terça-feira, 2 de abril de 2013

MANCHETES DOS JORNAIS


Estado
O Estado do MA:Barreiras multaram 10 mil em dois meses em São Luís
O Imparcial:Drama na família Cutrim
Região
Jornal do Commercio:Domésticas já terão hora extra amanhã
Meio-Norte:Produção de gás no PI já começa em agosto
O Povo:Carta à presidenta
Nacional
Correio Braziliense:Rendeu no shopping e matou no parque
Estadão:MPF abre 6 investigações após denúncias de Valério
Estado de Minas:Nosso pesadelo
Folha:
Dilma devolve ministério a partido alvo de ‘faxina’
O Globo:Inflação sob pressão – Remédio já é distribuído com reajuste de até 6,3%
Valor:Espera de novo código bloqueia a mineração
Zero Hora:Procura-se um matador

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dono de hotel em Tutóia faz grupo de turistas passar momentos de pavor

    Um grupo de mulheres procedentes de São Luís passou momentos de pavor na MA-034  na manhã de Sábado de Aleluia entre o município de Tutóia e Araioses. Eram turistas que passavam o feriadão na cidade de Tutóia, portal de entrada do Delta das Américas,no Maranhão.
    Nas primeiras horas de sábado, as mulheres deixaram o hotel Tremembés, onde estava hospedadas desde a quinta-feira no centro de Tutóia, por volta das 5h30 da manhã, e entregaram as chaves dos apartamentos ao funcionário de plantão. 
    Iniciaram a viagem pela MA, que dá acesso à MA- 345, que liga o Maranhão ao Piauí. Menos de 30 minutos de viagem depois, um veículo em alta velocidade interceptou o carro em que as mulheres viajavam. 
    Segundo relatou uma das mulheres, a ação foi tão rápida e inesperada que a condutora não teve como desviar. Na abordagem, quatro homens desceram do carro e se dirigiram até elas. Um dos homens se postou durante todo o período da abordagem com as mãos para trás, insinuando trazer consigo uma arma.
    Um dos homens que não se identificou na abordagem seria o proprietário do hotel em que elas estavam hospedadas. Este se dirigiu à condutora e questionou-a sobre seu destino àquela hora. Ela explicou que estava indo até a cidade de Parnaíba, no Piauí, para realizar um passeio pelo Delta do Parnaíba. Segundo  ela o funcionário do hotel tinha conhecimento sobre o passeio, avisado na noite anterior pelas turistas.
    Segundo as turistas, o proprietário do hotel chegou a manifestar desconfiança em relação ao passeio. "Ele nos abordou achando que estavam em fuga para não pagar a diária do hotel. Isso é um absurdo, pois o funcionário nos viu sair sem nossas bagagens e a ele foi entregue as chaves dos apartamentos. Teria sido esse funcionário que ligou para o proprietário nos apontando como tendo intenção de não pagar a conta", contou uma das mulheres do grupo.  "Pensamos que se tratava de um assalto. Não empreendi fugo pois fui tracada".
    Só depois das explicações sobre o que estava acontecendo é que o proprietário permitiu que elas seguissem viagem.

E a casa ficou grande - JOSÉ HENRIQUE MARIANTE

SÃO PAULO - A professora de direito do trabalho explica que o Congresso foi populista e que a relação entre patrão e empregada doméstica tem que ser diferente das demais. A lógica é que o lucro, a mais-valia marxista, inexiste como objetivo em tal relação. Assim, por natureza, precisa ser regida de outra forma.

Mas, se não há lucro nessa relação, por que investimos nisso? Por que doamos parte do salário, uma fração da casa e, vá lá, aquele cozido que sobrou, muito bom, mas que ninguém vai comer? Provavelmente porque não queremos limpar o banheiro, porque alguém precisa ficar com as crianças, porque fizemos a conta e, dada a diferença entre o que ganhamos por uma hora de trabalho versus o que pagamos para elas pela mesma hora, vale a pena. Não há lucro?

Se há, ele está minguando no bolso da classe média, a original, não a que se forma à força com crédito e consumo neste momento. Essa estreita faixa de gente, mais educada e esclarecida, sempre ansiou por um país mais justo, moderno e melhor. Esse dia chegou, só que de maneira bem diversa da imaginada.

