segunda-feira, 22 de maio de 2017

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: OAB diz que situação de Temer é "insustentável"
O Estado: Maranhão é um dos estados com déficit primário no NE
REGIONAL
Jornal do Commércio: Uma semana decisiva para o governo Temer
O Povo: Acuado, Temer tenta conter debandada de partidos aliados
NACIONAL
Correio: Temer quer mostrar força antes de decisão do Supremo
Estadão: PSDB e DEM dão fòlego a Temer até decisão do STF
Folha: "Não renuncio, se quiserem me derrubem 
O Globo: Temer perde apoio e aposta tudo no Supremo
Zero Hora: Temer tenta angariar apoio no Congresso para conter crise

domingo, 21 de maio de 2017

OAB-MA vota pelo impeachment de Temer

    O Conselho Pleno da OAB votou pela abertura de processo de impeachment contra o presidente da República, Michel Temer, por crime de responsabilidade. Os conselheiros acolheram voto proposto por comissão especial que analisou as provas do inquérito. Foram 25 votos a favor e apenas uma divergência e uma ausência. O pedido deve ser protocolado na Câmara dos Deputados nos próximos dias.

    Representando o Maranhão estavam a secretária geral adjunta, Alice Salmito, os Conselheiros Federais, Luis Augusto Guterres Filho e Agenor Dourado, de Imperatriz, e Charles Dias, Procurador Nacional de Defesa das Prerrogativas. A Seccional do Amapá votou contra e o Acre não esteve presente, devido a dificuldade de voos.

Na Coluna do LAURO JARDIM


MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: Temer diz que gravação é 'fraudulenta' e que Joesley cometeu o 'crime perfeito'
O Estado: Prazos demais, cidadania de menos
REGIONAL
Jornal do Commércio: Em vez de reformas, somente rachaduras
O Povo: Temer pede suspensão de inquérito e ataca delator
NACIONAL
Correio: Temer ataca delator. STF vai periciar áudios
Estadão: Janot vê indícios de que Temer cometeu três crimes 
Folha: Acuado, Temer ataca Joesley e pede fim de inquérito no STF
O Globo: Temer muda estratégia, ataca dono da JBS e tenta parar inquérito
Zero Hora: Temer será investigado por três crimes

sábado, 20 de maio de 2017

Virada Cultural - Trio de cantoras maranhenses no palco Brasil 360

     As cantora Camila Boueri, Tassia Campos e Milla Camões estarão no palco Brasil 360 - DECK São Bento, na Virada Cultura de São Paulo neste sábado, 20. Elas estão identificadas como Trio 123 na programação oficial do evento que conta entre outras com a participação da banda goiana Carne Doce.
DECK SÃO BENTO – BRASIL 360 
20           19h        A banda dos corações partidos (Aracaju)
20           21h        Zé Brown
20           23h        Trio 123
21           01h        Juca Culatra – Carimbó (Belém do Pará)
21           03h        Carne Doce
21           05h        Baile da Massa Real
21           07h        Água de Vintém na roda de choro
21           09h        Hip Hop Quilombo
21           11h        Afrocidade (Bahia)
21           13h        Fato
21           15h        Ultramen

MERVAL PEREIRA - Difícil mudar a Constituição

Não há a menor possibilidade de se convocar uma eleição direta para o caso de substituição do presidente Michel Temer, a não ser que se quebrem todos os prazos regimentais de tramitação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), o que caracterizaria um golpe parlamentar.

Nesta terça-feira chegará à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, depois de tramitar por um ano, uma proposta de emenda constitucional (PEC) do deputado Miro Teixeira, que altera o artigo 81 da Constituição, prevendo eleições diretas no caso de vacância da Presidência da República, exceto nos seis últimos meses do mandato.

A partir da aprovação na CCJ, o que não é certo, ela vai para uma Comissão Especial que tem que debater o tema por 40 sessões. Se tudo correr bem, sem obstruções durante a tramitação, ela estará aprovada lá pelo final de novembro. Até lá, a substituição do presidente Michel Temer terá que ser feita necessariamente por eleição indireta, como determina a Constituição Federal.

