domingo, 25 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Governo incha folha com aliados do PCdoB
REGIONAL
Jornal do Commércio: Você já agiu de maneira corrupta?
O Povo: Sempre é tempo de recomeços
NACIONAL
Correio: Um Natal para agradecer
Estadão: 70% das fraudes nas cidades são em saúde e educação
Folha: Para brasileiros sucesso financeiro vem de Deus
O Globo: TCEs aprovaram contas de estados quebrados
Zero Hora: Derrota da PEC nos Poderes obriga Piratini a rever tática

sábado, 24 de dezembro de 2016

Duas histórias de Papai Noel



Charge do dia - Cabalau


MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Governo incha folha com aliados do PCdoB
O Imparcial: Concurso do IBGE com 82 mil vagas em 2017
REGIONAL
Jornal do Commércio: Juro de cartão bate novo recorde
O Povo: Sempre é tempo de recomeços
NACIONAL
Correio: Uma festa para todos
Estadão: Natal da crise faz comércio antecipar promoções
Folha: Cartão de crédito tem juro recorde de 492%
O Globo: Meireles: Rio não terá ajuda sem contrapartida
Zero Hora: Derrota da PEC nos Poderes obriga Piratini a rever tática

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: 29 tiros atingiram carro de jovem morta em Balsas
O Imparcial: Trãnsito de Presidente Dutra entre os mais viiolentos do país
REGIONAL
Jornal do Commércio: Pacote de Natal com menos juros e menos CLT
O Povo: Medidas atigem trabalhador, FGTS e cartão de crédito
NACIONAL
Correio: 10,2 milhões podem sacar R$ 30 bi do FGTS
Estadão: Temer libera saque total de contas inativas do FGTS
Folha: Pacote de Temer tenta agradar trabalhadores e empresários
O Globo: Refroma moderniza lei e dá mais poder a sindicatos
Zero Hora: Pressionado por crise, Temer libera saques em contas inativas do FGTS

Frase do dia

"A prática é o critério da verdade, o resto é utopia"
Sylvio Back

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: AL aprova orçamento, mas barra corte de gastos com mídia
O Imparcial: Governo do Maranhão recebe R$ 286 milhões nesta semana
REGIONAL
Jornal do Commércio: R$ 3,3 bi de Petrolão tipo exportação
O Povo: Em meio a briga política, Assembleia aprova extinção do TCM
NACIONAL
Correio: Pacote libera FGTS e muda lei trabalhista
Estadão: Odebrecht pagou propina de R$ 3,4 bi em 12 países
Folha: Odebrecht pagou US$ 1 bi em propina
O Globo: Conta inativa do FGTS poderá ter saque
Zero Hora: Piratini acelera processo de extinção de fundações

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Governo retira projeto que prejudicaria setor da construção civil
O Imparcial: Mortalidade infantil cai pela metade no MA
REGIONAL
Jornal do Commércio: Estados ganham queda de braço
O Povo: Os 40 cruzamentos mais perigosos de Fortaleza
NACIONAL
Correio: Janot propõe à Câmara lei contra abuso de juiz e MP
Estadão: Câmara aprova ajuda a estados, mas sem exigir contrapartida
Folha: Câmara autoriza socorra aos Estados sem contrapartidas
O Globo: Sem contrapartida, socorro a Estados dificulta ajustes
Zero Hora: Assembleia aprova fim de seis fundações

CONTRAPONTO
Aceita esta contradança?
Já nos primeiros tropeços da gestão Michel Temer, o ex-presidente José Sarney analisava para amigos a conjuntura política do país.
Segundo o relato de um dos presentes, em dado momento, o peemedebista tenta acalmar o coração aflito de um interlocutor, preocupado com erros elementares cometidos pelo Palácio do Planalto.
— Com essa entourage do Michel, eles vão ser convidados a errar todos os dias.
Após uma breve pausa, o próprio Sarney arrematou, em voz tranquila:

— O problema é que eles vão aceitar o convite.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: UPAs da ilha podem ter atendimento paralisados
O Imparcial: Crise no empresariado - 3. 216 empresas fecham no Maranhão somente neste ano
REGIONAL
Jornal do Commércio: Terror volta a mostrar sua cara
O Povo: Pela primeira vez Camilo defende fusão de tribunais
NACIONAL
Correio: Previdência será menos dura com servidor antigo
Estadão: Ataque em Berlim mata 12 pessoas em feira natalina
Folha: Caminhão deixa ao menos 12 mortos e 48 feridos em Berlim
O Globo: Alemanha investiga mortes em mercado como atentado
Zero Hora: Pacote de tensões

