segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Os segredos do mensalão - REVISTA VEJA

 

O empresário Marcos Valério, apontado como o operador do esquema, diz que, em troca do seu silêncio, recebeu garantias do PT de uma punição branda. Condenado pelo STF por vários crimes, cujas penas podem chegar a 100 anos de prisão, ele revela que o ex-presidente Lula sabia de tudo e que o caixa para subornar políticos foi muito maior: 350 milhões de reais

Rodrigo Rangel

    Faltavam catorze minutos para as 7 da manhã da últi­ma quarta-feira quando o empresário Marcos Valé­rio, o pivô financeiro do mensalâo, parou seu carro em frente a uma escola, em Belo Hori­zonte. Alvo das mais pesadas condena­ções no julgamento que está em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), ele tem cumprido religiosamente a tarefa de levar o filho todos os dias ao colégio. Desce do carro, acompanha o. menino até o portão e se despede com um beijo no rosto. Chega mais cedo para evitar ser visto pelos outros pais e alunos e vai embora depressa, cabisbaixo. “O PT me transformou em bandido”, desabafa. Va­lério sabe que essa rotina em-breve será interrompida. Ele é o único dos 37 réus do mensalão que não tem um átimo de dúvida sobre seu futuro. Na semana pas­sada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas as punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decidi­das, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar, a senten­ça de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Mesmo com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é improvável que ele termine seus dias na cadeia. Valério tem culpa no cartório, mas fica evidente que ele está carre­gando sobre os ombros uma carga penal que, por justiça, deveria estar mais bem distribuída entre patentes bem mais al­tas na hierarquia do mensalão. É isso que mais martiriza a alma de Valério neste momento, uma dor que ele tènta amenizar lembrando, sempre que pode, que seu silêncio sobre os responsáveis maiores acima dele está lhe custando muito caro.
    Apontado como o responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de cor­rupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confiden­ciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que as­sumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o “predi­leto” do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema te­ve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que não consegue mais reter só para si — mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos ) que ele ajudou, tenha um crescente te­mor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel. Os segre­dos de Valério, se revelados, põem o ex-presidente Lula no epicentro do escândalo do mensalão. Sim, no comando das operações. Sim, Lula, que, fiel a seu estilo, fez de tudo para não se contagiar com a podridão à sua volta, mesmo que isso significasse a morte moral e política de companheiros dile­tos. Valério teme, e fala a pessoas próximas, que se contar tudo o que sabe estará assinando a pior de todas as sen­tenças — a de sua morte: “Vão me matar. Tenho de agradecer por estar vivo até hoje”.
    Sua mulher, Renilda Santiago, já tentou o suicídio três vezes. Há duas ' semanas, ela telefonou a uma amiga para dizer que iria a um reduto do trá­fico encravado na região central de Be­lo Horizonte comprar uma arma. Avi­sou que havia decidido dar um tiro na cabeça. Renilda está mergulhada em crise aguda de depressão. Os dois fi­lhos do casal vivem dramas à parte. Meses atrás, o menino, de 11 anos, tentou fazer um teste de admissão em uma escola mais perto de casa, mas a diretora nem deixou o garoto começar a prova. A direção da escola não queria entre seus alunos o filho de Marcos Va­lério. A filha mais velha, de 21 anos, passou por constrangimentos cruéis. Em um debate na faculdade de psico­logia, o assunto escolhido pelos cole­gas foi justamente o comportamento do pai dela. Humilhada, ela saiu da sa­la. Chega a ser assustador, mesmo que previsível, que as pessoas esqueçam a mais consagrada prática cristã, civili­zada e jurídica — a de que os filhos não devem pagar pelos erros dos pais. Marcos Valério sofre de síndrome do pânico e praticamente não prega os olhos à noite. Sobre o PT e seus anti­gos parceiros ele vem dizendo: “Eu detesto esse pessoal. Esse povo acabou com a minha vida, me fez de um tama­nho que eu não sou. O PT me fez de escudo, me usou como um boy de lu­xo. Mas eles se ferraram porque agora vai todo mundo para o ralo”. O medo ainda constrange Marcos Valério a li­mitar suas revelações a pessoas próxi­mas. Até quando?

MENSALAO
“O caixa do PT foi de 350 milhões de reais”
    A acusação do Ministério Públi­co Federal sustenta que o men­salão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se soma­ram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Se­gundo Marcos Valério, esse valor é su­bestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. “Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA”, afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fic­tícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. “Muitas empresas davam via empréstimos, ou­tras não.” O fiador dessas operações, ga­rante Valério, era o próprio presidente da República.
    Lula teria se empenhado pessoal­mente na coleta de dinheiro para a en­grenagem clandestina, cujos contri­buintes tinham algum interesse no go­verno federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar ne­nhum rastro. Muitos empresários, rela­ta Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e cor­rupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: “Dir­ceu era o braço direito do Lula, um bra­ço que comandava”. Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de re­cursos foram registradas minuciosa­mente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos emprésti­mos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para re­munerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério deli­neiam um caixa clandestino sem para­lelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação decla­rada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002.

O PRESIDENTE
“Lula era o chefe”
    A ira de Marcos Valério desafia a defesa clássica do ex-presidente Lula de que não sabia do mensalao e nada teve a ver com o esquema arquitetado em seu pri­meiro mandato. Com a segurança de quem transitava com desenvoltura pelos .gabinetes oficiais, inclusive os palacia­nos, e era considerado um parceiro pre­ferencial pela cúpula petista, Valério afirma que Lula “comandava tudo”. Em sua própria defesa, diz que como ope­rador dos pagamentos não passava de um “boy de luxo” de uma estrutura que tinha o então presidente no topo da ca­deia de comando. “Lula era o chefe”, repete Valério às pessoas mais próxi­mas. A afirmação se choca com todas as versões apresentadas por Lula desde que o esquema foi descoberto, em 2005. Primeiro, escudou-se no argumento de que tudo não passou do uso de dinheiro “não contabilizado” que havia sobrado das campanhas políticas, prática supra­partidária e recorrente na política brasi­leira — não por acaso tem: sido essa a estratégia de defesa dos mensaleiros no STF. Num segundo momento, Lula se disse traído e pediu desculpas à nação em rede de televisão.
    A rota de fuga de Lula evoluiu mais tarde para a negação completa, com a tese nefelibata de que o mensalâo nunca existiu, tendo sido apenas uma armação das elites para abreviar seu mandato. A narrativa de Valério coloca Lula não apenas como sabedor do que se passava, mas no comando da operação. Valério não esconde que se encontrou com Lula diversas vezes no Palácio do Planalto. Ele faz outra revelação: “Do Zé ao Lula era só descer a escada. Isso se faz sem marcar. Ele dizia vamos lá embaixo, vamos”. O Zé é o ex-ministro José Dirceu, cujo gabinete ficava no 4o andar do Pa­lácio do Planalto, um andar acima do gabinete presidencial. A frase famosa e enigmática de José Dirceu no auge do escândalo — “Tudo que eu faço é do conhecimento de Lula” — ganha con­tornos materiais depois das revelações de Valério sobre os encontros em palá­cio. Marcos Valério reafirma que Dirceu não pode nem deve ser absolvido pelo Supremo Tribunal, mas faz uma som­bria ressalva. “Não podem condenar apenas os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos”, disse na semana passada, em Belo Horizonte. Indagado, o ex- presidente não respondeu.

