sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

NOS JORNAIS

 Senadora Eliziane admite fim da 'bancada da chupeta' no Senado


 Mais de 200% de aumento no botijão de gás

Mais de 13 mil CPFs suspenso no Estado


 Pneumonia exige nova medicação para Bolsonaro

 Um terço das escolas será em tempo integral

 GDF propõe fim do passe ivre somente para ensino privado

 Militares aceitam regras mais duras na sua Previdência

  Pneumonia estica estada de Bolsonaro em hospital

 Despreparo total - Temporal que deixou 6 matou expõe falhas da prefeitura

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

NOS JORNAIS

 Reforma previdenciária não pode prejudicar os mais pobres, afirma Dino em reunião com governadores


 

Mais assalto a ônibus na Ilha


 Idade filhos e muito mais no debate da Previdência

 Ibma nega licenciamento para usina de urânio

 GDF e Cãmara estudam mudança no passe livre

Lula é condenado a 12 anos e 11 meses por sitio em Atibaia

  Lula é condenado a 12 anos por currupção em sítio de Atibaia

 Troca de e-mails mostra que Vale sabia de risco da barragem

Bruno Boghossian - Bancada evangélica no Congresso testa seu poder sob Bolsonaro

O homem que circula na Câmara com uma Bíblia erguida no ar é o deputado federal mais votado da Bahia. Não se sabe o que levou 323 mil pessoas a escolherem o Pastor Sargento Isidório (Avante), mas ele achou que a prioridade de seu mandato deveria ser um projeto para classificar o livro sagrado cristão como patrimônio da humanidade.
A ala folclórica da frente evangélica é uma peça de marketing. Por trás de personagens excêntricos, porém, estão grupos que desenvolveram uma atuação unificada para mudar leis e, principalmente, barrar propostas que entrem em choque com princípios conservadores.
bancada da Bíblia agora pretende testar seu poder sob um presidente que usa o slogan “Deus acima de todos” e que nomeou como ministra uma pastora que faz questão de destacar que é “terrivelmente cristã”.


Na estreia do Congresso, um deputado se aventurou a sugerir a proibição da venda e da distribuição da pílula do dia seguinte e do dispositivo intrauterino conhecido como DIU.

Márcio Labre (PSL) queria igualar o uso de contraceptivos ao aborto e dizia contar “com a proteção de Deus” para a proposta. Seria um retrocesso de décadas na saúde pública. Depois, ele alegou que o texto não estava finalizado e retirou o projeto.
O viés religioso do novo governo dá fôlego a esses grupos. Jair Bolsonaro chegou ao Planalto com respaldo em massa de eleitores evangélicos. Ele precisará fazer algumas entregas para agradá-los.
O avanço dessas pautas enfrentará algumas resistências internas. Ministros de Bolsonaro já disseram que a agenda conservadora ficará em segundo plano e que a prioridade é a reforma da Previdência.
Em entrevista ao jornal O Globo, o vice-presidente Hamilton Mourão chegou a declarar que o aborto deve ser uma decisão da mulher. O deputado Otoni de Paula (PSC), da bancada evangélica, fez um discurso para ameaçá-lo. “Defenda a vida e o Deus do céu te abençoará. Defenda a morte dos inocentes e esse mesmo Deus te arrancará desse lugar!”
Bruno Boghossian
Jornalista, foi repórter da Sucursal de Brasília. É mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

NOS JORNAIS

 Com ministro e fovernadores Flávio Dino defenderá ações para politicas públicas no Maranhão


 TCU suspende obras de duplicação na BR-135

Cinco mulheres mortas este ano


 Maia estima reforma da Previdència até maio

 Theophilo diz que sai Camilo diz que fica SSPDS diz que ngocia

 "Previdência é a prioridade número 1,2 e 3 do governo"

Reforma divide govern; Guedes quer poupar R$ 1 tri

  Nova Previdência pode ser aprovada na Câmara até maio

 Bebiano: Reforma é mais urgente que pauta conservador

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

NOS JORNAIS

 Othelino destacarespeito à pluralidade e Brandão reafirma compromisso do Governo com Legislativo


 Pacote anticrime altera 14 leis no país

Três fogem da Funac em menos de 72 horas


 Moro declara guerra às facções

 Os pilares do governo Bolsonaro são propostos

 Projeto acaba com passe livre estudantil

 Guedes finaliza proposta ambiciosa para Previdência

  São Paulo tem mais 6 pontes com estrutura comprometida

 Pacote de Moro endurece penas para crime organizado e currupção

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

O Antagonista - A relação entre Alcolumbre e Sarney

Davi Alcolumbre, Davi Alcolumbre, o novo presidente do Senado, cresceu sob a sombra de José Sarney.
Caio Junqueira, na Crusoé, conta que durante o governo Lula, Davi conseguiu com o apoio de Sarney emplacar duas cunhadas na Superintendência do Patrimônio da União do Amapá.o novo presidente do Senado, cresceu sob a sombra de José Sarney.
Caio Junqueira, na Crusoé, conta que durante o governo Lula, Davi conseguiu com o apoio de Sarney emplacar duas cunhadas na Superintendência do Patrimônio da União do Amapá.