O único caso em que será possível convocar eleições diretas imediatamente seria o presidente Temer encurtar seu mandato por decisão própria, como fizeram os ex-presidentes Dutra e Sarney.

A emenda do deputado Miro Teixeira, na sua origem, visa esclarecer uma controvérsia que se estabeleceu com a alteração da legislação eleitoral em 2015. As mudanças dos § 3º e 4º do artigo 224 do Código Eleitoral foram feitas pela Lei nº 13.165, de 2015, em face de controvertidas decisões da Justiça Eleitoral sobre a sucessão nos cargos de governadores condenados em Ações de Impugnação de Mandato Eletivo, em que o segundo colocado, caso, por exemplo, de Roseana Sarney no Maranhão, acabava sendo guindado ao governo sem que houvesse nova eleição.

A partir daí, todos os casos de impugnação eleitoral pelo Tribunal Superior Eleitoral passaram a ser resolvidos por convocação de uma nova eleição direta. No entanto, a mudança criou uma polêmica com o artigo 81 da Constituição Federal, que prevê a substituição do presidente da República, em qualquer caso, por eleição indireta pelo Congresso se ela ocorrer nos últimos dois anos de mandato presidencial, período em que está o mandato do presidente Michel Temer.

Para dirimir essa dúvida, o deputado Miro Teixeira apresentou a PEC em junho do ano passado, em contrapartida a uma ação do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, que, sem alarde, na quinta-feira 12 de maio, no mesmo dia em que, depois de 20 horas de votação, o plenário do Senado aprovou a continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o novo artigo 224 do Código Eleitoral.

Como a Constituição, em seu artigo 81, determina que a eleição para a Presidência da República seja indireta a partir do terceiro ano do mandato do presidente impedido, Janot alega que essa determinação não pode ser alterada por lei. Ele pede que o STF exclua o presidente e o vice-presidente da República da abrangência do artigo 224 do Código Eleitoral.

Já há uma disputa retórica sobre se o Código Eleitoral poderia ser usado em detrimento do que determina a Constituição, e quem vai dirimir a dúvida é o Supremo Tribunal Federal, que tem o ministro Luis Roberto Barroso como relator do caso.

Miro, na justificativa, considera que “o Congresso tem o dever de aprovar a presente PEC em favor de eleições diretas para a Presidência da República, nos casos que menciona, para prevenir o risco de provimento da arguição de inconstitucionalidade”. Ele argumenta que “em meio a tamanha crise de representatividade, creio que o Congresso Nacional deve devolver ao povo, em qualquer circunstância, o direito de escolher o presidente da República”.

No PAINEL da Folha de S. Paulo

CONTRAPONTO
O mundo encantando da JBS
Em entrevista em 2014, Ticiana Villas Boas, mulher de Joesley Batista, dono da JBS, falava de seu casamento “com um empresário rico”.
Perguntada sobre o que era a melhor coisa de ter dinheiro, a então âncora do Jornal da Band respondeu:
— É não ter que fazer conta, poder sair para jantar na hora que quiser, no restaurante que quiser, poder reformar sempre a casa, ter funcionários…
E continuou:
— Tenho medo de sair da realidade. Por exemplo, quando chego em casa, o meu carro já está abastecido. Um dia percebi que não sabia o preço do litro da gasolina!

História política das ruas - Panfleto de uma era


MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: Meio bilhão de reais em propinas é distribuído a quase 2 mil candidatos
O Estado: Prazos demais, cidadania de menos
REGIONAL
Jornal do Commércio: Janot acusa Temer de corrupção, obstrução e organização criminosa
O Povo: A República das propinas
NACIONAL
Correio: Corrompem, delatam e vão para  Nova York
Estadão: Janot vê indícios de que Temer cometeu três crimes
Folha: Janot vê indícios de 3 crimes em atuação de Michel Temer
O Globo: Propina sem partido
Zero Hora: Temer será investigado por três crimes

Na Coluna do ANCELMO GOIS


sexta-feira, 19 de maio de 2017

OAB decide sobre pedido de impeachment de Temer

    O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, convocou para o próximo sábado (20) uma sessão extraordinária do Conselho Pleno, instância máxima decisória da Ordem que reúne 81 conselheiros federais das 27 seccionais.

