domingo, 23 de outubro de 2016

Favela escolhe samba enredo para 2017

Enredo: Delírio de Sonhadores: União, São Luis, Artur Azevedo, Um Templo do Povo, o Templo do Autores:Josias Filho e Luzian Filho

Sonhar não faz mal a ninguém
Ja dizia o poeta: "sonhar só faz bem"
Assim, dois comerciantes das artes amantes
Sonharam aqui construir
Um templo encantado
adornado de pompa e riqueza
Mas, o teatro de rua os fascinou
Ao  ver em Roma uma festa de louvor
"Artistas e povo - um só"
Sagrado e profano - mistura maior
Viram Pierrot , colombina e o arlequim
E Dom Quixote num delírio sem fim

"Minha escola minha vida,
Amor meu
Você é minha Julieta
Eu sou seu Romeu"

Sem as bênçãos da igreja
De frente pro sol
Surge o "Teatro União"
Com muito luxo e ostentação
Parece que o sonho se tornara em vão
Mas, esplendoroso ele ficou,
Em "São Luís" se transformou
Uma "Veneza de amor"
Nesse Apogeu "Apolônia Pinto" nasceu
Abriu as portas para o cinema
Valeu a pena, o sonho se realizou
Teatro Arthur Azevedo, orgulho do povo.
Onde minha escola brilhou!

A cortina se abriu
A platéia aplaudiu
Entra em cena minha Favela
No palco, na passarela
A atriz principal é ela

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Empatados
O Imparcial: Golpes na Previdência - Fraudes deixam rombo de R$ 5 milhões no Maranhão
REGIONAL
Jornal do Commércio: Geraldo Júnio (PSB) consolida a liderança
O Povo: O Povo/DataFolha - RC tem 45% e Capitão Wagner, 36%
NACIONAL
Correio: Cunha: a biografia que o ex-deputado (ainda) não escreveu
Estadão: 2.442 prefeitos vão assumir no vermelho
Folha: Itaquerão foi presente para Lula, diz Emílio Odebrecht
O Globo: Obras param e empreiteras culpam a prefeitura do Rio
Zero Hora: Polícia do Senado teria ajudado Sarney, Collor, Gleisi e Lobão

Ferreira Gullar - Ao considerar Temer ilegítimo, meu estimado Suplicy pisou na bola

