domingo, 3 de janeiro de 2016

MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA: Eleições 2016 sob novas regras
O Imparcial: 2016: O que esperar
Regional
Diário do Pará: Ano novo terá 113 mil vagas em concurso público 
O Povo: Sol: Como desfrutar sem correr riscos
Nacional
Correio: Crise obriga brasileiros a repensarem o futuro
Folha: O PT se lambuzu, diz Jacques Wagner, chefe da Casa Civil
O Estadão: Emenda de Cunha à Lei dos Portos ajuda doador de Temer
O Globo: Pezão vai cortar R$ 1,5 bi para enfrentar crise
Zero Hora: A vida em layoff





sábado, 2 de janeiro de 2016

Som ao redor: Zuzo Moussawer no 6º Festival Internacional de Contrabaixo em São Luís

Álbum Natural: Araras no Turu, em São Luís (MA)












Adicionar legenda





 






Mapa oficial da violência: dois homicídios nos primeiros dias do ano


Saiba quase tudo sobre a reforma ortográfica

Dad Squarisi
Ufa! A reforma ortográfica entrou plenamente em vigor. Desde 1º de janeiro de 2009, as novas regras conviviam com as velhas. Agora o cadáver foi pra cova. Esperneios, jeitinhos & cias. insatisfeitas ficaram pra trás. É hora de olhar pra frente. As mudanças são poucas, muito poucas. Poderiam ter sido mais ousadas, mas optaram pela timidez. Dicionários, gramáticas, livros didáticos etc. e tal do velho time foram pro lixo. Abriram alas pra edições atualizadas. Não há volta. É adotar. Ou adotar. 

Sem bobeira 1
A reforma é ortográfica. Refere-se só à grafia das palavras. Pronúncia, concordância, regência, crase continuam do mesmo jeitinho, sem alteração. 

Sem bobeira 2
A mudança nos acentos atingiu apenas as paroxítonas. Proparoxítonas, oxítonas e monossílabos tônicos não foram nem arranhados. Mantêm-se como sempre foram.

O que mudou?

Alfabeto - O abecedário ganhou três letras. k, w e y tornaram-se gente de casa. O que era fato agora é direito. Nada mais. O emprego do trio continua como antes. Abreviaturas e nomes que se escreviam com as ex-intrusas mantêm a grafia. É o caso de km, Wilson, Yara. Atenção, não se precipite. Grafar wísque e kilo? Nem pensar. Fique com uísque e quilo.

Trema - O trema se foi, mas a pronúncia ficou. Frequente, tranquilo, lingueta, linguiça & cia. agora se grafam assim, leves e soltos. Olho vivo! Trema não é acento. Por isso não discrimina oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas. Para ele, tudo o que cai na rede é peixe. Nenhuma palavra portuguesa tem trema. 

Oo - O chapéu do hiato oo se despediu: voo, abençoo, perdoo, coroo & demais oos livraram-se do incômodo acessório. Xô!

Eem - O circunflexo do hiato eem disse adeus. Veem, creem, deem, leem ganharam forma mais leve e descontraída. Não vacile. Caiu o acento da duplinha eem. O solitário êm não tem nada com a história. Está firme como sempre esteve na 3ª pessoa do plural de vir, ter e derivados: eles vêm, têm, convêm, detêm, contêm.

U - O u tônico dos verbos apaziguar, averiguar, arguir & cia. perdeu o grampinho: apazigue, averigue e argue. 

I e u - O i e u antecedidos de ditongo perdem o grampo: feiura, baiuca, Sauipe. Atenção: não confunda Germano com gênero humano. Caiu o acento do i e u antecedidos de ditongo. Pouquíssimas palavras — talvez meia dúzia — se enquadram na regra. A norma que acentua o i e o u antecedidos de vogal continua firme e forte. É o caso de saída, saúde, caí, baú.