    O objetivo da sessão extraordinária é para avaliação de medidas jurídicas cabíveis em face das notícias veiculadas pela imprensa acerca da realização de acordo de colaboração premiada entre integrantes do Grupo JBS que envolvem a suposta tentativa de obstrução da Justiça praticada pelo presidente da República, Michel Temer, no âmbito da Operação Lava Jato. A sessão está marcada para às 15h.

PROGNÓSTICO DO PLACAR
20 SIM 13 NÃO


Assim votará na reunião do Conselho Federal da OAB no sábado.

Museu do reggae terá paradões de radiolas


    


Com uma área de 397 metros quadrados, o Museu do Reggae do Maranhão, previsto para ser inaugurado em agosto de 2017, mostrará as peculiaridades do gênero musical em diversas formas. Para interação do público, o espaço contará com um salão de aproximadamente 35 metros quadrados e móveis que imitam os paredões das radiolas, uma sala de exposição dos artistas e assuntos do cenário mundial, equipamentos de projeção e recursos audiovisuais, além de diversos manequins trajando, a caráter, a cultura da massa regueira.


    O projeto arquitetônico do museu tem como principal função homenagear o maior ícone do reggae, Bob Marley, deixando um legado às próximas gerações. O artista foi o responsável por inserir o reggae e a Jamaica no mapa do mundo. Abrigado no prédio de nº 124 da Rua da Estrela, no Centro de São Luís, as obras de adequação ocorrerão na estrutura já existente. O projeto foi elaborado pela equipe da Superintendência do Patrimônio Cultural do Estado do Maranhão - SPC/SECTUR, coordenada pelo arquiteto e superintendente do órgão, Eduardo Longhi, em parceria com o diretor do Museu do Reggae, Ademar Danilo.

    “Nós entramos com a parte de arquitetura e contemplamos o espaço com a melhor forma da ideia que o Ademar propôs, junto com o pensamento arquitetônico do museu, dando ênfase na parte cultural do reggae”, diz Longhi. O museu deve ter toda as paredes pintadas de verde, vermelho e amarelo. As tonalidades imprimem as "cores do reggae" e são rapidamente identificadas pelos seguidores do movimento rastafári, tendo cada uma o seu significado. O vermelho traz na sua representação o poder e a fé; o amarelo, a igreja e a paz; e o verde, a terra e a esperança.

Mais que as cores, o Museu do Reggae do Maranhão abrigará um salão de reggae, com grandes paredões de radiolas. Dentro da sala de exposição, haverá totens com informativos, móveis contemplando peças do reggae, artistas e quadros. “A ideia é fazer uma releitura de como funcionavam e funcionam os salões de reggae no Maranhão, colocando um móvel que imita um paredão de som, com tv de led, projeções, luminotécnica e manequins vestidos a caráter da especificidade do reggae maranhense”, antecipa o arquiteto.

Jamaica brasileira

    Buscando as raízes na Jamaica, a sala de exposição mundial será implantada de forma cronológica, formando uma linha do tempo, na qual será contada a história de onde começou o reggae e de onde está hoje. “Será desde quando surge o reggae, na Jamaica, até a transição e implantação da cultura musical no Maranhão”, ressalta Longhi. Em um outro espaço será instalado o arquivo do cenário nacional do reggae. Os arquivos e a contemporaneidade dos artistas maranhenses serão expostos numa sala ao lado, com a periodicidade a ser divulgada brevemente pela direção do local.