    Sempre tive simpatia por Eduardo Suplicy, muito embora ele pertença ao Partido dos Trabalhadores. Mas também tive simpatia por esse partido. Muitos anos atrás, melhor dizendo, quando ele foi fundado, em 1980.
    Naquela época, eu militava no Partido Comunista Brasileiro (PCB), que não viu com bons olhos a criação do PT. Menos pelo partido do que por ter, como figura principal, Luiz Inácio Lula da Silva. Os dirigentes do PCB não confiavam nele por saber de sua atuação à frente do sindicato dos metalúrgicos do ABC.
    Mas eu argumentava: se não conseguimos mobilizar a classe operária para a luta política, deixemos pelo menos que alguém o faça. Mais ou menos assim pensavam também Mário Pedrosa, Antonio Cândido, Sérgio Buarque de Holanda, entre outros intelectuais de esquerda.
    Alguns deles, anos depois, retirariam seu apoio ao PT, como foi o caso de Hélio Bicudo, que seria um dos autores do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff.
    Essas deserções tiveram as mais diversas causas e aumentaram depois que Lula assumiu a Presidência da República, deixando claro seu propósito de fazer toda e qualquer concessão para permanecer indefinidamente no poder.
    Já no que me diz respeito, bem antes disso já havia mudado de opinião quanto ao papel que Lula e seu partido desempenhariam na vida política brasileira. O PCB tinha razão quanto à figura de Lula e seu futuro desempenho à frente do PT e de seus propósitos chegando à chefia do governo.
    Isso tornou-se evidente quando, em seu primeiro mandato, rejeitou a aliança com o PMDB –ao qual teria que fazer concessões– para, em vez disso, comprar, com o mensalão, os deputados de partidos menores.
    Tudo ficou claro com o escândalo do mensalão, que resultou na condenação, pelo Supremo Tribunal Federal, dos principais auxiliares de Lula: José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. Lula fez que não sabia de nada e contou com a lealdade dos companheiros para escapar ileso da falcatrua.
    Mas os escândalos maiores estavam por vir, conforme revelou a Operação Lava Jato.
    Negociatas envolvendo bilhões de reais, grandes empreiteiras e políticos do PT e de outros partidos atingiriam profundamente o prestígio de Lula e de seu partido, como ficou patente, agora, com o resultado das eleições municipais.
    Apesar de tudo isso, mantive minha simpatia por Eduardo Suplicy, talvez por ver nele um político idealista que, embora integrante do PT, nunca se envolveu em negociatas nem usufruiu das propinas que enriqueceram funcionários das estatais, políticos e partidos.
    Ao contrário, Suplicy, durante toda a sua atuação, insistiu em defender os interesses da população menos favorecida. Até hoje ele batalha pela implantação da renda básica que beneficiaria milhões de trabalhadores. Não por acaso, enquanto seu partido, nas últimas eleições, caía para décimo lugar na quantidade de votos obtidos, ele, Suplicy, era o mais votado dos vereadores do país.
    Ao saber disso, fiquei contente por ver que muitas vezes o eleitor vota com justiça e consciência. Mais uma razão para que me dispusesse a assistir a entrevista que Suplicy concedera a Roberto d'Avila. Foi quando o ouvi, mais uma vez, manifestar sua opinião sobre os problemas da sociedade e as medidas que propunha para resolvê-los ou atenuá-los. Mas eis que o entrevistador pede sua opinião sobre o governo de Michel Temer.
    A resposta de Suplicy me desapontou, pois, embora sabendo-o petista, não esperava ouvir dele o que ouvia de todos os petistas: isso de que Temer é um presidente ilegítimo, pois não foi eleito!
    Mal acreditei no que ouvi. Como Temer não foi eleito se quem votou em Dilma votou nele? Se ela obteve 54 milhões de votos, ele os teve também, pois a chapa era uma só. Fora isso, o vice existe para substituir o presidente, em caso de ausência ou impedimento. Logo a presença de Temer à frente do governo é indiscutivelmente constitucional.
    Lamento dizer que, desta vez, meu estimado Suplicy pisou na bola.

sábado, 22 de outubro de 2016

Maranhão: Perigo, sinalização em rodovias na Baixada





MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Empatados
O Imparcial: Saúde de São Luís tem déficit de R$ 15 milhões
REGIONAL
Jornal do Commércio: Suspeita até sobre a polícia do Senado
Meio Norte: 13º vai ser pago a partir do dia 16
O Povo: Maioria é contra legalizar jogo do bicho, bingos e cassinos
NACIONAL
Correio: Logo após a prisão, policiais começam a entregar senadores
Estadão: Operação deixa mais tensa relação entre ongresso e Lava Jato
Folha: Aposentadoria faz disparar gastos de cidades e Estados
O Globo: Petrobras baixa o preço mas...Gasolina fica mais cara
Zero Hora: Polícia do Senado teria ajudado Sarney, Collor, Gleisi e Lobão

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

São Luís no roteiro do projeto de Claudia Leitte que teve contas rejeitadas

     O projeto da cantora Claudia Leitte que teve as contas reprovadas pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura incluiu São Luís (MA) Luís no roteiro. Desenvolvido entre maio e junho de 2013, o projeto de 12 shows da cantora pelas regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste teve autorização para captar R$ 5.883.100,00. Conseguiu captar R$ 1,2 milhão deste montante. A proposta apresentada ao Ministério da Cultura pela produtora Ciel Ltda tinha valor de R$ 6,4 milhões.
    A ex- vocalista da banda Babado Novo que abriu a Copa do Mundo 2014  terá que devolver ao erário R$ 1.274.129,00.



MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Multas mais caras dentro de 11 dias
O Imparcial: Guerrra judicial limita Lei dos Estacionamentos
REGIONAL
Jornal do Commércio: Moro diz que processo não é "faz de conta"
O Povo: Criminosos criam "consórcio" para resgatar presos
NACIONAL
Correio: Os 10 minutos que devastaram Samambaia
Estadão: Moro defende prisões e vê ameaça à magistratura
Folha: Aposentadoria faz disparar gastos de cidades e Estados
O Globo: Estados na penúria
Zero Hora: Cunha tem patrimônio 53 vezes maior do que o declarado, diz Lava-Jato

Governo tem intenção de extinguir Empresa Brasil de Comunicação

    A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados promoveu na quarta-feira, 19, audiência pública para discutir a intenção do governo de extinguir a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) com o ex-diretor-presidente da instituição Ricardo Melo.
    No início de setembro, o governo editou a medida provisória (MP) 744/16, que altera a lei que criou a EBC. Entre as alterações está a extinção do Conselho Curador – órgão que tinha 22 membros, incluindo representantes da sociedade civil, cujo papel era “zelar pelos princípios e autonomia da EBC”.
    A principal alteração é a destituição do presidente da empresa, que fica a cargo do presidente da República. No modelo anterior, o presidente da EBC, após nomeado pelo presidente da República, detinha mandato de quatro anos e só poderia ser destituído pelo Conselho Curador, por dois votos de desconfiança.
    A empresa é gestora dos canais TV Brasil, TV Brasil Internacional, Agência Brasil, Radioagência Nacional e do sistema público de rádio composto por oito emissoras.
    O deputado Adelmo Carneiro Leão (PT-MG), que solicitou o debate, enfatizou que a EBC foi criada em 2007 para fortalecer o sistema público de comunicação e que a comissão tem o papel de monitorar e fiscalizar o andamento da gestão das políticas públicas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Mulheres promovem ato contra cultura do estupro em frente ao Tribunal de Justiça

   
    Diante dos constantes casos de estupro e violência contra as mulheres, vários grupos de mulheres de São Luís estão se reunindo para uma série de ações contra a cultura do estupro e da violência de gênero. Nesta quinta-feira, 20, os grupos promovem o ato contra a cultura do estupro em frente ao Tribunal de Justiça do Estado, na praça D. Pedro II, a partir das 19 horas. “É machismo. É assédio sexual, É estupro. É crime. Diga não à cultura do estupro". Os Capoeiras da Ilha, Maratuque Upaon – Açu e grupo Afrôs estão dando apoio ao movimento.
    O ato contra a cultura de estupro é uma manifestação diante dos posicionamentos e comportamentos machistas que culpabilizam as vítimas e legitimam o crime dos agressores. Tem a intenção de visibilizar esta luta e somar forças para  desconstruir da sociedade que perpétua desigualdade entre os gêneros.
    No Brasil a cada 11 minutos uma mulher é violentada, partindo deste dado e de constantes casos que cercam o dia a dia das mulheres maranhenses foi gerado o movimento para protestar por direitos iguais e também que se faça justiça nos casos, na maioria das vezes impunes por falta de provas.

*CARTA DE APRESENTAÇÃO*

    Somos um movimento contra a cultura do estupro e a violência contra a mulher, portanto, lutamos contra todas as formas de opressão exercidas sobre as mulheres e pela equidade social entre os gêneros. Defendemos uma cultura que afirma, defende e garante os direitos às mulheres, especificadamente, na cidade de São Luís - Maranhão.
    Nossa sociedade é marcada pelo machismo e as mulheres cotidianamente são violentadas de diversas formas, uma cantada na rua, estupro, assassinadas. Uma mulher é violentada a cada 11 minutos no Brasil. Desta forma, acolhemos todas as mulheres para que juntas possamos nos fortalecer, nos sentir amadas, valorizadas e seguras, de modo que possamos denunciar as diversas violências contra mulheres.
Desta forma,
1 – Acolhemos as demandas das mulheres;
2 – Fomentamos momentos de diálogos de prevenção, de medidas jurídicas e de empoderamento feminino, presencialmente e/ou virtualmente;
3 – Realizamos intervenções contra o machismo, contra cultura de estupro e violência contra a mulher;
4 – Lutamos para que se cumpram, efetivamente, escutas e atendimentos especializados nas instituições e entidades de serviços para mulheres;
5 – Acionamos e dialogamos com as redes de defesa e proteção da mulher;
6 – Fazermos encaminhamentos, por meio de ofícios, tanto no sentido da denúncia quanto da cobrança de ações efetivas de prevenção e resolução de casos;
7 – Incitamos a sociedade a dar visibilidade ao enfrentamento à violência contra mulher.