PACTO
“Meu contato era o Okamotto"
    Há menos de dois meses, VEJA revelou a existência de encon­tros secretos entre Marcos Va­lério e Paulo Okamotto, petista estrelado que desempenha a tarefa de assessor financeiro, ou tesoureiro, de Lula. Procurado para explicar por que se reunia com o principal operador do mensalão, Okamotto disse que os en­contros serviam apenas para discutir política. Não, não era bem assim. Mar­cos Valério tinha um pacto com o PT, e Paulo Okamotto era o fiador desse pac­to. “Eu não falo com todo mundo no PT. O meu contato com o PT era o Paulo Okamotto”, disse Valério em uma conversa re­servada dias atrás. É o próprio Valério quem explica a mis­são de Okamotto: “O papel dele era tentar me acalmar”.
    O empresário conta que co­nheceu o Japonês, como o petista é chamado, no ápice do escândalo. Valério diz que, na véspera de seu primeiro de­poimento à CPI que investi­gava o mensalão, Okamotto o procurou. “A conversa foi na casa de uma funcionária minha. Era para dizer o que eu não devia falar na CPI”, re­lembra. O pedido era óbvio.
    Okamotto queria evitar que Valério implicasse Lula no escândalo. Deu certo durante muito tempo. Em troca do silêncio de Valério, o PT, por intermédio de Okamotto, prometia di­nheiro e proteção. A relação se tomaria duradoura, mas nunca foi pacífica. Em momentos de dificuldade, Okamotto era sempre procurado. Quando Valério foi preso pela primeira vez, sua mulher viajou a São Paulo com a filha para fa­lar com Okamotto. Renilda Santiago queria que o assessor de Lula desse um jeito de tirar seu marido da cadeia. Disse que ele estava preso injustamente e que o PT precisava resolver a situação. A reação de Okamotto causa revolta em Valério até hoje. “Ele deu um safanão na minha esposa. Ela foi correndo para o banheiro, chorando.” O empresário jura que nunca recebeu nada do PT. Já a promessa de proteção, segundo Valério, girava em tomo de um esforço que o partido faria para retardar o julgamento do mensalão no Supremo e, em último caso, tentar amenizar a sua pena. “Pro­meteram não exatamente absolver, mas diziam: ‘Vamos segurar, vamos isso, vamos aquilo’... Amenizar”, conta. Por muito tempo, Marcos Valério acreditou que daria certo. Procurado, Okamotto não se pronunciou.

PODER

“O Delúbio dormia no Alvorada”
    Dos tempos em que gozava da intimidade do poder em Brasí­lia, Marcos Valério diz guardar muitas lembranças. Algumas revelam a desenvoltura com que perso­nagens centrais do mensalão transita­vam no coração do govemo Lula antes da eclosão do maior escândalo de cor­rupção da história política do país. Va­lério lembra das vezes em que Delúbio Soares, seu interlocutor frequente até a descoberta do esquema, participava de animados encontros à noite no Palácio da Alvorada, que não raro servia de pernoite para o ex-tesoureiro petista. “O Delúbio dormia no Alvorada. Ele e a mulher dele iam jogar baralho com Lula à noite. Alguma vez isso ficou re­gistrado lá dentro? Quando você quer encontrar (alguém), você encontra, e sem registro.” O operador do mensalão deixa transparecer que ele próprio foi a uma dessas reuniões noturnas no Alvo­rada. Sobre sua aproximação com o PT, Valério conta que, diferentemente do que os petistas dizem há sete anos, ele conheceu Delúbio durante a campanha de 2002. Quem apresentou a ele o petista foi Cristiano Paz, seu ex-sócio, que intermediava uma doação à campanha de Lula. A primeira conversa foi em Belo Horizonte, dentro de um car­ro, a caminho do Aeroporto da Pampu- lha. Nessa ocasião, conta, Delúbio lhe pediu ajuda. “Ele precisava de uma em­presa para servir de espelho para pegar um dinheiro.” A parceria deu certo e desaguou no mensalão. Hoje, os dois estão no banco dos réus. Valério se sen­te injustiçado. Especialmente na parte da acusação que diz respeito ao desvio de recursos públicos do Banco do Bra­sil. Ele jura que esse dinheiro não caiu no caixa da corrupção. “No processo tem todas as notas fiscais que compro­vam que esse dinheiro foi gasto com publicidade. Não estou falando que não mereço um tapa na orelha. Não é isso. Concordo em ser condenado por aquilo que eu fiz.”

EMPRÉSTIMO

“O banco ia emprestar dinheiro para uma agência quebrada?”
    Os ministros do STF já conside­raram fraudulentos os empréstimos concedidos pelo Banco Rural às agências de publici­dade que abasteceram o mensalão. Para Valério, a decisão do Rural de liberar o dinheiro — com garantias fajutas e José Genoino e Delúbio Soares como fiado­res — não foi um favor a ele, mas ao governo Lula, “Você acha que chegou lá o Marcos Valério com duas agências quebradas e pediu: ‘Me empresta aí 30 milhões de reais pra eu dar pro PT’? O que um dono de banco ia responder?” Valério se lembra sempre de José Augusto Dumont, então presidente do Ru­ral. “O Zé Augusto, que não era bobo, falou assim: ‘Pra você eu não empres­to’ . Eu respondi: ‘Vai lá e conversa com o Delúbio’. ” A partir daí a solução foi encaminhada. Os empréstimos, diz Va­lério, não existiriam sem o aval de Lula e Dirceu. “Se você é um banqueiro, vo­cê nega um pedido do presidente da República?” Foram essas mesmas creden­ciais palacianas, segundo ele, que lhe abriram as portas no Banco Central pa­ra interceder pela suspensão da liquida­ção extrajudicial do Banco Mercantil de Pernambuco, que interessava ao Rural. Valério foi destacado para cuidar do as­sunto em Brasília. Uma tarefa executa­da com todas as facilidades e privilé­gios. “Valério chegou lá no Banco Central e foi atendido. Você acha que o Banco Central receberia um imbecil qualquer, dono de uma agência de publicidade quebrada?”

