quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Aprovado pacote do governo que altera a alíquota dos combustíveis e reduz impostos para pequenas empresas e motos


Deputados aprovam "Pacote Anticrise" de Dino

Aumento de ICMS penalizará população

Câmara libera anarquia fiscal nos municípios


 IBGE - 4 milhões de cearenses vivem na pobreza



 

 Bolsonaro planeja fusão de empresas do setor de transporte 

  Câmara muda lei que impõe a cidades teto com servidor

 Previdência gasta com ricos 12 vezes mais do que com pobres

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Trailer do dia - O Grande Circo Místico

O Grande Circo Místico é o 18º longa-metragem de Carlos Diegues, um dos nomes mais importantes da cultura e do cinema brasileiros. Inspirado no poema de Jorge de Lima e com músicas de Chico Buarque e Edu Lobo.

12ª Mostra Cinema e Direitos Humanos - Programação desta quarta (5)

Dia 05/12


HISTÓRIAS DA FOME NO BRASIL

Camilo Tavares | Brasil | 2017 | 52 min
Produtora realizadora: MPC Filmes
Livre

Sinopse:
Histórias da Fome no Brasil mostra uma cronologia da fome no país. Do Brasil Colônia, onde foram plantadas as sementes das desigualdades sociais, até as políticas públicas recentes que culminaram na saída do Brasil, em 2014, do Mapa da Fome divulgado pela ONU, retratamos como se deu o enfrentamento deste mal por parte da sociedade e do governo.

Ficha técnica
Roteiro: Camilo Tavares
Fotografia: Ralf Tambke
Edição: Fernando Vidor


EDUARDO GALEANO VAGAMUNDO

Felipe Nepomuceno | Brasil | 2018 | 70 min
Produtora realizadora: Nepomuceno Filmes
Livre

Sinopse:
Um filme dos abraços, para o maior contador de histórias da América Latina.

Ficha técnica
Roteiro: Felipe Nepomuceno
Fotografia: Breno Cunha, Pedro von Krüger, Lula Carvalho, Guga Millet, Walter Carvalho
Edição: Felipe Nepomuceno
Elenco: Eduardo Galeano, Ricardo Darín, Mia Couto, Paulo José, Francisco Brennand, João Miguel.


ERA UM GAROTO QUE COMO EU AMAVA OS BEATLES E OS ROLLING STONES

Rosana Cacciatore, Elias Norberto da Silva, Juana Morais, José Guntin Rodriguez, Maurício Nunes e Sa | Brasil | 2018 | 25 min
Produtora realizadora: Elias Norberto da Silva e Sandro Livramento
Livre

Sinopse:
Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones é um documentário sobre inclusão, com duração de 25 minutos. Três jovens com deficiência, um deles paralisado cerebral e outros dois autistas, encontram na música uma forma de expressão e interação social. Gabriel, Eduardo e Felipe curtem rock e, por intermédio de uma musico terapeuta e dois psicólogos, que também são músicos, criam uma banda: Os Goiabeiras. O documentário mostra essa experiência musical, e, em especial, seu o caráter inclusivo.

Ficha técnica
Roteiro: Elias Norberto da Silva, Juana Morais, José Guntin Rodriguez, Maurício Nunes e Sandro Livramento
Fotografia: Juana Morais, José Guntin Rodriguez, Maurício Nunes e Rosana Cacciatore
Edição: Maurício Nunes e Rosana Cacciatore
Elenco: Banda "Os Goiabeiras", formada por Bárbara Trelha, Cauê Fantin Dietrich, Diogo de Oliveira Boccardi, Felipe da Silva Fedrizzi, Guilherme Francisco Coronado Rubio Ignácio e Luiz Eduardo Prestes da Silva


NUNCA ME SONHARAM

Cacau Rhoden | Brasil | 2017 | 84 min
Produtora realizadora: Maria Farinha Filmes
Livre

Sinopse:
Os desafios do presente, as expectativas para o futuro e os sonhos de quem vive a realidade do Ensino Médio nas escolas públicas do Brasil. Na voz de estudantes, gestores, professores e especialistas, ‘Nunca me sonharam’ reflete sobre o valor da educação