Antes sozinha no elevador e capaz de, com alguma sorte, alcançar o botão do andar de cima, a classe média se viu de repente cercada de gente na cabine. Sem forças para atravessar a multidão e descer no andar desejado. Às vezes com chance de descer apenas no de baixo.

O Brasil atual é especialmente cruel para essa turma. O aclamado pleno emprego é uma ameaça, as linhas de financiamento não se encaixam, o dinheiro no banco vira pó. E, cada vez mais distante do antes visível mundo dos ricos, que agora prefere "mirar" a classe C, vê-se imaginando como será viver nesse universo que causa ojeriza. Que lota aeroportos e hospitais privados antes vazios, que tem crédito para comprar carro e não sabe dirigir, que tem cota na universidade. Que vota.

Acostume-se. Invista no detergente mais caro, que não estraga as mãos.

Cidades do Maranhão que aniversariam em abril


Dia 5 – Timbiras

Dia 6 – Rosário

Dia 8 – Coroatá

Dia 10 – Colinas/Parnarama

Dia 12 – São Félix de Balsas

Dia 16 – Codó/Santa Quitéria do Maranhão

Dia 17 – Bacabal

Dia 19 – Vitória do Mearim

Dia 27 – Pedreiras

Dia 28 – Morros

Dia 29 – Grajaú/Riachão

Na Coluna do CLAUDIO HUMBERTO

Xadrez ministerial

De olho em aumentar espaço na Esplanada, o PMDB articula para transferir o ministro do Turismo, Gastão Vieira (MA), para a Ciência e Tecnologia, hoje comandada por técnico. Já o Turismo iria para o PTB.

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA:Madrugada de chuva causa danos em São Luís
O Imparcial: Adutora rompe mais uma vez e cidade fica três dias sem água
Região
Jornal do Commercio:Santa vence e é líder
Meio-Norte:Acidentes de trânsito matam 17 no feriadão
O Povo:Dilma vai anunciar crédito e deve suspender dívida
Nacional
Correio Braziliense:Polícia aposta em vídeo para desvendar crime
Estadão:Inflação é maior para quem ganha até 2,5 salários
Estado de Minas:Nem comida mata a fome do dragão
Folha:Aluno de matemática 
piora do 5º para 9º ano
O Globo:Fim da regalia – CNJ ordena que cartório biônico tenha concurso
Valor: Dez grupos têm um terço da nova fronteira da soja
Zero Hora:Medo e mistério – Assassinatos de taxistas desafiam polícia gaúcha

domingo, 31 de março de 2013

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA:Desrespeitar leis é habitual em São Luís
Região
Jornal do Commercio:BR 232 aquece economia
Meio-Norte:Firmino prioriza saúde e mobilidade urbana
O Povo:Copa 2014 - É possível driblar as restrições da Fifa?
Nacional
Correio Braziliense:O que mudará com a PEC das domésticas
Estadão:Estados empregam 105 mil funcionários sem concurso
Estado de Minas:O início do fim
Folha:Raio pode, sim, causar apagão, diz operador
O Globo:Cartórios privados omitem faturamento bilionário
Zero Hora:Três taxistas são mortos em Porto Alegre

Um novo pessoal do Ceará?