Ei e oi - O acento dos ditongos abertos ei e oi se despediram nas paroxítonas: ideia, joia, jiboia, heroico. Lembra-se? A reforma só atingiu as paroxítonas. O grampinho permanece inalterável nas oxítonas e monossílabos tônicos: papéis, herói, dói.

Acentos diferenciais - Foram-se os das paroxítonas. Pêlo, pélo, pára, pólo, pêra ficaram mais leves. Assim: pelo, para, polo, pera. Exceção? Só duas. Mantém-se o chapéu de pôde, passado do verbo poder. E o verbo pôr fica com o chapéu à mostra. (Ele é monossílabo tônico. Escapou da facada, que só cortou o acessório das paroxítonas.)

Hifen

Vogais: 
só entram na jogada os prefixos que terminam por vogal e se juntam a outra palavra também iniciada por vogal. Portanto, é vogal com vogal. São duas regras:
Não se usa hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento: aeroespacial, agroindústria, antieducação, autoescola, coedição, coautor, infraestrutura, plurianual, semiopaco. Usa-se o hífen quando o segundo elemento começar pela mesma vogal com que termina o hífen: anti-inflamatório, auto-observação, contra-ataque, micro-ondas, semi-internato.
Exceção: co- se junta ao segundo elemento mesmo quando ele acaba com o: coordenar, coobrigação. Resumo da ópera: os diferentes se atraem; os iguais se rejeitam. (O co- é exceção que confirma a regra.)

Prefixos terminados em vogal que se juntam a palavras começadas por R ou S: no caso, valem duas observações. Uma: o hífen não tem vez. A outra: pra manter a pronúncia, duplicam-se o R e o S: antirrábico, antirrugas, antissocial, biorritmo, contrassenso, infrassom, microssistema, minissaia, multisseculas, neossocialismo, semirrobusto, ultrarrigoroso, ultrassom.

Sufixos de origem tupi-guarani açu, guaçu e mirim: Use o hifen: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu. 

Os iguais se rejeitam: quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante: hiper-rico, inter-racial, sub-bloco, super-resistente, super-romântico. (O sub vai além. Usa hífen com palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça.

MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA: 1.032 mortes violentas em 2015
O Imparcial: Festa da irada leva multidão às ruas
Regional
Jornal do Commercio: Ano começa com arrocho
Meio Norte: Produção de energia eólica cresce 118%
O Povo: Ceará reduz homicídios e deve alcançar a meta
Nacional
Correio: Uber cobra mais caro na virada e revolta clientes
Folha: Velocidade da internet no ensino público é 3% do ideal
O Estadão: Dilma veta reajuste do Bolsa Família na Lei do Orçamento
O Globo: PT quer mais impostos e empréstimo da China
Zero Hora: Verão à espera de cor

































sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Tarantino está em cartaz em todas as salas de São Luís



    O ano estreia nas telas de São Luís com destaque para Quentin Tarantino, diretor norte-americano cultuado como cult, mas com forte apelo comercial- vejamos a permanência nas bancas de piratas de "Bastardos Inglórios" e "Django Livre".
    "Os Oito Odiados" (The Hateful Eight - confira programação), produção com estreia nacional no circuito das salas dos shoppings, é mais um western de Tarantino. No Cine Praia Grande, a semana inteira é dedicada ao lado escritor do diretor. O roteirista de filmes como "Um drink no inferno", dirigido por Robert Rodriguez. É uma oportunidade para repassar toda a obra de Quentin Tarantino como diretor, que alcança o oitavo título com esta produção candidata ao Oscar de 2017.
    Segundo o diretor de cinema, "Os Oito Odiados" será seu penúltimo filme.  Pretende fazer dez. "Cães de Aluguéis" (Reservoir Dogs) inaugurou sua filmografia. Na mais recente produção ele volta ao tema: um grupo de machos confinados à beira de um ataque de violência. A gota d´água é Daisy, interpretada por Jennifer Jason Leigh, que também não é flor que se cheire.
    Em sua passagem pelo Brasil - São Paulo - para divulgar o filme, Taratino não colocou a carapuça de westerner (diretor de western como o admirado Sergio Leone). "Os Oito...", um longo longa com cenas filmadas em câmera de 70mm, sucede "Django Livre", que o diretor diz ser um sothern - alusivo à região onde se desenrola a trama com Di Capri no elenco).
     O fascínio pelo cinema faz com que os filmes dirigidos por Tarantino funcionem como uma espécie de catálogo de referências à história do cinema. Tanto em termos de tecnologia como de linguagem. Seu novo filme não foge à regra. Em "Os Oito..." ele carregou o equipamento utilizado para filmar paisagem para dentro de uma sala. Contribui para dar espessura às cenas em que os oito - ou nove - se defrontem em conflitos regado a sangue.