Ficha técnica
Roteiro: Tetê Cartaxo, André Finotti e Cacau Rhoden
Fotografia: Janice D Avila e Carlos Firmino
Edição: André Finotti
Elenco: Christian Dunker, Renato Janine Ribeiro, Gersem Baniwa, Mel Duarte, Macaé Evaristo, Regina Novaes, Bernadete Gatti, Marcus Vinicius Faustini, Ricardo Paes de Barros, Alemberg Quindins


A RUA É NÓIZ

Eduardo Cunha Souza e Pedro Cela | Brasil | 2018 | 14 min
Produtora realizadora: 202B Filmes
Livre

Sinopse:
A Rua é Noiz é a periferia em cena. É a gente guerreira dos bairros e favelas sob os refletores da luz do sol e da luz da lua, que iluminam a luta dia?ria e rotineira do nosso povo forte. É uma vontade de conhecer a si mesmo, de revelar as identidades dos que moram em cada rua, beco e conjunto habitacional.

Ficha técnica
Roteiro: Eduardo Cunha Souza e Pedro Cela
Fotografia: Pedro Cela
Edição: Eduardo Cunha Souza e Pedro Cela
Elenco: bailarinos e equipe do Instituto Katiana Pena


ENROLADO NA RAIZ

Camila Caracol | Brasil | 2015 | 23 min
Produtora realizadora: Camila Caracol
Livre

Sinopse:
Mulheres negras falam sobre as diferentes formas de violência física e simbólica que o racismo impõe cotidianamente sobre seus corpos.

Ficha técnica
Roteiro: Camila Caracol
Fotografia: Camila Caracol
Edição: Camila Caracol
Elenco: Alda da Silva, Aline Serze Vilaça, Ana Paula Costa, Carla Valéria, Creuza Maria Oliveira, Geruza Menezzes, Juiana Costa, Juliana Rosa, Kayla Lucas França, Marianna Morena, Marina Gabriela, Paula Regina Cordeiro, Raissa Rosa, Simone Moraes, Vanesca Quintana

MANCHETES DO DIA

 Três assaltantes morrerem, dez são presos com armamento pesado e R$ 45 milhões em caminhão-baú


Carga pesada

Governo propõe novo aumento de ICMS

Despesa cresce mais que receita em Pernambuco


 Centro olímpico funciona sem Alvará



 Brasília ganha região metropolitana e mais abertura comercial

 ANS libera troca sem carência para plano de saúde empresarial

  Bolsonaro retende fatiar a reforma da Previdência

Reforma da Previdência deve ser fatiada em 2019

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Pacote anticrise ajusta ICMS de combustível e reduz imposto para microempresa e moto no Maranhão


Pacote anticrise de Dino tributa gasolina e cerveja e isenta microempresa e IPVA de motos


Governo propõe novo aumento de ICMS

Mercado impõe barreira, mas jovem não desiste


 Bandidos clonam celulares para desviar recursos



 Trabalho será dividido entre três ministérios

 Fim da pasta do Trabalho dá a Guedes gestão do FAT e FGTS

  Sob Moro, PF terá reforço para apurar crimes de políticos

Bolsonaro define equipe com 22 ministros

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 


Partido partido - MDB, a última fortaleza de Sarney

Justiça obriga governo a negociar com médicos hoje

Bolsonaro conclui equipe durante esta semana


 Avança articulação em favor de Tasso



 Saúde no DF, um foco de escândalos

 Bombas fiscais ameaçam governadores eleitos

  Medicina da família tem 70% das vagas sem interessados

 Acordo EUA-China deve afetar exportações do Brasil

domingo, 2 de dezembro de 2018

Zé Ramalho ganha musical para comemorar 70 anos


CVC não vende São Luís em pacote de promoções do Natal e Réveillon

     A CVC não incluiu São Luís (MA) entre os destinos com descontos de passagens aéreas para o Natal e Réveillon. Com mais de 10 mil passagens em oferta entre 20 de dezembro e 6 de janeiro de 2019, a maior operadora de turismo do Brasil, com mais de 1.300 lojas espalhadas em território nacional, está vendendo bilhetes de três companhias aéreas: Gol, Latam e Avianca. Entre os destinos, com saída de São Paulo, apenas Caldas Novas (GO) e Foz do Iguaçu (PR) não estão no Nordeste. 