 
BEM DISTANTE DA geração que levou a música cearense para fora do Estado, um novo time de artistas busca espaço para difundir seus trabalhos. A convite do Vida & Arte Cultura, alguns representantes dessa nova cena mostram como é fazer música em Fortaleza
E já se vão 40 anos desde que a gravadora CBS botou nas prateleiras o LP Meu corpo minha embalagem todo gasto na viagem, mais conhecido como Pessoal do Ceará. Marco de uma produção local que começava a se pulverizar pelo País, foi ele quem deu nome a uma geração de artistas que contava com gente do calibre de Raimundo Fagner, Belchior, Ednardo e alguns outros. Tão forte é a obra e a história desses artistas, que, ainda hoje, é deles que a maioria do público lembra quando se fala em música cearense.
    No entanto, bem distante desses ídolos, uma nova geração de músicos surgiu no Ceará mantendo a veia autoral aberta. São artistas que nasceram num cenário pós “monopólio das gravadoras” e que contam com a tecnologia, as amizades e os próprios esforços para manter suas artes vivas e disponíveis para o público. Do erudito ao rock, passando por muitos outros estilos, a música cearense foi ganhando novas cores e estilos, se atualizando e sobrevivendo às intempéries de um mercado cada vez mais incerto. Nesse novo quadro, que não é exclusividade do Ceará, se o trabalho independente pode garantir mais liberdade criativa, exige, por outro lado, que os artistas assumam também o posto de produtores, empresários, roadies, entre outros.
    Para explicar como é fazer música atualmente no Ceará, o Vida & Arte Cultura convidou cinco novos compositores cearenses para um bate-papo no foyer do Theatro José de Alencar. Por cerca de uma hora, Caio Castelo, Oscar Arruda, Natasha Faria, Ayrton Pessoa e Gustavo Portela discorreram sobre as dificuldades de manter uma agenda de shows, gravações e projetos. Longe de representar todos os estilos e opiniões sobre o fazer música, os nomes apresentados aqui acumulam diferentes experiências nesse mercado. Num clima de “caos organizado”, as ideias e opiniões foram brotando numa conversa marcada pela informalidade, que começou justamente pela ligação desta nova geração com aqueles dos anos 1970.
Diálogo musical
Apesar da admiração geral pelos trabalhos de Fagner, Ednardo e Belchior (estes três principalmente), o que se faz por aqui hoje em dia parte de outras raízes. “Onde eu tive mais influência foi no Massafeira (coletivo, 1980). Dá pra viajar num monte de coisa dali. Mas eu ouvia mais as coisas de fora”, revela Caio Castelo. “Ouvi muito o Orós (Fagner, 1977), o Soro (Fagner, 1977), mas não vejo muita relação estética com essa (nova) geração”, afirma Oscar Arruda, mantendo o tom e lembrando que se aproximou mais musicalmente desses artistas depois de passar quase dez anos morando fora do Ceará. “Tenho mais admiração pelos músicos, como o Cristiano Pinho, Adelson Viana ou o Lu de Souza”, acrescenta Gustavo Portela.
    Longe de qualquer tipo de apadrinhamento por parte dos mais famosos, quem quase se aproximou de algum deles foi Ayrton Pessoa, que chegou a cogitar um disco produzido por Ednardo, quando integrava o grupo Argonautas. “Não tive nenhuma influência direta deles. Talvez do Eugênio Leandro. E o engraçado é que já teve algumas pessoas que disseram ‘você tem que mostrar essa música pro Fagner’”, comenta Ayrton Pessoa. Já Natasha Faria vasculhou a história musical da geração setentista para montar o show Canções do Exílio, que ao lado do músico Moacir Bedê. “Mas, nesse caso, é uma homenagem que nós fazemos. Não é algo autoral”, explica.
Onde tocar
Apesar dos caminhos abertos décadas atrás, o cenário atual impõe fortes barreiras para quem quer manter uma carreira autoral. “Todo mundo depende de um circuito institucional. São os eventos da prefeitura, os editais, o Dragão do Mar. Não existe um mercado privado que sustente a cena”, aponta Gustavo Portela. “Tem o Órbita, que abre um projeto para o trabalho autoral. Já que o território é de desertificação cultural, eu valorizo isso”, acrescenta Oscar.
    Outros espaços foram citados, como o Salão das Ilusões, que abre espaço para trabalhos alternativos. No entanto, dificuldades com divulgação e formação de público acabam tornando o show pouco ou nada rentável. Outro fator que faz parte da cena é que boa parte dos estabelecimentos prefere apostar em bandas cover (que se dedicam a reproduzir outras bandas). “Nosso alcance é limitado. A gente vive um contexto onde a música é muito mais entretenimento do que arte. O espaço que fica para a apreciação é muito pequeno”, lamenta Oscar.
