segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Cajari é o município com menor número de casos de Covid-19


Com apenas quatro casos registrados pela Secretaria de Estado da Saúde, Cajari é o município com menor número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no Maranhão. A população do município é de pouco mais de 20 mil habitantes. Boa Vista do Gurupi, cidade localizada na fronteira com o estado do Pará vem em seguida com apenas cinco casos de Covid-19.

Essa semana o estado deve ultrapassar 4 mil mortes de vítimas da Covid-19. O primeiro caso com óbito foi confirmado em 29 de março. O ex-deputado estadual e ex-prefeito de João Lisboa e imortal da Academia Maranhense de Letras, Sálvio Dino, pai do governador Flávio Dino morreu em consequência do novo coronavírus.

São Luís lidera o número de casos e de óbitos. Segundo o último boletim divulgado pela SES-MA, a capital maranhense registrou 45 casos nas últimas 24 horas. Desde o dia 16 de outubro, os casos na grande  São Luís tem sido abaixo de 100. 


Dez municípios com maior número de casos de Covid-19

São Luís - 23.094

Imperatriz - 7.563

Balsas - 6.467

Caxias - 4.854

Timon - 4.656

Santa Inês - 4.436

Barra do Corda - 4.009

Zé Doca - 3.740

Açailândia - 3.477

Bacabal - 3.464

Confira aqui o último boletim da SES-MA




NOS JORNAIS

                    

 
 

domingo, 25 de outubro de 2020

Partidos da esquerda estão competindo em 10 capitais com chances de eleger prefeitos

Os partidos da esquerda concorrem com chances de vitória pelo menos em 11 das 26 capitais brasileiras. PSB  tem o maior número de candidatos com chances de vencer as eleições municipais nas capitais brasileiras. Nas 26 capitais, o partido concorre em cinco capitais. Em três com grandes intenções de votos, segundo levantamento feito pelo IBOPE. 

O PSB está na dianteira da disputa em Recife (PE), com João Câmara (33%), e Macapá (AP), com Capi (17%). Em Maceió (AL), JHC (25%) está colando no candidato do MDB, Alfredo Gaspar de Mendonça (26%).

Ricardo Coutinho (12%) disputa a reeleição em João Pessoa (PB) empatado na margem de erro com Nivan Ferreira (MDB) e Cícero Lucena (PP- 18%). Embolados na margem de erro também está Socorro Neri (25%) com Minoru K. (PSDB-29%) em Rio Branco (AC).

No espetro da esquerda, o PT está ombro a ombro com o Cidadania em Vitória (ES), onde o petista João Coser tem o mesmo 22% de Gandini. Em Fortaleza (CE), a ex-prefeita elo PT,  Luizianne Lins (23%) cresce para superar o Capitão Wagner (PROS - 28%). Com 24%, Manuel D´Àvila (PCdoB) é favorita no processo eleitoral em Porto Alegre (RS).

Em Belém (PA), Edmilson (39%- segundo IBOPE) tem vantagens porcentuais com o segundo colocado, Priante (14,9%, de acordo com pesquisa do Instituto Acerta/Diário do Pará).

No campo ideológico do centro, o MDB lidera em Maceió (AL);em  Teresina (PI), com Dr. Pessoa (34%); e Boa Vista (AC) com Arthur Henrique (28%) . Em mais quatro colégios está na disputa em segunda ou terceira colocação na corrida da eleição majoritária. O DEM é competitivo em cinco capitais, liderando em quatro destas.


 


* COM CORREÇÃO


Dr. Julinho já gastou 8 vezes mais que o patrimônio pessoal declarado ao TSE


O ex-prefeito e candidato a prefeito de São José de Ribamar, Dr. Julinho (PL), 68 anos, já gastou em campanha o correspondendo a mais de 900% do seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. 

A lista de bens do médico se resume a dois ítens: um veículo de popular (1.0) e cotas da Procemed. Somados resulta em um patrimônio avaliado em R$ 39.159,00. Até agora ele gastou R$ 306.405,00 (confira aqui). Os recursos são integralmente oriundos do Patriotas, partido que está na coligação da candidatura. A maior parte com material gráfico para campanha.  Somente para uma bandeira em tecido com logomarca foi feito desembolso de R$ 4 mil. O teto de gastos da candidatura é de R$ 937 mil.