Um tarado em família - Biografia de Carlos Zéfiro, o autor dos 'catecismo'

   
Quem viu na TV a imagem daquele senhor sentado diante de Jô Soares não teria como supor que ali estava um dos homens mais procurados pela ditadura militar. Falando baixo e sempre com frases curtinhas, meio tímido, era difícil imaginar que ele foi capaz de criar um mundo de obscenidades capazes de deixar Alexandre Frota ou Kid Bengala ruborizados. Casado por mais de 50 anos com Montserrat Santos, católica inquestionável, ele desafiou a igreja expondo vergonhas que eram jogadas pra baixo das batinas. Sem dar um tiro, ele fez uma revolução sem precedentes a partir de um quartinho de 4m² construído nos fundos da casa onde morava com a família.
    Pela manhã, seu nome era Alcides de Aguiar Caminha, datiloscopista da Divisão de Imigração do Ministério do Trabalho. À noite era Carlos Zéfiro, pornógrafo que fez fama desenhando quadrinhos de sexo batizados como “catecismos” (por conta da semelhança com os livrinhos usados nas igrejas).
    Essa transformação está descrita em O Deus Da Sacanagem, biografia escrita  pelo jornalista Gonçalo Júnior. O livro lançado pela editora Noir traça uma trajetória que começa nos anos 1920, quando o pai de Alcides foi para o Rio de Janeiro como funcionário da Farmácia Granado.
     E foi na Cidade Maravilhosa, que nasceu, em 25 de setembro de 1921, o homem que tangenciou a fama das mais diversas formas. Por volta dos 12 anos, tentou ser jogador de futebol. Alimentou esperanças quando entrou para a equipe mirim do São Cristovão de Futebol e Regatas (como goleiro), mas acabou dispensado junto com toda a equipe depois de uma campanha fracassada. Depois tentou carreira na música, se inscrevia em concursos de marchinhas, imitava Orlando Silva como poucos e tornou-se parceiro de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito no clássico inabalável A Flor e o Espinho.
    Mas o autor dos versos “tire seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor” é também o autor dos quadrinhos Sonhos Eróticos e Despedida de Uma Solteira. “É uma figura que extrapolou tudo que se poderia imaginar sobre quadrinhos pornográficos. Um maldito, perseguido, nunca preso, mas uma personalidade fundamental para a formação da sexualidade do brasileiro”, defende Gonçalo que começou a pesquisa a partir de uma conversa com Lillian Schwartz. “Ela estava organizando uma exposição no Masp (Histórias da sexualidade) sobre sexualidade nas artes plásticas, quadrinhos. Ela dedicou uma parte importante ao Zéfiro, como um desbravador”.
    E ser um desbravador é o que dá a Zéfiro sua importância histórica. Ele não foi o primeiro a produzir historinhas de sacanagem, nem se sabe o quanto ele vendeu. Mas é certo que o funcionário público, que era um pai conservador, foi o primeiro a criar um alter ego de nome factível e, com ele, assinou uma produção em série. “Antes dele, os catecismos nem tinham autor ou, então, eram nomes fictícios, brincadeiras como Martha T. Chupa, K-Cete ou Paul Nuku. 98% nem eram assinadas. Como ele começou a assinar como uma pessoa de verdade, ele fica popular e outras pessoas passam a assinar também. O nome ‘Carlos Zéfiro’ virou uma grife”, explica.
    E foi como Carlos Zéfiro que Alcides desafiou uma época de caretice ferrenha. Quando falar em orgasmo feminino era macular a imagem sagrada da mãe, ele criou uma infinidade de personagens femininas que eram donas e protagonistas da própria sexualidade. “Não diria que ele é um feminista. Não há debate sobre o feminismo nas histórias dele. Acho que ele era libertário. Há a liberdade para elas viverem sua sexualidade. Ele deve ter mudado a cabeça de muita gente, ele deve ter feito muita gente ver a mulher na hora do sexo”, comenta o autor que vê no pornógrafo um caráter até pedagógico ao dar dicas de como se aproximar de uma mulher. “As oito primeiras páginas eram sobre aproximação, convencimento, abordagem. Como o Alcides era um Don Juan, um comedor, ele dizia que a mulher buscava sim prazer na cama”.