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Jornalismo, produto essencial - *Carlos Alberto Di Franco

Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante
    Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos, a nossa saudade. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava. Era bem legal.
    Agora fotografamos tudo e arquivamos compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos de nossos dispositivos móveis. Temos overdose de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Fica para depois. E continuamos fotografando e arquivando. Pensamos, equivocadamente, que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Mas é muito mais importante viver cada momento com intensidade. As relações afetivas estão sucumbindo à coletiva solidão digital.
    Algo análogo, muito parecido mesmo, se dá com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Penso que há uma crescente nostalgia de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma demanda reprimida de reportagem. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre. É preciso olhar para trás para dar saltos consistentes.
    “Hoje”, dizia Nelson Rodrigues, “ninguém imagina o que eram as velhas gerações românticas da imprensa. Mudaram o jornal e o leitor. No ano passado, houve uma chuva inédita, uma chuva bíblica, flagelando a cidade. Desde Estácio de Sá, não víamos nada parecido. E todo mundo morreu e desabou, e se afogou, menos o repórter. Não houve uma única baixa na reportagem. Fez-se toda a cobertura do dilúvio e ninguém ficou resfriado, ninguém espirrou, ninguém apanhou uma reles coriza. Por aí se vê que há, entre a nossa imprensa moderna e o fato, uma distância fatal. O repórter age e reage como um marginal do acontecimento. Antigamente, não. Antigamente, o profissional sofria o fato na carne e na alma.”
    Jornalismo sem alma e sem rigor. É o diagnóstico de uma perigosa doença que contamina redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar os seus modelos e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina.
    É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. Na verdade, a batalha da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, da preguiça profissional e da incompetência arrogante. Todos os manuais de redação consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Mas alguns procedimentos, próprios de opções ideológicas invencíveis, transformam um princípio irretocável num jogo de aparência.
    A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Matérias previamente decididas em guetos sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se apoia na busca da verdade, mas num artifício que transmite um simulacro de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada, hermético e dogmático, convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão.
    Sucumbe-se, frequentemente, ao politicamente correto. Certas matérias, algemadas por chavões inconsistentes que há muito deveriam ter sido banidos das redações, mostram o flagrante descompasso entre essas interpretações e a força eloquente dos números e dos fatos. Resultado: a credibilidade, verdadeiro capital de um veículo, se esvai pelo ralo dos preconceitos.
    A precipitação e a falta de rigor são outros vírus que ameaçam a qualidade. A incompetência foge dos bancos de dados. Na falta de pergunta inteligente, a ditadura das aspas ocupa o lugar da informação. O jornalismo de registro, burocrático e insosso, é o resultado acabado de uma perversa patologia: o despreparo de repórteres e a obsessão de editores com o fechamento. Quando editores não formam os seus repórteres, quando a qualidade é expulsa pela ditadura do deadline, quando as pautas não nascem da vida real, mas de pauteiros anestesiados pelo clima rarefeito das redações, é preciso ter a coragem de repensar todos os processos.
    A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do “velho ofício”. É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. O jornalismo não é máquina, tecnologia, embora se trate de suporte importantíssimo. O valor dele se chama informação de alta qualidade, talento, critério, ética, inovação.
Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante. O jornalismo precisa recuperar a vibração da vida, o cara a cara, o coração e a alma.
A todos, feliz Natal!
*Jornalista