A candidatura de Julinho segue envolta no imbróglio judicial após decisão do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão que restaurou sua ficha. Aguarda ainda julgamento. 

Desde 2004, Julinho concorreu ou tentou disputar a prefeitura de São José de Ribamar de quase todos os pleitos municipais, com exceção das eleições 2012. Na eleição anterior disputando pelo PMDB dos Sarney, na qual teve registro indeferido declarou ter patrimônio de R$ 160 mil. Tudo em veículos.

Secretário de Turismo Catulé Júnior aparece em negociatas compartilhadas com Fábio Gentil

Catulé Júnior na reunião em que Gentil confirma corte na saúde em Caxias



A disputa das eleições municipais tem respingado na equipe do governo. Um vídeo que adversários do prefeito de Caxias e candidato à reeleição, Fábio Gentil, fazem circular nas redes sociais, mostra o secretário de estado de Turismo, Catulé Júnior, em situação nada republicana. 

Na reunião em um gabinete com participação de quatro pessoas, o prefeito de Caxias articula o enxugamento da máquina a partir do corte na área da saúde. Catulé, ocupou a secretaria de Governo da Prefeitura de  Caxias no início da primeira gestão de Gentil, em fevereiro de 2019 se transferiu para a pasta do Turismo do estado, antes fundida com a Cultura. 

No conversa de gabinete, além do prefeito participam o vice-prefeito Paulo Marinho Jr. (PP) (suplente do deputado federal Josimar Maranhãozinho) e Helton Mesquita, cogitado para a secretária de Saúde. Catulé expõe para o prefeito e presentes as negociações com vereadores para obtenção de apoio ao Executivo na Câmara. A profunda cumplicidade entre Gentil e Catulé é de raiz evidenciada nas mensagens entre pés. 

Dentro do óbvio costumeiro, fica claro que vereadores indicam cargos de direção, acomodam técnicos apadrinhados e outras permissões promíscuas com o executivo, invisíveis ao Ministério Público.

Assista o vídeo da reúnião:



O Estadão - Mulheres têm menor fatia do mercado de trabalho em 30 anos

Joyce: ‘A pandemia não me colocou em lugar de fragilidade, eu já vivia isso antes. Mas ela escancarou’

Em meio à pandemia, com empresas fechando postos de trabalho, escolas operando a distância e idosos precisando de cuidados extras, a participação das mulheres no mercado de trabalho alcançou o patamar mais baixo dos últimos 30 anos. Os hábitos e a cultura da sociedade têm impedido muitas mulheres não só de trabalhar, mas até de procurar emprego. E, dentro de casa, elas ficaram ainda mais sobrecarregadas.

Em função da sobrecarga nas tarefas domésticas e nos cuidados com crianças e idosos, parcela do total de mulheres que estão ocupadas ou em busca de um trabalho chegou a 46,3% no segundo trimestre; desde 1991 esse número não ficava abaixo de 50%, e, desde 1990, não atingia valor tão baixo – quando ficou em 44,2%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Entre as mulheres que têm criança de até 10 anos em casa, a queda na participação no mercado de trabalho foi de 7,7 pontos porcentuais entre o segundo trimestre de 2019 e o mesmo período deste ano. Já entre as mulheres em geral, a redução foi de 7,1 pontos porcentuais e, entre os homens, de 6,3 pontos porcentuais.


“Com a pandemia, muita gente deixou de procurar trabalho. Ficou arriscado sair de casa para isso e o mercado não está receptivo. No caso das mulheres, o problema foi agravado porque os cuidados com a casa costumam recair mais sobre elas”, afirma o economista Marcos Hecksher, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


No caso da paranaense Patrícia Zambon, de 33 anos, que trabalhava no varejo havia 15 anos, foi a necessidade de cuidar dos filhos que a afastou do mercado. Ela era vendedora em uma loja na Rua Oscar Freire, em São Paulo, antes da pandemia.


Nos primeiros meses da quarentena, Patrícia ficou em casa e teve o salário reduzido. Com a reabertura do comércio, a loja pediu para que voltasse, mas ela não tinha mais com quem deixar os filhos – um menino de 11 anos e uma menina de nove. Antes da pandemia, quando não estavam na escola, eles ficavam na casa da mãe e da avó de Patrícia. Mas, agora, Patrícia não quer arriscar e deixá-los com elas, que têm 62 e 87 anos.