Financiamento
Quando o assunto é o financiamento para essa produção, os editais são o caminho mais comum, mas que também traz seus problemas. “O grande exemplo é o edital da Caixa (Cultural), onde você tem que competir com gente como o Alceu Valença. Isso é ridículo”, comenta Natasha Faria, acrescentando que a instituição coloca todas as linguagens artísticas, e todos os artistas, concorrendo numa mesma categoria.
    Outros problemas recorrentes nos editais se referem ao atraso nos pagamentos, falta de divulgação das atividades, descontinuidade ou o baixo valor oferecido nos prêmios. “O edital não sai no dia que é pra sair, fica de pagar e não paga, fica de divulgar e não divulga”, diz Caio Castelo. E Gustavo Portela acrescenta: “As assessorias de comunicação do Estado e da Prefeitura são insuficientes e você acaba tendo que ter o próprio assessor para divulgar o show. O que representa mais custo. No fim, você não vive do trabalho autoral. Você precisa trabalhar (em outras áreas) para sustentar o trabalho de música”.
Oscar Arruda, inclusive chegou a tentar financiar seu novo disco, o recente Revolução (2012), via Edital, mas não foi aprovado. Acabou bancando toda a produção do próprio bolso. “Foi até melhor não ter sido aprovado. Talvez, ainda estivesse esperando a grana sair”, explica.
Produção
Para além das dificuldades de trabalhar com música, a produção autoral continua efervescente sob vários aspectos. É grande a variedade de estilos explorados e a qualidade vem acompanhando esse crescimento. “Apesar dessas dificuldades estruturais, a produção musical tem melhorado, tanto do ponto de vista técnico como estético. A gente tem dificuldades é de acesso aos canais nacionais. Esse passo além, para acontecer num cenário maior, ainda é um problema”, diz Oscar Arruda, que aponta a falta de produtores executivos como um gargalo. “É muito difícil agenciar shows pra fora. Essa coisa da produção independente te coloca desafios imensos”.
    O Carnaval, que ganhou um impulso forte nos últimos anos, também ajudou a mexer com a cena musical. Mesmo os artista que não são diretamente ligados às marchinhas, sambas ou maracatus, podem dar um jeito de se beneficiar da movimentação que período momino gera. É o que pondera Natasha Faria, que esse ano integrou o bloco As Gata Pira, ao lado de um grupo que incluía, entre outros, as cantoras Paula Tesser e Soledad Brandão.
Acesso ao público
Problemas urbanos quase nunca são citados como algo que interfere na vida cultural. No entanto, problemas com transporte público, estacionamentos e segurança muitas vezes impedem o público de se aventurar a sair de casa. “O público está aberto aos novos artistas à medida que ele sai de casa”, adianta Ayrton Pessoa. O lado bomSegundo os convidados da reportagem, a proximidade com os outros artistas cearenses é um incentivador para continuar. “É aqui onde eu sinto mais vitalidade para criar. Tenho muitos parceiros, muitos músicos bons e a identidade desse lugar, de fazer a nossa música”, explica Oscar.
    “Tem essa efervescência que é empolgante. Por haver essa identidade, os caminhos estão se construindo”, acrescenta Caio Castelo. “O tempo vai melhorando e, com isso, você vai tendo mais respeito. O tempo de estrada também te faz crescer e algumas coisas vão ficando mais fáceis”, segue Gustavo Portela. “Apesar dessas coisas que foram ditas, eu sinto que, em tudo que eu fiz, tive sucesso”, comenta Ayrton Pessoa.
Saiba mais
As capas e o cadernoO Vida & Arte Cultura convidou Oscar, Ayrton, Caio, Natasha e Gustavo a interpretarem capas marcantes da história da música cearense. O resultado ilustra esta e as páginas a seguir. No entanto, sob nenhum aspecto, essa “brincadeira gráfica” deve ser interpretada como uma influência direta do trabalho de um no outro. As heranças, eles contam ao longo do caderno
O ORIGINAL
ALUCINAÇÃO BELCHIOR
Na foto ao lado, a bossa do músico Oscar Arruda fazendo as vezes de Belchior na capa do disco de1976 que consagrou o cantor. No repertório, “Apenas Um Rapaz Latino-Americano”, “Como Nossos Pais” e “Velha Roupa Colorida”, entre outras.