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado:Cunha na prisão
O Imparcial: Medo e tensão em Brasília
REGIONAL
Jornal do Commércio: Prisão de Cunha deixa Brasília sob tensão
Meio Norte: Piauí tem baixa umidade histórica
O Povo: Prisão de Cunha
NACIONAL
Correio: Prisão de Cunha deixa a República de cabelo em pé
Estadão: Lava Jato prende Cunha e amedronta mundo político
Folha: Lava Jato prende Eduardo Cunha, governo e Congresso temem delação
O Globo: Cunha é preso, mas não sai de cena
Zero Hora: Cunha preso, aliados tensos

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Roda de diálogos discute papel das rádios comunitárias

    “A importância das rádios comunitárias para a promoção da cidadania e inclusão social”. Esse é o tema da roda de diálogos que Agência de Notícias da Infância Matraca, realiza na quinta-feira, 20 de outubro, das 8h30 às 11h30, na Faculdade Estácio São Luís (Rua Grande - Centro). Podem participar do evento, estudantes e profissionais, de quaisquer áreas, interessados em discutir o tema.
    A roda será facilitada pelo jornalista, doutor em Comunicação e professor da Universidade Federal do Maranhão, Ed Wilson Araujo. Para ele, as emissoras comunitárias vivem contradições desde que foram regulamentadas. Surgiram com o objetivo de democratizar a comunicação, no entanto, em grande parte, foram apropriadas por agentes de proselitismo político e religioso. “Mais que receitas, a roda de diálogos propõe desafios sobre como ocupar as rádios comunitárias e fazê-las na dimensão da cidadania e da inclusão, melhorando a qualidade”, conclui.
    As vagas são limitadas e as inscrições são gratuitas. Para maiores detalhes de como efetuá-las, acesse o site www.matraca.org.br ou a página no facebookAgencia de Notícias da Infância Matraca.

A Rainha da Zona estreia no João do Vale

    "A Rainha da Zona", peça de Aldo Leite com direção de Tácito Borralho, esteia nesta sexta-feira, 20, no Teatro João do Vale. Fundada nas diferentes histórias que circulavam no meio boêmio de São Luís, no período em que a decadência da Zona do Baixo Meretrício se tornou um fato histórico, Aldo Leite conseguiu cerzir dramaturgicamente as histórias mais atraentes daquele momento, organizando em um roteiro magistral, um fio dramático com rompantes de comédia, onde as ações cênicas são grandes fontes de risadas por revelarem situações graves de forma humoristicamente bem encaminhada.
    Os contrastes psicológicos e comportamentais das personagens são expostos num ambiente peculiar de prostituição que se intitula, por causa da alcunha da proprietária, de Palácio da Rainha, que por sua vez tem esse título por uma condição curiosa e absurdamente inusitada daquela dama da noite.
    Entre arremedos de um grande musical, o leilão de uma virgem que fará seu debut na vida noturna. A reflexão da vida que se foi entre o sofrimento e o glamour faz o arremate da história.
    Devido ao peso dramático e o forte apelo cômico, foi necessário colocar uma restrição para o público de até 16 anos.
COTEATRO
    A Companhia Oficina de Teatro - COTEATRO, fundada em agosto de 1989 tem como principal propósito pesquisar e encenar os autores responsáveis pelo desenvolvimento da arte teatral através dos séculos, intentando formar platéias capazes de fruir da dramaturgia clássica à contemporânea, conhecendo os gêneros teatrais através dos autores e suas peças mais significativas.    
   Com este trabalho pretende popularizar a ação teatral, criando um suporte para o entendimento e valorização do teatro que é produzido no nordeste, especialmente no Maranhão.
   A experiência com a encenação de clássicos universais, nordestinos e maranhenses, sempre numa atitude de montagens ousadas e contemporâneas, faz com que a COTEATRO tenha investindo em trabalhos de autores que incluem Sófocles, Coelho Neto, Luís Marinho, Tácito Borralho, Aldo Leite, Ariano Suassuna, Altimar Pimentel, entre outros, incluindo aí alguns exercícios públicos, releituras, montagens com fins pedagógicos etc.
   