“Enquanto não tiver vacina, não vou colocar minha família em risco”, diz ela, que passou a fazer doces para vender. Com a mudança, porém, a remuneração mensal caiu de R$ 3 mil para cerca de R$ 800.


Além de ter de pedir demissão, Patrícia também tem sofrido com o aumento dos trabalhos domésticos. “As aulas online tomam um tempo danado. São dois turnos aqui, duas séries diferentes. Conciliando ainda almoço, limpeza, organização, tempo para as brincadeiras”, acrescenta ela, que diz estar feliz por poder ficar com os filhos, mas exausta.


Carga horária. Antes da quarentena, as mulheres já dedicavam, em média, 10,4 horas por semana a mais que os homens em tarefas domésticas. No ano passado, o tempo médio gasto por elas com esses afazeres foi de 21,4 horas por semana, enquanto o dos homens foi de 11 horas, segundo dados do IBGE.


Com a covid-19, a situação piorou. Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz mostra que 26,4% das mulheres entrevistadas afirmaram que o trabalho doméstico aumentou muito. Entre os homens o porcentual é de 13%. O levantamento indica ainda que as mulheres estão mais tristes e deprimidas (50%) que os homens (30%).


Para amenizar a situação das mulheres e permitir que elas voltem ao mercado de trabalho, especialistas apontam alternativas que vão do aumento de vagas em escolas e creches à desoneração temporária para novos contratos com jornada semanal reduzida.


Coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero e Economia da Universidade Federal Fluminense, Lucilene Morandi defende, além da maior oferta de escolas, projetos que recebam idosos durante o dia. “A sociedade entende que a pessoa responsável por cuidar de doentes, idosos e filhos é a mulher. Ela fica sobrecarregada. Isso é histórico e cultural. A solução passa por política pública, desde a questão de creche até estrutura de assistência ao idoso.”

A coordenadora destaca ainda a importância de haver creches e escolas no período integral. “Hoje, as creches não são pensadas para ser também um apoio para as mães. Enquanto elas funcionam das 7h30 às 11h30, ajudam no máximo a mãe a ir ao mercado ou a fazer coisas que uma mulher não consegue com uma criança no colo.”


Enquanto soluções como essas não forem implementadas, a tendência é que as mulheres continuem trabalhando menos horas por dia do que gostariam. Segundo dados do IBGE compilados pela Tendências Consultoria, a taxa de subutilização da força de trabalho (que considera as pessoas desocupadas e as que trabalham menos do que gostariam) entre as mulheres ficou em 34,1% no segundo trimestre deste ano. Entre os homens, foi de 24,9%.

Além da necessidade de políticas públicas, é preciso um trabalho mais ativo das empresas em busca da igualdade de gênero, segundo a economista Regina Madalozzo, coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero do Centro de Estudos em Negócios do Insper.


“Na pandemia, homens e mulheres estão trabalhando mais. A carga é penosa para todos. Mas, para quem tem uma carga adicional com o serviço de casa, acaba sendo insuportável. Os gestores estão prestando atenção a isso?”, questiona a professora.

Regina diz ainda que, no caso das mulheres que acabaram tendo de pedir demissão, não é possível saber se suas carreiras serão recompostas no futuro. “Em algumas situações, pode ser possível continuar do nível em que parou. Mas, dependendo do tempo de afastamento, fica complicado.”


Para Marisa Cesar, presidente do Grupo Mulheres do Brasil, capacitação e acesso a microcrédito também podem ajudar as mulheres, dado que a profundidade de crise obrigará muitas a criarem seus pequenos negócios. “E não estamos pensando na possibilidade de elas juntarem muito dinheiro, mas de poderem sair da vulnerabilidade”, afirma a dirigente do grupo criado pela empresária Luiza Trajano, do Magazine Luiza.


Marisa diz ainda que vários Estados e municípios até têm programas de apoio às mulheres, mas a divulgação é tão precária que a maior parte do público que poderia ser beneficiado nem fica sabendo. “Tem parcela de investimento mal utilizada. Nem estou falando que tem pouca verba, mas a comunicação é mal feita. Tem programas, sim. Talvez não na proporção que dê para atender todas.”


O economista Marcos Hecksher, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), defende a desoneração temporária da folha de pagamentos para novas admissões. Contratos de jornada com até 20 horas de trabalho por semana ficariam isentos de contribuição previdenciária patronal e a alíquota aumentaria em quatro pontos porcentuais por cada quatro horas a mais incluídas no contrato. O limite seriam 36 horas por semana.