    E essas aulas eram feitas através de um quadrinho tosco, pobre em detalhes e que, mesmo tendo sido exercitado por décadas, não evoluiu em nada com o tempo. Alcides chegou a estudar desenho e deu uma de arquiteto quando projetava a casa de vizinhos no bairro de Anchieta. Zéfiro nasce quando um motorista de ambulância soube do seu traço e pediu que lhe fizesse alguns desenhos de mulher pelada. Felizes com o resultado, chamaram um vendedor de livros para ajudar na distribuição do material. Nasceu ali um negócio que foi bem lucrativo até a década de 1980. Lucrativo para quem produzia e distribuía, mas muito pouco para o autor das histórias.
Para Gonçalo, a história de Carlos Zéfiro teria duas ou três partes. A primeira é quando ele precisa fazer desenhos eróticos para construir uma casa para a família. A segunda, já com emprego fixo e com um cargo de chefia, é quando usa seu alter ego para dar vazão a um lado libertino de quem, desde criança, tinha atração por imagens eróticas, corpos curvilíneos e bocas carnudas. 
Cobrado por histórias cada vez mais escandalosas, ele trazia para os catecismos zoofilia, sexo grupal, pedofilia e abusos sexuais, esses dois últimos com um olhar crítico. Entre suas histórias mais famosas estavam A Pagadora de Promessa, que teria vendido mais de 30 mil cópias, e “As aventuras de João Cavalo”, republicado inúmeras vezes e que teria ultrapassado 1 milhão de exemplares.
Mesmo tendo sido um dos homens mais procurados do Brasil, Zéfiro cruzou os anos 1960 e 70 sem ser descoberto. Sua verdadeira identidade só foi revelada no início dos anos 1990, numa reportagem da revista Playboy. Uma década antes, o interesse por seus desenhos já havia sido substituído por milhares de filmes e revistas bem mais acessíveis. Uma vez revelada a identidade, Zéfiro entra na terceira e última fase de sua vida. Vive tempos de glória, reconhecimento, dá entrevistas em todos os veículos de comunicação, ganha prêmios e participa da Bienal Internacional dos Quadrinhos, ao lado do quadrinista novaiorquino Will Eisner e do editor italiano Sérgio Bonelli, responsável pelo personagem Tex.
Alcides e Zéfiro aproveitaram a fama tardia até o último momento. O primeiro faleceu na noite de 5 de julho de 1992, voltando do aniversário de um neto. Dois dias antes, havia dado uma entrevista para o Jornal O Globo dizendo que voltaria a publicar suas histórias em breve, já que estava recuperado de uma trombose que sofreu um mês antes e das dificuldades de visão. Ele até teria 50 novos quadrinhos a apresentar. “O que impressiona é o quanto ele era ousado, ele era subversivo. O código penal considerava o que ele fazia como pornografia, que era crime. Ele conseguiu chegar, mesmo correndo risco, onde talvez só Marques de Sade chegou”, compara Gonçalo Júnior.
Quatro anos depois da morte de Zéfiro, Marisa Monte virou uma das musas do desenhista quando lhe prestou uma homenagem na capa do disco Barulhinho Bom. Esse foi um dos tributos póstumos que o pornógrafo recebeu. Alguns livros também tentaram dar a real dimensão histórica de sua obra, assim como surgiram autores assumidamente influenciados pelo seu traço. No entanto, em tempos de internet, quando acompanhantes reais e virtuais estão à distância de um aplicativo, é difícil imaginar alguém que ainda se esconda num banheiro com um catecismo mal desenhado. Mas Gonçalo defende a importância do seu biografado. “A gente está vivendo um momento em que a presença de Zéfiro acaba ganhando importância, que é um momento de retrocesso moral e político. Nunca se matou tantos gays e mulheres quanto agora. E esse é um livro que tenta fazer um mapa da sexualidade do Brasil nos últimos 100 anos”. E projeta: “Espero que Zéfiro sirva com uma reflexão sobre esse retrocesso, que a obra dele seja vista como leitura de uma época. 
Espero que ele seja discutido. A história da sexualidade precisa ser discutida”.
O Deus da sacanagem
De Gonçalo Junior
Ed. Noir
384 pág.
Quanto: R.9

Phill Veras e Pabllo Vittar na lista de melhores álbuns do ano


Phil Veras
     Dois maranhenses estão no segundo listão dos indicados ao titulo de "Álbum de 2018" da Associação Paulista de Críticos de Arte: Pablo Vittar e Phil Veras.  A cada semestre, 25 projetos são selecionados. Dos 50 das duas listas, apenas um é escolhido.


