segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

MANCHETES DOS JORNAIS

Maranhão
O Estado do MA: Perigo na praia
O Imparcial: Polícia prende assaltantes de banco em Icatu
Regional
Jornal do Commercio: Hoje sai valor da passagem
Meio Norte: Trânsito mata nove só de Brasília
O Povo: Tasso Jereissati - "Impeachment de Dilma é improvável"
Nacional
Correio: Onda de crimes apavora áreas nobre de Brasília
Folha: Empréstimos à empresas recuam ao nivel de 2004
O Estadão: Estados usam depósitos judiciais para fechar contas
O Globo: No Rio, oito de cada dez OSICs 
Zero Hora: Verba para rodovias cae 49% em cinco anos



 



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA: Sindicato rejeita proposta de calendário escolar
O Imparcial: 3 mil policiais são capacitados em 99 cursos
Regional
Jornal do Commercio: Improviso no ponta pé inicial do Pernambuco
O Povo: Recurso extra causa tensão entre e prrofessores e prefeito
Nacional
Correio: Matemática fará diferença neste Sisu
Folha: Saneamento deve atrasar 20 anos no país, diz CNI
O Estadão: Devolução de imóveis para construtora chega a 41% em 2015
O Globo: BC tem apoio de Dilma e Barbosa para subir juros
Zero Hora: Novos PMs custarão pelo menos R$ 9 milhões à BM



 



David Bowie - O homem que colocou a terra no balcão

David Bowie - agora e sempre além das estrelas (2016+)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Temer vem a São Luís - Panorama Político de ILIMAR FRANCO


MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA: Posto sem vacina contra raiva e hepatite
Regional
Jornal do Commercio: Só falta pagar para respirar
O Povo: Recurso extra causa tensão entre e prrofessores e prefeito
Nacional
Correio: "Eu me arrependeria se tivesse ficado calada"
Folha: Janot suspeita de rede de propina em fundos de pensão
O Estadão: Janot prepara novos inquéritos: Wagner pode ser investigado
O Globo: Dlma dá avala à reforma da previdência e contraria PT
Zero Hora: Sartori promete devolver às ruas policiais cedidos







quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Festa de Reis - MARCO LUCCHESI

Trata-se de uma festa patrocinada pela esperança, pelo diálogo solidário e por um desenho de futuro. Matérias que andam em falta em nossos dias. Dos Três Magos, segundo reza uma tradição, Gaspar seria de origem indiana. E, para abordar a cultura da paz, penso em Nova Délhi, cidade rica em matizes e culturas.
Injusta e poluída em toda a parte, feroz e compassiva a cada esquina, ingênua e ardilosa: do hospital de passarinhos às ruas incrivelmente sujas, do raro perfume de incenso e especiaria à gama repulsiva de odores. Uma oferta quase infinita de templos atrai peregrinos de todos os quadrantes, os corpos seminus, pintados de branco, ou cobertos por trajes de cores vivas. Tudo em Délhi impressiona e fascina, assusta e surpreende.
Conheço de cor as prateleiras de literatura indiana da livraria Bahrisons e evoco alguns conceitos do místico sufi Nizamudin, para quem não existem barreiras entre as religiões, apenas um desejo do outro e um alto grau de compaixão. Na tumba de Nizamudin cantam os peregrinos, todas as quintas no fim da tarde, e traduzem as formas de uma radiante beleza. Lembro de alguém recitando um antigo poema de Bulleh Shah: “Não me incluo entre santos, pecadores, / E já não sou feliz nem infeliz. / E não pertenço à água nem à terra / E não pertenço ao fogo nem ao ar.”
Versos que abrem portas e janelas. Uma ode ao encontro, na generosidade de quem se entrega sem meio-termo, com adesão: “Não sou o crente que vai à mesquita, / Nem o que segue as vias da descrença. / Não ando limpo e tampouco ando sujo. / Não sou Moisés, nem sou o Faraó.”
Negar, ainda que momentaneamente, tudo o que somos significa não impor nossa visão a quem quer que seja. Negar-se para ouvir o outro. Como um gesto de cortesia, para não dizer de civilização, sinal de acolhida e abertura, através do diálogo, único remédio possível ao território do ódio, ao cerco de mágoas inarredáveis e aos muros de estéreis convicções. Desse remédio não devemos, não podemos, não queremos abrir mão. Volto aos Reis Magos, que saíram de partes extremas da Terra, que deixaram seus reinos em homenagem a uma criança, ou seja ao ainda não, a uma potência ou janela virtual que dava para o futuro.
Ao término dos cantos daquele fim de tarde em Délhi e começo da noite, pensei num dos maiores poetas do Oriente, Djalal Rumi, a um passo a mais, de uma profunda amizade e amor contundente:
“Sentados no palácio duas figuras, / são dois seres, uma alma, tu e eu! / Um canto radioso move os pássaros/ quando entramos no jardim, tu e eu./ Os astros já não dançam, e contemplam/ a lua que formamos, tu e eu!/ Estranha maravilha estarmos juntos:/ estou no Iraque e estás no Khorassan”.
E como ainda é tempo, caro leitor, não importa se você tem ou não partido, se acredita ou não, se tem ou deixou de ter orientação religiosa, os meus sentidos votos de que possamos construir juntos um feliz 2016.