“NOJENTO E VEXATÓRIO"
Ex-superintendente do Banco Rural em Brasília, Lucas da Silva Roque foi um dos principais colaboradores nas investigações da Polícia Federal destinadas a desbaratar a quadrilha do mensalão. Foi ele quem revelou onde estavam os recibos que mostraram quais políticos receberam dinheiro para votar com o governo Lula no Congresso. Nesta entrevista, Roque conta que pagou um preço al­to por agir de forma correta e relata um plano ambicioso urdido pela cúpula da instituição financeira em parceria com José Dirceu. Eles queriam montar um banco popular, do qual Rural e BMG seriam sócios, para conceder empréstimos consignados aos aposentados. Um negócio companheiro e bilionário.
    Por que o senhor decidiu ajudar a polícia? Não tinha nada a temer. Não entrei no jogo deles, não sou bandido. Fui mandado para a agência do Rural em Brasília para moralizá-la, porque ali estava uma bagunça. O que estava acontecendo no banco era acintoso, no­jento e vexatório. O delegado disse que queria todos os documentos. Apontei onde estavam as caixas. Àquela altura, já estava tudo encaminhado para fazer sumir as provas, mandando-as de Brasí­lia para Minas Gerais. Mostrei onde es­tavam os documentos e falei para o de­legado que procurasse papéis também numa construtora, que servia de almo- xarifado do banco.
    Como a diretoria reagiu à sua cola­boração com a PF? Fui atacado de tudo quanto é jeito. Me colocaram em um porão que não era uma agência bancária, depois em uma loja de shop­ping que foi fechada por ser irregular. Pior, mandaram me avisar que eu esta­va proibido de aparecer na diretoria do banco. Isso foi em outubro de 2005. Virei a Geni. Fui demitido em agosto de 2010. Eu, minha esposa e meus filhos fomos achincalhados na rua como mensaleiros.Tive sérios problemas de saúde, perdi meu casamento.
    O senhor tinha relação de proximi­dade com Marcos Valério. Ele disse a algumas pessoas que teve um en­contro com Lula na Granja do Torto. Vários encontros. É verdade? Sim, ele deixava para viajar para Belo Hori­zonte no sábado à noite para passar lá.
Levado por quem? Delúbio Soares, Silvinho Pereira e José Dirceu.
    Quais eram os planos da cúpula do Banco Rural e dos petistas? Eles ti­nham um projeto de montar um banco popular com a CUT. Juntariam o Banco Rural, o BMG, a CUT. Era um projeto com capital de 1 bilhão de reais.
Quem capitaneava esse projeto?
    Eram os bandidos do mensalão. Como o PT não tinha cultura bancária, o Rural e o BMG seriam sócios. Um banco pri­vado com a participação da CUT, que direcionaria todos os beneficiários do INSS para tomar dinheiro em emprésti­mos consignados nessa instituição po­pular. Quando o mensalão estourou, o projeto foi abortado.

Na Blogosfera de VEJA - Márcio Vasconcelos


Manchetes dos jornais

Estado
Aqui-MA:Sangue na pista
Jornal Pequeno: Oposição quer abrir investigação contra Lula
O Estado do MA:Ivete Sangalo atrai e contagia multidão
Região
Jornal do Commercio:Timbu vence o vice-líder
O Povo:Um fórum atacado por mês no interior do Ceará
Nacional
Correio Braziliense:CPI quer bloquear bens dos laranjas de Cachoeira
Estadão:Relator vai votar pela condenação de Dirceu
Estado de Minas:Até coxinha e empada na receita do abuso
Folha:‘Eu não vou fugir do Brasil’, afirma Dirceu
O Globo:Nova etapa do mensalão - STF começa a julgar núcleo político
Valor:Projeto bilionário prevê extração de ouro no Xingu
Zero Hora:STF começa a julgar hoje Dirceu, Delúbio e Roberto Jefferson

domingo, 16 de setembro de 2012

Política regional do Maranhão

Obras da Petra
A Petra, construtora envolvida no escândalo das "estradas fantasmas" do governo José Reinaldo Tavares, aquele das pontos que ligam "nada a lugar nenhum", bordão do Sistema Mirante de Comunicação, ganhou "de boca" a obra de recuperação do Estádio Castelão no governo Jackson Lago, continua sendo de casa.
Tanto no governo como no município de São Luís, onde o ex-governador José Reinaldo Tavares é secretário de Governo. É a Petra responsável pela construção do Hospital de Urgência do Município, obre de R$ 92 milhões do governo João Castelo em São Luís iniciado no ano eleitoral.
Memória da agiotagem
Nessa novela trágica da agiotagem que envolveu até a execução de um jornalista, Décio Sá, percedeu-se na bruma a história do ex-deputado Paulo Neto, não reeleito em 2010. nas eleições deste ano a mulher do ex-deputado, Carmem Neto disputa a reeleição no PMDB pela coligação "Unidos por Mata Roma". Com previsão de gastos de R$ 600 mil a prefeita candidata declarou bens no valor de R$ 265 mil.
Líder político e ex-prefeito de Mata Roma, Neto foi financiador da campanha do prefeito de Presidente Vargas, Raimundo Bartolomeu, o Bertim assassinado como Décio em uma emboscada envolvendo policiais militares. Os PMs continuam presos. Um convênio para asfaltamento de rua no período pré-eleitoral, da mesma forma como acontece em 2012, teria encalacrado Bertin, e expôs Neto. A Câmara pôs a máquina para trabalhar e apertou o prefeito antes de morrer. Por debaixo dos panos a prática continua.
Na Baixada
Filuca Mendes, ex-secretário de Cidade do governo Roseana, ex-prefeito e candidato à prefeito de Pinheiro nas eleições deste ano, não reclama mais que o governo não faça convênios diretamente com as prefeituras da Baixada. Especialmente, Pinheiro, terra natal do senador José Sarney (PMDB-AP) e do secretário de Mei-Ambiente e deputado estadual Victor Mendes. Quando era prefeito Filuca, que controla um sistema de comunicação similar ao padrinho político na cidade da baixada maranhense, disparava canhões contra Jackson Lago, alegendo descriminação. Faz agora obras através da Secretaria de Infra-esrutura no município para montar seu palanque contra o candidato do prefeito.

Cantora revelação Jesuton vai gravar "Nós" de Tião Carvalho

    Talento revelado ao ar livre no Rio de Janeiro, a londrina Rachel Jesuton Amosu, 27 anos, incluiu em seu primeiro álbum uma versão em inglês da composição "Nós", do maranhense Tião Carvalho imortalizada por Cássia Eller.
    O CD de Jesuton (nome que em dialeto nigeriano significa "filha de Jesus") sai em outubro. Formada em administração pela universidade de Oxford (Londres), Jesuton é um fenômeno da nova mídia. Foi lançada cantando na rua em espaços de grande trânsito do Rio, como a Largo da Carioca e Lapa,  no Centro, e Largo do Machado, na zona sul. Cantava coisas de Adele, Amy Winehouse. Com a performance no youtube alcançou uma legião de fãs e logo ganhou empresária e gravadora, a Som Livre.
    Jesuton, nascida em Londres, filha de um nigeriano com um jamaicana, chegou ao Rio com o marido para morrar no Chapéu da Mangueira, favela do Rio de Janeiro. Comprou uma caixinha de som e se mandou para rua, a cantar, cantar, cantar. O repertório identificado pela massa, como Back to Black, de Winehouse, agradou ouvintes transeuntes.
Confira Jesuton cantando Adele:
 
 


Manchetes dos jornais

Estado
O Estado do MA:Embates movimentam campanha em São Luís
Região
Jornal do Commercio:Desordem de Norte a Sul
Meio-Norte:Dada largada para caranava Piauí de ouro
O Povo:Temas polêmicos - o que passa pela cabeça do fortalezense
Nacional
Correio Braziliense:Quadrilha de Cachoeira vende imóveis para fugir
Estadão:Mantega diz que juros do cartão de crédito são ‘escorchantes’
Estado de Minas:Boca-livre
Folha:Prefeitura paga aluguel para 100 mil em São Paulo
O Globo:Mensalão tem outros 45 processos e 80 réus
Zero Hora:Ladrões de carros abusam da violência