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Irmã de jovem morta em Balsas contesta policiais
REGIONAL
Jornal do Commércio: Projetos industriaisd evem abrir nova svagas no Estado
O Povo: Supremo recebe hoje delações de 77 executivos da Odebrecht
NACIONAL
Correio: Saiba o que vai mudar na sua aposentadoria
Estadão: Doação a chapa Dilma-Temer teve caixa 2, diz Odebrecht
Folha: Crescimento chin~es acaba e Nordeste vê crise aguda
O Globo: Violência no Rio para 33% das unidades básicas de saúde
Zero Hora: Sob pressão, Assembleia vota pacote de Sartori

domingo, 18 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Classe empresarial reage contra aumento de ICMs
O Imparcial: Casarões transformados em estacionamento no centro
REGIONAL
Jornal do Commércio: Reforma da previdência: esse debate é seu
O Povo: O ano em que mentira foi mais curtida que a verdade
NACIONAL
Correio: Marcelo Caetano - Resistência à previdência vai ficar para trás
Estadão: Crise de crédito tira R$ 1 tri da economia e piora recessão
Folha: Aposentadoria de militar no Brasil é mais generosa
O Globo: Petrobras diz que fim de incetivo prejudica o Rio
Zero Hora: Por que é tão difícil barrar o caixa 2 em campanha

sábado, 17 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Classe empresarial reage contra aumento de ICMs
O Imparcial: Novo salário mínimo será de R$ 945,80
REGIONAL
Jornal do Commércio: Pacote de Temer aponta um norte
O Povo: Inadimplência em Fortaleza é a menor do ano
NACIONAL
Correio: PF põe Malafaia à beira de um ataque de nervos
Estadão: Cervejaria foi usado pela Odebrecht para comprar apoio político
Folha: Réu pela 3ª vez, Cabral será julgado por Moro
O Globo: Jornada de trabalho flexível será permitida
Zero Hora: Por que é tão difícil barrar o caixa 2 em campanha

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Deputados aprovam aumento de ICMs
O Imparcial: Pacotão para salvar a economia
REGIONAL
Jornal do Commércio: Incentivo ao crédito e ao págamento de dívidas
O Povo: Pacote alivia dívidas de empresa e reduz  juros do cartão
NACIONAL
Correio: Governo lança 10 medidas para destravar a economia
Estadão: Temer lança pacote: mercado vê efeito só no longo prazo
Folha: Temer esteve em reunião sobre doações, diz delator
O Globo: Pacote incentiva redução de dívida e eleva ganho do FGTS
Zero Hora: Temer lança pacote que inclui mudanças no FGTS

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Maranhense vai pagar mais R$ 250 milhões em impostos
O Imparcial: Parcelamento em 20 anos - Dívidas dos estados serão renegociadas
REGIONAL
Jornal do Commércio: Governo suspende férias de policiais em dezembro
O Povo: STF manda Câmara votar pacote anticorrupção de novo
NACIONAL
Correio: Meirelles afirma que país volta a crescer em 2017
Estadão: STF manda Câmara votar de novo pacote anticorrupção
Folha: Pacote anticorrupção causa choques no STF e na Câmara
O Globo: Supremo anula votação que desfigurou pacote
Zero Hora: Socorro aos Estados dará fôlego de R$ 8,7  bi ao RS

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Livro e show inspirados em Maria Aragão

     "Um evento para o nosso tempo.” Assim está sendo definido o lançamento do livro “Uma subversiva no fio da história”, do jornalista Emilio Azevedo, que ocorrerá no próximo dia 14 de dezembro, às 19h, no Teatro João do Vale (Praia Grande) e que será marcado por um show da cantora Tássia Campos. O show é inspirado no livro. Mas, como diz Tássia, “ele tem vida própria”.  “O que eu e Emilio queremos é que o show, de certo modo, amplie o discurso do livro”.
     O trabalho de Emilio Azevedo traz nove reportagens sobre a médica comunista Maria Aragão e o tempo em que ela viveu. Ele parte de cinquenta e uma entrevistas, feitas entre os anos de 2007 e 2009. A partir da vida de Maria, o livro fala dos conflitos de gênero e da luta feminista; da medicina e suas questões éticas; da ditadura e do golpe de 1964; de poderosas oligarquias; da imprensa popular; de organizações e movimentos sociais; da relação entre igreja e política; além do mito criado em torno da subversiva maranhense.
     Segundo o autor, o livro trata de uma mulher negra que foi “aliada política dos pobres e miseráveis”, da história de “uma médica despojada, presa por razões ideológicas nas décadas de 1950, 60 e 70. Que se impôs diante de diferentes preconceitos e foi torturada por uma ditadura, quando era uma senhora com mais de 60 anos”.
     Emilio Azevedo lembra que “Maria Aragão foi pejorativamente chamada de prostituta pelos religiosos de sua época, acusada de ter pacto com o diabo”. Tempos depois, “tornou-se referências para cristãos libertários”. Nascida no Maranhão, em 1910, fundou um jornal alternativo e fez oposição às oligarquias que encontrou pela frente. O livro debate o fato de, por conta da ação política de Maria, “a cidade de São Luís ter ganho uma obra projetada por Oscar Niemayer, um dos arquitetos de maior notoriedade no século XX”.
     A partir das nove reportagens, “Uma subversiva no fio da história” propõe uma reflexão sobre a importância da vida de Maria Aragão e deixa no ar as perguntas: “além de uma praça-memorial na capital maranhense, o que essa luta deixou para a atual e as futuras gerações? O que fica como valor educativo? Qual seu legado para um país marcado pela profunda desigualdade social e conflito de valores?”. 
     O show de Tássia Campos vai reunir canções de diferentes épocas, a partir do talento de vários compositores e intérpretes. No dia 14 de dezembro passarão pelo palco do João do Vale obras de Chiquinha Gonzaga, Dolores Durans, Nara Leão, Mercedes Sosa, Rebeca Lane, Chico Buarque de Holanda, Secos e Molhados, Cesar Teixeira, Milton Nascimento, Manu Chao, Pablo Milanés, Marcos Magah, Johnny Hoocker, Zé Keti, Milton Nascimento, Sergio Sampaio, Gilberto Gil, entre outros.