    Dentro do pátio interno será instalada uma área de vivência com lanchonete e uma sala de estudos com computador, para que os frequentadores possam pesquisar e fazer trabalho relacionados ao reggae. A estrutura conta, ainda, com uma sala de administração e dois banheiros. O Museu do Reggae ficará integrado às casas de cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur). O ambiente oferecerá recursos tecnológicos, linha do tempo, recursos audiovisuais, história das radiolas, objetos característicos do reggae desde os antigos até os mais modernos e um espaço exclusivo para homenagear Bob Marley.

    No desafio de materializar memórias, construir a narrativa do ontem, do hoje e também tentar captar as tendências do amanhã do reggae, o DJ Ademar Danilo estará no posto à frente do Museu do Reggae. Ele conta que essa é a realização de um antigo sonho dos  “velhos guerreiros regueiros”.  Segundo ele, “o reggae se presta a ser veículo de mensagens de liberdade, igualdade, paz, amor e harmonia. É uma música militante que combate preconceitos e discriminações”.
 
    O DJ e diretor fala ainda da importância cultural e turística do reggae no Maranhão, distinta de tudo no mundo. Ele enumera a cadeia produtiva do ritmo que engloba todas as camadas sociais, étnicas e etárias do Estado. “Não é à toa que São Luís é conhecida nacional e internacionalmente como a Jamaica brasileira”, ressalta.

Washington Post faz propaganda do PSTU

Nelson Almeida / AFP / Getty Images

MILTON HATOUM - O GRANDE TEATRO DO ESCÁRNIO

“Já li o texto do nosso amigo”, disse Indaira. Qual é o título da peça? “O pântano e o labirinto.” Grande título! Quase toda a humanidade cabe nele…
“É um exagero”, ela discordou. “Mas alguma coisa deste Brasil está na peça… Cenas da anomia nacional…”
Quanta coragem do nosso amigo, Indaira! Mal consigo escrever cinco linhas sobre um dos meus pássaros preferidos. Outro dia um sabiá posou na romãzeira que a Célia me deu e começou a cantar. Às vezes o canto de um pássaro é uma melodia para sempre. Os sons lembravam o sopro de uma flauta… De lembrança em lembrança, recordei um poema do Rûmi… “Rûmi?” Jalal Udin Rûmi, o grande poeta persa, admirado por Hafiz… Dois místicos admirados por Manuel Bandeira. Você deve ter lido “Gazal em louvor de Hafiz”.
“O país está se esfacelando, e você vive embriagado pelo êxtase místico, pelos gazais… É desilusão?”
É apenas poesia, eu disse. O sonho de uma aventura. Mas por que “O pântano e o labirinto”?
“Estamos num pântano, não podemos andar… Os três poderes são o que são, ou o que sempre foram. E labirinto… porque estamos perdidos… E o que é pior, perdidos e surdos. Não há vozes, só barulho… Todos falam ao mesmo tempo, ninguém se entende, ninguém escuta… É aí que surgem os oportunistas, os que dizem não ser políticos… Mas perigoso mesmo é um velhaco, saudoso da ditadura: o tenebroso deputado homofóbico, o apologista do estupro, da tortura, do ódio aos quilombolas e índios… E nada acontece... Não é incrível?”
É totalmente crível, Indaira. Uma parte das pessoas pensa assim mesmo, como esse líder de araque. O ódio atrai certo tipo de gente... Outra parte cultiva o respeito e a compreensão, mais que a tolerância. Porque só a tolerância não basta. E há uma terceira parte, a mais sofrida e misteriosa… A parte dos desesperados… Milhões de pessoas tentando arranjar um emprego, essa coisa rara no país… Aliás, em quase todo o planeta. “Há saída neste labirinto?” Não sei. Quem leu o texto da peça foi você. Sou apenas um espectador. Quer dizer, serei um espectador quando a peça for encenada. Sair do pântano e pisar em terra firme é possível; sair do labirinto é quase inconcebível… E, pensando bem, pra que sair? Não é melhor tentar encontrar outros caminhos e permanecer no labirinto?
“Na peça do nosso amigo todos os caminhos estão bloqueados.”
Todos? Ele se esqueceu da liberdade dos que estão perdidos. E da poesia… O fio de Ariadne, o amor por Teseu. Amor ferido ou traído…
“O amor… Nosso amigo vai dizer que você não passa de um reles romântico.”
É verdade… Um romântico com pés no chão, ou com o corpo afundado no pântano, mas sempre pensando em outros caminhos. Não há amor nem traição nessa tragédia? Nem mesmo uma cena amorosa, com uma taça de vinho envenenado?
“Amor na anomia? Nessa guerra latente entre irmãos? Parece que os brasileiros viraram Caim e Abel… O que se vê no espelho do país? Obscurantismo, linchamentos, risadas luciferinas… O paraíso tropical é inferno há muito tempo.”
Todos os paraísos estão perdidos, Indaira. O fio de Ariadne é o que nos resta. O amor e a liberdade. Vamos sugerir ao nosso amigo dramaturgo estas frases do João Guimarães Rosa: “Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura”.