Uma senhora revista - FERREIRA GULLAR

O que predominava eram textos sobre a atividade artística, do cinema ao teatro, da poesia à música
    Se houve, na história da imprensa brasileira, uma publicação até certo ponto inusitada por suas qualidades e características intrínsecas, foi a revista "Senhor", cujo primeiro número data de março de 1959 e o último, de janeiro de 1964.
    Faço esta constatação ao manusear os dois volumes editados pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e organizados por Ruy Castro, que nos oferecem a possibilidade de rever e reler algumas das páginas mais inteligentes e divertidas daquela revista que, nos seus cinco anos de vida, imprimiu a nossa imprensa um nível jornalístico, literário e gráfico raramente por ela alcançados.
    Ao rever esta espécie de síntese da "Senhor" -de que fui leitor fiel e constante naquela época- surpreendo-me, não obstante, o que indica talvez não ter percebido, então, o que representava ela de audácia e renovação em nossa história editorial.
    De fato, o que deu na cabeça de seus criadores e editores para pôr em circulação uma revista que, pelas matérias que trazia e pela imagem gráfica inovadora, não despertaria o interesse do leitor comum? E mais, não tinha ela o propósito jornalístico de cobrir os acontecimentos, o que a distanciava ainda mais daquele leitor.
    A resposta a essa minha pergunta quem nos dá é Luiz Lobo, no texto intitulado "A Morte e a Morte da Senhor", de julho de 1999, incluído agora no primeiro volume da referida publicação, quando nos conta que ele, mais Nahum Sirotsky, Carlos Scliar e Paulo Francis, ao se encontrarem para inventar a nova revista, não tinham ideia clara do que deveriam fazer. Cada um deles tinha uma opinião diferente do que deveriam fazer, mas certamente não pretendiam pôr nas bancas de jornais uma revista igual às outras.
    A verdade é que, pela heterogeneidade de suas respectivas opiniões quanto a criar uma nova revista naquele Brasil de então, nasceu uma publicação que nenhum empresário, com noção clara do mercado editorial e do hábito de leitura da maioria do público, jamais se disporia a bancar. Não obstante, houve um: Simão Waissman.
    Conforme escreveu Nahum Sirotsky, a revista "Senhor" nasceu porque o empresário Simão Waissman, que pretendia criar "a mais interessante revista brasileira de todos os tempos", chamou-o e lhe entregou essa tarefa. Mas Waissman desejava que a revista se pagasse, o que não aconteceria.
    Tendo aceito a tarefa, Nahum chamou Carlos Scliar, que chamou Glauco Rodrigues, para bolarem graficamente a revista. Foi feita uma "boneca", montada com recortes de algumas das mais belas publicações internacionais, e Waissman a aprovou.
    Diz Nahum que o objetivo era fazer "uma revista que fosse ao mesmo tempo de pesquisas para escritores, artistas, economistas, sociólogos, educadores e que viesse a ser lida pelas pessoas mais responsáveis pela vida nacional, a fim de estimulá-las a considerar com mais seriedade os problemas culturais do país.
    Não foi bem isso o que ela se tornou. Nela, de fato, colaboraram figuras representativas dos mais diversos campos da vida cultural brasileira mas, com raras exceções, o que predominava eram os textos sobre a atividade artística, do cinema ao teatro, da poesia à música popular, sem falar nos contos de Clarice Lispector, de João Guimarães Rosa, Scott Fitzgerald, Dorothy Parker e Jorge Amado, além dos ensaios de Armando Nogueira sobre o futebol de Pelé e Didi, ao lado de artigos sobre a Revolução Cubana, as Ligas Camponesas e a Guerra Fria, que opunha Khruschov a Eisenhower.
    E, no meio de tudo isso, poemas de Carlos Drummond de Andrade e Mao Tsé-Tung, charges de Jaguar e ilustração de Glauco. Já está bom ou quer mais?
    Evidentemente, não dava para concorrer com a "Manchete", que custava Cr$ 40 enquanto a "Senhor" custava Cr$ 70. Por isso mesmo, creio eu, com um ano, Waissman desistiu e vendeu a revista que, mesmo assim, sobreviveu por mais quatro anos.
    Mas a gente de hoje certamente nem ouviria falar agora da "Senhor", não fosse uma menina de seis anos ter se encantado por ela naquela época. Essa menina era Maria Amélia Mello, que hoje, já crescidinha, tomou a iniciativa de ressuscitá-la, nesta edição encantada que tenho agora em minhas mãos.
Da Folha

sábado, 15 de setembro de 2012

Morre Tony Castro após ser demitido por pressão do titular da SECOM

    Morreu o radialista Tony Castro que atualmente estava emprestando sua força de trabalho para o sistema de comunicação de Zildene Falcão. Castro era do Pará, mas atuou durante décadas no rádio do Maranhão, sobretudo na rádio Educadora. 
    Tony Castro estava internado no Hospital do Servidor estadual depois de ter passado mal após tomar conhecimento da sua demissão na emissora da avenida dos Africanos. Segundo se comentava nos bastidores teria sido o secretário de comunicação do Estado, Sérgio Macedo, que pediu a cabeça do radialista aos Falcão. Prontamente atendido, como ocorre em todos os veículos de comunicação sustentado pela verba pública e reverente aos governos.

BR-135 - Zeca e Rita recomendam

Música de Claudio Fontana vira spot de campanha de Haddad

     A composição "Doce de coco", de Claudio Fontana, um dos maiores sucessos da Jovem Guarda gravado por Wanderley Cardoso, será lançada hoje na campanha de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo. O refrão "Você não é doce de coco, mas enjoei de você", se refere diretamente ao candidato José Serra (PSDB), que disputa a segunda colocação na eleição municipal. Termina com um locutor, em tom debochado: "Quando o povo enjoa, não tem remédio''.

Maranhão reduziu em 17,1% o número de leitos na rede do SUS em sete anos

    Entre 2005 e 2012 o estado do Maranhão reduziu em 17,1% o número de leitos em hospitais da rede do Sistema Único de Saúde, segundo relatório do Conselho Federal de Medicina,a  partir de dados do Condastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde. O estado foi o quarto das 26 unidades da federação a ter a maior redução, depois do Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio de Janeiro. Em sete anos o número de leito encolheu em 42 mil unidades.
    Em nota do CFM  responsabiliza a diminuição à visão dos gestores  que "simplificaram a complexidade da assistência à máxima de que 'faltam médicos no país'. Porém, não levam em consideração aspectos como a falta de infraestrutura física, de políticas de trabalho eficientes para profissionais da saúde e, principalmente, de um financiamento comprometido com o futuro do Sistema Único de Saúde" 
    Segundo o levantamento o Maranhão está na rabeira da fila na proporção número de médicos por mil habitantes. Com taxa de 0,68, o estado tem menor número de médicos que o Piauí (0,83), Amapá (0,93), e Acre (1,03). A maior concentração de profissionais está na região sudeste, com 72% dos médicos do Brasil.

Manchetes dos jornais

Estado
O Estado do MA:FGV é escolhida para organizar o concurso da segurança pública
Região
Jornal do Commercio:Vitória da saúde pública
Meio-Norte:Fuzis de Piripiri eram para assaltar bancos
O Povo:Medicina - 68 estudantes conseguem registro antes do fim do curso
Nacional
Correio Braziliense:Família de servidor tem renda 73% maior
Estadão:BC reduz compulsório e injeta R$ 30 bi na economia
Estado de Minas:Tudo por uma vaga em escola particular
Folha:Ataques anti-EUA atingem 19 países e se estendem a aliados
O Globo:País ainda tem 1/3 vivendo em rua de terra
Zero Hora:No limite da insegurança

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Hospital de urgência de Castelo é apenas terraplenagem com quase metade do prazo para concluir a obra

    Na remota hipótese de ser reeleito, contrariando a maioria dos eleitores de São Luís, o prefeito João Castelo (PSDB)  teria apenas dez meses para entregar o Hospital Central de Urgência e Emergência, nas próximidades da avenida Luiz Eduardo Magalhães na área de preservação ambiental conhecida como Sítio Rangedor.
    