Confira a lista dos 25 eleitos deste segundo semestre:
Ana Cañas – Todxs (Guela Records)
Baco Exu do Blues – Bluesman (EAEO)
Bixiga 70 – Quebra Cabeça (Deckdisc)
BK – Gigantes (Pirâmide Perdida Records)
Cacá Machado – Sibilina (YB Music / Circus)
Carne Doce – Tônus (Independente / Natura Musical)
Diomedes Chinaski – Comunista Rico (Independente)
Duda Beat – Sinto Muito (Independente)
E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante – Fundação (Balaclava Records)
Edgar – Ultrasom (Deck)
Gilberto Gil – OK OK OK (Biscoito Fino)
Josyara – Mansa Fúria (Independente)
Karol Conká – Ambulante (Sony Music)
Laura Lavieri – Desastre Solar (SLAP)
Luiza Lian – Azul Moderno (Selo Risco)
Lupe de Lupe – Vocação (Geração Perdida de Minas Gerais / Balaclava Records)
Mahmundi – Para Dias Ruins (Universal Music)
Marcelo D2 – Amar É Para Os Fortes (Pupila Dilatada)
Mulamba – Mulamba (Máquina Discos)
Pabllo Vittar – Não Para Não (Sony Music)
Phill Veras – Alma (Independente)
Quartabê – Lição#2 Dorival (Selo Risco)
Rodrigo Campos – 9 Sambas (YB Music)
Samuca e a Selva – Tudo Que Move é Sagrado (YB Music)
Teto Preto – Pedra Preta (Mamba Rec)

Os eleitos no 1º semestre de 2018 foram:
Almir Sater & Renato Teixeira – + AR (Universal Music)
André Abujamra – Omindá (Independente)
Anelis Assumpção – Taurina (Pomm_elo / Scubidu)
Autoramas – Libido (Hearts Bleed Blue)
Ava Rocha – Trança (Circus)
Cólera – Acorde, Acorde, Acorde (EAEO Records)
Cordel do Fogo Encantado – Viagem ao Coração do Sol (Fogo Encantado)
Craca e Dani Nega – O Desmanche (Independente)
Dingo Bells – Todo Mundo Vai Mudar (Dingo Bells / Natura Musical)
Djonga – O Menino Que Queria Ser Deus (CEIA Ent.)
Elza Soares – Deus É Mulher (DeckDisc)
Erasmo Carlos – Amor É Isso (Som Livre)
Gui Amabis – Miopia (Independente)
Iza – Dona de Mim (Warner)
Jonas Sá – Puber (Selo Risco)
Juliano Gauche – Afastamento (EAEO Records)
Kassin – Relax (LAB 344)
Malu Maria – Diamantes na Pista (Independente)
Marcelo Cabral – Motor (YB Music)
Maria Beraldo – Cavala (Selo Risco)
Maurício Pereira – Outono No Sudeste
Rashid – Crise (Foco na Missão)
Romulo Fróes – O Disco das Horas (YB Music)
Silva – Brasileiro (SLAP)
Wado – Precariado (Independente)
Para quem vai a sua aposta? Em 2017, o grande vencedor foi “Boca”, do Curumin.

MANCHETES DO DIA

 Sefaz vai notificar mais de 40 mil empresas com risco de cancelamento no cadastro do ICMS


Bolsonaro dá recado aos políticos com indicação de 7º militar
Justiça proíbe a paralisação de médicos

Fazer o bem, sempre


 De endividados a poupadores

 Bolsonaro quer elevar soldo de militares

 Judiciário quadruplica gasto com pessoal em duas décadas

  Fraude com CPF alimentou uso eleitoral de whatsApp 

 Moro vai investigar depósitos no exterior que foram regularizados