hugo Barros (psiquiatra) e Luiza Pontes
Sinopse: Ato único com três personagens, Vado um cafetão, Neusa Sueli, uma velha prostituta e veludo um empregado homossexual. O texto se desenvolve quando Vado percebe que Neusa Sueli não deixou dinheiro como de costume. Confirmando que o dinheiro foi deixado em cima do criado mudo, a suspeita de que alguém pegou o dinheiro cai sobre o homossexual veludo que é chamado ao quarto, onde o interroga de maneira sórdida.

Espetáculos de rua

O cravo pobre que casou com a rosa braba – MA (Cia.Arti de Teatro)
Praça João Lisboa – 16 horas
Ficha técnica
Direção: Maciel Mourão
Atores: Aleandro Lima Fonseca, Alisson Ruckitt, Jeferson dos Santos, José Ronaldo de Brito, Judite Sousa, Maria Célia Lopes Ricato, Maria de Lourdes Lima Alves, Tamires Rosa Sena, Silas da Silva Gomes.
Sinpose: Trama conta a história de uma trupe de atores que procura um lugar para se apresentar e ao encontrarem passam a discutir qual estória mostrar, até que decidem dramatizar a estória de um jovem pobre (cravo) que propõe casamento para uma mulher estranha (Rosa) que é de uma família rica da cidade.

La Fábula – PA (Cia Madalenas)
Praça Nauro Machado – 17 horas
Ficha técnica
Direção e dramaturgia: Ester Sá
Elenco:Dina Mamede, Gil Ganesh, Leonel Ferreira e Rodrigo Braga
Direção musical: Armando Mendonça
Concepção/figurinos/adereços: Anibal Pacha
Produção executiva: Flávio Furtado e Tainah Fagundes
Coordenação geral: Leonel Ferreira
Sinopse: “La fabula” é um mergulho no universo mágico presente em contos da literatura universal que encenados usando como base os fundamentos do teatro de rua, se vale do mundo do “faz de conta” para envolver o espectador na trama. É um convite a um reino mágico e onírico, que faz refletir acerca de importância da contação de histórias para o desenvolvimento humano, como ouvir históricas, desperta a imaginação e a paixão para leitura.

Vide Verso meu endereço – SP (Áurea Teixeira)
Feira da Praia Grande – 17 horas
Ficha técnica
Orientação/provocação cênica:Janaína Silva
Atriz criadora: Áurea Teixeira
Captação de vídeo e projeções:Luis Henrique Albert
Fotografia:  Kátia Kuwabara
Sinopse: “Vide verso meu endereço” investiga formas de apreensão do tempo através do ato de escrever uma carta – as diferentes experiências e cartografias da cidade que esta releva. Do deslocamento do tempo a um suspira da poesia na realidade, busca encontrar formas possíveis de receptividade e uma tentativa de desaceleração da espetacularidade.