Castelo repete o discursos de Roseana e Lula. As obras do hospital que consumirão R$ 92 milhões em 15 meses, conforme o primeiro contrato entre Prefeitura de São Luís e a Petra, estão no estágio que a refinaria Prêmio de Bacabeira, na estaca zero. A ordem de serviço foi assinada em maio deste ano, na véspera do período vedado pela lei eleitoral. Apenas a terraplenagem foi feita e meia dúzia de operários cumprem expediente para não dizer que lá tem só poeira e placas.
    
    O prefeito eleito em 2008 passou quatro anos  tateando na cidade em busca de um local para cumprir sua promessa de campanha. Diz que caiu na conversa da governadora que ofereceu gato por lebre no caso de uma área pertecente à Caema e também protegida por legislação ambiental. Na reta final do mandato deu um jeito em uma área., justamente próximo à área de metro quadrado mais caro da cidade, distante das grandes densidades populacionais da cidade.

Tadeu propõe o SAMU no ar em debate sobre direitos da criança e adolescente

Haroldo, Marcos Silva, Tadeu, Eliziane e Washinton na mesa sobre o ECA
    Chegando perto das eleições o embate inevitável entre candidatos produz efeitos inesperados nos candidatos. Nesta sexta-feira, 14, um momento desses aconteceu no painel para debater direitos da infância e adolescência, no auditório da OAB-MA. Presentes Haroldo Saboia (PSOL), Marcos Silva (PSTU) e Tadeu Palácio.  Atrasados, Eliziane Gama e washington Oliveira ainda participaram da sabatina com espaço para debate. Castelo, Edvaldo Holanda e Edinaldo Neves não foram, nem deram satisfação.
    Os dois primeiros mandaram o vice no lugar. A organização não aceitou a participação dos representantes. Teve gente argumentando que vice tem papel institucional, por isso representa e pode sentar em qualquer mesa. Mas, estava acertados entre as 43 entidades do Fórum das organizações não governamentais em defesa dos direitos de crianças e adolescentes (Fórum DCA), Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Luís e Rede Amiga da Criança.
    Em duas horas, entre perguntas e comentários dos candidatos, não faltaram promessas verbais antes da assinatura do compromisso em defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente. A mais mirabolante das propostas foram apresentadas pelo ex-prefeito Tadeu Palácio (PP).  Para superar o problema   de trânsito, que diz resolver com um mixto de corredor urbano e BRT, ônibus articulado, no atendimento de urgência médica, Tadeu prometeu construir heliportos nas unidades de saúde. "Seria o Samu no ar". (soa até meio francês, né).
 

Política do Maranhão: Max leva asfalto para Pinheiro para ajudar Filuca a pedido de Othelino Netto

    Que história!. A governadora Roseana Sarney (PMDB) acatou uma indicação do deputado estadual Othelino Netto (PPS) para ajudar a candidatura de Filuca, pai do secretário de estado de meio-ambiente, cargo que o socialista teve no passado em bairros onde o candidato a prefeito de Pinheiro está em baixa.
    Filuca Mendes, que foi secretário das cidades e tem como única obra ter colocado cabeça de burro no PAC da Camboa, usado como palanque da campanha do filho Victor em 2010 para renovar o mandato de deputado estadual.
    Roseana tem um contensioso com Pinheiro, terra natal do Senador José Sarney onde 46,1% da população consultada pelo instituto Escutec diz desaprovar seu governo, enquanto 46,6% diz aprovar. Para por distância da última avaliação designou o secretário de infra-estrutura levar asfalto para o palanque de Filuca. Ainda por cima dizendo que teria sido um pleito do secretário Victor Mendes que não tá nem aí se as praias de São Luís estão ou não próprias para banho. É a política da baixada que interessa ao deputado licenciado.
     Os adversários de Filuca agora desmascaram o candidato e o filho secretário, e por consequência o governo Roseana Sarney que enxerga Pinheiro como estábulo.

Na coluna do Claudio Humberto

NÃO METE A COLHER
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), se recusou a gravar vídeos de apoio ou participar de campanhas no Maranhão. O cacique prefere deixar a tarefa para sua filha, a governadora Roseana Sarney.

No Panorama Político, por Ilimar Franco

A legislação não obriga ninguém a fazer o que não quer. As empresas (de energia) têm opção: ou se adequam a ela ou devolvem o patrimônio à União.
Edison Lobão, Ministro de Minas e Energia

Atualizado
Apesar da discrição e dos 82 anos, José Sarney (PMDB-AP) acompanha com lupa o julgamento do mensalão. Telefona com frequência a advogados dos réus para conversar sobre o tema, com interesse especial no amigo José Dirceu.

UTILIDADE PÚBLICA


Manchetes dos jornais

Estado
O Estado do MA:Roseana lança programa de combate à extrema pobreza
Região
Jornal do Commercio:Menos impostos, mais empregos
Meio-Norte:Cocais Shopping aquece comércio do PI e MA
O Povo:Como o eleitor vê os candidatos
Nacional
Correio Braziliense:Gibi de R$ 1 milhão derruba administrador
Estadão:Imposto de 25 setores é reduzido e governo estuda mais medidas
Estado de Minas:Ninguém aguenta mais....
Folha:Protestos anti-EUA se espalham
O Globo:Governo reduz encargo em folha para mais 25 setores
Valor:Fed banca maior liquidez e dá novo ânimo a mercados
Zero Hora:Candidatos diferentes, mesmas promessas

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Bulcão corre abaixo-assinado postiço da classe artística para dizer que tem apoio

    A cultura não está isenta dos ataques eleitoreiro. Procurado sazonalmente, de acordo com o calendário de eventos e em período onde o apelo pega bem, o setor está no alvo de algumas candidaturas. Uma delas é do ex-secretário de estado da Cultura, Luiz Henrique Bulcão. Tem outros pondo Cultura no sobrenome ou no slogan de campanha, por mais fajuta que seja. Bulcão jamais estaria nessa situação. É amigo (assim se considera) da corte. Mas não está sozinho na aventura. Tem outros nomes de umbigo preso ao grupo político do senador José Sarney no Maranhão de olho na Câmara Municipal. O passo seguinte é previsível na política.
    Depois que deixou de ocupar uma sala na rua Portugal, antes endereço meio incerto do expediente diário como titular da pasta, Bulcão busca vias para alimentar seu projeto de ocupar uma vaga na Câmara Municipal de São Luís. Para contar com os artistas, o peemedebista fez correr um abaixo-assinado por iniciativa própria para que signatários declarem voto ao candidato a edil. Bulcão quer a espontaneidade da retribuição daqueles que privilegiou, conforme o costume da política cultural. Os incautos estão nesse meio.
     Tem recorrido até ao mambembe, ao artista de rua e a todos que de uma forma ou de outra estiveram nos corredores do casarão na Praia Grande. Alguns, nem mesmo estiveram por lá, preferindo às margens, a solicitação extra-oficial. Agora, sem a pompa e circunstância que o cargo lhe outorgava - assim agia conforme seu entendimento da função pública - , se jogaràs massas. Tem apelado para todo ramo.


Comentários acerca de Marta Suplicy no Ministério da Cultura

No José Simão

Marta! A Cultura quer gozar!

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!

Hoje acordei animado! Diz que a Marta vai oxigenar a Cultura! Todas oxigenadas! Ué, o presidente do PT que disse: "A Marta vai dar uma oxigenada na Cultura". Rarará!