Crise no Brasil - Segundo O Globo


Crise no Brasil - Segundo o Estadão

CLICK AQUI⇫

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
Jornal Pequeno: "Não comprei silêncio de ninguém e não renunciarei", reage Temer
O Estado: Ele resistirá?
REGIONAL
Jornal do Commércio: Insustentável
O Povo: O risco de uma queda
NACIONAL
Correio: STF afasta Aécio e abre inquérito para investigar Temer
Estadão: STF manda investigar Temer; presidente diz que não renuncia
Folha: Temer afirma que não renuncia; áudio sobre Cunha é inconclusivo
O Globo: "Não renunciarei"
Zero Hora: Temer diz que fica

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Senado aguarda indicação de partidos para instalação de Conselho de Ética

   
Diante das cobranças dos senadores para a instalação do Conselho de Ética, o senador João Alberto Souza (PMDB-MA), que presidia a sessão do Plenário desta quinta-feira (18), informou que o Senado aguarda as indicações dos partidos e blocos partidários para composição do órgão.
    Segundo João Alberto, somente o PMDB indicou os integrantes a que tem direito no Conselho de Ética. O bloco Social Democrata (PSDB, DEM e PV) indicou um parlamentar. Os blocos Democracia Progressista (PP e PSD), Resistência Democrática (PT e PDT) e Socialismo e Democracia (PSB, PPS, PCdoB e Rede) ainda não fizeram as indicações.
    O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi um dos que pediram a instalação imediata do colegiado. Ele informou que entrará com representação contra Aécio Neves (PSDB-MG) depois das denúncias de que o senador mineiro teria recebido R$ 2 milhões de um dos donos do frigorífico JBS, Joesley Batista.
    O Conselho de Ética é composto de 15 senadores titulares e outros 15 suplentes, eleitos para mandato de dois anos, e pelo corregedor, que é considerado um membro nato. Até o ano passado, a instância era presidida pelo senador João Alberto Souza e tinha como vice o senador Paulo Rocha (PT-PA).
    Compete ao conselho zelar pela dignidade do mandato e analisar representação ou denúncia contra os senadores. Cabe à Mesa providenciar, durante os meses de fevereiro e março da primeira e terceira sessões legislativas, a eleição dos integrantes.

Da Agência Senado

Itapecuru vai participar do Dia do Desafio


    Itapecuru-Mirim vai enfrentar a cidade mexicana de Apaseo El Alto, em Guanajuato, na 23ª edição do Dia do Desafio promovido pelo Sesc. 

    A escolha da cidade aconteceu no dia 8 de maio em sorteio com participação de pessoas de mais de 20 pessoas na cidade de São Paulo (SP).
    
    O dia do Desafio é uma promoção mundial de saúde e bem-estar que busca estimular a participação da população.

FRASE DO DIA

"O caminho do mal é o caminho da perdição, seu rumo nunca muda"
Akira Kurosawa em "Trono manchado de sangue"