Principais montagens do grupo:
1989 - “Arca de Noé”, de Aldo Leite.
1991 - “Édipo Rei”, de Sófocles, e “O Cavaleiro do Destino”, de Tácito Borralho e Josias Sobrinho.
1992 - “Peter Pan”, “Édipo Rei”, e “Gibi o Menino que não sabia voar” de Tácito Borralho.
1993 - “Édipo Rei”.
1994 - “Paixão segundo nós”, de Tácito Borralho.
1995 - “A Bela e a Fera”, adaptação de Tácito Borralho.
1995 - “Édipo Rei” e “O Cavaleiro do Destino”,  de Tácito Borralho.
1996 - “Édipo Rei”, “Viva o Cordão Encarnado”, de Luís Marinho.
1997 - “O Pastelão e a Torta”, “O Lambe-beiços e seu criado Cata-farelos”, “O Escândalo do Pastel”, “Édipo Rei”.
1999 - “O Cavaleiro do Destino” e “Viva El Rei Dom Sebastião”, de Josias Sobrinho e Tácito Borralho.
2000 - “Viva El Rei Dom Sebastião”.
2001 - “Paixão segundo Nós” e “Auto Maranhão de Natal”
2002 - “Paixão segundo Nós” e “Auto Maranhão de Natal”.
2003 - “Paixão segundo Nós” e “Auto Maranhão de Natal”.
2004 - “Paixão segundo Nós” e “Saraminda”, adaptação de Tácito Borralho.
2005 - “Viva El Rei Dom Sebastião”.
2006 - “Paixão segundo Nós”.
2007 - “O Assassinato do Anão do C... Grande”, de Plínio Marcos.
2007 - “Arlequim, servidor de dois amos” (exercício público).
2008 - “Torturas de um coração” (exercício público), “Auto Maranhão de Natal”, de Tácito Borralho, contendo textos e músicas do o Pastoral, de Coelho Neto.
2009 – “Paixão segundo Nós”, e “Auto Maranhão de Natal”.
2010 – “Auto Maranhão de Natal”, e “O Processo das Formigas”, de Tácito Borralho.
2011 – “O Assassinato do Anão do C... Grande”.
2012 – “Viva el Rei Dom Sebastião- 400 Anos Depois” (montagem como megaespectáculo ao ar livre).
2013 – “O Operário da Palavra” (uma audição do Poeta Nauro Machado).
2014 - “Paixão Segundo Nós”, e “Espectrofúria”, de Eduardo Lucena.
2014- "Moleque Fujão", texto e direção Tácito Borralho.
2015 e 2016 - "Moleque Fujão", texto e direção Tácito Borralho.
2015 e 2016- "As peripécias de Casipet seu Papagaio Mágico"

Ficha Técnica
Direção: Tácito Borralho
Iluminação: Abel Lopes
Sonoplastia; Daniel Bertholdo
Figurinos: Aldo Leite
Cenário: Tácito Borralho e Miguel Veiga
ELENCO:
Magno Abreu
Raimundo Reis
Isabela Cutrim
Ricado Carvalho
Gabriel Aguiar
Durval Ribeiro

MANCHETES DE HOJE

MARANHÃO
O Estado: Oito academias são fechadas em São Luís
REGIONAL
Diário do Pará: Juiz censura revista Veja por denúncia contra Zenaldo
Jornal do Commércio: Multa de trânsito pode chegar a até R$ 17 mil
Meio Norte: Aos 194 anos Piauí estrutura o futuro
O Povo: Bandas recebiam em dinheiro para driblar fisco, diz PF
NACIONAL
Correio: Justiça nega pedido para Celina reassumir Câmara
Estadão: Proposta de delação de dono da Delta atinge PMDB e PSDB
Folha: Recuperação deve ser mais lenta, dizem economistas
O Globo: Reforma só aliviará estados se incluir juízes e deputados
Zero Hora: Fies terá R$ 702 milhões e 42 mil universitários do RS serão beneficiados

