terça-feira, 6 de novembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Supostas perdas salarias de médicos do estado geram críticas da oposição e líder sai em defesa do governo 


Bolsonaro defende idade mínima de 61 anos para homens e 56 para mulheres

Gás está mais caro em refinarias a partir de hoje

Bolsonaro divide processo de transição em dez áreas


 Mensalidade escolar - Reajuste ficará mais alto e deve ser parcelado

 IPTU e IPVA pesarão menos no bolso dos brasilienses em 2019

 Bolsonaro indica núcleo duro e quer general no Planalto

  Bolsanaro defende algo da reforma da Previdência já


 Equipe de transição tem sete militares,seis economistas e nenhuma mulher

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 


502 vagas abertas em concursos no Maranhão

Dino inicia cortes de despesas pela Saúde

Aliado de Bolsonaro será ministro extraordinário


 

 Previdência vai dominar o início da transição
 1/3 do Congresso eleito responde processo na Justiça

  Banqueiros pedem união para que país possa 'virar a página'
 STF resiste a proposta de Bolsonaro sobre prisões

domingo, 4 de novembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Bolsonaro diz que Zequinha Sarney vendeu parte da Amazônia a ONGs


Base de Alcântara será usada comercialmente

Enem: hora decisiva para 216 mil no Maranhão

Bolsonaro, o Nordeste e uma incógnita


 Fortaleza na série A -Subiu!

 Com ações de impacto Bolsonaro busca se fortalecer na transição
 Moro vai levar integrantes da Lava Jato para o governo

  Brasil tem 41 casos de agressão à liberdade de ideais em 1 ano
 Rede sociais e Moro são trunfos de Bolsonaro

sábado, 3 de novembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 


Forças Armadas ganham destaque entre os novos ministérios de Bolsonaro

Enem: hora decisiva para 216 mil no Maranhão

Sergio Moro prepara pacote anticorrupção


 Dicas para fazer uma boa prova

 Relação com STF e PGR é desafio para Bolsonaro

Pauta de Bolsonaro pode ir a votação ainda este ano

  Informais já são 43% dos ocupados, um recorde
 Novo governo terá pacote de R$ 150 bi em projetos

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Maranão combate sonegação de impostos com aumento do controle de mercadoria em trânsito 


Maranhão reduziu ICMS sobre gasolina

Grupo de extermínio e pistolagem no estado

Superpoderes adqiridos por Sérgio Moro


 Três em um - Superministério unirá área econômica

 Moro troca a lava-jato por superministério

Moro recebe sinal verde e promete agenda anticrime

 Moro aceita ser superminitro de Bolsonaro e assume carreira política
Bolsonaro dá carta branca a Moro

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Entenda a Lei Antiterror, que pode ser ampliada para atingir MST e MTST

Logo após ser eleito, Jair Bolsonaro insistiu que tratará como terroristas organizações como o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e o Movimentos dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
Na sequência de suas declarações, o senador Magno Malta (PR), integrante do núcleo duro da campanha vitoriosa do ex-militar, incluiu na pauta da Comissão de Constituição e Justiça do Senado a votação de um projeto que abre a possibilidade de ampliar ações que podem ser consideradas como terrorismo. 
A votação do projeto foi rejeitada pelos integrantes da comissão por 9 votos a 4. O colegiado decidiu realizar uma audiência pública sobre o tema, a pedido dos senadores Vanessa Grazziotin (PCdoB) e Lindberg Farias (PT). Presidente da CCJ, Edison Lobão (MDB) pretende iniciar o debate na próxima semana. 
A Lei Antiterrorismo foi sancionada por Dilma Rousseff em 2016 na esteira da realização das Olimpíadas no País. O objetivo original da proposta no Congresso era conter black blocs presentes em diversas manifestações no País à época.
A proposta original no Congresso não trazia qualquer ressalva a movimentos sociais, e incluía artigos polêmicos. Ao longo do debate legislativo, foi incluído um artigo que excluía da legislação manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosas, de classe ou de categoria profissional. 
Dilma sancionou a legislação por ser uma demanda do Grupo de Ação Financeira do G-20, mas vetou oito artigos polêmicos após pressão dos movimentos sociais. 
Um dos artigos mais criticados, a previsão de penas para a prática de “apologia ao terrorismo” foi vetada por não estabelecer “parâmetros precisos capazes de garantir o exercício do direito à liberdade de expressão”.
Outro ponto polêmico retirado foi a previsão de se considerar incêndios e depredação de bens públicos como prática terrorista. O aumento das penas para quem praticasse atos que causassem danos ambientais e a detenção em prisões de segurança máxima também foram suprimidos do texto.
Nem por isso os movimentos ficaram satisfeitos à época. A ONG Conectas argumentou que se tratava do "maior retrocesso político-criminal desde a redemocratização". Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST e hoje candidato derrotado do PSOL à presidência, criticava a manutenção dos chamados "atos preparatórios" como elemento de prática terrorista.
Ele afirmou em 2016 que a legislação abria espaço para a criminalização dos movimentos por permitir a juizes, promotres e delegados a interpretação sobre o que era ou não terrorismo. 
Os excessos vetados por Dilma são justamente aqueles que Malta e a base de Bolsonaro pretendem recuperar. De acordo com o Projeto de Lei do Senado 272/2016, de autoria do senador Lasier Martins (PDT), a lei antiterror passaria a incluir os artigos de apologia e relativos à depredação e incêndio. 
Na justificativa do projeto, o senador afirma que Dilma vetou os dispositivos "de maneira equivocada". Segundo ele, a ex-presidenta "mutilou" a Lei Antiterrorismo. A proposta não traz, porém, qualquer menção direta ao risco de terrorismo por movimentos sociais e também não prevê, pelo menos até o momento, a revogação do parágrafo da lei que exclui os movimentos e os sindicatos. 
Em fevereiro deste ano, o deputado Jerônimo Goergen, do PP, quis estender a Lei Antiterror aos movimentos sociais, ao propor a alteração do parágrafo 2º da Lei. Seu objetivo era que não se podia excluir essas organizações caso elas "abusassem" do "direito de articulação", como em casos de "ocupação de imóveis urbanos e rurais, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado". O projeto de lei foi alvo de um requerimento de urgência para votação em plenário no ano passado, mas ainda não foi apreciado.

MANCHETES DO DIA

 


Braide recebe convite do partido de Bolsonaro

38 casos de feminicídio este ano no Maranhão

Jair Bolsonaro negocia superministério com Moro


 Três em um - Superministério unirá área econômica

 

Governo prevê 15 pastas e superministério da Justiça

 Bolsonaro sinaliza redução dos ministérios pela metade
Moro deve comandar ações contra violência e corrupção