Essa desoneração estimularia as empresas a contratar um maior número de funcionários, ainda que cada um acabe trabalhando menos do que gostaria. A ideia é fazer com que mais trabalhadores tenham acesso a um cargo e, assim, a uma renda. “Mulheres tenderiam a ser mais beneficiadas, porque elas já são mais frequentemente contratadas com jornadas parciais”, diz Hecksher.

NOS JORNAIS

                   

 

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Pelé jogou no Nhozinho Santos

Pelezinho e Pelé 

 O maior jogador de futebol de todos os tempos, Pelé, brilhou com a camisa do Santos e da Seleção Brasileira. Quando ainda jogava pelo Santos, Pelé esteve em São Luís, no dia 5 de novembro de 1967 e participou de um amistoso contra a Seleção Maranhense. Foi uma partida beneficente realizada pela 1ª dama do Estado, Dona Marly Sarney. O jogo terminou 1x0 para o Santos, com gol de Silva, aos 17 minutos do 2º tempo. Foi a última vez que Pelé esteve no Maranhão. Na época, Pelé foi recebido no Palácio dos Leões pelo então governador do Maranhão, José Sarney, que na ocasião, afirmou: "Vim ver o Santos jogar e vi a Seleção Maranhense".


Seleção Maranhense 0 x 1 Santos (SP)
Data: 05 de novembro de 1967
Local: Estádio Nhozinho Santos
Gol: Silva, aos 17 minutos do 2º tempo
Juiz: José Batista dos Santos (SP)
Bandeirinhas: Wilson de Moraes Vanlume e José Ribamar Assis Vieira, ambos do Maranhão
Seleção Maranhense: Manguito; Paulo (Nivaldo), Alzimar, Alvin da Guia e Corrêa; Nélio (Carlos Alberto), Barrão (Santana) e Izaac; Garrinchinha, Cândido (Américo) e Pelezinho. Técnico: Ênio Silva
Santos (SP): Laerte; Carlos Alberto, Joel, Orlando, Geraldino e Victor (Negreiros); Lima, Orlandino e Silva (Abel); Pelé, Coutinho e Edu.

Mary Ferreira e Fórum Maranhense de Mulheres protocolam pedido de cassação do deputado Fábio Macedo



Mary Ferreira e Neuzeli Pinto na Assembleia Legislativa



O Fórum Maranhense de Mulheres e a feminista e candidata a vereadora de São Luís, Mary Ferreira (PT - 13.130), formalizaram nesta sexta-feira, 23, na Assembleia Legislativa do Maranhão, o pedido de cassação do deputado estadual Fábio Macedo (Republicano), por ter agredido sua então esposa, Lorena Macedo, segundo registro Boletim de Ocorrência na Polícia. A violência contra a mulher é crime e deve ser punidos conforme determina a lei.

O forum foi representado pela professora da Uema, Neuzeli de Almeida Pinto, que subscreve o documento encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), e à Procuradoria da Mulher, dirigida pela deputada Helena Duailibe (Solidariedade). A procuradoria é um órgão da mesa diretora da Assembleia que atua em defesa dos direitos da Mulher.

No documento protocolado pela feminista e candidata a vereadora, Mary Ferreira cita o artigo XIV do Código de Ética da casa sobre decoro e preservação da imagem do Legislativo estadual. 

"A gravidade dos fatos exige medidas pontuais e celeridade. A impunidade tem sido uma das maiores causas do amento da violência. Os agressores ao não ver a efetividade da Lei e da Justiça, se sentem à vontade para reincidir", desta a feminista com décadas de militância. Para a candidata Mary Ferreira (PT - 13.130), o pedido de cassação do mandato do deputado pelo crime cometida é uma ação concreta ao aumento da violência de gênero.

"Sabemos que existe hoje uma grande preocupação do Poder Legislativo do Maranhão em atualizar seus atos e melhorar a relação com a sociedade. É inaceitável agressões e ameaças praticada elo deputado Fábio Macedo contra sua esposa ", destaca Neuzeli Maria de Almeida Pinto, da coordenação do Fórum Maranhense de Mulheres.


Lambe-lambe: Pelé na Vila Belmiro (Santos - SP) HB

 



                                        Além dos 1281 gols, Pelé é parte da vida dos brasileiros

NOS JORNAIS