NOS JORNAIS

 


 Útimos dias para inscrição no concurso da Câmara

Janeiro violento


 A aposta de Moro para combater a violência

 Uma cidade que volta à rotina

 Governo lança pacote anticrime e acela reformas

 Isenções vão fazer INSS abrir mão de R$ 54 bi no ano

  Ministro deu verbas públicas para candidatura de laranjas

 Apos vitória, governo tenta ampliar apoio a reformas

Estadão - Bolsonaro tem menor base desde Collor

O Congresso que tomou posse na sexta-feira reúne o menor número de parlamentares declaradamente governistas da redemocratização para cá. Na Câmara, a base oficial de Jair Bolsonaro representa 22% das cadeiras, enquanto no Senado não passa de 7% – levando-se em conta as coligações oficiais e os apoios já anunciados. Somados às características pluripartidárias do atual Legislativo, os índices revelam ao menos uma dificuldade matemática para o governo em temas essenciais para o seu sucesso, como a reforma da Previdência. Para aprová-la, Bolsonaro terá de ampliar esse patamar em duas vezes e, segundo avaliação geral, mudar a estratégia de não negociar com partidos.

O alerta foi dado na sexta-feira pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) logo após sua reeleição para mais um mandato à frente da Câmara. Ele criticou a articulação política do governo e, se referindo à reforma da Previdência, disse que “no curto prazo” não há votos suficientes para aprová-la em função da “nova forma de Bolsonaro trabalhar”.

Eleito para a 1.ª Vice-Presidência da Casa, Marcos Pereira também cobrou do governo mais abertura. “Precisamos dialogar para que haja avanço. O governo tem de melhorar o diálogo com o Congresso e os ministros têm que receber os parlamentares”, afirmou anteontem o presidente nacional do PRB ao Estadão/Broadcast.

Mexer na idade mínima exigida para a aposentadoria no País, entre outras alterações projetadas, exigirá do governo uma articulação política capaz de reunir os 308 votos na Câmara e outros 49 no Senado em duas votações cada. Hoje, levando-se em conta sua base oficial, Bolsonaro tem 112 e oito, respectivamente. O índice de apoio é menor até que o obtido por Fernando Collor (veja quadro nesta página).

‘Antissistema’. A estratégia de campanha de Bolsonaro explica os números enxutos. Ele foi para a campanha em voo solo, praticamente sem coligações – fechou aliança apenas com o PRTB do vice-presidente, Hamilton Mourão. Após eleito, manteve o discurso “antissistema” e montou seu Ministério negociando diretamente com os indicados ou frentes temáticas, e não com seus partidos. O resultado disso é que siglas com filiados no governo não se consideram base, caso do DEM e do Novo. E, depois da vitória em segundo turno, apenas o PR se uniu ao bloco governista.

Esse cenário demanda, segundo analistas, uma mudança de estratégia entre o discurso eleitoral e a prática de governo. “Um governo que sai de um patamar de apoio tão pequeno precisa, sim, se preocupar em negociar com os partidos, que têm interesse no Executivo”, disse o cientista político Humberto Dantas. “Mas isso não tem sido feito até agora e o histórico que temos mostra que nenhum governo obtém sucesso dessa forma.”

Professor da FGV-SP, o cientista político Marco Antonio Teixeira lembra que Dilma, apesar da esmagadora maioria que reuniu em 2014, não conseguiu evitar o impeachment dois anos depois. “Se Bolsonaro vencer a primeira batalha no Congresso, que pode ou não ser a reforma da Previdência, tem mais chance de fazer um governo de sucesso. O ponto de partida é ruim pra ele, certamente, mas isso pode e tende a mudar.”

Prioridades. Consideradas prioridades, a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Previdência e o pacote anticorrupção em elaboração pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, servirão como termômetro para a relação do governo Bolsonaro com o Legislativo. Apesar de não começar com uma base ampla de apoio, Bolsonaro deve se beneficiar de algumas das características principais do Legislativo, como a taxa recorde de renovação na Câmara em 20 anos: 47,3%.

A expectativa é de que os novatos tenham postura mais liberal em temas econômicos de interesse de Bolsonaro, votando favoravelmente à reforma previdência e tributária e aos projetos de privatizações e concessões.

De acordo com projeção feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), o governo pode chegar a uma base considerada “consistente” de 256 deputados e 37 senadores. “Quem tem identidade programática similar dará apoio, mas desde que o governo tenha capacidade de coordenação política e um mínimo de calibragem nas reformas, sem prejudicar um ou outro setor. Bolsonaro terá dificuldades se contaminar suas propostas com a agenda cultural que defende”, diz Antônio Augusto de Queiroz, consultor e analista político do Diap.

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSLGO), afirmou ao Estado que o trabalho de aproximação dos líderes partidários está em curso. “Tenho conversado com os líderes, mas eu não tenho entrado no mérito de nenhuma questão até para não contaminar a discussão porque estamos formando a base. Então, pergunto se tem alguma dificuldade de acompanhar a gente nas pautas econômicas. E com os líderes com os quais eu conversei não houve nenhuma resistência.”


“Precisamos dialogar para que haja avanço. O governo tem de melhorar o diálogo com o Congresso e os ministros têm que receber os parlamentares.” Marcos Pereira
DEPUTADO (PRB-SP)

sábado, 2 de fevereiro de 2019

NOS JORNAIS

 Governo e Prefeitura discutem melhorias na mobilidade urbana em São Luís 


 Othelino é eleito por unanimidade

"Tsunami" de lama! Imagens da tragédia chocam


 O Congresso de sempre

 Peleja da água - Quadra chuvosa começa em cenário preocupante

 Em clima de guerra, Senado adia eleição

 Maia diz que governo ainda não tem votos para Previdência
  Com manobra e bate-boca eleição no Senado trava

 Maia é reeleito na Câmara;voto aberto deflagra tumulto no Senado