quinta-feira, 28 de março de 2013

NA COLUNA DO CLAUDIO HUMBERTO

PODER SEM PUDOR

ALÉM DA FRONTEIRA

Durante a campanha de 1989, em viagem para ganhar "envergadura internacional", Lula chegou a Lisboa sem agendar encontros com autoridades como Mário Soares, o simpático presidente socialista, que contou a história a um ex-embaixador do Brasil. Ele estava na Estremadura portuguesa, pertinho da cidade espanhola de Badajoz, mas, informado da visita de Lula, o solícito Soares telefonou-lhe para as boas-vindas: "Estou cá na fronteira, ó pá!"

- Fronteira com que país? - perguntou-lhe Lula.

Mário Soares desistiu de sacrificar a agenda para ver Lula. Diz ter ficado chocado com o fato de o candidato a presidente do Brasil ignorar a lição primária de geografia: Portugal só faz fronteira com a Espanha. E o mar.

CHARGE DO DIA - Miguel


MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA:Acidente mata três pessoas da mesma família na BR-222
Região
Jornal do Commercio:Lei da doméstica prevista para 90 dias
Meio-Norte:Indústria de lata traz R$ 200 mi para capital
O Povo:Assassinatos crescem 25% em fevereiro
Nacional
Correio Braziliense:Patrões de domésticas vão ter compensações
Estadão:Dilma vê manipulação em crítica à fala sobre inflação
Estado de Minas:Lei das domésticas: Perguntas sem resposta
Folha:Frase de Dilma sobre inflação afeta mercado
O Globo:Sem prazo para o Engenhão: Rio só terá grande estádio com Maracanã
Valor:Inflação ameaça menos, mas ainda provoca tensão
Zero Hora:Aumento do dólar faz aluguel do mês subir

quarta-feira, 27 de março de 2013

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
O Estado do MA:Publicado o edital do concurso para AL
Região
Jornal do Commercio:Aeroporto e metrô ligados até agosto
Meio-Norte:Piauí está livre de aftosa após 10 anos
O Povo:Bilhete único terá recopnhecimento facial contra fraude
Nacional
Correio Braziliense:Brasil aprova, enfim, a segunda abolição
Estadão:PSC ignora pressões e Feliciano fica em comissão
Estado de Minas:Eles nos venceram
Folha:Domésticas passam a ter direito a FGTS e hora extra
O Globo:Imagina na Copa: Falha fecha Engenhão e Rio fica sem estádio
Valor:“Prioridade em todos os Estados é reeleger Dilma”
Zero Hora:Nova lei das domésticas entra em vigor no dia 2

terça-feira, 26 de março de 2013

NA COLUNA ESPLANADA


‘Guardião’ é o motivo da briga entre Polícia e MP

Por Leandro
O sistema Guardião, software de alta tecnologia que grampeia centenas de linhas simultaneamente, é o cerne da guerra entre procuradores e delegados sobre a PEC 37, que tira do Ministério Público competência para investigações criminais e os restringe às polícias. Há suspeitas de que, além das Polícias Civil e Federal, MPs estaduais já usem o sistema. Em maratona pelos estados, os delegados falam abertamente sobre a preocupação do uso descontrolado. A catarinense Dígitro, já procurada anteriormente pela coluna, sempre negou que tenha negociado com entidades que não fosse a Polícia.
OS FEDERAIS. O Sistema Guardião, já usado pela PF, vale milhões de reais. O autor da PEC é o deputado ex-delegado federal Lourival Mendes (PTdoB-MA).
FOGO AMIGO. Em críticas veladas, delegados da PF têm criticado seguidos vazamentos de importantes inquéritos. Sempre apontam como responsáveis os procuradores.
É FESTA. Mendes frisa que o MP poderá ‘acompanhar o processo de investigação’, mas não realizá-lo. Políticos alvos de MPs comemoram, e aceleram a tramitação no Congresso.
MARATONA DO COLDRE. Integrantes da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil têm percorrido os estados para detalhar e defender proposta junto à sociedade. A última parada foi Macapá (AP).


Legenda para o Conselho Estadual de Cultural

    Tanta importância tem o Conselho Estadual de cultura que fica bem apenas na foto. Empossado nesta segunda-feira, 25, pelo vice-governador  Washington Oliveira e pela secretária de Cultura, Olga Simão, o tal conselho "que vai contribuir para a formulação da política estadual de cultura" é de tamanha impor`ância que a Secretaria de Estado da Comunicação não se importou nem em cita um nome sequer de algum integrante.
     Na foto os conselheiros emolduraram o deputado estadual Roberto Costa, espécie de secretário adjunto da Secma, o  governador em exercício e a secretária  Olga Simão, com direito à participação luxuosa da consultora da Secma e chefe da assessoria da Ufma, Ester Marques, e da superintente de imprensa da Secom, Selma Figueiredo.