Sobre Tássia Campos
     Tássia começou a cantar aos 15 anos. Seu repertório é eclético, incluindo samba, reggae, bossa nova, rock, soul, blues, jazz, rap. Interpreta em português, inglês e castelhano. Nascida no bairro da Liberdade, lembra que “cresceu embalada pelas zabumbas do Boi de Leonardo”.  Em 2015, ganhou o prêmio de melhor show do ano, em São Luís, oferecido pela Rádio Universidade FM, com Uma é pouco, duas é bom e três é bem melhor, onde dividiu o palco com Camila Boueri e Milla Camões. Em 2016, entre os vários shows  deTássia, ficou marcado “Encontrando Belchior”.

Sobre Emilio Azevedo
     Em pouco mais de 20 anos de carreira, Emilio trabalhou em vários locais, incluindo o Jornal Pequeno, onde ficou de 1999 a 2001, tendo depois publicado vários artigos no JP.Desde 2009, ele dedica-se a chamada “mídia livre”, sendo um dos fundadores do jornal Vias de Fato, projeto de comunicação alternativa. Uma subversiva no fio da história é o seu terceiro livro. Antes, publicou Havana, dezembro de 1999 (2000) e O Caso do Convento das Mercês (2006). Participou também de outros dois livros, a segunda edição de Grilagem: corrupção e violência em terras do Carajás (2009), do padre canadense Victor Asselin, e de Maranhão ensaio de biografia e história (2011), organizado pelos historiadores Yuri Costa e Marcelo ChecheGalves. 

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Governo quer elevar conta de luz dos maranhenses
O Imparcial: Prefeituras investigadas - Contratos irregulares chegam a R$ 230 milhões
REGIONAL
Jornal do Commércio: PEC do Teto é maior vitória de Temer
O Povo: Governo aprova teto dos gastos, mas perde apoio no Senado
NACIONAL
Correio: O que muda na economia com aprovação da PEC
Estadão: PEC do teto passa e mercado prevê guerra na Previdência
Folha: Em votação apertada, Senado aprovou teto de gastos federais
O Globo: Após teto dos gastos, cresce urgência por Previdência
Zero Hora: Impasse barra votação antecipada de pacote

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Menos passageiros no aeroporto
O Imparcial: Nove grandes concursos previstos para 2017
REGIONAL
Jornal do Commércio: Temer cobra pressa à Lava Jato
O Povo: Estado corta salários e pastas para economizar R$ 850 milhões
NACIONAL
Correio: Temer cobra celeridade à Lava-Jato
Estadão: "Temer diz que vazamento de delação atrapalha a economia
Folha:Temer critica vazamento e pede rapidez em delações
O Globo: Vazamento parcial afeta economia, diz Temer
Zero Hora:  Temer aposta em PEC do Teto para contornar crise