Marta! A Cultura Quer Gozar! E o primeiro projeto: lançar uma caixa com 12 CDs do Supla! E um vinil com o Suplicy cantando Bob Dylan! E ainda vai lançar o Leia Rápido! Antes que o botox despenque! Rarará!

Agora eu entendi porque o Haddad Nextel anda tanto no horário eleitoral. Tentando fugir daMarta! Rarará! Que tá parecendo uma gata persa sem bigodes!

Tudo vai ter o selo de qualidade: relaxa e goza. "Ministra, cadê a minha verba?" "Relaxa e goza!" "Ministra, e meu patrocínio da Petrobras?" "Relaxa e goza!" Vá ao teatro!

Ereções 2012! O Pleito Caído! E sabe por que o Serra tá caindo? Porque ele prometeu ir até o fim! Até o fim ninguém aguenta! Rarará! E agora não é mais corrida ao voto, é corrida aos evangélicos!

E o Russomanno, se eleito, vai criar um novo IPTU: Imposto Predial Territorial da Universal! E a Universal pediu que cada fiel arrume cem votos pro Russo! Conseguem fácil: duas vigílias com bolo e guaraná! Rarará!

E olha o que estava escrito no comercial do Russomanno na TV: "20 mil guardas metropolitanos". E será que se escreve Russomânno?!

E o Haddad parece velhinho subindo escada. Sobe um ponto, para e dá uma descansadinha. Sobe um, para e dá uma descansadinha! Sobe um, para e leva uma porrada da Dilma: "Vai subir ou não vai, caraca?!". Rarará!

E um amigo meu canta a musiquinha do Eymael no café da manhã! Tem cura?! Rarará! É mole? É mole, mas sobe!

A Galera Medonha! A Turma da Tarja Preta! A Micareta dos Picaretas! Este hilário é de Aiuruoca, Minas, terra da Isis Valverde, a Suelen de "Avenida Brasil": "Contra o chulé, bafo e cê-cê. Vote no Chubacê!".

Se é contra o chulé do Adriano, o bafo do Lula e o cê-cê do padre Marcelo , transfira o título e vote em Chubacê! Rarará!

E esta dupla de Guairaçá: Jane do Xiranha e Moscão. Nova dupla sertaneja: Jane do Xiranha e Moscão! Rarará! A situação está ficando psicodélica. O Brasil tomou um ácido no café da manhã. Nóis sofre, mas nóis goza!

Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
 
No Painel da Folha
tiroteio"A melhor contribuição da recém-nomeada ministra Marta Suplicy à Cultura do país, se não a única, foi o Supla."

DO PRESIDENTE ESTADUAL DO PSDB-SP, PEDRO TOBIAS, sobre a nomeação da senadora petista para o MinC, no lugar de Ana de Hollanda.

No Ancelmo Gois
 
Toma lá, dá cáNa conversa com Ana de Hollanda, Dilma disse precisar do cargo para fortalecer a campanha de Fernando Haddad, candidato à prefeitura de São Paulo.
Ana disse entender a situação. No encontro, Dilma estava emocionada. As duas se despediram em bons termos.

Numa boa...
Na saída, a ex-ministra da Cultura afirmou a colaboradores que continua "vibrando’ com o governo Dilma e que faz questão de transmitir o cargo de ministro a Marta Suplicy "numa boa”
 
No Tutty Vasques
Castigo a caminhoA ministra Ana de Hollanda caiu de madura, mas a classe artística que tanto fez para derrubá-la do cargo não perde por esperar! A presidente Dilma não escolheu Marta Suplicy (foto) para comandar a Cultura por acaso: vai ter volta! Bem feito! 
 
Na Sônia Racy
À mercêNo dia em que sua amiga Ana de Hollanda deixava o MinC, Antonio Grassi, artista-político que preside a Funarte, estava em reunião com executivos da Camargo Corrêa, em SP.

Trabalhava normalmente, captando recursos que serão destinados ao Ano Brasil-Portugal. Embarcou ontem para Brasília, para definir seu futuro.
Roda viva

Juntos no palco pela primeira vez desde 1990, quando se apresentaram na Itália, Caetano e Chico cantaram quatro músicas anteontem, no teatro Oi Casa Grande, no Rio. Em prol da candidatura de Marcelo Freixo, que concorre à prefeitura carioca. Chico apareceu às 19h30 para a passagem de som. Participaria de apenas duas canções. Mas a empolgação no ensaio o fez ficar: “Se me prender um pouquinho mais no palco eu fico”, disse, recusando-se a comentar a saída da irmã, Ana de Hollanda, do Ministério da Cultura.

Preciosistas, falaram sobre detalhes das letras que iam cantar, de Vinicius e Noel Rosa. Depois, combinaram: não mencionariam Freixo, para não caracterizar o show como campanha, ação proibida pela Justiça Eleitoral. Quatro fiscais do TRE do Rio, aliás, estavam na plateia.

Se Freixo não compareceu, sua mulher, Renata Stuart, estava lá.

No camarim com a namorada, Thais Gulin, Chico recordou “showmícios” que fez na carreira. Em 1982, para Leonel Brizola, no Rio, e em 1989, para Lula. Depois do bis, no backstage, deu um forte abraço em Caetano.

Chico quis sair feito um raio. Mas o carro de seu empresário, Vinicius França, ficou preso em uma vaga defronte à casa de shows por causa de um veículo parado em fila dupla. Sorte os vidros terem insulfilm – os fãs não enxergaram o músico.

Ausência sentida? Wagner Moura, maior entusiasta de Freixo. Leandra Leal chegou com o namorado, Alexandre Youssef. Indagados sobre Marta Suplicy no MinC, foram enfáticos: “Ela fez a melhor gestão cultural de SP. Criou a lei do fomento e estava na hora de trocar”.
Ausência sentida? Wagner Moura, maior entusiasta de Freixo. Leandra Leal chegou com o namorado, Alexandre Youssef. Indagados sobre Marta Suplicy no MinC, foram enfáticos: “Ela fez a melhor gestão cultural de SP. Criou a lei do fomento e estava na hora de trocar”.
 
No Jânio de Freitas
INCULTURA
Só arranjo político-eleitoral pode explicar Marta Suplicy no Ministério da Cultura. A rigor, nem tal arranjo. Porque antes seria necessário explicar o Ministério da Cultura. No atual e nos governos que o antecederam.
Para falar-se em Ministério da Cultura é preciso, antes de qualquer ato, reconhecer as diferenças entre cultura e entretenimento. Enquanto morde com furor os salários, o Imposto de Renda abre mão de fortunas devidas por empresas e desviadas, no colo da lei, para o investimento em nome da cultura que não passa de mera diversão.
Nesse capítulo, é preciso rever tudo. O sistema que aí está é irrelevante para a cultura, discriminatório contra quem a ela serve e injusto socialmente. É muito mais fácil obter altas quantias para show de rock na praia do que para uma peça de Shakespeare ou uma publicação cultural, por exemplo.
As empresas -e entre elas as estatais- esbanjam doações à vontade, deixam de pagar Imposto de Renda, lucram com o resultado da publicidade feita pelos seus patrocínios e, em certas linhas de atividade financiada, ainda ficam com boa parte dos lucros produzidos pelos eventos.


E por fim...