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Jornal Pequeno:Matéria especial do JP sobre a refinaria repercute na AL
O Estado do MA:MPF propõe ação contra a prefeitura por risco a voos
O Imparcial: Concurso do Banco Central oferece salários de até R$ 14 mil
Região
Jornal do Commercio:Menos água nas barragens
Meio-Norte:Justiça manda servidor voltar ao trabalho já
O Povo:Histórias de quem lida com a violência
Nacional
Correio Braziliense:Lei das domésticas vai abrir embate judicial
Estadão:Ao lado de Campos, Dilma cobra ‘aliado comprometido’
Estado de Minas:Epidemia – Diante do avanço da dengue, autoridades de Saúde do estado e de BH já admitem quadro crítico
Folha:Não se dirige o país só, diz Dilma em ato com Campos
O Globo:Fantasma europeu – Emergentes criam fundo de US$ 100 bi contra crise
Valor:Liminares impõem perdas a bancos no consignado
Zero Hora:Senado deve aprovar hoje direitos para domésticas

segunda-feira, 25 de março de 2013

Costa Ferreira e Chico Escórcio são campeões no ranking dos "deputados-cabides"

    A atual legislatura da Câmara Federal tem 76 suplentes no exercício do mandato. Somam 15% da casa formada por 513 deputados federais eleitos em 3 de outubro de 2010. Dois parlamentares maranhenses estão na lista dos "suplentes profissionais" ou "deputados-cabides", aqueles que assumem graças a negociações partidárias e brechas jurídicas. Segundo levantamento do portal IG são 16 nomes nesta categoria.
    Segundo colocado no ranking dos suplentes, superando o campeão Valdir Colatto (PMDB-SC), Costa Ferreira (do mesmo partido de Marco Feliciano) com três mandatos adquiridos na condição de suplente. Eleito deputado em 1986 e 1990, voltou à Câmara em setgembro de 20111 com 51 mil votos.
    Ferreira faz parte do grupo Sarney e passou pela Arena, PDS, PFL, PP, e breve passagem pelo PMDB antes de chegar ao PSC. Sem mandato, no terceiro mandato de Roseana Sarney como governadora, o advogado evangélico comandou a Secretaria de Desenvolvimento Social, SEDES.
    Na segunda suplência consecutiva, Francisco Escórcio (PMDB), entrou na Câmara pelas mãos da justiça em 2011. Com pouco mais de dois mil votos conquistados a mais que Ferreira, contra o qual brigou pela vaga do partido em detrimento à coligação que deu sustentação à eleição de Roseana Sarney. Escórcio está no lugar do secretário de Estado de Educação, Pedro Fernandes (PTB), pelo critério da suplência pela coligação, contestada o caso de Costa Ferreira.
    Escórcio nasceu para a política como suplente. Assumiu mandato de senador em1996, 1997, 2000 e 2002. Foi assessor especial da presidência do Senado em 2007, indicado pelo então presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). Sua passagem mais fulgurante no cargo foiapontado como responsável pela instalação de um suposto esquema de espionagem contra inimigos de Renan. A arapongagem não foi provada e acabou esquecida depois que o alagoano renunciou à presidência da principal Casa do Congresso Nacional, à qual voltou em 2013.

Domingos Dutra desmente Marco Feliciano para VEJA

    Em resposta à matéria publicada na Revista Veja, no último dia 20, o deputado Domingos Dutra (PT/MA) rebateu as acusações do Deputado Marco Feliciano (PSC/SP) que mentiu ao declarar que Dutra teria feito acordo e teatro ao renunciar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.
    No oficio enviado ao editor da Veja, Roberto Civita, o parlamentar esclarece que não manteve contato com o Deputado Marco Feliciano, antes nem após sua renúncia à presidência da CDHM, ocorrida no dia 7/03. “Meu gesto de renunciar foi em protesto pela realização de uma eleição para presidência da CDHM as portas fechadas, com barreiras nos corredores da Câmara e com a polícia legislativa impedindo o acesso da população à Comissão”, esclareceu o parlamentar.