MOSTRA ESCRITO POR TARANTINO
Sábado, 2 de janeiro
14h00 - DJANGO LIVRE, de Quentin Tarantino
16h45 - GRANDE HOTEL, de Allison Anders, Alexander Rockwell, Robert Rodriguez e Quentin Tarantino
18h20 - KILL BILL - VOLUME I, de Quentin Tarantino
20h00 - KILL BILL - VOLUME II, de Quentin Tarantino
Domingo, 3 de janeiro
17h00 - BASTARDOS INGLÓRIOS, de Quentin Tarantino
19h30 - PULP FICTION, de Quentin Tarantino
Segunda, 4 de janeiro
14h00 - BASTARDOS INGLÓRIOS, de Quentin Tarantino
16h30 - AMOR À QUEIMA ROUPA, de Tony Scott
18h30 - À PROVA DE MORTE, de Quentin Tarantino
20h15 - ASSASSINOS POR NATUREZA, de Oliver Stone
Terça, 5 de janeiro
14h20 - UM DRINK NO INFERNO, de Robert Rodriguez
16h00 - CÃES DE ALUGUEL, de Quentin Tarantino
17h30 - JACKIE BROWN, de Quentin Tarantino
Quarta, 6 de janeiro
14h00 - GRANDE HOTEL, de Allison Anders, Alexander Rockwell, Robert Rodriguez e Quentin Tarantino
15h30 - À PROVA DE MORTE, de Quentin Tarantino
17h10 - PULP FICTION, de Quentin Tarantino
19h45 - DJANGO LIVRE, de Quentin Tarantino
Todos os filmes serão exibidos em versões legendadas e em alta definição.
Ingresso promocional: R$ 5,00



Tirinha do dia


Coluna do CLAUDIO HUMBERTO

SEM REFRESCO
O deputado Rubens Pereira Jr (PCdoB-MA) apresentou projeto para endurecer a farra do ‘saidão’ de fim de ano. A proposta do comunista torna obrigatório o cumprimento de 40% da pena, se for réu primário, e de, no mínimo, 60%, nos casos de reincidência, para ter o benefício.