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Maranhão se despede de João Castelo
O Imparcial: Morre o deputado João Castelo
REGIONAL
Jornal do Commércio: Na Série A e na Sula
O Povo: Pressão aumenta e Temer prepara "pacote de bondades"
NACIONAL
Correio: Governo tenta sair do foco das delações
Estadão: "Não sou candidato e especulações só atrapalham o país", afirma FHC
Folha: Mariana é líder em todos os cenários de 2º turno
O Globo: Para conter crise, Temer aposta em saída econômica
Zero Hora: Temer tenta reagir a delação da Odebrecht

Roberto Justus - Uma piada de mau gosto na política brasileira


domingo, 11 de dezembro de 2016

Desobediência civil - JOSÉ PADILHA

O explorado do sistema político brasileiro deve se perguntar: se a lei não se aplica a todos, por que diabos se aplicaria a mim?

A História recente do Brasil se caracteriza pela substituição de uma ditadura de direita, que controlava o país na ponta da baioneta e explorava a sociedade auferindo “vantagens competitivas” para grupos empresariais “amigos” do regime, por um mecanismo de dominação mais suave, em que a democracia e as eleições diretas legitimam a exploração econômica da sociedade por grandes fornecedores do Estado associadas a quadrilhas travestidas em partidos políticos.

Uso o termo “mecanismo de exploração” porque, de fato, opera no Brasil um mecanismo amplo e recorrente, empresarial e juridicamente estruturado, que tem a função precípua de desviar recursos públicos. Os recursos públicos, evidentemente, nada mais são do que uma parcela do trabalho e do esforço do cidadão comum, no caso, o explorado. Este mecanismo funciona da seguinte forma: Os partidos ou as coligações de partidos políticos que vencem as eleições indicam seus operadores para cargos-chave da administração pública. A função dos operadores é costurar acordos com cartéis e empresas fornecedoras de bens e de serviços para o Estado, de modo a superfaturar os orçamentos do setor público (Nestor Cerveró é um exemplo de operador).
O direito de indicar um operador para um cargo público é a principal moeda de troca dos partidos políticos brasileiros, sendo parte essencial das relações entre o Poder Executivo e o Legislativo em todas as esferas do poder público. Uma diretoria da Petrobras ou uma presidência do BNDES valem muito. Já o controle do Daerp, Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto, vale menos. Mas vale alguma coisa. O mecanismo de exploração a que me refiro não abre mão de um único orçamento público, por menor que ele seja.
Os orçamentos públicos superfaturados geram uma receita “extra” para as empresas fornecedoras do Estado. Essa receita, apesar de ser fruto de corrupção, entra legalmente na contabilidade dessas empresas. Todavia, parte dela pertence aos políticos e precisa ser repassada para eles. O repasse acontece de três formas:
1) Parentes, prepostos e amigos dos políticos formam empresas que prestam serviços para as fornecedoras do Estado. Em troca desses “serviços”, recebem espantosas remunerações, que nada mais são do que o kick-back da corrupção. (A GameCorp, do filho de Lula, faturou mais de R$ 350 milhões entre 2005 e 2017. O escritório de advocacia da mulher de Sérgio Cabral faturou R$ 35 milhões durante os mandatos do seu marido). Note que não há caixa dois nesse esquema. É tudo por dentro.
2) Por meio da doação “legal” de recursos para campanhas políticas. Nesta modalidade, também não há crime fiscal atrelado ao crime de corrupção. Esse tipo de repasse é particularmente perverso, pois aufere vantagem competitiva a políticos corruptos e transforma campanhas políticas em atividades criminais. (Muita gente boa defende Dilma Rousseff alegando ser este o seu único crime...)
3) A lavagem de dinheiro é, de longe, a forma de repasse que movimenta o maior volume de recursos. Tanto assim que demanda mão de obra especializada. O doleiro, profissão peculiar do Brasil, tem a função de montar empresas fajutas, de emitir notas frias para retirar recursos da contabilidade das fornecedoras do Estado, e de distribuir esses recursos para os políticos. Organiza entregas de maletas com dinheiro vivo, paga despesas para políticos (e para suas amantes), viabiliza aportes de caixa dois em campanha eleitoral e faz remessas para empresas offshore. Um verdadeiro concierge do crime.
Essas três formas de kick-back constituem, de longe, a maior parte da receita dos políticos e de seus partidos. (Note o absurdo dessa frase, que, no entanto, é verdadeira). Note ainda que o mecanismo descrito acima obedece um padrão de fractal, e se repete em todas as esferas do poder público “democraticamente constituído” no país: no governo federal, nos 26 estados , nas 5.570 cidades e em suas respectivas Assembleias Legislativas.
Obviamente, um sistema de exploração com tal extensão e profundidade só pode existir mediante a adoção de legislação especializada (o foro privilegiado é apenas um exemplo) e com a conivência e a participação do Poder Judiciário. De fato, a aceitação da corrupção sistêmica pelo Poder Judiciário sempre foi uma característica básica da democracia brasileira. Tanto assim que, desde 1988, mais de 500 parlamentares foram investigados pelo STF, tendo a primeira condenação ocorrido apenas em 2010. A absolvição de políticos por prescrição de pena, simples e cinicamente porque o STF não teve tempo para julgá-los, é lugar-comum. Assim como, tenho certeza, é lugar-comum a corrupção de magistrados das mais altas Cortes do país.
O mensalão e a Lava-Jato representam quebras desse paradigma. Resulta daí a sua importância histórica, e resultam daí, também, os ataques da classe política ao Poder Judiciário, evidenciados em projetos de lei feitos para coibir juízes e procuradores e em proposta de anistia para crimes atrelados ao caixa dois.
Desde o início de nossa incipiente democracia, bilhões e bilhões de dólares foram desviados dos cofres públicos, afetando negativamente a Educação, a Saúde, a Segurança Pública e a economia, e contribuindo para a pobreza e para a fome de milhões de brasileiros. Os nossos exploradores “democráticos”, empresários e políticos, têm sangue nas mãos. Mataram muita gente. Destruíram sonhos e desperdiçaram talentos.
Ao manter um cidadão, réu de crime de peculato e que se recusou a cumprir ordem judicial, solto e presidente do Senado, o STF confirmou que é subserviente ao mecanismo de exploração descrito acima, lançou sérias dúvidas sobre a honestidade de seus membros e aboliu a vigência da lei para os poderosos. Isso em plena luz do dia. Difícil imaginar argumento melhor a favor da desobediência civil, a tese de que um indivíduo pode, ou mesmo deve, se recusar publicamente a cumprir a lei quando confrontado por um Estado inerentemente injusto.
O filósofo americano Henry David Thoreau praticou a desobediência civil quando se recusou a pagar impostos para um governo que considerava a escravidão legal. A História, diga-se de passagem, deu-lhe razão. Pois bem. O explorado do sistema político brasileiro, o cidadão comum que não tem Segurança Pública, que convive com um sistema de Saúde caótico e que não tem acesso à Educação, mas que paga seus impostos regiamente, deve estar se perguntando: se os políticos roubam o meu dinheiro com a conivência do Judiciário, se a lei não se aplica a todos, por que diabos se aplicaria a mim?