Enchente adia entrega da Biblioteca Pública Benedito Leite

    Um alagamento na parte inferior ocorrido em fevereiro teria adiado a inauguração da Biblioteca Pública Benedito Leite. A água teria atingido parte das obras transferidas do prédio onde funcionou provisoriamente o órgão da Secretaria de Estado da Cultura.
   A Benedito Leite definitivamente não está entre as prioridades do governo do estado.Próximo a completar quatro anos de portas fechadas, a BPBL caminha para o esquecimento. Uma parcela dos transeuntes que passa em frente ao prédio desconhece sua serventia.
    No início de março, a Secma chegou a anunciar uma programação que marcaria a reabertura das portas do órgão para o público.Porém, a ex-secretária particicular da governadora, Olga Simão, tratou de adiar o evento por falta de espaço na agenda da governadora.
    O material atingido pelas águas, parte do arquivo, estava ainda encaixotado, após a transferência do prédio na rua do Egito, sede provisória da BPBL, para o prédio da Praça Deodoro.  

   



Sarney articula imortalidade de FHC

Caminho da imortalidade
FHC e Sarney: os ex estarão juntos na ABL?
    A disputa pela vaga na Academia Brasileira de Letras aberta com a morte de João de Scantimburgo teve suas articulações iniciais num almoço no paulistano La Casserole, na quinta-feira. À mesa, Nélida Piñon, FHC, José Sarney e mais quatro pessoas.
    No meio do almoço, Nélida foi avisada, por celular, que Scantimburgo morrera. Ato contínuo, avisou Sarney, que puxou FHC e ela num canto. Sarney convidou, ali mesmo, FHC a candidatar-se.
    Nélida pediu um “de acordo” de FHC para que ela e Sarney pudessem levar o assunto  aos outros acadêmicos. A dupla recebeu o o.k.
    Nos dois dias em que se seguiram ao almoço em São Paulo, a movimentação foi intensa. FHC já conta com votos de grandes eleitores da ABL. Eduardo Portella, por exemplo, que estava com outro possível pretendente – Carlos Guilherme Motta – converteu-se ao ex-presidente.
    FHC teria, já garantidos, os votos de Celso Lafer, Paulo Coelho, Merval Pereira, Geraldo Hollanda Cavalcanti, Antônio Carlos Secchin, Sergio Paulo Rouanet, Alberto da Costa e Silva, Sábato Magaldi, Hélio Jaguaribe, Marcos Villaça e José Murillo de Carvalho.
    FHC quer ser candidato – ou melhor, quer ser imortal. Mas só entrará na briga com a certeza da vitória. Não quer, a essa altura da vida, entrar numa disputa como essa para perder. Não quer repetir JK. Até quinta-feira, avaliará esses apoios.
    Salvo alguma surpresa de última hora, a cadeira será oficialmente declarada vaga na quarta-feira e, em seguida, chega à ABL uma carta de FHC assumindo a candidatura.
    Em resumo, o pai da candidatura de FHC acabou sendo Sarney com quem esteve praticamente rompido a partir do final do seu governo. O motivo foi a ação da PF que resultou na implosão da candidatura de Roseana Sarney à presidência.
Lauro Martins, do Radar On-lina de VEJA

MANCHETES DOS JORNAIS

Estado
Aqui-MA:Banho de sangue
O Estado do MA:Jovem é morto com 15 facadas
Região
Jornal do Commercio:Tentando fazer diferente
Meio-Norte:Pai abusava e mata a garota por cíúme
O Povo:Açude abastece Porto:população vive do carro-pipa
Nacional
Correio Braziliense:Inadimplência no Pró-DF chega a 68%
Estadão:Mesmo com safra recorde, inflação de alimentos resiste
Estado de Minas:Empregado em casa será artigo de luxo
Folha:Cota não atrai aluno da rede pública a vestibular
O Globo:Benefício fiscal – Deputados incluem armas em pacote de desonerações
Valor:Empresas divergem sobre a desoneração de salários
Zero Hora:Lei da transparência a passos lentos no RS