Um feliz 2016 para o povo brasileiro - DILME ROUSSEFF

O ano de 2015 chegou ao final e a virada do calendário nos faz reavaliar expectativas e planejar novas etapas e desafios. Assim, como sempre, nos traz a necessidade de refletir sobre erros e acertos de nossas decisões e atitudes.
Este 2015 foi um ano muito duro. Revendo minhas responsabilidades nesse ambiente de dificuldades, vejo que nossos erros e acertos devem ser tratados com humildade e perspectiva histórica.
Foi um ano no qual a necessária revisão da estratégia econômica do país coincidiu com fatores internacionais que reduziram nossa atividade produtiva: queda vertiginosa do valor de nossos principais produtos de exportação, desaceleração de economias estratégicas para o Brasil e a adaptação a um novo patamar cambial, com suas evidentes pressões inflacionárias.
Tivemos também a instabilidade política que se aprofundou por uma conduta muitas vezes imatura de setores da oposição que não aceitaram o resultado das urnas e tentaram legitimar sua atitude pelas dificuldades enfrentadas pelo país.
Mais do que fazer um balanço do que se passou, quero falar aqui da minha confiança no nosso futuro e reafirmar minha crença no Brasil e na força do povo brasileiro. Estou convicta da nossa capacidade de chegarmos ao fim de 2016 melhores do que indicam as previsões atuais.
A principal característica das crises econômicas do Brasil, desde os anos 1950, é uma combinação entre crise externa e crise fiscal. As economias emergentes sempre foram pressionadas pela combinação de deficit e dívida externa, com desarranjos fiscais do Estado.
A realidade brasileira hoje é outra. A solidez da nossa economia é a base da retomada do crescimento. Temos uma posição sólida nas reservas internacionais, que se encontram em torno de US$ 368 bilhões, a sexta maior do mundo.
O deficit em transações correntes terá recuado no final do ano de cerca de 4,3% para 3,5% do PIB, comparativamente a 2014. O investimento direto estrangeiro na casa de US$ 66 bilhões demonstra a confiança dos investidores no nosso país.
Em 2016, com o apoio do Congresso, persistiremos pelos necessários ajustes orçamentários, vitais para o equilíbrio fiscal. Em diálogo com os trabalhadores e empresários, construiremos uma proposta de reforma previdenciária, medida essencial para a sobrevivência estrutural desse sistema que protege dezenas de milhões de trabalhadores.
É claro que os direitos adquiridos serão preservados, e devem ser respeitadas as expectativas de quem está no mercado de trabalho, mas de forma efetivamente sustentável.
Convocarei o Conselho de Desenvolvimento Social, formado por trabalhadores, empresários e ministros, para discutir propostas de reformas para o nosso sistema produtivo, especialmente no aspecto tributário, a fim de construirmos um Brasil mais eficiente e competitivo no mercado internacional.
Não basta apenas a modernização do nosso parque industrial, é fundamental continuarmos investindo em educação, formação tecnológica e científica.
Precisamos também respeitar e dialogar com os anseios populares, desenvolvendo uma estrutura de poder mais próxima da sociedade, instituições fortes no combate à corrupção, oferta de serviços públicos de qualidade e ampliação dos instrumentos de participação e controle da sociedade civil.
As diferentes operações anticorrupção tornaram as instituições públicas mais robustas e protegidas. Devem continuar assegurando o amplo direito de defesa e punindo os responsáveis, sem destruir empregos e empresas.
Reafirmo minha determinação pela reforma administrativa que iniciei. Quero um governo que gaste bem os recursos públicos, que seja racional nos processos de trabalho e eficiente no atendimento às demandas da sociedade.
O governo está fazendo sua parte. Executamos um duro plano de contenção de gastos, economizando mais de R$ 108 bilhões em 2015 -o maior contingenciamento já realizado no país. Para 2016, firmamos o compromisso de produzir um superavit primário de 0,5% do PIB. Fizemos e faremos esse esforço sem transferir a conta para os que mais precisam.
Sei que as famílias brasileiras se preocupam com a inflação. Enfrentá-la é nossa prioridade. Ela cairá em 2016, como demonstram as expectativas dos próprios agentes econômicos.
O governo manteve, no ano de 2015, os investimentos que realizamos para melhorar a vida dos brasileiros. Por exemplo, foram cerca de 389 mil moradias entregues e mais de 402 mil contratadas no Minha Casa, Minha Vida. Quase 14 milhões de famílias receberam o Bolsa Família.
Oferecemos 906 mil novas vagas em universidades públicas e privadas e 1,3 milhão no Pronatec. Entregamos 808 km de rodovias, tanto por meio de obras públicas como pelas concessões privadas. Autorizamos dez terminais portuários privados, concedemos e modernizamos aeroportos. Ampliamos a oferta de energia em 5.070 MW.
É hora de viabilizar o crescimento. O plano de concessões em infraestrutura já é uma realidade. Os leilões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias vão impulsionar a nossa economia e contribuirão para a geração de empregos. Não vamos parar por aí.
É importante ressaltar que em 2015 as instituições da nossa democracia foram exigidas como nunca e responderam às suas responsabilidades, preservando a estabilidade institucional do Brasil.
Todos esses sinais me dão a certeza de que teremos um 2016 melhor. Mesmo injustamente questionada pela tentativa de impeachment, não alimento mágoas nem rancores. O governo fará de 2016 um ano de diálogo com todos os que desejam construir uma realidade melhor.
O Brasil é maior do que os interesses individuais e de grupos. Por isso, quero me empenhar para o que é essencial: um Brasil forte para todo o povo brasileiro.
DILMA ROUSSEFF, 68, é presidente da República 