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Festival do Sindsep escolhe melhores músicas pela internet

     
    O Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão, Sintsep, realiza no próximo dia 28 de outubro o I Festival de música popular do servidor público estadual lançado em abril deste ano. Doze músicas gravadas em CD estão selecionadas para participar do festival.  No final três músicas serão premiadas entre as concorrentes.
    O festival foi pensado para dar oportunidade aos servidores com talento musical a mostrar ao público sua produção. Objetiva também incentivar a categoria a participar da vida cultural da comunidade. O público pode votar em sua música preferida pela internet no endereço: 

Músicas que participam do Festival
'Sama' – autor e intérprete: Zeca Melo
'Poesia de Maré' – autor e intérprete: Zé Paulo Marchinhas
'Aleive'– autor e intérprete: Well Matos
'Juntinhos em oração' – autores: Neto Peperi e Josias Filho, intérpretes: Neto e Cacá
'Vai tentar na aldeia' – autora e intérprete: Jane Marta
'Renascer' – autora e intérprete: Karleyby Allanda
'Estranhas caravelas' – autor e intérprete: Elizeu Cardoso
'Ei, olha o menino' – autor: Paulinho Dimaré, intérprete: Célia Sampaio
'Estrelas e fogueiras' – autora e intérprete:  Wanda Cunha
'Ilha encantada' – autor e intérprete: Denis Aldeoni
'Fogo de lamparina' – autores: Regina Oliveira e Gersinho Silva, intérprete: Regina Oliveira
'No rumo do destino ou cantiga de viola' – autor e intérprete: Gigi Moreira

Músicos:
Murilo Rego – piano, teclados, arranjos e regência
Edinho Bastos – guitarra e violão
Iran Nascimento - contrabaixo
Cassiano Sobrinho – bateria, percussão e regência (violão de 07 cordas)
Zé Roberto - percussão

Participações especiais:
Bigorna – trompete e Amorim – trombone, em 'Ei, Olha o Menino'
Bruna Melo e Kamila Melo – vocais, em 'Sama'
Gigi Moreira – arranjo, em 'No Rumo do Destino'
Jayr Torres – arranjo, guitarra e contrabaixo, em 'Renascer'
Júlio Cunha – violão 7 cordas
Mairla Oliveira, Regina Oliveira e Cassiano Sobrinho – vocais em 'Fogo da Lamparina'
Nato Silva – caixa do divino, em 'Estranhas Caravelas'
Nonato Silva – arranjo, instrumentos, vocal e mixagem, em 'No Rumo do Destino'
Roberto Chinês – cavaquinho, banjo e bandolim
Rui Mario – arranjo, acordeom e técnica de gravação de base (Rmaster Estúdio), em 'Fogo da Lamparina'
Vanessa Lahana e Virlanna Azevedo – vocal e técnica de gravação (NS Stúdio), em 'No Rumo do Destino'
Gravação, mixagem e masterização: JC STUDIO
Técnico: Wesley Madson
Mixagem: Murilo Rego
Coordenação, produção e projeto: Josias Sobrinho, Zé Roberto e Cassiano Sobrinho
Direção musical: Murilo Rego
Direção Geral: Josias Sobrinho e Zé Roberto




Ministro do Meio Ambiente ignora queimadas de florestas no MA e PI

    Enquanto os estados do Maranhão e Piauí ardem em chamas, o ministro do Meio Ambiente, o deputado federal Sarney Filho (PV-MA), mantém uma agenda distante dos problemas das unidades mais pobres da federação para se concentrar no que acredita de premente prioridade.
    Os auxiliares do maranhense no Ministério do Meio Ambiente seguem exemplo do chefe.  João Pedro de Oliveira Costa, por exemplo, secretário de biodiversidade e florestas do MMA, desde o feriado do dia 12 não despacha em Brasília. No dia 13 desembarcou em Campo Grande (mato Grosso do Sul) para cumprir uma agenda de quatro dias com Sarney Filho. Nesta terça-feira, João Pedro Costa seguiu para São Paulo acompanhando o ministro.
    O secretário executivo do ministério, Marcelo Cruz, está de férias desde 10 de outubro.
Acesse as agendas as agendas no MMA:
Ministro Sarney Filho
http://www.mma.gov.br/component/agendadedirigentes/dirigente/18