 

Escândalo da Cruz Vermelha no Maranhão, do blog do John Cutrim

Moreira Serra é demitido da Cruz Vermelha


Revista Veja
As denúncias de desvio de dinheiro doado para a Cruz Vermelha derrubaram o presidente e o vice-presidente da instituição no Brasil. Walmir de Jesus Moreira Serra, presidente da Cruz Vermelha Brasileira, e Anderson Choucino, o vice, pediram demissão após uma reunião realizada ao longo desta terça-feira. O pedido foi, na verdade, uma negociação entre os representantes do conselho da entidade, que disseram não admitir mais as “infrações ao estatuto” da entidade, ocorridas na gestão de Serra e Choucino. Entre as irregularidades estão a falta de prestação de contas e o não pagamento de uma anuidade devida à Cruz Vermelha Internacional – o débito, acumulado desde 1994, que já atinge 3,4 milhões de francos suíços (ou 4 milhões de dólares).
Uma chapa única, liderada por Nício Brasil Lacorte, que presidia a filial do Rio Grande do Sul, foi eleita e já assumiu o comando. Começa, então, outro problema: Lacorte foi indiciado por uma CPI da Câmara Municial de Balneário Camboriu. Ele figura entre os envolvidos no desvio de recursos destinados à gestão de um hospital na cidade. A prefeitura de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, cancelou o contrato que previa repasse de 82 milhões de reais para administração do hospital Ruth Cardoso. A gestão do contrato estava a cargo da filial gaúcha. Do total repassado pela prefeitura à entidade, cerca de 100 mil reais foram parar nas mãos do Instituto Interamericano de Desenvolvimento Humano (Humanus), de São Luís do Maranhão. O Humanus já esteve registrado em nome da mãe do vice-presidente nacional da Cruz Vermelha, Anderson Marcelo Choucino. O dinheiro teria sido usado para quitar dívidas com agências de viagens e repassados à filial maranhense da Cruz Vermelha.
Lacorte aparece, no relatório da CPI, com papel semelhante ao de Walmir Serra – também indiciado. Diz o item 5.4 do relatório: “Os Senhores Nicio Brasil Lacorte e Walmir de Jesus Moreira Serra Júnior, na qualidade de dirigentes da Cruz Vermelha Rio Grande do Sul, apropriaram-se de verbas que deveriam ser utilizadas no atendimento hospitalar do Hospital Ruth Cardoso ao encaminhar mais de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais) a duas outras entidades (Cruz Vermelha Nacional e Cruz Vermelha Nacional do Maranhão), sem previsão e sem justificativa plausível, incorrendo, assim, nas sanções do art. 312 do Código Penal Brasileiro; além disso, também deram aplicação diversa à verbas públicas ao adquirirem produtos e em especial veículo camionete Chevrolet S10, no valor de R$ 79.092,45 em nome de pessoa estranha ao contrato, sem qualquer previsão legal, infringindo o art. 315 do Código Penal Brasileiro; além de terem incorrido nas sanções dos arts. 10º. e 11 da Lei 8.429/92, por terem praticado atos de improbidade administrativa que causaram prejuízos ao erário e atentaram contra os princípios da administração pública, especialmente o da legalidade.”
Nesta terça-feira, VEJA obteve um ofício que prova que era Walmir Serra quem determinava o destino do dinheiro. A empresa Mitsui & Co. S.A., que doou cerca de 150.000 reais para as vítimas da tragédia na serra fluminense, foi orientada, em um ofício enviado por Serra, a depositar o dinheiro em uma conta do Banco do Brasil em São Luiz do Maranhão. A filial maranhense é dirigida pela irmã de Serra, Carmen Serra.
As irregularidades começaram a ser levantadas pela funcionária Letícia Del Ciampo, que assumiu o escritório de Petrópolis da entidade. Depois de encaminhar documentos ao Ministério Público e de dar declarações públicas sobre as irregularidades, ela recebeu ameaças de morte e pediu proteção policial.
Na reunião desta terça-feira, foi confirmado oficialmente o que VEJA noticiou em agosto: não se conhece o destino do dinheiro arrecadado para ajudar as vítimas da chuva na região serrana, do terremoto no Japão, e da crise humanitária na Somália. As três campanhas foram realizadas em 2011, na gestão de Serra. O rombo, no entanto, deve ser ainda maior do que o estimado inicialmente. De acordo com Gustavo Ramirez, representante regional da Federação Internacional da Cruz Vermelha, “há muito tempo” a Cruz Vermelha Brasileira não presta contas. “Temos solicitado prestações de contas. Isso não é normal nem bom, porque afeta a imagem da Cruz Vermelha no Brasil e internacionalmente. Não podemos aceitar esse tipo de comportamento porque vivemos de nossa credibilidade”, disse.
O chefe da delegação regional do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Felipe Donoso, manifestou preocupação com o abalo à imagem da instituição. “É a primeira vez que vejo uma situação como essa. A partir do momento em que não temos a garantia e a possibilidade de prestar contas, nossa entidade está ameaçada”, disse Donoso.
VEJA descobriu que a Embaixada da África do Sul destinou 230.000 reais aos desabrigados da serra fluminense e nunca recebeu um relatório sequer sobre a utilização do dinheiro. VEJA teve acesso a uma lista de empresas e bancos que juntos doaram cerca de 1,5 milhão de reais para os desabrigados fluminenses. A Cruz Vermelha do Japão registra o recebimento de 164 000 reais para as vítimas do tsunami, mas os recursos eram provenientes apenas da Cruz Vermelha de São Paulo. O dinheiro arrecadado pelo escritório nacional foi parar nas contas secretas do Maranhão, como mostrou a reportagem.
Presidente da Cruz Vermelha destinava doações para conta no Maranhão
Em uma reunião iniciada na manhã desta terça-feira, na sede da Cruz Vermelha Brasileira, no centro do Rio, o presidente nacional da instituição, Walmir de Jesus Moreira Serra, tenta explicar ao Conselho Diretor Nacional da entidade os desvios de valores recebidos a partir de doações de empresas e pessoas físicas. Serra será confrontado com pelo menos uma revelação inconveniente: apesar de já ter afirmado que “não sabia” ou “não interferia” na destinação de valores para contas na filial maranhense da Cruz Vermelha, um documento obtido por VEJA mostra que ele próprio orientava doadores a efetuar depósitos em contas naquele estado. A irmã de Serra, Carmen Serra, é quem comanda a Cruz Vermelha no Maranhão, como mostrou reportagem de VEJA.
A direção nacional da entidade dará entrevista coletiva às 16h para esclarecer detalhes das acusações de desvios de recursos, feitas a partir da filial de Petrópolis. A funcionária que denunciou as irregularidades, Letícia Del Ciampo, recebeu ameaças de morte e pediu proteção policial, depois de expor as irregularidades nas contas da instituição.
Walmir Serra vinha afirmando que a decisão de depositar o dinheiro nas contas no Maranhão era do tesoureiro e da vice-presidência, isentando-se de culpa. No entanto, VEJA obteve a cópia de um ofício enviado em 26 de janeiro de 2011 para a Mitsui & Co. S.A. A empresa doou cerca de 150.000 reais para as vítimas da tragédia na região serrana do Rio, naquele mês. No ofício, assinado por Walmir Serra, há a orientação sobre os dados para depósito em nome da entidade. A conta listada, de número 80.000-7, na agência 1611-X, do Banco do Brasil, fica em São Luiz do Maranhão.
A direção da empresa pensava doar para as famílias atingidas pela chuva na serra, que deixaram cerca de mil mortos e centenas de famílias desabrigadas. O dinheiro, no entanto, nunca chegou. Assim como nunca foram repassados também valores doados para vítimas do terremoto no Japão ou para a crise humanitária na Somália.