Tirinha do dia - Adão Iturrusgarai


Maranhão não será destaque no Marquês de Sapucaí da Escola Beija-Flor

Marquês de Sapucaí
    A Beija-Flor de Nilópolis faz um novo link com o Maranhão. Desta vez, sem o auxílio luxuoso dos cofres do erário estadual, a escola de samba que colocou o  maranhense Joãosinho Trinta no pódim dos imortais homenageia o Marquês de Sapucai. O nobre dá nome ao espaço de desfile carioca, mais conhecido atualmente como Sambódromo.
    Sapucaí que nasceu em Minas com o nome de Cândido José de Araújo e foi presidente do Maranhão no Período Regencial (1831-1840). Foi uma espécie de governador por lei imperial de D. Pedro I entre 14 de janeiro de 1829 a 13 de outubro de 1832. Antecedeu um Vieira da Silva e o Barão de Pindaré, um Costa Ferreira. Até outro dia esses dois nomes ainda soavam na política maranhense. Cândido de Araújo não deixou raízes aqui.
    O carnavalesco Fran Sérgio tem a história na mão. Não se sabe se levará para a avenida, pois são poucos os brilhos da passagem de Cândido pelo Maranhão. Tudo indica que não, ainda mais sem o faz-me rir governamental desfrutado pela escola noutros carnavais.
     Foi este Barão de Sapucaí quem referendou a lei que tornou "Vossa Excelência" em tratamento respeitoso ao senadores. Nem imaginava que no futuro, a forma solene viraria um deboche. Dirigido até mesmo a presidiário.

MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA: Faltam agentes para controlar o trânsito
O Imparcial: Sem simulador, sem habilitação
Regional
Jornal do Commercio: O aedes mora ao lado
Meio Norte: Mortes caem 25% nas BRs
O Povo: 12 dicas para economizar no material escolar
Nacional
Correio: Servidores terão até 27,9% de aumento
Folha: Em posse, oposição diz que abreviará governo de Maduro
O Estadão: Oposição assume legislativo e já fala em saída de Maduro
O Globo: Acordo entre prefeitura e estado não resolve crise
Zero Hora: Programa concluiu só 4 das 208 creches previstaspara o RS







terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Reforma do Teatro Arthur Azevedo estacionou em 2015



     Enquanto permanece fechado para uma reforma anunciada, mas ainda não iniciada nem confirmada oficialmente, o Teatro Arthur Azevedo estará na cena em ambiente doméstico na tecnologia DVD. È que o ex-diretor do TAA do governo Lobão e da primeira fase da era Roseana Sarney, Fernando Bicudo, em parceria com Roberto Athayde, pretendem transformar em DVD filmagens da atuação de Marília Pera na peça "Apareceu a Margarida", montada na década de 90. O que seria do acervo, da memória do TAA, tem copyright Bicudo. É uma verdade,
 