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Executivo X Legislativo - Diálogo em baixa
REGIONAL
Jornal do Commércio: Governo endurece
O Povo: Reforma na Previdência
NACIONAL
Correio: Entrevista - Gilmar Mendes: Juiz do STF não pode violar regras"
Estadão: Delação atinge candidatos ao comando do Congresso
Folha: Reprovação a Temer dispara sob pessimismo econômico
O Globo: Em 8 anos, Odebrecht pagou R$ 17 milhões por MPs e leis
Zero Hora: PF investiga desvio de R$ 5,8 mi de mestrado da UFRGS

sábado, 10 de dezembro de 2016

AML celebra missa em memória de Ferreira Gullar


MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Executivo X Legislativo - Diálogo em baixa
O Imparcial: Lava-Jato sem barreiras
REGIONAL
Jornal do Commércio: Começa a furacão da Odebrecht
O Povo: Delação da Odebrecht atinge cúpulas do Governo e PMDB
NACIONAL
Correio: Delação atinge Temer, Renan, Jucá e Eunício
Estadão: Delator da Odebrecht cita Temer e cúpula do PMDB
Folha: Odebrecth diz ter pago caixa 2 em empresa de amigo de Temer
O Globo: Delatores citam Temer, Renan, Maia, Padilha, Moreira, Alckmin, Serra...
Zero Hora: PF investiga desvio de R$ 5,8 mi de mestrado da UFRGS