NA FOLHA DE S. PAULO - A EDUCAÇÃO COMO UM NEGÓCIO (Mercado Aberto )


Rede profissionalizante abre cem escolas em 2013A rede de ensino profissionalizante Microlins vai abrir mais cem unidades até o fim de 2013, segundo o empresário Carlos Wizard Martins, presidente do grupo Multi, dono da marca.

O objetivo da empresa, que tem hoje 650 unidades em quase todos os Estados do país, é ampliar a presença em municípios com menos de 100 mil habitantes.

Para colocar o projeto de expansão em prática, foi criado um novo conceito de lojas, segundo Martins.

"A estrutura das unidades será mais enxuta, para atender entre 200 e 300 alunos e ter equilíbrio entre a fonte de receita e o custo", diz.

As escolas convencionais da rede recebem entre 500 e mil alunos.

As novas unidades irão ampliar o foco do atendimento, além do ensino de profissionalizante.

"Faremos também curso de inglês para elevar o tempo de permanência do aluno na escola", afirma.

A estadia nos cursos profissionalizantes é geralmente curta, varia entre três e seis meses, o que eleva o trabalho de prospecção de novos clientes, segundo o empresário.

Em cursos de inglês, a permanência do cliente no sistema pode subir para até três anos em média.

100 é o número de novas escolas que serão abertas em municípios de até 100 mil habitantes

650 é a quantidade de unidades que formam a rede atualmente no país

300 é o limite de alunos que cada uma das unidades menores poderá receber

3 anos é o tempo médio calculado para permanência dos alunos nas escolas quando há ensino de inglês.


Por Maria Cristina Frias

Deputado Domingos Dutra é único da banda maranhense indicado para prêmio de jornalistas

    O deputado federal Domingos Dutra(PT) esta entre os parlamentares dos 18 estados e do Distrito Federal que concorrem ao prêmio Congresso em Foco de 2012, a partir de avaliação de 186 jornalistas especializados que cobrem o Congresso Nacional.
    Ficaram de fora representante de 18 estados. Mesmo número de deputados federais da bancada maranhense. Dutra preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara Federal. Com um time de suplentes a bancada do Maranhão não tem brilho na Casa. Pelo menos é isso o que prêmio revela.
Agoram os internautas vão participar da escolha, podendo até mesmo expandir o número para mais um, desde que não seja enquadrado na Lei da ficha limpa, ou denúncias de crimes "de grave ofensa aos direitos humanos. É o mínimo.O prêmio tem um par de patrocinados da iniciativa privada: a Ambev e Souza Cruz.

Manchete do dia - Jornal Extra

Eleição da OAB-MA terá interferência política de Ricardo Murad

    A atuação política do secretário de estado da Saúde, Ricardo Murad, não se resume às eleições municipais, ao parlamento e polícias governamentais.  O deputado estadual licenciado, que deve assumir a vice-presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão em janeiro de 2013, expande seus tentáculos em outras direções.
    Nas eleições da Ordem dos Advogados do Brasil- seccional do Maranhão a onipresença de Ricardo ficará patente. Lançado nesta quarta-feira,12, pela OAB - MA, o edital de convocação das eleições (veja aqui) estabelece até o dia 16 de outubro o prazo final para inscrições de chapas.
    Contrariado pelo presidente da OAB-MA, advogado Mário Macieira, primo da governadora, o cunhado de Roseana, Ricardo Murad se prepara para dar o troco. Deve apoiar o irmão Samir Murad, impedido de participar da lista sêxtupla da Ordem e disputar vaga no TJ-MA por decisão do colegiado liderado por Macieira. Há ainda possibilidade de Ricardo apoiar outra chapa e laranjas, a depender da oferta de financiamento de campanha num processo similar ao que ocorre nas eleições municipais pelo país.
    Macieira, apesar da ligação genealógica com os Sarney, não fez o dever de casa como recomendado. Aproveitou para mostrar autonomia no episódio Convento das Mercês em que a OAB-MA defendeu a insconstitucionalidade da incorporação da Fundação pelo Estado do Maranhão.  Embora tudo possa ser resolvido em família, Murad é um percalço para a reeleição de Macieira.

Modo petista de governar de Roseana faz Washington esconder o antigo Maristas como exemplo

A proposta de construir escola de tempo integral é comum aos oito candidatos a prefeito de São Luís. Três deles, porém, não jogam palavras ao vento no período eleitoral: Tadeu Palácio (PP), João Castelo (PSDB) e Washington Luiz (PT). Os dois primeiros por ter tido oportunidade como administradores do município e não implantá-las.
    Washington Luiz, candidato a prefeito de São Luís e vice-governador do estado, além do discurso campanha registra como primeiro proposta do ítem "Educação e  tecnologia" do seu programa de governo (veja versão integral aqui): 
Construir 04 Escolas acessíveis, em regime de Tempo Integral, cada uma com capacidade para 400 alunos do ensino fundamental, nas áreas Itaqui-Bacanga, COHAB, Tirirical e Zona Rural.
    Ao excluir o centro como lugar acessível para construção da escola, Washington Oliveira esconjura um projeto engavetado do governo Roseana Sarney, exemplo citado pelo candidato como maneira petista de governar: a escola estadual de tempo integrar no antigo Colégio Maristas, endereço educacional das famílias abastadas do Maranhão até a década de 80.

   Adquirido pelo governo do estado na gestão Jackson Lago (2007-2009), o prédio do tradicional colégio maranhense passou por uma reforma no terceiro mandato de Roseana Sarney e, em seguida, largado ao abandono. Parte dos quatro anos dos dois últimos governo Roseana Sarney teve um petista no comando da Secretaria de Estado da Educação.
    O grupo Sarney lamenta que as obras de reforma e instalão da escola de tempo integral não pode ser enquadrado no rol de obras como o Costa Rodrigues e Castelão, alvos da sórdida campanha para sepultar de vez o legado político do pedetista Jackson Lago.

No Painel da Folha de S. Paulo

tiroteio"A melhor contribuição da recém-nomeada ministra Marta Suplicy à Cultura do país, se não a única, foi o Supla."

DO PRESIDENTE ESTADUAL DO PSDB-SP, PEDRO TOBIAS, sobre a nomeação da senadora petista para o MinC, no lugar de Ana de Hollanda.

Manchetes dos jornais

Estado
O Estado do MA:Castelão é reaberto com festa e 4 gols do Sampaio Corrêa
O Imparcial: Sampaio faz a festa no Castelão e fica a dois gols da série C
Região
Jornal do Commercio:Geraldo amplia vantagem
Meio-Norte:Número de passageiros subirá para 2,1 milhões
O Povo:Os rumos da eleição
Nacional
Correio Braziliense:Governo dá até 25% de aumento para os DAS
Estadão:Diplomata dos EUA é morto na Líbia e Obama reage
Estado de Minas:Uma avenida chamada perigo
Folha:Dilma não deve ‘meter o bico’ em SP, ataca Serra
O Globo:Terror no consulado – Atentado no 11/9 deixa EUA em alerta
Valor:Ações de elétricas desabam e perdem R$ 14 bi em um dia
Zero Hora: Morte de embaixador desafia Obama a dois meses das eleições