A estreia da peça se deu lá atrás, no periodo da Ditadura de Garastazu Médici, em 1973, um ano antes do processo de abertura sob a baioneta de Geisel. Sem cortes, a peça esteve em cartaz no Arthur Azevedo em 1994. A apresentação não teve a marca da tesoura da censura. São essas as imagens da encenação integral o material do DVD. O próprio autor o espetáculo, Roberto Athayde, aprovou a montaem.
     O material é inédito. Mas não é inédita as lentas e graduais reformas da chamada Casa de Apolônia Pinto. Ao longo de sua história, muitas vezes as cortinas foram fechadas. Se bem que a atual está aos farrapos. A reforma é premente. A precariedade aparente está por todo o prédio. No palco, o anúncio da reforma que virá foi feito antes mesmo que o imortal Américo Azevedo Neto substituísse o cantor do Boi Barrica, Roberto Brandão, direção da casa.
     Nessa trajetória da existência recente, encenou-se contradições sarcásticas como a elevação do valor da pauta e redução de serviços e da qualidade destes. O ar condicionado ou sua falta, por exemplo, virou um simples detalhe.
    Há poucos dias a tragédia se avizinhou da principal casa de espetáculo do Maranhão que chegou às páginas do New York Times numa rasgação de seda. Foi na era Bicudo, não se sabe se no pacote do plano de Roseana Sarney de chegar ao Palácio dos Planalto, antes de ser catapultada pela Lunus, flagrada pela PF com a boca na botija no escritório do marido e sócio.
Telhado do prédio da Seplan, na Rua do Sol- agora só cinzas
    Vindo do prédio na outra esquina da rua do Sol, o calor do incêndio que deixou sem telhado a Secretaria Municipal de Planejamento não animou a direção do TAA a oficialmente colocar a placa: fechado para reforma. Pode ser que ocorra agora, no lapso da gestão do tucano Carlos Brandão.
    Pela previsão do processo de licitação, a demorada das obras não ultrapassará seis meses.  Com contagem depois do carnaval, acreditar que em agosto tudo estará nos conforme no TAA é colher uma esperança do ano novo.

Maranhão arde sob a indiferença dos verdes e vermelhos

    Nem os verdes, muito menos os vermelhos, se pronunciaram sobre o aumento das queimadas no Maranhão . O Estado está na terceira colocação entre as unidades da federação com maior foco de incêndios florestais registrados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, no ano passado.
Maranhão está entre os três recordistas. Segue atrás do Pará (44.794), Mato Grosso (32. 984), com 30.066 queimadas.
    Toda combustão tem como autoria a mão humana, constatam os técnicos do instituto. O pasto impulsiona o fogo. E assim, dizem, segue a vida.




MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA: Trânsito matou 75 na Ilha em 2015 
Regional
O Povo: Com dinheiro liberado, saiba como ficará a Aguanambi
Nacional
Correio: Foi estrupro, dizem especialistas
Folha: Posse de opositores acirra hostilidade na Venezuela
O Estadão: Câmbio e reessão elevam saldo da balança comercial
O Globo: China derruba mercados e agrava incerteza global
Zero Hora: Dólar volta a superar barreira dos R$ 4 com queda de bolsa da China






Artigo de Flávio Dino sobre impeachment na Folha de S. Paulo (30.12.2015)


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Lambe-Lambe: Aviso em feira de Belém (PA)


MANCHETES

Maranhão
O Estado do MA:  2016 começa com 10 mortos no IML
O Imparcial: INSS, IBGE e órgãos abrem inscrições hoje
Regional
Jornal do Commercio: Emprego em baixa. Concurso em alta
Meio Norte: Todos os poderes terão direito ao Habitar Servidor
O Povo: Infraçóes terão multa até 260% mais caras a partir de hoje
Nacional
Correio: Brasiliense narra horror de estrupro no réveillon
Folha: 3 em cada 4 metrópoles têm queda de receitas
O Estadão: Governo quer blindar Barbosa de pedaladas
O Globo: Petrobras quer ser financiada por sócios
Zero Hora: Projetos de R$ 3,5 bi podem gerar 7,7 mil empregos







domingo, 3 de janeiro de 2016

Som ao redor: Raja presta homenagem ao "Pirata da Litorânea"

Diário do Pará: Espelho, espelho meu!