Secretário executivo - Marcelo Cruz
http://www.mma.gov.br/component/agendadedirigentes/dirigente/19

Secretário de Biodiversidade e Florestas - João Pedro de Oliveira Costa
http://www.mma.gov.br/component/agendadedirigentes/dirigente/21







MANCHETES DE HOJE

Maranhão
O Estado do MA: Horas de pavor em Chapadinha
O Imparcial: 33% das famílias de São Luís têm dívidas em atraso
Regional
Jornal do Commercio: R$ 1,4 bilhão suspeito para candidatos 
O Povo: Metade dos açudes está seca ou no volume morto
Nacional
Correio: Salvante de um crime para salvar distritais
Folha: Justiça inocenta 13 acusados de acidente no metrô de SP
O Estadão: Empresa de ministro é acusada de vender vacas superfaturadas
O Globo: Perícia em 2% dos benefícios recupera R$ 139 mi
Zero Hora: Morte de coordenador do PMDB abala campanha eleitoral em Porto Alegre

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Folha - Presidente Sarney (MA) é a cidade com a pior colocação no Bem-Estar Urbano




Marco Aurélio Canônico

    Quem chega ao município de Presidente Sarney (MA) se depara logo com as vias mal pavimentadas, o lixo espalhado e até pendurado em árvores –sinal inequívoco da coleta deficiente– e o esgoto que corre a céu aberto, espalhando mau cheiro.
    São problemas desse tipo que fizeram a cidade ficar em último lugar no recém-divulgado Ibeu (Índice de Bem-Estar Urbano), calculado pelo Observatório das Metrópoles, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro. O índice usa dados do censo de 2010 para classificar os 5.565 municípios do país segundo a infraestrutura urbana de que dispõem.
    Sem rede de esgoto e com um sistema de abastecimento de água irregular (instalado em 2010), os quase 20 mil habitantes da última colocada se valem de fossas sanitárias e de poços artesianos. A cidade está numa região alagadiça, a Baixada Maranhense, a cerca de 200 km de São Luís, e, no período das chuvas (de janeiro a julho), é comum as fossas encherem.
Presidente Sarney
    Quando isso acontece, quem pode contrata, por R$ 100, limpa-fossas da cidade vizinha, Pinheiro –da qual Presidente Sarney se emancipou em 1997, usando a homenagem ao mais célebre político do Estado como trunfo. O esgoto que os caminhões recolhem nas casas é despejado no riacho do Pimenta.
    "Todo mundo tomava banho aqui, é o rio que deu origem à cidade. Hoje ninguém pode mais usar", diz o estudante Cleilson Araújo, 20. As vias que levam ao centro da cidade não são asfaltadas e têm iluminação escassa. A poucos metros do local de despejo de esgoto, um descampado faz as vezes de aterro sanitário. Só não está mais cheio porque os dejetos foram coletados na semana em que a Folha visitou a cidade.
SEM SURPRESA
    A notícia da desonrosa posição de Presidente Sarney no Ibeu não tardou a chegar aos habitantes, às vésperas do primeiro turno das eleições. Ela foi usada pela candidata vitoriosa, Valéria Castro (PC do B), mas não há consenso –nem entre políticos nem entre a população– sobre seu impacto no resultado.
    Nenhum dos moradores ouvidos pela Folha se surpreendeu com a identificação, pelo Ibeu, das más condições de sua terra. Mas todos citaram cidades que, segundo eles, estariam ainda piores. "Eu sabia que Presidente Sarney não estava num momento bom, mas não que estava péssimo. Para mim foi surpresa ser a última colocada", disse a futura prefeita.
    Valéria foi eleita por uma diferença de 278 votos –teve 4.483 eleitores, do total de 14.575. Venceu o candidato do atual prefeito, Edson Chagas (PMDB), que está em seu segundo mandato consecutivo. Os grupos políticos de ambos alternam-se no poder. "Nosso município é um dos mais prósperos do Brasil. Eu contesto esse índice, é inverdade. O senhor foi em outras cidades? Essa visita foi direcionada", afirmou.
    Ele admite, no entanto, dificuldades orçamentárias que se refletem nos serviços públicos –e também no pagamento dos salários do funcionalismo, que está atrasado. A cidade vive do Fundo de Participação dos Municípios. Seu orçamento previsto para 2016 é de R$ 63 milhões.
    Seus habitantes ou estão empregados pela prefeitura ou vivem da venda de areia e de peixes, extraídos do rio Turiaçu, que chamam de Turi. "Presidente Sarney não arrecada um centavo, vive exclusivamente dos repasses da União. Ser prefeito é um sofrimento, porque a renda é irrisória", diz Chagas.
    A seu favor, ele pode argumentar que estudos que usam métricas diferentes do Ibeu têm outros resultados. No Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios, que leva em consideração renda, longevidade e educação, Presidente Sarney se sai um pouco melhor: fica na 5.098ª posição.
    No Ranking de Eficiência dos Municípios, da Folha, que mostra quais cidades entregam mais saúde, educação e saneamento com menos recursos, a cidade está em 1.725º lugar. Sua administração é classificada como tendo "alguma eficiência".