Me dê motivo - NELSON MOTTA


Sarney fez o diabo para conseguir mais um ano de mandato e ganhou o quê? Mais 365 dias para ser desmoralizado, humilhado e execrado


Os números do Ibope são contundentes: 67% dos brasileiros querem o impeachment de Dilma. Não sabem bem por qual motivo, mas querem vê-la fora do governo. Lula chegou até a culpar o machismo pela impopularidade da presidenta, mas são justamente as mulheres, 70%, contra 65% dos homens, que mais desejam o seu afastamento.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, são 75% que querem Dilma longe do palácio. E pior: entre os pobres, que ganham até um salário-mínimo, tradicional clientela eleitoral petista, 68% apoiam o impeachment. Mais até do que os ricos, que ganham acima de cinco salários: só 66% deles são pró-impeachment.

São mais de dois terços dos brasileiros, cerca de 130 milhões de cidadãos, que querem o impeachment, enquanto pouco menos de um terço é contra. Uma maioria avassaladora e qualificada, que, se representada no Congresso, tem poder até para mudar a Constituição.

Com as mesmas intolerância e radicalismo que agora o atingem, o PT pediu o impeachment de Sarney, Itamar Franco e Fernando Henrique no Congresso. Perdeu os três, e acabou contribuindo para os adversários ganharem uma sobrevida e se fortalecerem na reafirmação de sua legitimidade.

É o melhor que pode acontecer a Dilma. Ser processada pelo Congresso e absolvida por uma maioria, que não garante apoio a seu governo e a faz refém dos seus salvadores. E continuará ladeira abaixo como um Sarney sem jaquetão. Sarney fez o diabo para conseguir cinco anos de mandato e ganhou o quê? Mais 365 dias para ser desmoralizado, humilhado, desprezado e execrado.

Todos já sabem que os maiores beneficiários de um improvável impeachment seriam Lula e o PT, que se livrariam de Dilma, passariam à oposição como vítimas de um golpe “da direita”, e iriam até 2018 gritando contra a crise que deixaram e prometendo redenção.

Muita gente é contra o impeachment, não por amor a Dilma, mas pelos mesmos motivos de Fernanda Torres: “porque livrará o PT da responsabilidade pela atual crise e, só atravessando a fase aguda da infecção, com todos os envolvidos presentes, ganharemos imunidade contra o populismo de esquerda e o oportunismo de direita.”

Charge de hoje - Jornal do Commercio (Miguel)


MANCHETES

Maranhão
Jornal Pequeno: Especulação no Distrito Industrial deu prejuízo de R$ 500 milhões ao MA
O Estado do MA: 2016 começa com mudanças na saúde e nas leis de trânsito
O Imparcial: 50% de desconto no IPVA
Regional
Diário do Pará: 2016  Que tudo se realize
Meio Norte: Piauí fecha 2015 com aumento de renda e PIB
Nacional
Folha: Brasil pode perder até 2,2 milhões de vagas formais neste ano
O Estadão: Governo ibera mais verba para parlamentares
O Globo: Um reveillon de desafios








Um passeio fotográfico por Paraty (RJ)