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Seis mortes violentas em 24 horas
REGIONAL
Jornal do Commércio: Estado volta atrás e IPVA só em fevereiro
O Povo: Incerteza sobre chuva aumenta e risco de racionamento cresce
NACIONAL
Correio: MP faz bitz contra farra dos atestados
Estadão: Planalto admite rever idade mínima para aposentadoria
Folha: Odebrecht diz ter pago caixa 2 a Alckmin em dinheiro vivo
O Globo: Exclusão de bombeiros e PM agrava crise dos estados
Zero Hora: Central ameaça barrar reforma e impede tucano em ministério 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Prefeitura deve R$ 20 mi a empresa de coleta de lixo
O Imparcial: STF mantém Renan na prsidência do Senado
REGIONAL
Jornal do Commércio: IPVA em janeiro pipoca contas no início do ano
Meio Norte: STF mantém Renan na presidência
O Povo: STF diz que Renan fica, mas não pode assumir presidência
NACIONAL
Correio: STF mantém Renan na presidência do Senado
Estadão: Supremo mantém Renan na presidência do Senado
Folha: Supremo mantém Renan no cargo
O Globo: Desobediência premiada
Zero Hora: Após ser afrontado, STF mantém Renan no cargo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Senado mantém Renan no poder
REGIONAL
Jornal do Commércio: Em meio à crise, STF decide destino de Renan
O Povo: Senado descumpre ordem do Supremo e agrava crise
NACIONAL
Correio: STF decide hoje a sorte de Renan
Estadão: Renan se nega a deixar o cargo: Supremo busca saída para crise
Folha: Marco Aurélio, do STF, afasta Renan do comando do Senado
O Globo: Renan desobedece a ordem e STF tenta superar a crise entre poderes
Zero Hora: Brasileiros terão que contribuir 49 anos para obter aposentadoria integral

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: STF afasta Renan da presidência do Senado
REGIONAL
Jornal do Commércio: Réu e agora enfraquecido
O Povo: Governo propõe idade mínimo de 65 anos para aposentadoria
NACIONAL
Correio: A suprema derrota do poderoso Renan
Estadão: STF afasta Renan Calheiros e presidência do Senado fica com o PT
Folha: Marco Aurélio, do STF, afasta Renan do comando do Senado
O Globo: Com Renan fora, governo já teme por teto de gastos
Zero Hora: Saída de Renan da presidência abre guerra por votações no Senado

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Charge do dia - Paulo Caruso (Roda Viva)


Museu de Tudo: Patrono da Feira do Livro Gullar não veio a São Luís

Euclides Moreira Neto entrevista Ferreira Gullar em Copacabana (RJ)

Adeus a Gullar de norte a Sul







O GLOBO


MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Obrigado, poeta
REGIONAL
Jornal do Commércio: Governo quer aumentar contribuição previdenciária
O Povo: Ceará tem 27 veículos roubados por dia
NACIONAL
Correio: Manifestações cobram a renúncia de Renan
Estadão: Milhares vão às ruas pela Lava Jato e contra Renan
Folha: Atos apoiam Lava Jato e criticam o Congresso
O Globo: Pela Lava-jato e contra Renan
Zero Hora: Atos criticam Congresso e defendem Lava-Jato