    O que falta em infraestrutura na cidade parece sobrar em fé para seus moradores –a reportagem viu ao menos seis tipos diferentes de igrejas. Dos políticos, não parecem esperar grande coisa. "Não temos escola boa, não temos saneamento básico, lugar para praticar esporte. Qualquer obra que inauguram é ótimo, porque não tinha nada. Ficamos à mercê disso", diz Cleilson. 

MANCHETES DE HOJE

Maranhão
O Estado do MA: Tragédia nos Lençóis - Quatro morrem em colisão
Regional
Jornal do Commercio: Juro deve cair nos próximos meses
O Povo: Desembargadora nega ter recbido propina por liminares
Nacional
Correio: Juros devem cair pela primeira vez em quatro anos
Folha: Governo quer criar prazo para adoção de crianças
O Estadão: Bancos públicos têm juros mais altos que os privados
O Globo: Contratações para o Natal caem ao nível de 2006
Zero Hora: Inter sai da zona

domingo, 16 de outubro de 2016

Negro Leo se aproxima do pop em novo trabalho

    Maranhense radicado no Rio de Janeiro, o cantor e compositor Negro Leo é mestre em inserir incógnitas e transtornar o corpo da canção brasileira, criando um espaço familiar e ao mesmo tempo estranho. Em Ilhas de Calor (2014) e Niños Heroes (2015), ele compôs letra e melodia a partir de gravações de sessões de improvisação livre

"Não me considero um artista fazendo Arte. Sem nenhum prejuízo da minha imagem, 
poderia dizer que sou mais artsy que artista"
Foto: Rafael Meliga/ Divulgação
. O seu novo álbum, Água Batizada, por outro lado, trilha um caminho mais pop, explorando timbres e texturas sonoras.
    O disco tem três composições de Ava Rocha (Noite Invertida,Esferas Borboletinhas Multicoloridas) com quem é casado e com quem irá gravar um novo disco em novembro, em residência artística promovido pela coletivo Contrapedal, em Bogotá.
Ouça duas faixas de "Água Batizada":


MANCHETES DE HOJE

Maranhão
O Estado do MA: Maranhão é o 2º em trabalho infantil
Regional
Diário do Pará: Revista Veaja: Zenaldo recebeu R$ 2,5 milhões de esquema
Jornal do Commercio: Geraldo mantém frente no 2º turno do Recife
O Povo: Crianças perguntam, candidatos respondem
Nacional
Correio: Rodrigo Maia - "O fim do ano será muito ruim nos estados e no DF"
Folha: 'Bolsa empresário' resiste ao ajuste fiscal em 2017
O Estadão: Dezoito ex-ministros de Lula e Dilma são alvo de investigação por desvios
O Globo: Rombo de R$ 101 bi ameaça estados
Zero Hora: Indústria da (in)segurança cresceu 230% em 10 anos