Vasto mundo - FERREIRA GULLAR

    Em meados do ano que acabou, os meios de comunicação divulgaram a chegada ao planeta Plutão de um foguete espacial da Nasa, que fotografou esse planeta que, no sistema solar, é o mais distante da Terra.
    Para chegar a ele, o foguete viajou nove anos e, chegando lá, constatou que Plutão era bastante diferente do que supunham os cientistas, a começar pelo fato de que sua crosta apresenta vastas cadeias de montanhas formadas por gelo de água, ou seja, semelhante ao gelo que cobre as montanhas de nosso planeta. Isso significa que existe água em Plutão e, se existe água ali, não é impossível que exista vida também.
    Quase no mesmo dia, outra notícia sobre tema semelhante chegava até nós: a descoberta de um planeta semelhante a Júpiter, que gira em torno de uma estrela semelhante ao nosso sol. Haverá vida nesse planeta? Trata-se de um sistema solar como o nosso, composto de outros planetas, havendo um talvez com habitantes parecidos conosco?
    Bom, afinal de contas tudo é possível, dependendo de nossa capacidade de imaginar. De qualquer modo, uma coisa é verdade: o ser humano é, sem dúvida, um bicho extraordinário, tanto por essa necessidade de conhecer como por sua capacidade de levar à prática essa necessidade.
    Pare para pensar: já considerou quanto conhecimento é necessário para saber como chegar a um planeta como Plutão, a bilhões de quilômetros de distância? Mas não é apenas a vasta distância que impressiona, mas, sobretudo, construir uma nave capaz de vencer a força de atração da Terra e superar as complexas relações de forças cósmicas que terão de ser superadas para tornar possível a viagem. E sei lá quantos outros problemas estarão implicados em semelhante proeza, como calcular com precisão o momento em que esse foguete -a tantos bilhões de quilômetros da Terra- iniciará a manobra para entrar na órbita de Plutão. Já imaginou quantos problemas estão implicados em semelhante manobra, operada aqui da Terra, com a ajuda de uns tantos equipamentos que o homem inventou?
    E ao me perguntar isso, não posso ignorar que nós, seres humanos, habitamos um minúsculo planeta que gira em torno de uma estrela de quinta grandeza, pertencente a uma galáxia constituída de bilhões de sóis e constelações, sendo ela, a Via Láctea, uma entre bilhões e bilhões de constelações. E mais, essas galáxias são quase nada na vastidão do espaço vazio que constitui o universo. Então, pergunto: o que é o ser humano em meio a essa talvez infinita vastidão?
Nada? Quase nada? Não obstante, ele é capaz de saber tudo isso a respeito do universo e ainda criar máquinas que conseguem navegar por ele e auscultar seus mistérios.
    Agora mesmo, um cientista lançou um projeto cujo objetivo é descobrir se há seres semelhantes a nós no universo. A pergunta que motiva o projeto é a seguinte: "estamos sós no cosmo?"
    Um número considerável de instituições e de cientistas está disposto a difundir, como for possível, sinais através do espaço cósmico, na esperança de que alguém que viva em algum planeta, ainda que situado a milhões ou bilhões de anos-luz de distância, responda a essa patética indagação.
    Pensando bem, isso é uma piração. Milhões ou bilhões de anos para a pergunta chegar a alguém e outros tantos para chegar a nós a resposta. E em que língua? Como saber se se trata de uma mensagem ou de meros ruídos cósmicos? Conforme acredito, mesmo que haja outros seres inteligentes no mundo, dificilmente entenderão nossos sinais e nós os deles. De qualquer modo, as distâncias são tão fantásticas que jamais seria possível alguém chegar até nós ou chegarmos nós até alguém de outro sistema solar. É como se não existissem. Por isso digo que o universo está aí apenas para ser contemplado e nos maravilhar.
    É o que penso, neste começo do ano de 2016, esticado na poltrona da sala, com a gatinha deitada sobre minhas pernas, no apartamento em que moro, à r. Duvivier, em Copacabana, Rio de Janeiro, planeta Terra.