domingo, 4 de dezembro de 2016

Dentro da noite veluz com Ferreira Gullar

   
Soube da morte de Gullar em uma fila de supermercado. Não me assustei. Sei que a vida é breve,e, que o prazo de validade é uma incógnita que nos transporta por dias e noites nessa luta constante por decifrá-la. Na minha percepção diletante, há uma proximidade entre morte e poesia. Seja dos poetas byronianos que abdicavam cedo da vida em prol do sentimento extremo ou dos inebriados pela aventura. Aos vaidosos não, poesia é parente próxima da eternidade.
    Antes de sabê-lo morto, passei na rua Celso Magalhães, dos Viados, no centro. E, observando as casas à direita percebi uma de porta meio aberta. Duas senhoras de cabeças brancas e um senhor com anos à fio de história conversavam em tons não sustenidos. São coisas que o só o tempo é capaz de moldar n´alma do homem (de quaisquer gênero).
    Vi e ouvi Gullar pessoalmente três vezes em São Luís. Em  uma ocasião na Universidade Federal do Maranhão. Ele trajava uma camisa rosa que transmitiu a mim, como estagiário de jornalismo, intensa sensação de liberdade. Ali estava à minha frente um ídolo.
    Travara contato com Ferreira Gullar por meio do "Poema Sujo", antes mesmo de "A Luta Corporal" ou qualquer outro poema de sua autoria. Um pouco antes, passagem de sua biografia  me intrigou. Na revista Civilização Brasileira ele narrava uma passagem de sua biografia em que lembrava que em São Luís foi apresentado a um poeta vivo. Leitor voraz na Biblioteca Pública Benedito Leite, Gullar trazia consigo a compreensão de que todos os poetas estavam mortos. Então ter contato com um ,materialmente, lhe subtraiu um pouco a utopia que a somente a literatura é capaz de forjar.
    Em outra ocasião telefonei a ele. Queria saber sobre os poemas que estava publicado em novo livro após anos de silêncio. Era "Cidades inventadas". Perguntei se São Luís estava ente as cidades dessse oásis poético. Àspero, ele esclareceu sobre a obviedade inquirida.
    Na terceira vez, ele estava em meio a muitas pessoas que o laureavam à exaustão. Ria ele, constantemente, dos comentários ao pé de ouvido. Desconfiei que nada dali dito a ele  tinha importância para sua vida.
    Em São Luís, Gullar dá nome a uma avenida, permissão inconstitucional que nem aos poetas acho de direito. E, também, a uma biblioteca. Um pouco acima do chão, localizada no mezanino do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, na Praia Grande, de acervo minúsculo, meio ou quase invisível.
    Nos últimos anos passei a reproduzir seus artigos publicados no jornal Folha de S. Paulo. Eram provocativos, causavam revoltas nos admiradores do poeta. Sobretudo, nos mais antigos. A estes, talvez até a máxima; poeta bom é poeta morto, fosse justa.
    Gullar se foi em um domingo. Se distanciou ainda mais de São Luís.
Imediatamente à notícia de sua morte, emergiu na minha memória um poema seu...
Enquanto te enterravam no cemitério judeu
de S. Francisco Xavier
e o clarão de teu olho soterrado
resistindo ainda
o táxi corria comigo à borda da Lagoa
na direção de Botafogo
E as pedras e as nuvens e as árvores
no vento mostravam alegremente
que não dependem de nós.
(Morte de Clarice Lispector)

Adeus Gullar e Angela, que saudade de Antônio Carlos Alvim.
Segundo o sobrinho do poeta, Antônio Carlos Alvim, 
nesta casa viveu 
Gullar: a planta no telhado sinaliza

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: 642 homicídios dolosos este ano na ilha de São Luís
REGIONAL
Jornal do Commércio: Aposentados e desamparados
O Povo: #forçachape - Solidariedade
NACIONAL
Correio: Entrevista-Pedro Parente:"Acabou a roubalheira na Petrobrás"
Estadão: Planalto teme que protesto vire onda contra governo
Folha: Deputados federais fazem viagem ao exterior a cada dois dias
O Globo: Empresas invstigaas param obras que já gastaram R$ 55 bi
Zero Hora: RS tem dois aposentados para cada servidor público da ativa

sábado, 3 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: 642 homicídios dolosos este ano na ilha de São Luís
O Imparcial: Vereadores eleitos têm contas reprovadas
REGIONAL
Jornal do Commércio: Crise massacra os jovens
O Povo: Ceará comprará água de esgoto tratada por empresa francesa
NACIONAL
Correio: AI-5 do Congresso tornará Justiça e MP reféns do bandidos
Estadão: PSDB recusa Secretaria de governo e quer economia
Folha: Odebrecht afirma ter enviado propina do PT a El Salvador
O Globo: Proposta da reforma fica pronta
Zero Hora: RS tem dois aposentados para cada servidor público da ativa

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Municípios terão menos dinheiro do estado
REGIONAL
Jornal do Commércio: Justiça cerca Renan
O Povo: Relatório da Polícia federal confirma vazamento de provas
NACIONAL
Correio: Perdeu, Renan
Estadão: Odebrecht fecha delação, paga R$ 6,8 bi e pede desculpas ao país
Folha: Por 8 votos a 3, Supremo torna Renan réu pela primeira vez
O Globo: Odebrecht pede perdão, paga R$ 6,8 bi e começa delatar
Zero Hora: Renan vira réu no STF por desvio de dinheiro