sexta-feira, 12 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Violência causa por ódio político pode ser denunciada ao observatório da intolerância

Ex-governadores sem aposentadoria

62,4 milhões estão inadimplentes no país

Disputa agora também no rádio e na televisão

 #não espalhe o ódio

 Troca de acusações sobe tom da campanha no DF

 Bolsonaro anuncia três ministros; Haddad busca nomesHaddad planeja arrecadar R$ 80 bi com super-ricos
Propostas de Bolsonaro e Haddad custam mais de R$ 60 bi

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Assaltante mata pai de promotor e o próprio comparsa durante invasão a sítio em área do Araçagy

Iniciado prolongamento da avenida Litorânea

Manhã sangrenta com sete assassinatos na Ilha

Bolsonaro sai na frente

 Bolsonaro abre 16 pontos de vantagem sobre Haddad

 Encontro marcado com o futuro do DF

 Proposta para Previdência elevariam custo para R$ 310 biBolsonaro,  com 58%, tem 16 pontos mais que Haddad
Datafolha Bolsonaro tem 58% e Haddad, 42%

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

As dinastias políticas derrotadas pelas urnas

MARIA LIMA marlima@bsb.oglobo.com.br BRASÍLIA
Pela primeira vez em décadas, a família Sarney está quase toda afastada pelas urnas da política nacional e local. A derrota na disputa para o governo do Maranhão para Flávio Dino (PCdoB) já havia acontecido em 2014, mas agora se repetiu com um agravante. Além de Roseana, filha do ex-presidente, ex-governador e ex-senador por cinco mandatos, José Sarney (MDB), na disputa pelo Executivo estadual, fracassaram também seu irmão, Zequinha Sarney (PV) e o histórico aliado e ex-ministro Edison Lobão (MDB), terceiro e quarto colocados para o Senado.

Desde domingo, quando uma enxurrada de votos em políticos rivais soterrou as famílias Sarney, Lobão e Murad nas eleições, os dias têm sido dedicados a digerir a estrondosa derrota.

Não apenas no clã Sarney, mas também para outros grupos familiares que sobreviveram à sombra das denúncias de corrupção em outros estados. A família de Jorge Picciani, que saiu da cadeia para prisão domiciliar, não conseguiu reeleger o ministro do Esporte Leonardo Picciani (MDB-RJ), também investigado na Operação Lava-Jato. Aliado dos Picciani, o filho do ex-governador Sérgio Cabral, Marco Antônio Cabral (MDB), foi vencido na disputa por mais um mandato de deputado federal. A derrota também tirou da Câmara a deputada Cristiane Brasil (PTB), filha do presidente do partido, Roberto Jefferson.

NÃO DESISTEM
No clã Sarney, o único sobrevivente é o neto Adriano, filho de Zequinha, eleito deputado estadual. O grupo se reúne nos próximos dias para entender o que aconteceu, já que as pesquisas indicavam a eleição de Lobão e Zequinha para o Senado.

Uma coisa é certa, anuncia o senador João Alberto de Souza (MDB-MA), eterno comandante do Conselho de Ética do Senado e integrante da dinastia: o grupo de Sarney não desistirá da política. Ele culpa o governador Flávio Dino (PCdoB) pela desgraça da oligarquia. Dino não só derrotou Roseana no primeiro turno, como elegeu no lugar de Lobão e Zequinha os aliados Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS).

No Acre, com o desgaste do PT, depois de 16 anos no poder o eleitor afastou os irmãos Jorge Viana, ex-vice presidente do Senado, e Tião Viana, governador que não conseguiu eleger seu sucessor.

—Jorge e Tião nunca formaram um grupo. São muito diferentes e nunca seguiram o mesmo caminho. Para o eleitor, entretanto, são um só grupo. É verdade. Por este motivo o Jorge não foi eleito —avalia o ex-governador Binho Marques.

Se por um lado os Sarney, Cabral, Picciani, e Viana sofreram um duro golpe nas eleições, outros clãs se fortaleceram, mesmo se equilibrando em pesadas denúncias de corrupção. É o caso do senador Renan Calheiros (MDBAL) e de Renan Filho, eleitos para novos mandatos; e do senador Jader Barbalho (MDB-PA). Além de renovar seu mandato, Jader pode eleger o filho ministro Helder Barbalho para o governo do Pará no 2º turno. Do clã dos Barbalho ainda foram eleitos para a Câmara a ex-mulher Elcione Barbalho (MDB) e o sobrinho José Priante (MDB).

O cientista político da FGV Jairo Pimentel avalia que as dinastias políticas que sobreviveram, como a de Renan, estão mais próximas do ex-presidente Lula. Jairo diz que o que abateu as outras famílias foi o esgotamento desse tipo de grupo político. Mas alerta que o que se observa é uma renovação de clãs na política, lembrando que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), elegeu os filhos Flávio, para o Senado, e Eduardo, para a Câmara.

—A tendência é por uma renovação. Não necessariamente uma mudança na prática do domínio das famílias na política. O que vemos é uma mudança de atores, uma mudança de dinastias —diz Pimentel.

O presidente do Senado Eunício de Oliveira (MDBCE) não concorda que integre um clã político, nem que isso tenha determinado sua derrota para um novo mandato neste domingo.

—Aqui foi traição do prefeito da capital e de duas cidades da região metropolitana. Das 184 cidades eu ganhei em 168 —diz Eunício.

MANCHETES DO DIA

 Dois deputados do MA estão entre os 27 que dependeram só dos próprios votos para se eleger para a Câmara Federal 


Prefeitura de São Luís sorteia 2.176 apartamentos

PCdoB e outros três podem ser extintos

Os olhares econômicos de Bolsonaro e Haddad

 PT quer dividir comando de campanha com Ciro

 

 Generais ganham espao e formulam planos de Bolsonaro
 Alckmin insinua que Dória é traidor; clima no PSDB piora
Jackson Wagner negocia frente com FH, Ciro e Marina

terça-feira, 9 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Após 60 anos império Sarney é sepultado no Maranhão e perde um trono no Congresso

5.687 multas na faixa de ônibus em três meses

Em 7 dias, 11 mortes violentas na grande Ilha

O tabuleiro Nordeste


 Bolsonaro acena ao Nordeste e Haddad busca Ciro

 Bolsonaro e Haddad dao enquadrada em aliados

 Bolsa dispara com onda conservadora na Câmara
 Bolsonaro e Guedes recrutam executivos para sua equipe
 Bolsonaro e Haddad prometem respeitar a Constituição de 1988

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 Em dia histórico Flávio Dino vence, elege Wevertone e Eliziane e acaba de vez o império Sarney no Maranhão


O sarneismo caiu

Flávio Dino terá mais quatro anos de gestão

Paulo Câmara é reeleito


 Hoje é voce quem faz a manchete

 

 Bolsonar, com 46%, e Haddad, com 29%, disputam 2º turno
 Onda de direita
 Bolsonaro e Haddad no 2°turno

domingo, 7 de outubro de 2018

MANCHETES DO DIA

 4,5 milhões de eleitores decidem o futuro do Maranhão


Dia de esclher o futuro

Ibope comete equívocos em pesquisa no Maranhão

E com voce, eleitor


 Hoje é voce quem faz a manchete

 Atrás dos últimos votos na interent e nas ruas

 Bolsonaro sobe e atnge 41% dos válidos; Haddad tem 25%
 Bolsonaro lidera vantagem de Haddad sobre Ciro diminui

 A disputa pelos os decisivos